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Audiência pública em Governador Valadares apresenta ações do Projeto Rio Doce Sustentável e fortalece diálogo com comunidades da Bacia do Rio Doce
16 de junho de 2026
No dia 15 de junho, a Câmara Municipal de Governador Valadares recebeu uma audiência pública promovida pela Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (ANATER) para apresentar o Projeto Rio Doce Sustentável, iniciativa vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), à Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) e à própria ANATER. O encontro reuniu representantes de instituições públicas, movimentos sociais, produtores rurais, comunidades quilombolas, assentados da reforma agrária e lideranças locais para dialogar sobre as ações que serão desenvolvidas nos territórios da Bacia do Rio Doce, no âmbito do Programa de Retomada Econômica previsto no Novo Acordo Rio Doce. A mesa de abertura contou com a presença de Danilo, representante do MDA, do deputado federal Leonardo Monteiro, de Joelma Fernandes Teixeira, importante liderança comunitária de Governador Valadares, de Elisa Costa, coordenadora da Unidade da ANATER em Governador Valadares, de Patrícia Bourguignon, Diretora da FEST, além de representantes da Funasa e do 2º Ofício do Cartório de Registro de Imóveis. Durante a audiência, foram apresentados os projetos vinculados ao Programa de Retomada Econômica, com destaque para o Projeto Rio Doce Sustentável, que teve seu funcionamento detalhado aos participantes. O espaço também foi dedicado ao esclarecimento de dúvidas e à escuta das demandas apresentadas por lideranças comunitárias, instituições parceiras, organizações sociais e agricultores familiares presentes. Outro tema abordado foi o ProDoce. Na ocasião, Patrícia Bourguignon apresentou a proposta e os objetivos da iniciativa, destacando as oportunidades de participação para os agricultores familiares e reforçando a importância do engajamento das comunidades nas ações previstas. Entre os principais objetivos do Projeto Rio Doce Sustentável estão a regularização fundiária, a retomada econômica das famílias atingidas e o fortalecimento do desenvolvimento rural. A FEST apresentou a metodologia que será utilizada na execução das atividades em campo, os critérios técnicos adotados e os benefícios esperados para as comunidades contempladas. A regularização fundiária foi destacada como uma das ações estruturantes do projeto, promovendo segurança jurídica para as famílias, ampliando o acesso a políticas públicas e fortalecendo as atividades produtivas desenvolvidas nos territórios. Segundo Patrícia Bourguignon, gerente de projetos da FEST, a transparência é um dos princípios fundamentais que orientam a execução das ações. “Um dos pilares do Projeto Rio Doce Sustentável é a transparência. Queremos que a população acompanhe de perto todas as etapas da execução, saiba onde as ações estão sendo realizadas e tenha acesso às informações relacionadas ao andamento do projeto. Para isso, estamos estruturando canais de comunicação e acompanhamento, incluindo um portal no site da FEST que permitirá à sociedade monitorar as atividades desenvolvidas. Nosso objetivo é garantir ampla visibilidade sobre a execução das ações, fortalecendo a confiança da população. Mais do que prestar contas, queremos construir uma relação permanente de diálogo com as comunidades e instituições envolvidas”, afirmou. As ações do Projeto Rio Doce Sustentável já estão em andamento de forma simultânea nas regiões do Alto, Médio e Baixo Rio Doce, reforçando o compromisso das instituições parceiras com a recuperação socioeconômica dos territórios atingidos e com a construção participativa de soluções sustentáveis para toda a bacia. A audiência pública reafirmou a importância da participação social e do diálogo permanente entre comunidades, organizações e instituições parceiras para garantir que as ações desenvolvidas atendam às necessidades dos territórios e contribuam efetivamente para a promoção do desenvolvimento rural sustentável na região do Rio Doce. Texto: Vanessa Pianca Projeto: 1400
FEST participa do Fórum de Biodiversidade no Jardim Botânico do Rio de Janeiro e destaca a importância da gestão para a pesquisa científica
9 de junho de 2026
A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) participou, nesta segunda-feira (8), das comemorações pelo Dia Mundial dos Oceanos durante uma edição especial do Fórum de Biodiversidade, realizada no Museu do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. O evento reuniu pesquisadores, gestores, comunicadores e instituições ligadas à conservação marinha para debater os desafios e as oportunidades relacionados à proteção dos ecossistemas oceânicos, assim como dos recifes. A programação contou com atividades interativas, exposições sobre biodiversidade marinha e experiências educativas voltadas ao público. Um dos momentos mais aguardados foi o lançamento do documentário “Abrolhos: Um Recife no Tempo”, dirigido por Ricardo Gomes e produzido pelo Instituto Mar Urbano. A obra