FEST – Fundação Espírito-santense de Tecnologia

Confira os destaques do Boletim FEST. Veja mais!

Editorial FEST – maio – Ciência, inovação e desenvolvimento que transformam realidades   O mês de maio reforçou, mais uma vez, o papel da Fundação Espírito-santense de Tecnologia como ponte entre o conhecimento científico, a inovação e as demandas da sociedade. Ao longo deste período, acompanhamos iniciativas que refletem o compromisso da FEST com o desenvolvimento sustentável, a transformação social e o fortalecimento de projetos capazes de gerar impactos concretos para o Espírito Santo e para o Brasil. Entre os destaques desta edição está a participação da Fundação no Projeto Pró-Doce, uma importante iniciativa nacional voltada à agricultura sustentável e à retomada econômica dos territórios da Bacia do Rio Doce. O projeto representa um esforço coletivo de reconstrução e desenvolvimento, reunindo instituições, especialistas e comunidades em torno de soluções inovadoras para o futuro da região. Também celebramos a participação da FEST na formalização das parcerias do edital Ideias para Conservação 2026, reforçando nossa atuação em projetos voltados à educação ambiental, à conservação dos ecossistemas e à promoção de uma cultura de sustentabilidade que beneficia as gerações atuais e futuras. Outro motivo de orgulho foi acompanhar o reconhecimento internacional conquistado por estudantes da Universidade Federal do Espírito Santo. Com apoio da FEST, a equipe FreshEXPO levou o talento, a criatividade e a capacidade de inovação brasileira para a Irlanda, demonstrando que investir em ciência, tecnologia e formação de pessoas é investir em soluções que ultrapassam fronteiras. Essas conquistas refletem a essência da nossa Fundação: apoiar projetos que unem conhecimento, pesquisa, inovação e compromisso social. Mais do que resultados, cada iniciativa representa oportunidades de transformação, desenvolvimento e construção de um futuro mais sustentável e inclusivo. No ‘Quem faz a FEST’ deste mês será com Fábio Azeredo do setor de Finanças da FEST. Agradecemos a todos os parceiros, pesquisadores, estudantes, colaboradores e instituições que caminham ao nosso lado nessa missão. É por meio desse trabalho coletivo que continuamos ampliando horizontes e fortalecendo o impacto positivo da ciência na sociedade. Boa leitura!   Saiba mais sobre esses assuntos nessa edição, boa leitura! Clique aqui para acessar! Textos: Vanessa Pianca

Núcleo de Ciências da UFES: 30 anos promovendo difusão e popularização da ciência

