FEST – Fundação Espírito-santense de Tecnologia

Confira os destaques do Boletim FEST. Veja mais!

Editorial Julho foi um mês marcado por movimento, inovação e novas conexões para a FEST. Em diferentes frentes de atuação, seguimos fortalecendo projetos, ampliando parcerias e desenvolvendo soluções que contribuem para uma gestão cada vez mais eficiente, transparente e conectada à ciência e à sociedade. No Amapá, acompanhamos as atividades do Projeto Esporte Democrático e realizamos a entrega de materiais esportivos, reforçando nosso compromisso com iniciativas que promovem transformação social. Em Brasília, o Projeto FORMACAF avançou na produção de materiais didáticos e concluiu uma importante etapa de formação de multiplicadores. Também vivemos um momento especial ao sermos convidados pela Fiocruz para apresentar a experiência de gestão da FEST a partir do modelo desenvolvido no Programa de Monitoramento da Biodiversidade Aquática (PMBA), reconhecimento que evidencia a relevância do trabalho construído ao longo dos anos. O mês também foi marcado pela inovação dentro de casa. Com o lançamento do SIGAPC, a FEST inaugura uma nova etapa na gestão das prestações de contas, trazendo mais organização, eficiência e segurança para processos fundamentais à execução dos projetos. E, para fechar esta edição, celebramos quem está por trás de tudo isso: as pessoas. Na seção Quem Faz a FEST, conhecemos um pouco mais da trajetória e da personalidade de Júlia Pereira, mostrando que, por trás de cada projeto, processo e conquista, existem profissionais que colocam dedicação, competência e sensibilidade no que fazem. Boa leitura! 💙 Saiba mais sobre esses assuntos nessa edição, boa leitura! Clique aqui para acessar! Textos: Vanessa Pianca

FEST recebe secretário da SECIRM para diálogo sobre projetos estratégicos de pesquisa no mar

A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) recebeu, nesta quarta-feira, a visita do secretário da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (SECIRM), Contra-Almirante Robledo de Lemos Costa e Sá. A agenda também incluiu uma visita à Reitoria da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), fortalecendo o diálogo entre as instituições sobre iniciativas estratégicas relacionadas à pesquisa científica e ao ambiente marinho. Na FEST, o secretário foi recebido pelo Superintendente, professor Armando Biondo, e pela diretora Patrícia Bourguignon. A programação contou também com a participação do reitor da UFES, Eustáquio de Castro, e da professora e coordenadora do Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR), Cristina Engel. Durante a visita, foram apresentadas as estruturas das instituições e discutidas as parcerias relacionadas a projetos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico apoiados pela FEST. Entre os temas abordados estiveram o PROANTAR e as ações relacionadas ao Arquipélago de São Pedro e São Paulo, iniciativas que envolvem pesquisa científica em ambientes de grande relevância para o Brasil. A aproximação entre a SECIRM, a UFES e a FEST reforça a importância da cooperação institucional para o desenvolvimento de projetos científicos e tecnológicos voltados ao conhecimento dos ambientes marinhos e à atuação brasileira em regiões estratégicas. Para a FEST, receber representantes de instituições que atuam diretamente na pesquisa e nas políticas relacionadas aos recursos do mar representa uma oportunidade de fortalecer parcerias e ampliar o diálogo em torno da ciência, da tecnologia e da inovação. A visita reafirma o papel da FEST como instituição de apoio à pesquisa científica e tecnológica e sua contribuição para a gestão de projetos que conectam universidade, instituições públicas e diferentes parceiros em iniciativas de relevância para o país.    