apresenta mais de duas décadas de pesquisas científicas dedicadas ao monitoramento e à conservação de Abrolhos, considerado o maior e mais biodiverso complexo coralíneo do Atlântico Sul. Representando a FEST, a diretora Patrícia Bourguignon participou do painel “Os desafios da pesquisa e conservação do maior complexo coralíneo do Brasil”, ao lado de especialistas envolvidos em pesquisas desenvolvidas na região de Abrolhos. O debate abordou a importância da ciência para a conservação dos ambientes marinhos e os desafios enfrentados para garantir a continuidade dos estudos de longo prazo. Durante sua participação, Patrícia destacou que o sucesso das pesquisas científicas depende não apenas do trabalho realizado em campo e nos laboratórios, mas também de uma sólida estrutura de gestão e apoio institucional. “Quando falamos em conservação e pesquisa científica, muitas vezes vemos apenas os resultados finais. Mas existe uma ampla estrutura administrativa, financeira, jurídica e operacional que sustenta cada projeto. Garantir que os pesquisadores tenham condições de desenvolver seus estudos com segurança, transparência e eficiência é um trabalho fundamental. Na FEST, atuamos justamente para que a ciência possa seguir avançando e produzindo conhecimento que contribua para a conservação da biodiversidade e para o desenvolvimento sustentável do país”, afirmou. A participação da FEST no Fórum de Biodiversidade reforça seu compromisso com o fortalecimento da ciência brasileira e com o apoio a projetos que promovem a conservação dos ecossistemas marinhos, a produção de conhecimento e a formação de novas gerações de pesquisadores. Ao reunir diferentes instituições, especialistas e iniciativas voltadas à proteção dos oceanos, o evento evidenciou a importância da cooperação entre ciência, gestão e sociedade para enfrentar os desafios ambientais contemporâneos e garantir a preservação dos recursos naturais para as futuras gerações. Texto: Vanessa Pianca
Com apoio da FEST, equipe da Ufes conquista prêmio internacional de inovação na Irlanda
19 de maio de 2026
A inovação desenvolvida por estudantes da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) ganhou reconhecimento internacional durante a final da maratona global Invent for the Planet (IFTP) 2026, realizada entre os dias 9 e 11 de maio, em Galway, na Irlanda. A equipe FreshEXPO conquistou o Prêmio de Mérito por Comprometimento, concedido pela organização do evento em reconhecimento à postura, engajamento e desempenho da delegação brasileira ao longo da competição. A participação da equipe contou com o apoio da Fundação Espírito-Santense de Tecnologia (FEST), que incentivou a presença das estudantes no evento internacional e reforçou seu compromisso com iniciativas voltadas à inovação, empreendedorismo e desenvolvimento tecnológico. Formada pelas estudantes Carol Valladão (Engenharia Ambiental), Isabelle Pignaton (Engenharia Civil), Lavinia Vaccari (Engenharia Mecânica), Isabela Lisboa e Adriele Portugal (Administração), a equipe foi a única representante brasileira na final mundial da competição. A classificação para a etapa internacional veio após a vitória na fase local da maratona, realizada na Ufes entre os dias 27 de fevereiro e 1º de março, também apoiada pela FEST. Na ocasião, as estudantes apresentaram uma solução inteligente voltada à redução de perdas de verduras e legumes causadas por amassamento e manuseio no comércio. O projeto chamou atenção pela inovação, viabilidade e potencial de mercado. Além do reconhecimento técnico, a equipe recebeu destaque pelo envolvimento nas mentorias, pela integração nas atividades promovidas pela organização e pela apresentação de uma patente já depositada para a solução desenvolvida. Para o superintendente da FEST, Armando Biondo, iniciativas como essa demonstram o potencial transformador da conexão entre universidade, inovação e mercado. “É motivo de orgulho para a FEST apoiar projetos que incentivam o protagonismo dos estudantes e levam a inovação capixaba para o cenário internacional. A participação da FreshEXPO mostra como o conhecimento produzido nas universidades pode gerar soluções com impacto real na sociedade e no setor produtivo”, destacou Biondo. A superintendente de Projetos e Inovação da Ufes, Prof. Dr.Miriam de Magdala, ressaltou que a premiação foi um dos momentos mais marcantes da cerimônia. Segundo ela, jurados e representantes de empresas internacionais demonstraram interesse no projeto apresentado pela equipe capixaba, reforçando o potencial da solução para futuras parcerias e oportunidades de desenvolvimento. A professora Patrícia Cardoso, do Departamento de Engenharia de Produção do Centro Tecnológico da Ufes, também destacou que a experiência proporcionou conexões internacionais relevantes e ampliou a visibilidade da UFES e do Brasil no ecossistema global de inovação. Além da FEST, a participação da equipe contou com apoio institucional da Ufes, do Sebrae, da Findes, do Crea-ES, Kaffee Exportadora e Importadora e de empresas parceiras do ecossistema de inovação capixaba.