Núcleo de Ciências da UFES   O Núcleo de Ciências da UFES completa 30 anos de existência, levando ao público conceitos científicos de maneira lúdica e educativa, atendendo professores e estudantes da rede fundamental, média e superior do Estado do Espírito Santo. Foi criado em junho de 1996, com o objetivo de estudar e criar mecanismos de difusão científica. Registrado como um Programa de Popularização e Difusão da Ciência, é vinculado à Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Durante sua existência, foram incorporados à Experimentoteca – Laboratórios de Ciência Itinerantes as áreas de Física, Matemática, Química, Biologia, Geologia e Ecologia, além dos programas Ciência Móvel – Caravana da Ciência, Robótica Educacional e EcoArte. O programa Ciência Móvel – Caravana da Ciência teve origem no Projeto 688 “Caravana Itinerante de Ciências, Tecnologia e Inovação para o Estado do Espírito Santo, projeto idealizado e executado pela Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) em parceria com a UFES. A iniciativa nasceu com o propósito de democratizar o acesso ao conhecimento, levando experimentos científicos, oficinas e atividades interativas as Feiras de Ciências nas escolas e nas comunidades de diferentes regiões do Espírito Santo. Ao longo dos anos, o projeto foi incorporado às ações do Núcleo de Ciências da UFES, ampliando seu alcance e consolidando-se como um importante instrumento de popularização da ciência e de incentivo à educação científica no estado. Promove e apoia atividades trans e multidisciplinares de inclusão social, que levam ciência, tecnologia e inovação aos mais diversos segmentos da população. Além disso, dispensa atenção especial ao público jovem e a estudantes de todas as idades, bem como estabelece parcerias com escolas do Ensino Fundamental e Médio do Estado do Espírito Santo. É filiado e apoiado pela Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciência e pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (ABCMC/MCTI). Os programas oferecem ainda às escolas ações e projetos para a melhoria do ensino de ciências, promovendo participação, criatividade, inovação e cidadania. Por meio de Mostras Científicas (Feiras de Ciências), Show de Química, Show de Física, EcoArte Teatro Científico, Mostra de Vídeos, Minicursos, Oficinas e Click & Toc: espaço digital livre de ciência. O espaço disponibiliza acesso público a computadores multimídia para pesquisa, comunicação, cursos e oficinas. Atua também como laboratório virtual de ciências, utilizando o computador como instrumento na geração de conhecimento e cultura científica. Além de capacitação, oficinas e cursos de robótica educacional MODELIX e ARDUINO. As atividades propostas pelo Núcleo, com o apoio do laboratório virtual de ciências, permitem vivências e experiências instrutivas e lúdicas que integram elementos reais e virtuais, animações, jogos, filmes, experimentos e informação. O propósito é provocar e despertar a curiosidade para o mundo das ciências. As conquistas foram muitas, com destaque para os seguintes projetos: Robótica com Sucata – Poluição em Ambientes Marinhos, primeiro lugar na FECINC de São Mateus e no evento Mostra de Ciências e Tecnologia AÇAÍ (MCTEA), em Abaetetuba – Pará, premiado em primeiro lugar na categoria, com participação de vários países; Ethos – Dispositivo de Monitoramento de Mares e Rios, 1º lugar na categoria juvenil do Prêmio IDEA 2023 – Invenção, Inovação, Engenharia e Artesanato, na Hungria; TRIEX – Triagem Médica, com premiação internacional em Marrocos e na Hungria, recebendo medalhas de ouro, prata e bronze. Destaque também para as alunas do 6º ano do Ensino Fundamental II da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio  (EEEFM) Belmiro Teixeira Pimenta, localizada no bairro Eurico Salles, na Serra, que conquistaram premiação na feira IDEA 2023 – Novidade e Inovação. A equipe ficou em 1º lugar na categoria juvenil com o trabalho intitulado “Caranguejo: Engenheiro da Lama”, em Hódmezővásárhely, na Hungria. O trabalho das alunas surgiu no projeto “EcoArte: Ecologia, Arte e Robótica como Solução Criativa para a Sustentabilidade”, trabalhando a biologia junto da arte e da tecnologia, com o objetivo de conscientizar a população sobre como o descarte de lixo em ambientes marinhos é prejudicial aos seres vivos daquele ecossistema. Durante esses 30 anos de atividades, contribuíram na direção e coordenação do Núcleo de Ciências da UFES os seguintes profissionais: Ênio Candotti (in memoriam), Antônio Carlos Barata, Carlos Wagner Costa Araújo, José Ballester Julian Júnior, Armando Biondo Filho, Viviana Borges Corte, Breno Rodrigues Segatto e Simone Silva Clarindo. Reestruturado, o Núcleo de Ciências da UFES foi incorporado ao Centro de Ciências Exatas da Universidade (CCE), coordenado pelo Prof. Etereldes Gonçalves Junior (Diretor do CCE/UFES), que incorporou o Laboratório Maker (LabMaker), espaço voltado à experimentação, à criatividade e ao desenvolvimento de projetos científicos. O objetivo da ação é fortalecer o interesse dos estudantes pelas áreas científicas e tecnológicas, além de consolidar uma cultura de inovação no ambiente escolar. A iniciativa integra o Programa Mais Ciência na Escola Capixaba, lançado pelo Governo do Estado, por meio das Secretarias da Educação (Sedu) e da Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Profissional (Secti), em parceria com a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e com as Secretarias Municipais de Educação, que promoveu a abertura de 30 unidades do LabMaker nas escolas das redes estadual e municipal. A seguir, algumas fotos das atividades realizadas pelo Núcleo de Ciências da UFES.          