FEST e PMBA destacam ciência, gestão e impacto social no primeiro dia do Congresso Brasileiro de Oceanografia

A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) e o Programa de Monitoramento da Biodiversidade Aquática (PMBA), em parceria com a Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), marcaram presença no primeiro dia do 9º Congresso Brasileiro de Oceanografia (CBO) com uma programação dedicada à pesquisa, ao monitoramento ambiental, à gestão de projetos científicos e aos impactos sociais relacionados ao desastre do Rio Doce. O destaque do dia foi o início do simpósio “Do Rio ao Mar: o maior programa de monitoramento ambiental do Brasil”, que reuniu pesquisadores, profissionais e especialistas envolvidos com o PMBA. Durante a manhã, foram realizadas apresentações do Prof. Dr. Alex Cardoso Bastos, do Prof. Dr. Fabian Sá e da equipe da Assessoria Técnica, representada pela Dra. Laura Vieira e pela Me. Fernanda Jurka, ampliando o debate sobre os resultados, experiências e conhecimentos produzidos pelo programa. Na parte da tarde, a programação avançou para um tema fundamental para a consolidação da pesquisa científica: a gestão de projetos como alavanca para o sucesso de iniciativas científicas. A palestra, conduzida por Patrícia Bourguignon Soares, apresentou a importância da gestão para garantir estrutura, organização e condições para que a ciência produza resultados duradouros. Um dos principais aspectos destacados foi o legado construído pelo PMBA ao longo de sete anos. Cerca de 1.270 pessoas já passaram pelo programa, entre profissionais, estudantes de graduação e pós-graduação. Atualmente, mais de 500 pessoas estão envolvidas diretamente em suas atividades. Além da formação e qualificação de pesquisadores, o programa contribuiu para o fortalecimento da infraestrutura científica, com reformas e implantação de novos laboratórios em diferentes regiões do Brasil. Ao abordar esse legado, Patrícia destacou a dimensão estratégica da gestão na pesquisa: “Gestão também é pesquisa.” A afirmação sintetiza o papel da organização e do planejamento para transformar recursos e conhecimento em resultados concretos, fortalecendo a ciência e deixando estruturas e oportunidades para as próximas gerações. Encerrando a programação, o consultor do PMBA junto à FEST, Sérgio Augusto Domingues, participou da discussão sobre “Impacto na sociedade e subsídio à tomada de decisão”, com foco nos impactos sociais do desastre do Rio Doce. O debate reforçou a necessidade de que o monitoramento ambiental considere também as dimensões sociais e humanas dos territórios afetados. Ao destacar essa perspectiva, Sérgio ressaltou: “Se a gente não olhar o desastre de forma humana, como isso afetou as pessoas, a gente vai olhar e achar que passou. Mas não passou.” A reflexão reforça a importância de uma abordagem que vá além dos indicadores ambientais e considere as transformações vivenciadas pelas comunidades e pelos territórios atingidos. O primeiro dia do CBO evidenciou, assim, a amplitude do trabalho desenvolvido pelo PMBA: um programa que integra monitoramento ambiental, pesquisa científica, formação de pessoas, infraestrutura, gestão e impacto social. A participação da FEST, em parceria com UFES e ICMBio, reafirma o compromisso com uma ciência conectada às necessidades dos territórios e capaz de contribuir para a conservação da biodiversidade e para a tomada de decisões. Ciência, monitoramento e conservação conectando conhecimento e território.  