FEST realiza visita institucional ao Amapá e lança oficialmente o Projeto Esporte Democrático em Macapá
29 de abril de 2026
A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) esteve presente no estado do Amapá, na capital Macapá, para uma agenda estratégica que marcou o início das atividades do Projeto Esporte Democrático. A visita teve como objetivo conhecer as estruturas que receberão as atividades esportivas e realizar o lançamento oficial da iniciativa, que promove inclusão social por meio do esporte. Representando a FEST, participaram da missão institucional a Diretora Patrícia Bourguignon e a Supervisora de Projetos Sabrina Bertuani, reforçando o compromisso da Fundação com a execução de projetos de impacto social em diferentes regiões do país. Na sexta-feira (24/04), a agenda foi dedicada às visitas técnicas aos espaços que irão sediar as atividades do projeto, incluindo quadras poliesportivas, campo de futebol e áreas destinadas às práticas esportivas. A etapa foi fundamental para alinhamento operacional e validação das estruturas que receberão crianças e adolescentes atendidos pela iniciativa. Já no sábado (25/04), foi realizado o lançamento oficial do Projeto Esporte Democrático, em parceria com representantes da Secretaria de Estado do Desporto e do Lazer, com a presença de autoridades locais, entre elas Olivaldo Nunes, Dr. Puppio além de representantes do poder legislativo estadual. O evento marcou o início de um projeto que visa democratizar o acesso ao esporte educacional de qualidade. Com foco em crianças e adolescentes de 8 a 17 anos, especialmente aqueles em situação de vulnerabilidade social e matriculados na rede pública de ensino, o projeto oferecerá atividades gratuitas nas modalidades de canoagem, futebol, basquete, jiu-jítsu e Vôlei. A proposta busca promover o desenvolvimento integral dos participantes, incentivando hábitos saudáveis, fortalecendo vínculos sociais e ampliando oportunidades. Dando continuidade à agenda, na segunda-feira (27/04), a equipe da FEST realizou visitas técnicas aos campos da Universidade Federal do Amapá e da Universidade do Estado do Amapá, além de uma visita institucional ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. As visitas reforçaram o diálogo com instituições estratégicas e ampliaram as possibilidades de parcerias locais para o fortalecimento e criação de novos projetos. O Projeto Esporte Democrático será executado no período de maio de 2026 a março de 2028, consolidando a atuação da FEST na promoção de políticas públicas voltadas ao esporte educacional e à transformação social. A iniciativa reafirma o compromisso da Fundação com a inclusão, a cidadania e a construção de um futuro com mais oportunidades para todos. Texto: Vanessa Pianca
Encontro reúne instituições para apresentação de projetos de monitoramento ambiental no Espírito Santo
17 de abril de 2026
Na última terça-feira (14/04), a Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) promoveu um importante encontro institucional reunindo representantes de órgãos ambientais, instituições de pesquisa e parceiros estratégicos para discutir iniciativas voltadas ao monitoramento ambiental no Espírito Santo. Durante a programação da manhã, foi apresentado um panorama do Projeto de Monitoramento da Biodiversidade Aquática, destacando metodologias, áreas de atuação e resultados já alcançados. A iniciativa tem como objetivo ampliar o conhecimento sobre os ecossistemas aquáticos, subsidiando ações de conservação e gestão ambiental com base científica. O encontro contou com a participação de representantes do João Carlos Thomé do ICMBio/Tamar, Margareth Batista Saraiva Coelho, Secretária de Estado de Recuperação do Rio Doce (Serd), Ednilson Felipe, Pró-reitor de Extensão da UFES, além de representantes do Seama, Incaper, Seplag-MG, Semad, Iema, entre outros, reforçando a importância da atuação integrada entre diferentes instituições para o fortalecimento das políticas públicas ambientais. No período da tarde, a programação seguiu com a apresentação do relatório do Projeto de Monitoramento e Caracterização Socioeconômica da Atividade Pesqueira no Rio Doce e no Litoral do Espírito Santo (PMAP – ES). A exposição trouxe dados e análises relevantes sobre a atividade pesqueira na região, contribuindo para uma compreensão mais aprofundada das dinâmicas