FEST firma acordo com MDA e Incra para executar ações de regularização fundiária e retomada econômica na Bacia do Rio Doce

Parceria institucional integra o Novo Acordo do Rio Doce e vai apoiar a regularização fundiária e ambiental de 40 mil famílias rurais em 49 municípios de Minas Gerais e Espírito Santo  A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) formalizou nesta segunda-feira (22), em Mariana (MG), um Acordo de Cooperação com o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para a execução do Projeto Rio Doce Sustentável. A iniciativa integra o Novo Acordo do Rio Doce e representa um dos principais investimentos voltados à retomada econômica dos territórios rurais atingidos pelo rompimento da Barragem de Fundão, em 2015. O ato ocorreu durante evento que reuniu representantes do Governo Federal, movimentos sociais, comunidades tradicionais, agricultores familiares e famílias atingidas da Bacia do Rio Doce. Antes do início da programação, autoridades e participantes realizaram um minuto de silêncio em memória das vítimas do rompimento da Barragem de Fundão. Dez anos após a tragédia, comunidades de Minas Gerais e Espírito Santo seguem mobilizadas na busca por reparação integral, reconstrução dos territórios e garantia de direitos. Durante a cerimônia, a ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Fernanda Machiaveli, e a presidenta da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), Loroana Santana, apresentaram as ações estruturantes que compõem o eixo rural do Novo Acordo do Rio Doce. O conjunto de iniciativas prevê investimentos de R$ 1,3 bilhão para fortalecer a agricultura familiar, assentamentos da reforma agrária, povos e comunidades tradicionais e demais populações rurais atingidas. FEST será responsável pela execução do Projeto Rio Doce Sustentável A assinatura do acordo consolida a participação da FEST como parceira estratégica do Governo Federal na execução do Projeto Rio Doce Sustentável. A iniciativa contará com investimento de R$ 316,1 milhões ao longo de dez anos e prevê a regularização fundiária e ambiental de 40 mil famílias rurais, além da universalização do georreferenciamento de aproximadamente 1,8 milhão de hectares nos territórios abrangidos pelo Novo Acordo do Rio Doce. A atuação da FEST envolve a execução operacional das atividades de campo, incluindo levantamentos georreferenciados, organização de documentação técnica, apoio à regularização fundiária e ambiental, atualização cadastral e desenvolvimento de soluções de gestão territorial. O trabalho será realizado em parceria com o MDA, o Incra e a Anater, garantindo atendimento gratuito às famílias beneficiárias. “Cuidar do Rio Doce é cuidar das pessoas, da história e do futuro desta região. O Projeto Rio Doce Sustentável nasce com esse propósito: apoiar a regularização fundiária e ambiental das propriedades rurais, promovendo segurança, dignidade e oportunidades para quem vive da terra. Mais do que cumprir as ações previstas no Novo Acordo do Rio Doce, estamos ajudando a construir um legado de recuperação, esperança e desenvolvimento sustentável. Cada propriedade regularizada representa um passo a mais na reconstrução de um território que segue olhando para o futuro com responsabilidade e confiança”, afirma Patrícia Bourguignon, diretora de Projetos da FEST. Regularização abre portas para políticas públicas Entre as principais entregas do Projeto Rio Doce Sustentável estão a emissão e atualização do Cadastro Ambiental Rural (CAR), a certificação e o georreferenciamento de imóveis rurais, a emissão do Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF) e a ampliação do acesso ao crédito rural. A expectativa é que cerca de 20 mil famílias possam acessar políticas de fomento à produção, fortalecendo a geração de renda e o desenvolvimento sustentável nos territórios atingidos. Quilombos e reparação  Um dos momentos mais marcantes do evento foi a apresentação cultural das mulheres do Quilombo de Gesteira, em Barra Longa, que interpretaram a canção Dança Aí Nego Nagô. A manifestação reafirmou a importância dos quilombos como espaços de resistência, memória e preservação da identidade cultural dos povos tradicionais da Bacia do Rio Doce. Também foi anunciada a elaboração dos relatórios antropológicos das comunidades quilombolas de Gesteira, em Barra Longa, e Santa Efigênia, em Mariana, ação que integra as medidas de reconhecimento e fortalecimento dos direitos territoriais dessas populações. O evento contou com lideranças do Alto, Médio e Baixo Rio Doce, entre elas representantes de movimentos sociais como MAB e MST, cooperativas e associações, sindicatos de trabalhadores e produtores rurais, secretarias municipais de Agricultura, prefeitos, representantes da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, Emater-MG, Câmara dos Deputados, Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), ATIs (Cáritas Mariana, Cáritas Itabira e Cáritas Governador Valadares), Rosa Fortini, Aedas, Agita, entre outros. Os atingidos foram representados por Mônica, de Bento Rodrigues, que também é membro da CABF. Estiveram presentes também representantes das comunidades quilombolas Quilombo Vila Santa Efigênia e Adjacências, Quilombo de Campinas (Mariana), Quilombo de Gesteira (Barra Longa) e Quilombo da Capela (Barra Longa), entre outros. Também participaram comunidades de faiscadores, garimpeiros, pescadores e agricultores familiares em geral. As feiras contavam com artesanato, alimentos da agricultura familiar, mel, produtos do MST, panelas de pedra-sabão, doces e diversos outros produtos provenientes de Mariana, São Pedro dos Ferros, Belo Horizonte e Barra Longa. Melyssa Fonseca Núcleo de Comunicação – Novo Acordo Rio Doce    

