FEST – Fundação Espírito-santense de Tecnologia

1177 – Projeto de conservação ex situ da Palmeira Juçara na Bacia do Rio Doce

 Desenvolvimento e Implementação de Estratégia de Conservação Ex Situ de Euterpe Edulis: Uma Alternativa de Sustentabilidade Socioeconômica e Ambiental na Bacia do Rio Doce A Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), com apoio da Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) e do Fundo Brasileiro da Biodiversidade (FUMBIO), lança o projeto “Desenvolvimento e Implementação de Estratégia de Conservação Ex Situ de Euterpe Edulis”. Coordenado pelo Prof. Dr. Adésio Ferreira, do Departamento de Agronomia  do Centro de Ciências Agrárias e Engenharias (CCAE) da UFES em Jerõnimo Monteiro/ Alegre-ES, o projeto visa promover a sustentabilidade socioeconômica e ambiental da bacia do Rio Doce por meio da conservação da palmeira juçara. A Bacia do Rio Doce, com 98% de sua área inserida na Floresta Atlântica, é um hotspot global de biodiversidade. Euterpe edulis, conhecida como palmeira juçara, é uma espécie-chave deste bioma. A palmeira juçara é crucial para a biodiversidade local e tem potencial socioeconômico, especialmente por seus frutos, que se assemelham ao açaí da Amazônia em valor nutricional e econômico. A palmeira juçara enfrenta ameaças significativas devido à extração ilegal de palmito, que leva à morte das plantas. A conservação ex situ e o uso sustentável dos frutos da juçara são estratégias essenciais para a preservação da espécie e o desenvolvimento socioeconômico das comunidades locais. A bacia do Rio Doce, afetada pelo rompimento da barragem de Fundão em Mariana/MG, precisa de iniciativas que promovam a sustentabilidade e mitiguem os impactos ambientais e sociais da mineração. O projeto busca: Entender a diversidade e estrutura genética de populações de E. edulis ao longo da bacia do Rio Doce. Estabelecer um banco de germoplasma ex situ representativo da diversidade genética da bacia. Desenvolver tecnologias de implantação da espécie em diferentes condições ambientais. Distribuir sementes germinadas em áreas prioritárias para a conservação da juçara. Nos primeiros seis meses, será realizado um levantamento das populações locais de E. edulis, com coleta de material biológico ao longo da bacia do Rio Doce. Nos seis meses seguintes, será analisada a diversidade genética das populações, comparando com um banco de dados nacional. O projeto prevê a criação de um banco de germoplasma ex situ e o desenvolvimento de técnicas de plantio e germinação de sementes. Ao longo dos 24 meses, o projeto promoverá a conservação da palmeira juçara, contribuindo para a sustentabilidade ambiental e socioeconômica da bacia do Rio Doce. Além disso, incluirá treinamento para a equipe de campo e conscientização sobre a importância da conservação da espécie. A FEST, com sua vasta experiência em apoiar projetos de pesquisa e desenvolvimento, reforça a equipe multidisciplinar do projeto. A colaboração com a UFES e o FUMBIO, instituições comprometidas com a conservação ambiental e o desenvolvimento sustentável, é fundamental para o sucesso da iniciativa. Este projeto representa um passo significativo na conservação da biodiversidade da bacia do Rio Doce e na promoção de alternativas sustentáveis para as comunidades locais. A conservação da palmeira juçara pelo uso de seus frutos pode transformar a realidade socioeconômica e ambiental da região, garantindo um futuro mais sustentável para todos. Texto: Vanessa Pianca Projeto 1177

992/994 – FFazenda Experimental do CEUNES: Uma Jornada Rumo à Sustentabilidade Agrícola