socioeconômicas das comunidades envolvidas. O momento foi marcado por uma troca significativa de informações entre os participantes, promovendo o diálogo técnico e a construção conjunta de estratégias para o desenvolvimento sustentável. A FEST agradece a presença e contribuição de todos os participantes, em especial aos representantes do ICMBio-Tamar, SERD, Instituto de Pesca, Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e à equipe do PMAP, que colaboraram para o sucesso do encontro. A iniciativa reforça o compromisso da FEST em apoiar projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação que contribuam para a preservação ambiental e o fortalecimento das comunidades locais.
FEST e UFES apresentam proposta estratégica para o desenvolvimento costeiro e marinho do Amapá no MIDR
31 de março de 2026
A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST), em parceria com a Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), realizou nesta semana uma importante apresentação institucional no Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), em Brasília, com foco no desenvolvimento multissetorial da região costeira e marinha do estado do Amapá. Representando a FEST, participaram Patrícia Bourguignon, Diretora, e Laura Vieira, supervisora de Projetos. A UFES foi representada pelo professor doutor Alex Cardoso Bastos, que contribuiu com a base científica da proposta. Durante o encontro, foi apresentado o Plano de Desenvolvimento Integrado da Costa e Mar do Amapá, uma iniciativa estruturante que reúne diferentes eixos estratégicos voltados à organização territorial, ao uso sustentável dos recursos naturais e ao fortalecimento das atividades econômicas da região. O projeto contempla abordagens inovadoras como o Planejamento Espacial Marinho, que busca identificar e mapear os usos do oceano, promovendo maior segurança jurídica e eficiência na gestão dos territórios marinhos. A proposta também destaca o uso de tecnologias avançadas para monitoramento ambiental e gestão de dados, incluindo plataformas integradas, painéis dinâmicos de indicadores e sistemas de acompanhamento em tempo real. Esses recursos permitem uma visão ampla e estratégica dos ambientes costeiro, marinho e dulcícola, subsidiando ações mais assertivas. Estiveram presentes no encontro importantes representantes do MIDR, entre eles o secretário-executivo Valder Ribeiro, o secretário-executivo adjunto Tito Silva, o secretário nacional de Políticas de Desenvolvimento Regional e Territorial Daniel Fortunato, além de diretores e assessores técnicos da pasta. O principal objetivo da iniciativa é desenvolver estudos científicos robustos que sirvam de base para a formulação de políticas públicas e para a tomada de decisão estratégica, promovendo o desenvolvimento sustentável do Amapá e ampliando o conhecimento sobre sua zona costeira e marinha. A atuação conjunta entre FEST, UFES e o Governo Federal reforça o compromisso com a ciência, a inovação e o desenvolvimento regional, consolidando a importância das parcerias institucionais na construção de soluções para os desafios do país. Texto: Vanessa Pianca
ICMBio, UFES, FEST e CEBIMAR-USP promovem 2ª Expedição Científica às Montanhas Submarinas Vitória-Trindade/ES
17 de março de 2026
O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade-ICMBio, juntamento com a Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), o Centro de Biologia Marinha da Universidade de São Paulo (CEBIMAR/USP) e a ONG Voz da Natureza promovem até 05 de abril (20 dias), a 2ª Expedição à cadeia de montanhas submarinas Vitória-Trindade, localizados no Espírito Santo, a 1.200 km da costa e cujas formações integram as Grandes Unidades de Conservação Oceânicas, geridas pelo ICMBio. A bordo do Navio DeepSea, a expedição está sendo possível graças ao patrocínio de instituições como o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST), reunindo pesquisadores da UFES e do Centro de Biologia Marinha da Universidade de São Paulo – CEBIMar/USP, técnico do ICMBio, além de um médico. A expedição tem como objetivo monitorar as ilhas e montes com ROVs – Remotely Operated Vehicle (Veículo Operado Remotamente) e outros equipamentos de mergulhos profundos. A ação integra o projeto Biodiversidade e Conservação do Arquipélago de Martim Vaz e do Monte Colúmbia, além do Monumento Natural das