FEST apresenta SIGAPC à UFES e fortalece integração na gestão de projetos

A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) apresentou, na sexta-feira (14/08), na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), o Sistema de Gestão e Análise de Prestação de Contas (SIGAPC), desenvolvido pela Fundação para apoiar e modernizar os processos relacionados à gestão e à prestação de contas de projetos. O encontro reuniu representantes da Pró-Reitoria de Administração (PROAD), da Superintendência de Projeto Inovação (SPIN), da Coordenação do Escritório de Projetos(CEP/SPIN), Diretoria de Contrato (DC/PROAD), Superintendência de Tecnologia de Informação (STI)  da Universidade. Pela FEST, participaram da apresentação o coordenador de Prestação de Contas, Carlos Renato Marques; Celso Tavares, da equipe de Prestação de Contas; o superintendente, Armando Biondo Filho; e a diretora, Patrícia Bourguignon. Pela UFES, estiveram presentes pela UFES: Roney Pignaton da Silva, Miriam Magdala, Rafael Petri e Paulo Alexandre Lobato. Durante a reunião, a equipe da FEST demonstrou como o SIGAPC pode apoiar diferentes etapas da gestão dos projetos, desde a estruturação e o acompanhamento dos planos de trabalho até os processos de remanejamento e a elaboração, apresentação e análise das prestações de contas. Mais do que apresentar uma nova ferramenta, o encontro proporcionou um importante momento de diálogo e troca de experiências entre as equipes da FEST e da UFES. A reunião também permitiu identificar oportunidades para tornar os processos mais integrados, automatizados, transparentes e eficientes, aproximando as áreas envolvidas na execução e no acompanhamento dos projetos. Para a FEST, a iniciativa reforça a parceria institucional com a UFES e demonstra o compromisso conjunto com o aprimoramento contínuo dos modos operantes da FEST. A integração entre as equipes busca proporcionar mais segurança, qualidade e agilidade aos processos de gestão e prestação de contas. Desenvolvido a partir das necessidades identificadas na execução e acompanhamento dos próprios processos dos projetos, o SIGAPC surge como uma ferramenta de integração e modernização da gestão, com potencial para otimizar os fluxos de trabalho entre a Fundação e a Universidade e contribuir para uma gestão cada vez mais eficiente e transparente dos projetos.   Texto: Vanessa Pianca

FEST acompanha atividades do Projeto Esporte Democrático e realiza entrega de materiais esportivos no Amapá

Nos dias 29,30 e 31 de julho, a Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) esteve em Macapá (AP) acompanhando as atividades do Projeto Esporte Democrático, iniciativa voltada à promoção da inclusão social por meio da prática esportiva. Durante a agenda, também foi realizada a entrega da primeira leva de materiais esportivos destinados às modalidades de vôlei, basquete, futebol, jiu-jítsu e canoagem, beneficiando mais de 200 crianças e jovens já sendo atendidos pelo projeto na capital e nos municípios de Santana e Mazagão. A entrega dos equipamentos faz parte do cronograma de execução do projeto e representa um importante avanço para o fortalecimento das atividades esportivas desenvolvidas com os participantes. Mais do que fornecer materiais, a ação contribui para ampliar oportunidades de desenvolvimento pessoal, social e profissional de crianças e adolescentes atendidos pela iniciativa. Além da entrega dos equipamentos, a equipe da FEST acompanhou de perto as aulas e treinamentos das modalidades esportivas, vivenciando o impacto do projeto na rotina dos jovens e o trabalho desenvolvido pelos profissionais e voluntários envolvidos. Representando a Fundação, participaram da agenda a diretora Patrícia Bourguignon, a Supervisora Analista de Projetos Sabrina Bertuani, a Analista de Controle Nádia Senhorelo e o coordenador do Projeto Esporte Democrático no Amapá, Diego Neves. Para a diretora da FEST, Patrícia Bourguignon, acompanhar de perto as ações reforça a importância de iniciativas que utilizam o esporte como instrumento de transformação social. “Estar no Amapá e acompanhar de perto o Projeto Esporte Democrático nos permite enxergar o verdadeiro alcance dessa iniciativa. Ver crianças e jovens ocupando espaços de aprendizado, convivência e desenvolvimento por meio do esporte reforça o compromisso da FEST em apoiar projetos que geram oportunidades e promovem cidadania.” O coordenador do projeto no Amapá, Diego Neves, destacou a relevância da entrega dos materiais para a continuidade das atividades. “A chegada desses equipamentos representa um momento muito importante para todos nós. Eles fortalecem o trabalho realizado diariamente pelos professores e oferecem melhores condições para que nossos alunos evoluam nas modalidades esportivas. É um investimento que gera impacto direto na vida desses jovens.” Líder do projeto social AKXEBJJ Universidade e responsável pelas aulas de jiu-jítsu, o professor Adriano Cardoso ressaltou o papel do esporte na formação dos participantes. “O jiu-jítsu ensina muito mais do que uma modalidade esportiva. Trabalhamos valores como disciplina, respeito, responsabilidade e perseverança. Receber esses materiais significa oferecer mais qualidade às aulas e mostrar aos nossos alunos que eles são valorizados e que podem acreditar no próprio potencial.” Ao acompanhar as atividades e a entrega dos equipamentos, a FEST reafirma seu compromisso com projetos que promovem inclusão, cidadania e desenvolvimento por meio do esporte, contribuindo para a construção de novas oportunidades e para a transformação social de centenas de crianças e jovens do Amapá. Texto: Vanessa Pianca  