Audiência pública em Governador Valadares apresenta ações do Projeto Rio Doce Sustentável e fortalece diálogo com comunidades da Bacia do Rio Doce

No dia 15 de junho, a Câmara Municipal de Governador Valadares recebeu uma audiência pública promovida pela Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (ANATER) para apresentar o Projeto Rio Doce Sustentável, iniciativa vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), à Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) e à própria ANATER. O encontro reuniu representantes de instituições públicas, movimentos sociais, produtores rurais, comunidades quilombolas, assentados da reforma agrária e lideranças locais para dialogar sobre as ações que serão desenvolvidas nos territórios da Bacia do Rio Doce, no âmbito do Programa de Retomada Econômica previsto no Novo Acordo Rio Doce. A mesa de abertura contou com a presença de Danilo, representante do MDA, do deputado federal Leonardo Monteiro, de Joelma Fernandes Teixeira, importante liderança comunitária de Governador Valadares, de Elisa Costa, coordenadora da Unidade da ANATER em Governador Valadares, de Patrícia Bourguignon, Diretora da FEST, além de representantes da Funasa e do 2º Ofício do Cartório de Registro de Imóveis. Durante a audiência, foram apresentados os projetos vinculados ao Programa de Retomada Econômica, com destaque para o Projeto Rio Doce Sustentável, que teve seu funcionamento detalhado aos participantes. O espaço também foi dedicado ao esclarecimento de dúvidas e à escuta das demandas apresentadas por lideranças comunitárias, instituições parceiras, organizações sociais e agricultores familiares presentes. Outro tema abordado foi o ProDoce. Na ocasião, Patrícia Bourguignon apresentou a proposta e os objetivos da iniciativa, destacando as oportunidades de participação para os agricultores familiares e reforçando a importância do engajamento das comunidades nas ações previstas. Entre os principais objetivos do Projeto Rio Doce Sustentável estão a regularização fundiária, a retomada econômica das famílias atingidas e o fortalecimento do desenvolvimento rural. A FEST apresentou a metodologia que será utilizada na execução das atividades em campo, os critérios técnicos adotados e os benefícios esperados para as comunidades contempladas. A regularização fundiária foi destacada como uma das ações estruturantes do projeto, promovendo segurança jurídica para as famílias, ampliando o acesso a políticas públicas e fortalecendo as atividades produtivas desenvolvidas nos territórios. Segundo Patrícia Bourguignon, gerente de projetos da FEST, a transparência é um dos princípios fundamentais que orientam a execução das ações. “Um dos pilares do Projeto Rio Doce Sustentável é a transparência. Queremos que a população acompanhe de perto todas as etapas da execução, saiba onde as ações estão sendo realizadas e tenha acesso às informações relacionadas ao andamento do projeto. Para isso, estamos estruturando canais de comunicação e acompanhamento, incluindo um portal no site da FEST que permitirá à sociedade monitorar as atividades desenvolvidas. Nosso objetivo é garantir ampla visibilidade sobre a execução das ações, fortalecendo a confiança da população. Mais do que prestar contas, queremos construir uma relação permanente de diálogo com as comunidades e instituições envolvidas”, afirmou. As ações do Projeto Rio Doce Sustentável já estão em andamento de forma simultânea nas regiões do Alto, Médio e Baixo Rio Doce, reforçando o compromisso das instituições parceiras com a recuperação socioeconômica dos territórios atingidos e com a construção participativa de soluções sustentáveis para toda a bacia. A audiência pública reafirmou a importância da participação social e do diálogo permanente entre comunidades, organizações e instituições parceiras para garantir que as ações desenvolvidas atendam às necessidades dos territórios e contribuam efetivamente para a promoção do desenvolvimento rural sustentável na região do Rio Doce. Texto: Vanessa Pianca Projeto: 1400  