Ilhas de Trindade. A proposta foi elaborada por pesquisadores do CEBIMar/USP e se encontra contemplada em uma chamada CNPq. A Fundação Espírito-santense de Tecnologia – FEST também apoia a expedição, além do CNPq e FAPESP, e conta com coordenação executiva da OSCIP Voz da Natureza – um projeto de divulgação e popularização de estudos e ciência marinha, mostrando cientistas brasileiros e do mundo. A coordenação institucional da expedição fica a cargo do ICMBio, considerando que as Grandes Unidades Oceânicas são geridas pelo ICMBio, e além de berçários de rica biodiversidade marinha, possuem o maior sítio reprodutivo das tartarugas-verdes (Chelonias mydas) no Brasil – uma riqueza própria de ilhas oceânicas, isoladas e montes submarinos ainda desconhecidos. As universidades diretamente envolvidas na expedição estão disponibilizando os meios, equipamentos e equipes técnicas para o registro da biodiversidade nestas importantes e desconhecidas áreas protegidas federais, geridas pelo ICMBio. São parceiros nesta expedição, ainda, a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar/SP) e da University of New Castle (Universidade do Reino Unido) e REVIMAR/MMA. Comunicação ICMBio Solicitações de entrevistas e informações: Sandra Tavares – Jornalista ICMBio – 27-999997116
Oficinas participativas marcam início das ações do projeto de recuperação hidroambiental na Bacia do Rio Grande
12 de março de 2026
As primeiras ações do Projeto de Recuperação Hidroambiental e Produtivo em Assentamentos da Reforma Agrária na Bacia do Rio Grande, desenvolvido pela Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) em parceria com a Axia Energia Centrais Elétricas Brasileiras S.A, começaram a ser realizadas nesta semana com a realização de oficinas de Diagnóstico Rápido Participativo (DRP) em assentamentos da reforma agrária em Minas Gerais. As atividades estão ocorrendo em 10 assentamentos localizados nos municípios de Veríssimo, Campo Florido, Prata e Campina Verde, envolvendo diretamente as famílias que vivem e produzem nesses territórios. O objetivo das oficinas é levantar, de forma participativa e territorializada, as condições socioambientais, produtivas e organizacionais das comunidades, subsidiando a elaboração de um diagnóstico detalhado que orientará as próximas etapas do projeto. A iniciativa busca promover a revitalização e preservação dos recursos hídricos da Bacia do Rio Grande, aliando recuperação ambiental ao fortalecimento produtivo e à melhoria da qualidade de vida das comunidades rurais. Metodologia participativa valoriza conhecimento local Cada assentamento recebe dois dias de atividades, conduzidas por equipe técnica especializada, utilizando metodologias participativas que reconhecem o conhecimento e a experiência das famílias assentadas como elementos centrais do processo de diagnóstico. Entre as ferramentas utilizadas nas oficinas estão: Mapa Falado – atividade em que os próprios assentados representam graficamente o território, identificando recursos naturais, áreas degradadas, infraestruturas, conflitos de uso da terra e potencialidades locais, permitindo uma leitura coletiva do espaço onde vivem e produzem; Diagrama de Venn – ferramenta que mapeia as relações institucionais do assentamento, identificando instituições, organizações e serviços públicos presentes no território, bem como o nível de proximidade e influência dessas relações na comunidade; Matriz de Problemas e Potencialidades – análise participativa dos principais desafios enfrentados pelas famílias nas dimensões ambiental, produtiva, social e de infraestrutura, além das oportunidades existentes para superá-los; Calendário Sazonal – levantamento dos ciclos produtivos, períodos de escassez hídrica, atividades agrícolas e vulnerabilidades ao longo do ano, contribuindo para o planejamento das ações de recuperação ambiental e fortalecimento da produção. As informações levantadas durante as oficinas estão sendo sistematizadas pela equipe técnica e irão compor um documento de diagnóstico socioambiental e produtivo de cada assentamento. Esse material servirá como base para o planejamento das intervenções previstas pelo projeto, como recuperação de áreas degradadas, manejo sustentável dos recursos hídricos, fortalecimento das cadeias produtivas locais e ampliação da articulação institucional. De acordo com a