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Editorial FEST – Junho Ciência, inovação e desenvolvimento que transformam realidades Junho reafirma o compromisso da FEST com uma atuação que conecta gestão, ciência, inovação e transformação social. Nesta edição, apresentamos iniciativas que demonstram como o trabalho da Fundação fortalece a pesquisa científica, promove o desenvolvimento sustentável e amplia o impacto das políticas públicas em diferentes regiões do país. Entre os destaques, acompanhamos a participação da FEST no Fórum de Biodiversidade, realizado no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, a audiência pública do Projeto Rio Doce Sustentável em Governador Valadares, a celebração de um ano da Escola de Conselhos do Espírito Santo e os 30 anos do Núcleo de Ciências da UFES, referência na popularização da ciência. Também apresentamos a nova diretoria da Fundação, que assume o desafio de dar continuidade a uma gestão pautada pela excelência, transparência e inovação, além do novo acordo firmado com o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e o Incra para impulsionar ações de regularização fundiária e retomada econômica na Bacia do Rio Doce. Nesta edição, o quadro Quem Faz a FEST homenageia Rogéria Lima, do Setor de Prestação de Contas, profissional que representa o compromisso, a dedicação e o cuidado que fazem parte da essência da nossa equipe. Boa leitura!   Saiba mais sobre esses assuntos nessa edição, boa leitura! Clique aqui para acessar! Textos: Vanessa Pianca

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Editorial FEST – maio – Ciência, inovação e desenvolvimento que transformam realidades   O mês de maio reforçou, mais uma vez, o papel da Fundação Espírito-santense de Tecnologia como ponte entre o conhecimento científico, a inovação e as demandas da sociedade. Ao longo deste período, acompanhamos iniciativas que refletem o compromisso da FEST com o desenvolvimento sustentável, a transformação social e o fortalecimento de projetos capazes de gerar impactos concretos para o Espírito Santo e para o Brasil. Entre os destaques desta edição está a participação da Fundação no Projeto Pró-Doce, uma importante iniciativa nacional voltada à agricultura sustentável e à retomada econômica dos territórios da Bacia do Rio Doce. O projeto representa um esforço coletivo de reconstrução e desenvolvimento, reunindo instituições, especialistas e comunidades em torno de soluções inovadoras para o futuro da região. Também celebramos a participação da FEST na formalização das parcerias do edital Ideias para Conservação 2026, reforçando nossa atuação em projetos voltados à educação ambiental, à conservação dos ecossistemas e à promoção de uma cultura de sustentabilidade que beneficia as gerações atuais e futuras. Outro motivo de orgulho foi acompanhar o reconhecimento internacional conquistado por estudantes da Universidade Federal do Espírito Santo. Com apoio da FEST, a equipe FreshEXPO levou o talento, a criatividade e a capacidade de inovação brasileira para a Irlanda, demonstrando que investir em ciência, tecnologia e formação de pessoas é investir em soluções que ultrapassam fronteiras. Essas conquistas refletem a essência da nossa Fundação: apoiar projetos que unem conhecimento, pesquisa, inovação e compromisso social. Mais do que resultados, cada iniciativa representa oportunidades de transformação, desenvolvimento e construção de um futuro mais sustentável e inclusivo. No ‘Quem faz a FEST’ deste mês será com Fábio Azeredo do setor de Finanças da FEST. Agradecemos a todos os parceiros, pesquisadores, estudantes, colaboradores e instituições que caminham ao nosso lado nessa missão. É por meio desse trabalho coletivo que continuamos ampliando horizontes e fortalecendo o impacto positivo da ciência na sociedade. Boa leitura!   Saiba mais sobre esses assuntos nessa edição, boa leitura! Clique aqui para acessar! Textos: Vanessa Pianca