FEST participa do Fórum de Biodiversidade no Jardim Botânico do Rio de Janeiro e destaca a importância da gestão para a pesquisa científica

A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) participou, nesta segunda-feira (8), das comemorações pelo Dia Mundial dos Oceanos durante uma edição especial do Fórum de Biodiversidade, realizada no Museu do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. O evento reuniu pesquisadores, gestores, comunicadores e instituições ligadas à conservação marinha para debater os desafios e as oportunidades relacionados à proteção dos ecossistemas oceânicos, assim como dos recifes. A programação contou com atividades interativas, exposições sobre biodiversidade marinha e experiências educativas voltadas ao público. Um dos momentos mais aguardados foi o lançamento do documentário “Abrolhos: Um Recife no Tempo”, dirigido por Ricardo Gomes e produzido pelo Instituto Mar Urbano. A obra apresenta mais de duas décadas de pesquisas científicas dedicadas ao monitoramento e à conservação de Abrolhos, considerado o maior e mais biodiverso complexo coralíneo do Atlântico Sul. Representando a FEST, a diretora Patrícia Bourguignon participou do painel “Os desafios da pesquisa e conservação do maior complexo coralíneo do Brasil”, ao lado de especialistas envolvidos em pesquisas desenvolvidas na região de Abrolhos. O debate abordou a importância da ciência para a conservação dos ambientes marinhos e os desafios enfrentados para garantir a continuidade dos estudos de longo prazo. Durante sua participação, Patrícia destacou que o sucesso das pesquisas científicas depende não apenas do trabalho realizado em campo e nos laboratórios, mas também de uma sólida estrutura de gestão e apoio institucional. “Quando falamos em conservação e pesquisa científica, muitas vezes vemos apenas os resultados finais. Mas existe uma ampla estrutura administrativa, financeira, jurídica e operacional que sustenta cada projeto. Garantir que os pesquisadores tenham condições de desenvolver seus estudos com segurança, transparência e eficiência é um trabalho fundamental. Na FEST, atuamos justamente para que a ciência possa seguir avançando e produzindo conhecimento que contribua para a conservação da biodiversidade e para o desenvolvimento sustentável do país”, afirmou. A participação da FEST no Fórum de Biodiversidade reforça seu compromisso com o fortalecimento da ciência brasileira e com o apoio a projetos que promovem a conservação dos ecossistemas marinhos, a produção de conhecimento e a formação de novas gerações de pesquisadores. Ao reunir diferentes instituições, especialistas e iniciativas voltadas à proteção dos oceanos, o evento evidenciou a importância da cooperação entre ciência, gestão e sociedade para enfrentar os desafios ambientais contemporâneos e garantir a preservação dos recursos naturais para as futuras gerações. Texto: Vanessa Pianca  