diretora da FEST e coordenadora do projeto, Patrícia Bourguignon, o início das atividades em campo representa um passo fundamental para garantir que as ações do projeto sejam alinhadas às realidades locais. “Nosso compromisso é construir soluções junto com as comunidades. O diagnóstico participativo permite compreender profundamente as necessidades, desafios e potencialidades de cada território, garantindo que as ações de recuperação ambiental e fortalecimento produtivo sejam realmente eficazes e sustentáveis”, destaca Patrícia. Os resultados iniciais das oficinas têm sido bastante positivos. As famílias assentadas têm demonstrado alto nível de engajamento e colaboração, participando ativamente das discussões e compartilhando conhecimentos detalhados sobre seus territórios, práticas produtivas e desafios cotidianos. Segundo a equipe técnica responsável pelas atividades, esse envolvimento fortalece não apenas a qualidade das informações coletadas, mas também o sentimento de pertencimento e protagonismo das comunidades no processo de construção das soluções. Ao integrar saberes locais, metodologias participativas e planejamento técnico, o projeto busca consolidar um modelo de desenvolvimento que combine recuperação ambiental, segurança hídrica, produção sustentável e geração de renda, contribuindo para a sustentabilidade da Bacia do Rio Grande e para o fortalecimento das comunidades rurais da região. Texto: Vanessa Pianca IMG_0322 IMG_0361 IMG_0190 IMG_0117 IMG_0093 IMG_0060 IMG_0053 IMG_9903 IMG_9875 IMG_9836 Load More End of Content.
1245 / 1383 – FEST participa de Kick-off em Brasília para desenvolvimento de módulos com Inteligência Artificial na Plataforma Terras do Brasil
11 de fevereiro de 2026
A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) está em Brasília participando do Kick-off do projeto do edital do iCS (Instituto Clima e Sociedade), que marca o início do desenvolvimento de novos módulos baseados em Inteligência Artificial para a Plataforma Terras do Brasil. O evento reúne representantes do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), da FEST e do GT4, consolidando uma agenda estratégica voltada ao fortalecimento da governança responsável da terra por meio da inovação tecnológica. O projeto prevê a criação de funcionalidades baseadas em IA capazes de aprimorar a análise de dados e apoiar a tomada de decisão na gestão territorial. A iniciativa integra tecnologia, governança digital e conformidade com os padrões do Governo Federal, incluindo requisitos de acessibilidade (eMAG), identidade visual do Design System do Governo Federal, segurança da informação e adequação integral à LGPD. A execução seguirá metodologia ágil (Scrum), com ciclos de entregas quinzenais, garantindo previsibilidade, transparência e acompanhamento contínuo pelo Ministério. A infraestrutura tecnológica contará com ambientes segregados de Desenvolvimento (DEV) e Homologação (HML), assegurando rastreabilidade, segurança e qualidade nas entregas. Além do desenvolvimento tecnológico, a gestão financeira do projeto será realizada pela FEST por meio do sistema Conveniar, permitindo total transparência na execução orçamentária. Para a diretora da FEST, Patrícia Bourguignon, o projeto representa mais um passo estratégico da Fundação no apoio a políticas públicas estruturantes: “Participar do desenvolvimento de soluções tecnológicas que fortalecem a governança territorial do Brasil é uma responsabilidade e, ao mesmo tempo, um orgulho para a FEST. Estamos unindo inteligência artificial, rigor técnico e gestão eficiente para entregar resultados que impactam diretamente a formulação e a execução de políticas públicas. Esse projeto reforça nosso compromisso com a inovação, a transparência e o desenvolvimento sustentável.” O encontro em Brasília também foi marcado por alinhamentos técnicos, definição de próximos passos e pactuação dos acordos de trabalho entre as equipes, consolidando as bases para uma execução integrada e colaborativa. A FEST reafirma, com essa iniciativa, seu papel como fundação de apoio comprometida com excelência, inovação e contribuição efetiva para o fortalecimento das políticas públicas nacionais. Texto: Vanessa Pianca Projeto: 1383
FEST passa por fiscalização da Polícia Federal e reforça compromisso com controle rigoroso de produtos químicos
6 de fevereiro de 2026