Núcleo de Ciências da UFES: 30 anos promovendo difusão e popularização da ciência

Núcleo de Ciências da UFES   O Núcleo de Ciências da UFES completa 30 anos de existência, levando ao público conceitos científicos de maneira lúdica e educativa, atendendo professores e estudantes da rede fundamental, média e superior do Estado do Espírito Santo. Foi criado em junho de 1996, com o objetivo de estudar e criar mecanismos de difusão científica. Registrado como um Programa de Popularização e Difusão da Ciência, é vinculado à Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Durante sua existência, foram incorporados à Experimentoteca – Laboratórios de Ciência Itinerantes as áreas de Física, Matemática, Química, Biologia, Geologia e Ecologia, além dos programas Ciência Móvel – Caravana da Ciência, Robótica Educacional e EcoArte. O programa Ciência Móvel – Caravana da Ciência teve origem no Projeto 688 “Caravana Itinerante de Ciências, Tecnologia e Inovação para o Estado do Espírito Santo, projeto idealizado e executado pela Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) em parceria com a UFES. A iniciativa nasceu com o propósito de democratizar o acesso ao conhecimento, levando experimentos científicos, oficinas e atividades interativas as Feiras de Ciências nas escolas e nas comunidades de diferentes regiões do Espírito Santo. Ao longo dos anos, o projeto foi incorporado às ações do Núcleo de Ciências da UFES, ampliando seu alcance e consolidando-se como um importante instrumento de popularização da ciência e de incentivo à educação científica no estado. Promove e apoia atividades trans e multidisciplinares de inclusão social, que levam ciência, tecnologia e inovação aos mais diversos segmentos da população. Além disso, dispensa atenção especial ao público jovem e a estudantes de todas as idades, bem como estabelece parcerias com escolas do Ensino Fundamental e Médio do Estado do Espírito Santo. É filiado e apoiado pela Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciência e pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (ABCMC/MCTI). Os programas oferecem ainda às escolas ações e projetos para a melhoria do ensino de ciências, promovendo participação, criatividade, inovação e cidadania. Por meio de Mostras Científicas (Feiras de Ciências), Show de Química, Show de Física, EcoArte Teatro Científico, Mostra de Vídeos, Minicursos, Oficinas e Click & Toc: espaço digital livre de ciência. O espaço disponibiliza acesso público a computadores multimídia para pesquisa, comunicação, cursos e oficinas. Atua também como laboratório virtual de ciências, utilizando o computador como instrumento na geração de conhecimento e cultura científica. Além de capacitação, oficinas e cursos de robótica educacional MODELIX e ARDUINO. As atividades propostas pelo Núcleo, com o apoio do laboratório virtual de ciências, permitem vivências e