Confira os destaques do Boletim FEST. Veja mais! #2

Editorial FEST – abril Abril foi um mês marcado por importantes avanços institucionais, fortalecimento de parcerias e iniciativas que reafirmam o compromisso da FEST com o desenvolvimento social, científico e humano. Cada projeto, encontro e ação realizados ao longo do mês refletem a essência da Fundação: conectar pessoas, conhecimento e transformação.  Entre os destaques desta edição está a visita institucional da FEST ao estado do Amapá, que culminou no lançamento oficial do Projeto Esporte Democrático, em Macapá. A iniciativa representa mais do que o incentivo à prática esportiva: simboliza oportunidades, inclusão social e o fortalecimento da cidadania por meio do esporte, impactando diretamente crianças e jovens da região.  Também celebramos o avanço de um importante projeto estratégico liderado pela FEST voltado à retomada econômica e agroecológica na Bacia do Rio Doce. A iniciativa reforça o compromisso da Fundação com ações sustentáveis, desenvolvimento territorial e apoio às comunidades impactadas, promovendo soluções que unem ciência, meio ambiente e transformação social.  Outro momento relevante do mês foi a participação da FEST em um encontro estratégico que reuniu instituições para apresentação de projetos de monitoramento ambiental no Espírito Santo O diálogo entre instituições e especialistas fortalece o papel da ciência na preservação ambiental e evidencia a importância da atuação colaborativa em projetos de conservação marinha e biodiversidade.  E, como não poderia faltar, esta edição também traz mais uma história inspiradora no “Quem faz a FEST”. Conhecemos um pouco mais sobre Rafael Nague, do Setor de Compras, que representa diariamente o entusiasmo, a dedicação e a vontade constante de aprender que fazem parte do espírito da nossa equipe.  Seguimos avançando com propósito, fortalecendo conexões e apoiando projetos que geram impacto positivo na sociedade. Que este boletim seja mais uma oportunidade de compartilhar conquistas, reconhecer pessoas e valorizar tudo aquilo que construímos juntos.   Saiba mais sobre esses assuntos nessa edição, boa leitura! Clique aqui para acessar! Textos: Vanessa Pianca

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Com apoio da FEST, equipe da Ufes conquista prêmio internacional de inovação na Irlanda

A inovação desenvolvida por estudantes da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) ganhou reconhecimento internacional durante a final da maratona global Invent for the Planet (IFTP) 2026, realizada entre os dias 9 e 11 de maio, em Galway, na Irlanda. A equipe FreshEXPO conquistou o Prêmio de Mérito por Comprometimento, concedido pela organização do evento em reconhecimento à postura, engajamento e desempenho da delegação brasileira ao longo da competição. A participação da equipe contou com o apoio da Fundação Espírito-Santense de Tecnologia (FEST), que incentivou a presença das estudantes no evento internacional e reforçou seu compromisso com iniciativas voltadas à inovação, empreendedorismo e desenvolvimento tecnológico. Formada pelas estudantes Carol Valladão (Engenharia Ambiental), Isabelle Pignaton (Engenharia Civil), Lavinia Vaccari (Engenharia Mecânica), Isabela Lisboa e Adriele Portugal (Administração), a equipe foi a única representante brasileira na final mundial da competição. A classificação para a etapa internacional veio após a vitória na fase local da maratona, realizada na Ufes entre os dias 27 de fevereiro e 1º de março,  também apoiada  pela FEST. Na ocasião, as estudantes apresentaram uma solução inteligente voltada à redução de perdas de verduras e legumes causadas por amassamento e manuseio no comércio. O projeto chamou atenção pela inovação, viabilidade e potencial de mercado. Além do reconhecimento técnico, a equipe recebeu destaque pelo envolvimento nas mentorias, pela integração nas atividades promovidas pela organização e pela apresentação de uma patente já depositada para a solução desenvolvida. Para o superintendente da FEST, Armando Biondo, iniciativas como essa demonstram o potencial transformador da conexão entre universidade, inovação e mercado. “É motivo de orgulho para a FEST apoiar projetos que incentivam o protagonismo dos estudantes e levam a inovação capixaba para o cenário internacional. A participação da FreshEXPO mostra como o conhecimento produzido nas universidades pode gerar soluções com impacto real na sociedade e no setor produtivo”, destacou Biondo. A superintendente de Projetos e Inovação da Ufes, Prof. Dr.Miriam de Magdala, ressaltou que a premiação foi um dos momentos mais marcantes da cerimônia. Segundo ela, jurados e representantes de empresas internacionais demonstraram interesse no projeto apresentado pela equipe capixaba, reforçando o potencial da solução para futuras parcerias e oportunidades de desenvolvimento. A professora Patrícia Cardoso, do Departamento de Engenharia de Produção do Centro Tecnológico da Ufes, também destacou que a experiência proporcionou conexões internacionais relevantes e ampliou a visibilidade da UFES e do Brasil no ecossistema global de inovação. Além da FEST, a participação da equipe contou com apoio institucional da Ufes, do Sebrae, da Findes, do Crea-ES,  Kaffee Exportadora e  Importadora e de empresas parceiras do ecossistema de inovação capixaba.    