Nesta semana, a Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) recebeu uma fiscalização de rotina da Polícia Federal (PF), reforçando a importância dos processos de controle, rastreabilidade e conformidade legal adotados pela instituição na aquisição e destinação de produtos químicos controlados. A fiscalização está relacionada às autorizações especiais exigidas para a compra, o armazenamento e a destinação de substâncias químicas que, embora essenciais para atividades de ensino, pesquisa científica e desenvolvimento tecnológico, também podem ser utilizadas de forma indevida, como na produção de entorpecentes ou outros ilícitos. Entre esses produtos estão solventes orgânicos amplamente utilizados em laboratórios, como a acetona e outros compostos similares. Controle federal rigoroso e prestação de contas permanente No Brasil, a comercialização e o uso desses produtos são rigidamente controlados pela Polícia Federal. Empresas e instituições autorizadas precisam manter um sistema de gestão detalhado, com controle de estoque, registro de entradas e saídas, notas fiscais, informações sobre concentração dos produtos e destinação final. Esses dados são reportados periodicamente à PF por meio de sistemas oficiais, com a obrigatoriedade de envio mensal dos chamados “mapas de controle”. Além do acompanhamento mensal, as instituições autorizadas passam por auditorias e fiscalizações presenciais periódicas. Durante essas ações, a Polícia Federal verifica toda a documentação, os registros de estoque e a conformidade das operações realizadas. Qualquer inconsistência pode gerar apontamentos, que vão desde irregularidades formais — como erros de digitação ou divergências documentais — até situações mais graves, como a ausência de registros, falhas no controle de estoque ou destinação inadequada de produtos. Papel institucional da FEST A FEST possui uma atuação específica nesse processo: a Fundação realiza a aquisição de produtos químicos controlados e a doação desses materiais para universidades e institutos de pesquisa, apoiando diretamente atividades acadêmicas e científicas. Por esse motivo, o controle não se limita apenas ao estoque interno da Fundação, mas também envolve o acompanhamento da destinação e do uso desses insumos junto às instituições beneficiadas. Esse modelo exige uma estrutura administrativa e técnica robusta, com sistemas adequados, procedimentos bem definidos e a atuação de responsáveis técnicos da área de Química, garantindo total rastreabilidade dos produtos desde a compra até o uso final. Autorizações raras e alto nível de exigência Atualmente, são poucas as empresas e instituições no Espírito Santo que possuem esse tipo de licença junto à Polícia Federal. A autorização exige o cumprimento de uma série de requisitos legais, técnicos e operacionais, além da demonstração contínua de capacidade para manter controles rigorosos e atender às exigências dos órgãos fiscalizadores. Além da licença da Polícia Federal, a FEST também detém autorização do Exército Brasileiro, órgão responsável pelo controle de produtos químicos que podem ser utilizados na fabricação de explosivos. Substâncias como o ácido nítrico, por exemplo, são fundamentais em diversas aplicações laboratoriais e industriais na área da Química, mas também possuem potencial de uso na produção de explosivos, o que justifica a fiscalização específica. Assim como no caso da Polícia Federal, o Exército realiza o acompanhamento das aquisições, do estoque e da destinação desses produtos, exigindo a renovação anual das licenças e a prestação contínua de informações por parte das instituições autorizadas. Compromisso com a legalidade e a ciência A fiscalização realizada nesta semana reforça o compromisso da FEST com a legalidade, a transparência e a responsabilidade no apoio à pesquisa científica. Manter essas autorizações ativas demonstra não apenas o cumprimento da legislação, mas também a seriedade da Fundação na gestão de insumos sensíveis, contribuindo para o desenvolvimento científico e tecnológico de forma segura e responsável. A FEST segue atuando em conformidade com todos os órgãos reguladores, garantindo que universidades e institutos de pesquisa tenham acesso a materiais essenciais para suas atividades, sempre dentro dos mais altos padrões de controle e segurança. Texto: Vanessa Pianca