  Na busca por promover o desenvolvimento rural sustentável e fortalecer a interação entre o conhecimento acadêmico e os saberes populares, a Fazenda Experimental do Centro Universitário Norte do Espírito Santo (CEUNES), vinculado à Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), emerge como um farol de inovação e colaboração na região. Sob a liderança do Prof. Dr. Rogério Oliveira Faleiros, do Departamento de Ciências Agrárias e Biológicas, o projeto ganha corpo com o apoio da Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST), evidenciando uma visão integrada e sustentável para o futuro da agricultura local. Os objetivos do projeto são vastos, visando desde a integração do conhecimento científico com os saberes tradicionais até a comercialização dos excedentes de produção, resultantes das atividades de ensino, pesquisa e extensão. A sinergia entre diversas áreas do conhecimento, tanto dentro da universidade quanto em parceria com instituições regionais, é o alicerce para a consecução desses objetivos. O programa não apenas busca promover cursos de capacitação para a comunidade acadêmica e externa, mas também visa fortalecer a inserção local e regional da UFES, identificando potencialidades e demandas na região. A comercialização dos produtos excedentes não apenas fortalece a economia local, mas também catalisa a troca de experiências entre produtores e demais interessados, enriquecendo o tecido socioeconômico e cultural da região. Com 14 anos de funcionamento, a Fazenda Experimental do Ceunes já se destaca como uma referência regional e nacional em pesquisas nas áreas de agronomia, ciências biológicas, processamento vegetal, hidráulica e manejo agrícola, entre outras. Localizada em São Mateus, a fazenda ocupa uma área de 196 hectares, dos quais 40 hectares são dedicados à preservação de mata nativa. As ações da fazenda não se limitam apenas ao ambiente acadêmico. Parcerias com a Prefeitura de São Mateus visam estabelecer um viveiro para a produção de mudas de café e pimenta-do-reino, contribuindo diretamente para o fortalecimento da agricultura familiar na região. Além disso, a fazenda investe na capacitação de professores da rede municipal de ensino, ampliando seu impacto educacional para além dos muros universitários. O compromisso com a sustentabilidade é evidente não apenas nas pesquisas desenvolvidas, mas também nas próprias práticas da fazenda. Projetos de expansão incluem melhorias na infraestrutura elétrica e sistemas de irrigação, além da construção de instalações para a produção vegetal. O laboratório de análises fitossanitárias, coordenado pelo Prof. Dr Marcelo Barreto da Silva, outro projeto apoiado pela FEST, destaca-se nacionalmente no estudo e combate aos nematoides, garantindo a qualidade e a saúde das culturas agrícolas da região. A Fazenda Experimental do Ceunes é mais do que um espaço de pesquisa agrícola. É um centro de convergência entre conhecimento científico, práticas tradicionais e inovação tecnológica, guiado pelo compromisso com a sustentabilidade e o desenvolvimento regional. Com uma visão holística e colaborativa, esse projeto ilumina o caminho para uma agricultura mais justa, eficiente e ambientalmente responsável. Texto: Vanesssa Pianca Projeto 992 e 994

491 – Projeto Fitorremediação: parceria entre FEST, UFES E PETROBRAS para gestão ambiental

A Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), em colaboração com a Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) e a Petrobras, lideraram um projeto inovador de fitorremediação para lidar com a contaminação por metais pesados no norte do Espírito Santo. Coordenado pelo Prof. Dr. Fábio Pires, da UFES – Campus São Mateus, do departamento de Ciências Agrárias e Biológicas, o projeto visa oferecer uma solução ambientalmente amigável e economicamente viável para os desafios ambientais enfrentados pela região. A necessidade de intervenção surgiu devido a um incidente que resultou na possibilidade de contaminação ambiental dos recursos naturais locais. Especificamente, a presença de bário em ambiente alagado, altamente tóxico para humanos e animais, exigiu ações de remediação urgentes. A fitorremediação emergiu como uma alternativa promissora devido aos seus resultados comprovados em diferentes partes do mundo. O projeto envolveu a implementação, condução e avaliação de experimentos de fitorremediação, com o objetivo de absorver e imobilizar metais pesados no solo e nos efluentes. A equipe técnica multidisciplinar da UFES – Campus São Mateus liderou as atividades de pesquisa, com foco na identificação das espécies vegetais mais adequadas para a remediação da área e sua avaliação quanto à eficiência na descontaminação do solo. RESULTADOS DO PROJETO Segundo o professor Fábio Pires, após cinco anos de pesquisa, o projeto alcançou resultados significativos. Foram identificadas duas espécies vegetais, a Typha domingensis (taboa) e a Eleocharis acutangula (junco), com capacidade comprovada de reduzir os níveis de bário em ambientes alagados. Essas descobertas não apenas contribuem para a gestão ambiental da região, mas também abrem caminho para a replicação dessas práticas em áreas semelhantes de contaminação. Um dos diferenciais do projeto é a validação a campo dos resultados obtidos em condições controladas. Após avaliações preliminares em condições controladas, três experimentos de campo bem-sucedidos confirmaram a eficácia das técnicas de fitorremediação, refinando ainda mais as informações obtidas. Além disso, os principais resultados, provenientes de quatro dissertações de mestrado orientadas durante a condução do projeto, foram publicados em revistas de alto impacto, garantindo sua disseminação e reconhecimento pela comunidade científica internacional. O projeto não apenas cumpre condicionantes ambientais e promove a remediação da área afetada, mas também fortalece as parcerias entre instituições acadêmicas e empresas como a Petrobras. Além disso, abre novas oportunidades de pesquisa e envolvimento de alunos de pós-graduação e graduação em áreas relacionadas à agricultura tropical e à mitigação de danos ambientais. “A fitorremediação não é apenas uma técnica, mas sim um compromisso com a sustentabilidade e a preservação dos recursos naturais. Ao trabalharmos em colaboração, exploramos o potencial das plantas para restaurar ecossistemas comprometidos, proporcionando não apenas benefícios ambientais, mas também oportunidades de pesquisa e desenvolvimento para as gerações futuras.” – Professor Fábio Pires. O compromisso da FEST, UFES e Petrobras com a sustentabilidade e a gestão ambiental responsável é evidenciado por iniciativas como o projeto de fitorremediação. Ao promover práticas de remediação eficazes e econômicas, o projeto contribui para a preservação dos recursos naturais essenciais para a vida no planeta, notadamente solo e água. Em um momento em que a proteção do meio ambiente é crucial, a área de fitorremediação se destaca como uma solução valiosa e replicável para desafios ambientais complexos. Texto: Vanessa Pianca Projeto 491