experiências instrutivas e lúdicas que integram elementos reais e virtuais, animações, jogos, filmes, experimentos e informação. O propósito é provocar e despertar a curiosidade para o mundo das ciências. As conquistas foram muitas, com destaque para os seguintes projetos: Robótica com Sucata – Poluição em Ambientes Marinhos, primeiro lugar na FECINC de São Mateus e no evento Mostra de Ciências e Tecnologia AÇAÍ (MCTEA), em Abaetetuba – Pará, premiado em primeiro lugar na categoria, com participação de vários países; Ethos – Dispositivo de Monitoramento de Mares e Rios, 1º lugar na categoria juvenil do Prêmio IDEA 2023 – Invenção, Inovação, Engenharia e Artesanato, na Hungria; TRIEX – Triagem Médica, com premiação internacional em Marrocos e na Hungria, recebendo medalhas de ouro, prata e bronze. Destaque também para as alunas do 6º ano do Ensino Fundamental II da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio  (EEEFM) Belmiro Teixeira Pimenta, localizada no bairro Eurico Salles, na Serra, que conquistaram premiação na feira IDEA 2023 – Novidade e Inovação. A equipe ficou em 1º lugar na categoria juvenil com o trabalho intitulado “Caranguejo: Engenheiro da Lama”, em Hódmezővásárhely, na Hungria. O trabalho das alunas surgiu no projeto “EcoArte: Ecologia, Arte e Robótica como Solução Criativa para a Sustentabilidade”, trabalhando a biologia junto da arte e da tecnologia, com o objetivo de conscientizar a população sobre como o descarte de lixo em ambientes marinhos é prejudicial aos seres vivos daquele ecossistema. Durante esses 30 anos de atividades, contribuíram na direção e coordenação do Núcleo de Ciências da UFES os seguintes profissionais: Ênio Candotti (in memoriam), Antônio Carlos Barata, Carlos Wagner Costa Araújo, José Ballester Julian Júnior, Armando Biondo Filho, Viviana Borges Corte, Breno Rodrigues Segatto e Simone Silva Clarindo. Reestruturado, o Núcleo de Ciências da UFES foi incorporado ao Centro de Ciências Exatas da Universidade (CCE), coordenado pelo Prof. Etereldes Gonçalves Junior (Diretor do CCE/UFES), que incorporou o Laboratório Maker (LabMaker), espaço voltado à experimentação, à criatividade e ao desenvolvimento de projetos científicos. O objetivo da ação é fortalecer o interesse dos estudantes pelas áreas científicas e tecnológicas, além de consolidar uma cultura de inovação no ambiente escolar. A iniciativa integra o Programa Mais Ciência na Escola Capixaba, lançado pelo Governo do Estado, por meio das Secretarias da Educação (Sedu) e da Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Profissional (Secti), em parceria com a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e com as Secretarias Municipais de Educação, que promoveu a abertura de 30 unidades do LabMaker nas escolas das redes estadual e municipal. A seguir, algumas fotos das atividades realizadas pelo Núcleo de Ciências da UFES.          