FEST realiza visita institucional ao Amapá e lança oficialmente o Projeto Esporte Democrático em Macapá

A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) esteve presente no estado do Amapá, na capital Macapá, para uma agenda estratégica que marcou o início das atividades do Projeto Esporte Democrático. A visita teve como objetivo conhecer as estruturas que receberão as atividades esportivas e realizar o lançamento oficial da iniciativa, que promove inclusão social por meio do esporte. Representando a FEST, participaram da missão institucional a Diretora Patrícia Bourguignon e a Supervisora de Projetos Sabrina Bertuani, reforçando o compromisso da Fundação com a execução de projetos de impacto social em diferentes regiões do país. Na sexta-feira (24/04), a agenda foi dedicada às visitas técnicas aos espaços que irão sediar as atividades do projeto, incluindo quadras poliesportivas, campo de futebol e áreas destinadas às práticas esportivas. A etapa foi fundamental para alinhamento operacional e validação das estruturas que receberão crianças e adolescentes atendidos pela iniciativa. Já no sábado (25/04), foi realizado o lançamento oficial do Projeto Esporte Democrático, em parceria com representantes da Secretaria de Estado do Desporto e do Lazer, com a presença de autoridades locais, entre elas Olivaldo Nunes, Dr. Puppio além de representantes do poder legislativo estadual. O evento marcou o início de um projeto que visa democratizar o acesso ao esporte educacional de qualidade. Com foco em crianças e adolescentes de 8 a 17 anos, especialmente aqueles em situação de vulnerabilidade social e matriculados na rede pública de ensino, o projeto oferecerá atividades gratuitas nas modalidades de canoagem, futebol, basquete, jiu-jítsu e Vôlei. A proposta busca promover o desenvolvimento integral dos participantes, incentivando hábitos saudáveis, fortalecendo vínculos sociais e ampliando oportunidades. Dando continuidade à agenda, na segunda-feira (27/04), a equipe da FEST realizou visitas técnicas aos campos da Universidade Federal do Amapá e da Universidade do Estado do Amapá, além de uma visita institucional ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. As visitas reforçaram o diálogo com instituições estratégicas e ampliaram as possibilidades de parcerias locais para o fortalecimento e criação de novos projetos. O Projeto Esporte Democrático será executado no período de maio de 2026 a março de 2028, consolidando a atuação da FEST na promoção de políticas públicas voltadas ao esporte educacional e à transformação social. A iniciativa reafirma o compromisso da Fundação com a inclusão, a cidadania e a construção de um futuro com mais oportunidades para todos. Texto: Vanessa Pianca  