FEST firma acordo com MDA e Incra para executar ações de regularização fundiária e retomada econômica na Bacia do Rio Doce

Parceria institucional integra o Novo Acordo do Rio Doce e vai apoiar a regularização fundiária e ambiental de 40 mil famílias rurais em 49 municípios de Minas Gerais e Espírito Santo  A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) formalizou nesta segunda-feira (22), em Mariana (MG), um Acordo de Cooperação com o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para a execução do Projeto Rio Doce Sustentável. A iniciativa integra o Novo Acordo do Rio Doce e representa um dos principais investimentos voltados à retomada econômica dos territórios rurais atingidos pelo rompimento da Barragem de Fundão, em 2015. O ato ocorreu durante evento que reuniu representantes do Governo Federal, movimentos sociais, comunidades tradicionais, agricultores familiares e famílias atingidas da Bacia do Rio Doce. Antes do início da programação, autoridades e participantes realizaram um minuto de silêncio em memória das vítimas do rompimento da Barragem de Fundão. Dez anos após a tragédia, comunidades de Minas Gerais e Espírito Santo seguem mobilizadas na busca por reparação integral, reconstrução dos territórios e garantia de direitos. Durante a cerimônia, a ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Fernanda Machiaveli, e a presidenta da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), Loroana Santana, apresentaram as ações estruturantes que compõem o eixo rural do Novo Acordo do Rio Doce. O conjunto de iniciativas prevê investimentos de R$ 1,3 bilhão para fortalecer a agricultura familiar, assentamentos da reforma agrária, povos e comunidades tradicionais e demais populações rurais atingidas. FEST será responsável pela execução do Projeto Rio Doce Sustentável A assinatura do acordo consolida a participação da FEST como parceira estratégica do Governo Federal na execução do Projeto Rio Doce Sustentável. A iniciativa contará com investimento de R$ 316,1 milhões ao longo de dez anos e prevê a regularização fundiária e ambiental de 40 mil famílias rurais, além da universalização do georreferenciamento de aproximadamente 1,8 milhão de hectares nos territórios abrangidos pelo Novo Acordo do Rio Doce. A atuação da FEST envolve a execução operacional das atividades de campo, incluindo levantamentos georreferenciados, organização de documentação técnica, apoio à regularização fundiária e ambiental, atualização cadastral e desenvolvimento de soluções de gestão territorial. O trabalho será realizado em parceria com o MDA, o Incra e a Anater, garantindo atendimento gratuito às famílias beneficiárias. “Cuidar do Rio Doce é cuidar das pessoas, da história e do futuro desta região. O Projeto Rio Doce Sustentável nasce com esse propósito: apoiar a regularização fundiária e ambiental das propriedades rurais, promovendo segurança, dignidade e oportunidades para quem vive da terra. Mais do que cumprir as ações previstas no Novo Acordo do Rio Doce, estamos ajudando a construir um legado de recuperação, esperança e desenvolvimento sustentável. Cada propriedade regularizada representa um passo a mais na reconstrução de um território que segue olhando para o futuro com responsabilidade e confiança”, afirma Patrícia Bourguignon, diretora de Projetos da FEST. Regularização abre portas para políticas públicas Entre as principais entregas do Projeto Rio Doce Sustentável estão a emissão e atualização do Cadastro Ambiental Rural (CAR), a certificação e o georreferenciamento de imóveis rurais, a emissão do Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF) e a ampliação do acesso ao crédito rural. A expectativa é que cerca de 20 mil famílias possam acessar políticas de fomento à produção, fortalecendo a geração de renda e o desenvolvimento sustentável nos territórios atingidos. Quilombos e reparação  Um dos momentos mais marcantes do evento foi a apresentação cultural das mulheres do Quilombo de Gesteira, em Barra Longa, que interpretaram a canção Dança Aí Nego Nagô. A manifestação reafirmou a importância dos quilombos como espaços de resistência, memória e preservação da identidade cultural dos povos tradicionais da Bacia do Rio Doce. Também foi anunciada a elaboração dos relatórios antropológicos das comunidades quilombolas de Gesteira, em Barra Longa, e Santa Efigênia, em Mariana, ação que integra as medidas de reconhecimento e fortalecimento dos direitos territoriais dessas populações. O evento contou com lideranças do Alto, Médio e Baixo Rio Doce, entre elas representantes de movimentos sociais como MAB e MST, cooperativas e associações, sindicatos de trabalhadores e produtores rurais, secretarias municipais de Agricultura, prefeitos, representantes da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, Emater-MG, Câmara dos Deputados, Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), ATIs (Cáritas Mariana, Cáritas Itabira e Cáritas Governador Valadares), Rosa Fortini, Aedas, Agita, entre outros. Os atingidos foram representados por Mônica, de Bento Rodrigues, que também é membro da CABF. Estiveram presentes também representantes das comunidades quilombolas Quilombo Vila Santa Efigênia e Adjacências, Quilombo de Campinas (Mariana), Quilombo de Gesteira (Barra Longa) e Quilombo da Capela (Barra Longa), entre outros. Também participaram comunidades de faiscadores, garimpeiros, pescadores e agricultores familiares em geral. As feiras contavam com artesanato, alimentos da agricultura familiar, mel, produtos do MST, panelas de pedra-sabão, doces e diversos outros produtos provenientes de Mariana, São Pedro dos Ferros, Belo Horizonte e Barra Longa. Melyssa Fonseca Núcleo de Comunicação – Novo Acordo Rio Doce    

Audiência pública em Governador Valadares apresenta ações do Projeto Rio Doce Sustentável e fortalece diálogo com comunidades da Bacia do Rio Doce

No dia 15 de junho, a Câmara Municipal de Governador Valadares recebeu uma audiência pública promovida pela Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (ANATER) para apresentar o Projeto Rio Doce Sustentável, iniciativa vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), à Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) e à própria ANATER. O encontro reuniu representantes de instituições públicas, movimentos sociais, produtores rurais, comunidades quilombolas, assentados da reforma agrária e lideranças locais para dialogar sobre as ações que serão desenvolvidas nos territórios da Bacia do Rio Doce, no âmbito do Programa de Retomada Econômica previsto no Novo Acordo Rio Doce. A mesa de abertura contou com a presença de Danilo, representante do MDA, do deputado federal Leonardo Monteiro, de Joelma Fernandes Teixeira, importante liderança comunitária de Governador Valadares, de Elisa Costa, coordenadora da Unidade da ANATER em Governador Valadares, de Patrícia Bourguignon, Diretora da FEST, além de representantes da Funasa e do 2º Ofício do Cartório de Registro de Imóveis. Durante a audiência, foram apresentados os projetos vinculados ao Programa de Retomada Econômica, com destaque para o Projeto Rio Doce Sustentável, que teve seu funcionamento detalhado aos participantes. O espaço também foi dedicado ao esclarecimento de dúvidas e à escuta das demandas apresentadas por lideranças comunitárias, instituições parceiras, organizações sociais e agricultores familiares presentes. Outro tema abordado foi o ProDoce. Na ocasião, Patrícia Bourguignon apresentou a proposta e os objetivos da iniciativa, destacando as oportunidades de participação para os agricultores familiares e reforçando a importância do engajamento das comunidades nas ações previstas. Entre os principais objetivos do Projeto Rio Doce Sustentável estão a regularização fundiária, a retomada econômica das famílias atingidas e o fortalecimento do desenvolvimento rural. A FEST apresentou a metodologia que será utilizada na execução das atividades em campo, os critérios técnicos adotados e os benefícios esperados para as comunidades contempladas. A regularização fundiária foi destacada como uma das ações estruturantes do projeto, promovendo segurança jurídica para as famílias, ampliando o acesso a políticas públicas e fortalecendo as atividades produtivas desenvolvidas nos territórios. Segundo Patrícia Bourguignon, gerente de projetos da FEST, a transparência é um dos princípios fundamentais que orientam a execução das ações. “Um dos pilares do Projeto Rio Doce Sustentável é a transparência. Queremos que a população acompanhe de perto todas as etapas da execução, saiba onde as ações estão sendo realizadas e tenha acesso às informações relacionadas ao andamento do projeto. Para isso, estamos estruturando canais de comunicação e acompanhamento, incluindo um portal no site da FEST que permitirá à sociedade monitorar as atividades desenvolvidas. Nosso objetivo é garantir ampla visibilidade sobre a execução das ações, fortalecendo a confiança da população. Mais do que prestar contas, queremos construir uma relação permanente de diálogo com as comunidades e instituições envolvidas”, afirmou. As ações do Projeto Rio Doce Sustentável já estão em andamento de forma simultânea nas regiões do Alto, Médio e Baixo Rio Doce, reforçando o compromisso das instituições parceiras com a recuperação socioeconômica dos territórios atingidos e com a construção participativa de soluções sustentáveis para toda a bacia. A audiência pública reafirmou a importância da participação social e do diálogo permanente entre comunidades, organizações e instituições parceiras para garantir que as ações desenvolvidas atendam às necessidades dos territórios e contribuam efetivamente para a promoção do desenvolvimento rural sustentável na região do Rio Doce. Texto: Vanessa Pianca Projeto: 1400