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Editorial FEST – Março O mês de março reafirma o compromisso da Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) com a promoção da Ciência, Tecnologia, Inovação e do Desenvolvimento Sustentável em diferentes territórios e contextos do país. As ações realizadas ao longo deste período evidenciam a capacidade da Fundação de articular parcerias sólidas e gerar impacto positivo por meio do conhecimento. Um dos grandes destaques foi a realização da 2ª Expedição Científica à Cadeia de Montanhas Submarinas Vitória-Trindade, conduzida pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade em parceria com a Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST), Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), o Centro de Biologia Marinha da Universidade de São Paulo e a ONG Voz da Natureza. A iniciativa reforça a importância da pesquisa científica para a conservação dos ecossistemas marinhos brasileiros, ampliando o conhecimento sobre uma das regiões oceânicas mais relevantes do país. No campo do desenvolvimento sustentável, tiveram início as ações do projeto de recuperação hidroambiental na Bacia do Rio Grande, em Minas Gerais (MG), conduzido pela FEST em parceria com a Axia Energia Centrais Elétricas Brasileiras. As oficinas participativas realizadas em assentamentos da reforma agrária demonstram o valor da escuta ativa e da construção coletiva de soluções, integrando aspectos ambientais, produtivos e sociais. Ainda nesse contexto de atuação territorial, a FEST integrou a comitiva do Governo Federal, ao lado da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (ANATER), em agendas realizadas nos estados do Espírito Santo e Minas Gerais. A iniciativa teve como foco a apresentação de projetos aprovados pelo Comitê do Rio Doce, fortalecendo ações de reparação e desenvolvimento nas regiões impactadas pelo rompimento da barragem de Fundão, em 2015. O fortalecimento institucional também marcou presença em Brasília, onde a FEST participou de encontros estratégicos com o ICMBio e a Secretaria da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (SECIRM). As discussões reforçaram a importância da integração entre instituições para o avanço da pesquisa e da conservação nas ilhas oceânicas brasileiras. No campo da inovação e do acompanhamento técnico, a visita da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) à Universidade Federal do Espírito Santo destacou a relevância dos projetos estratégicos desenvolvidos com apoio da FEST, evidenciando a qualidade e a seriedade das iniciativas conduzidas em parceria. Expandindo horizontes, a FEST e a UFES também apresentaram, no Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), uma proposta estratégica voltada ao desenvolvimento costeiro e marinho do estado do Amapá. A iniciativa demonstra a capacidade da Fundação de atuar em escala nacional, contribuindo para políticas públicas estruturantes e sustentáveis. Por fim, março também foi marcado pelo reconhecimento de quem faz a FEST acontecer todos os dias. A Analista de Controle Adriana Gatti foi o destaque do mês, representando, com sua empatia, dedicação e profissionalismo, os valores que norteiam a atuação da Fundação. Seguimos, assim, fortalecendo conexões, promovendo conhecimento e construindo soluções que impactam positivamente a sociedade. Março foi um mês de avanços significativos e seguimos confiantes nos próximos passos. Saiba mais sobre esses assuntos nessa edição, boa leitura! Clique aqui para acessar! Textos: Vanessa Pianca

Encontro reúne instituições para apresentação de projetos de monitoramento ambiental no Espírito Santo

Na última terça-feira (14/04), a Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) promoveu um importante encontro institucional reunindo representantes de órgãos ambientais, instituições de pesquisa e parceiros estratégicos para discutir iniciativas voltadas ao monitoramento ambiental no Espírito Santo. Durante a programação da manhã, foi apresentado um panorama do Projeto de Monitoramento da Biodiversidade Aquática, destacando metodologias, áreas de atuação e resultados já alcançados. A iniciativa tem como objetivo ampliar o conhecimento sobre os ecossistemas aquáticos, subsidiando ações de conservação e gestão ambiental com base científica. O encontro contou com a participação de representantes do João Carlos Thomé do ICMBio/Tamar, Margareth Batista Saraiva Coelho, Secretária de Estado de Recuperação do Rio Doce (Serd), Ednilson Felipe, Pró-reitor de Extensão da UFES, além de representantes do Seama, Incaper, Seplag-MG, Semad, Iema, entre outros, reforçando a importância da atuação integrada entre diferentes instituições para o fortalecimento das políticas públicas ambientais. No período da tarde, a programação seguiu com a apresentação do relatório do Projeto de Monitoramento e Caracterização Socioeconômica da Atividade Pesqueira no Rio Doce e no Litoral do Espírito Santo (PMAP – ES). A exposição trouxe dados e análises relevantes sobre a atividade pesqueira na região, contribuindo para uma compreensão mais aprofundada das dinâmicas socioeconômicas das comunidades envolvidas. O momento foi marcado por uma troca significativa de informações entre os participantes, promovendo o diálogo técnico e a construção conjunta de estratégias para o desenvolvimento sustentável. A FEST agradece a presença e contribuição de todos os participantes, em especial aos representantes do ICMBio-Tamar, SERD, Instituto de Pesca, Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e à equipe do PMAP, que colaboraram para o sucesso do encontro. A iniciativa reforça o compromisso da FEST em apoiar projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação que contribuam para a preservação ambiental e o fortalecimento das comunidades locais.