975- Projeto de infraestrutura tecnológica impulsiona reflorestamento da Mata Atlântica no Espírito Santo

A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) se une à Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) para impulsionar um projeto de grande relevância ambiental e social: a construção de infraestrutura tecnológica para produção de mudas destinadas ao reflorestamento da Mata Atlântica. Sob a liderança da Profa. Dra. Diolina Moura Silva, do Departamento de Ciências Biológicas do Centro de Ciências Humanas e Naturais (CCHN), o projeto está vinculado ao Instituto Tecnológico da UFES (ITUFES) e visa fortalecer o Plano ABC+ do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) através da abordagem integrada da paisagem em propriedades rurais, com ênfase na implementação de infraestrutura tecnológica para produção de mudas das principais espécies nativas da região. A recuperação florestal é crucial não apenas para a conservação da biodiversidade, mas também para mitigar os impactos das mudanças climáticas e promover o desenvolvimento rural sustentável. A Mata Atlântica, um dos biomas mais biodiversos do mundo, enfrenta sérios desafios devido à degradação causada pela expansão agrícola e urbana. Com apenas 12,5% de sua cobertura original preservada, a urgência em restaurar e proteger esse ecossistema é evidente. O projeto liderado pela UFES tem como objetivo principal a implementação de infraestrutura tecnológica para a produção de mudas de espécies nativas da Mata Atlântica, visando subsidiar a recomposição florestal. A ampliação da área técnica de infraestrutura existente permitirá o escalonamento das ações de implementação dos viveiros, fortalecendo programas de pós-graduação como o PPGBV e o PPGBiotec. DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E PARTICIPAÇÃO COMUNITÁRIA: Além da importância ambiental, o projeto busca promover o desenvolvimento agrícola sustentável, envolvendo as comunidades locais. A seleção das espécies a serem cultivadas leva em consideração não apenas seu papel na manutenção dos ecossistemas, mas também seu potencial econômico. Ações de capacitação serão oferecidas para formar multiplicadores em manejo sustentável, visando a compreensão e participação ativa das comunidades na restauração ecológica. A infraestrutura de produção de mudas, localizada no Campus da UFES em Goiabeiras, Vitória, será um importante centro para a promoção da sustentabilidade no agronegócio capixaba. Espera-se que o projeto não apenas contribua para a recuperação da Mata Atlântica, mas também gere impactos positivos em termos de emprego, renda e conscientização ambiental. O projeto de construção de infraestrutura tecnológica para produção de mudas destinadas ao reflorestamento da Mata Atlântica, liderado pela UFES em parceria com a FEST, representa um passo significativo em direção à promoção do desenvolvimento sustentável no Espírito Santo. Ao unir conhecimento científico, tecnológico e participação comunitária, essa iniciativa demonstra o compromisso das instituições envolvidas com a conservação ambiental e o bem-estar das gerações futuras. Projeto 975 Texto: Vanessa Pianca

1144- Projeto de Pesquisa FUNbio – Fauna Ictiofauna Rio Doce: Um Plano de Manejo para a Conservação da Libélula Nathaliagrion Porrectum

O Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBio) com apoio da Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) estão liderando um importante projeto de pesquisa em parceria com a Universidade Federal do Espírito Santo e a Universidade Federal do Pará. Sob a coordenação da Professora Dra Karina Furieri, do Departamento de Ciências Agrárias da UFES, o Projeto conhecido como “Um Plano de Manejo para  a Conservação da Libélula Nathaliagrion porrectum (Hagen In Selys, 1876)”, tem como objetivo central a elaboração de um plano de manejo para a conservação da libélula das bromélias Nathaliagrion porrectum. A Nathaliagrion porrectum é uma espécie endêmica do norte do Espírito Santo, ameaçada de extinção devido a diversas perturbações em seu habitat natural. O projeto busca coletar informações cruciais sobre a espécie, desde sua distribuição até a dinâmica populacional, passando pela descrição de sua larva e identificação das espécies de bromélias que utiliza como habitat. Além disso, visa estabelecer protocolos de cultivo e criação ex situ, produzir material de divulgação científica e, por fim, elaborar um plano de manejo para sua conservação. A importância da preservação da Nathaliagrion porrectum reside na sua condição de espécie ameaçada e na representatividade que tem para o ecossistema local. Com a Mata Atlântica já severamente fragmentada, a conservação dessa espécie se torna uma prioridade para a manutenção da biodiversidade regional. Segundo Karina, foram incluídos a pedido da FUNBio, mais três espécies “A Fredyagrion capixaba, Telebasis vulcanoe e Hetaerina curvicauda, além da descrição da larva e da fêmea de Fredyagrion capixaba. Além disso, o projeto se propõe a conciliar conservação ambiental com desenvolvimento econômico, promovendo ações educacionais e gerando renda sustentável por meio do manejo de bromélias nativas.” pontuou O projeto envolve diretamente a FEST, as universidades parceiras, proprietários rurais, comunidades quilombolas e órgãos ambientais como o ICMBio e o IEMA. Busca-se o diálogo constante com todas as partes interessadas, visando uma abordagem participativa e integrada na execução das atividades. O principal objetivo do projeto é elaborar um plano de manejo eficaz para a conservação da Nathaliagrion porrectum, visando reduzir o risco de extinção dessa espécie tão importante para o ecossistema local. Objetivos Específicos do Projeto: Verificar a distribuição potencial da espécie. Avaliar a dinâmica populacional da libélula das bromélias. Descrever a larva da Nathaliagrion porrectum. Identificar as espécies de bromélias utilizadas pela espécie. Estabelecer protocolos de cultivo e criação ex situ. Produzir material de divulgação científica para educação ambiental. Elaborar o plano de manejo para a conservação da espécie. Com a duração prevista de 24 meses, o Projeto busca não apenas gerar conhecimento científico, mas também promover ações concretas para a conservação e preservação do habitat da libélula Nathaliagrion porrectum. Projeto 1144 Texto: Vanessa Pianca

460 – Caça aos Nematóides: Pesquisa Inovadora para Proteger Cafeicultores

A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) atuou juntamente com o Professor Marcelo Barreto da Silva em uma pesquisa inovadora para combater uma ameaça silenciosa que assombra as plantações de café na região: os nematóides. Esses parasitas microscópicos, capazes de contaminar o solo de forma permanente, têm potencial devastador, destruindo lavouras inteiras e prejudicando a produtividade agrícola. A cultura do café, uma das principais fontes de receita para muitos agricultores capixabas, temem a infestação da lavoura por nematóides. As fêmeas juvenis desses parasitas penetram nas raízes, desencadeando um ciclo reprodutivo que pode resultar na destruição das plantações. Não apenas o café, mas também outras culturas, como pimenta do reino e mamão, também enfrentam riscos significativos. O pesquisador do projeto, Professor Marcelo Barreto da Silva, lidera uma equipe numa iniciativa abrangente para entender e conter a propagação desses nematóides. A pesquisa envolve a condução de ensaios de campo, uma abordagem prática para estudar a eficácia de diferentes estratégias de controle. Segundo Marcelo, a melhor forma de controle é a prevenção da presença do nematoide no início dos plantios. “Neste sentido é fundamental, para aquelas culturas que são propagadas por mudas, como café, pimenta-do-reino, goiaba, banana e mamão, fossem feitas avaliações das mudas antes do plantio.” Destacou. Um dos desafios mais prementes enfrentados pelos cafeicultores é a dificuldade em detectar a infestação em estágios iniciais. Muitas vezes, a ação silenciosa dos nematóides faz com que os produtores demorem a perceber a presença do parasita. Os ensaios de campo liderados pela FEST buscam não apenas soluções eficazes de controle, mas também métodos aprimorados de detecção precoce. Desde 2013, uma portaria do Ministério da Agricultura tornou obrigatória a análise de amostras de mudas em todos os viveiros de café. A pesquisa desempenha um papel crucial na implementação e aprimoramento dessas análises, garantindo que as mudas estejam livres da presença de nematóides antes de serem plantadas, em conformidade com as normativas. “Os primeiros resultados dos ensaios de campo são promissores, indicando possíveis estratégias para o controle eficaz dos nematóides na cultura do café.” Finalizou Marcelo. No entanto, os pesquisadores reconhecem que há desafios significativos a serem superados e que o trabalho é contínuo. A pesquisa não apenas visa proteger as plantações de café, mas também destaca a importância da inovação e da pesquisa na resolução de desafios agrícolas complexos. À medida que a pesquisa avança, a FEST reafirma seu compromisso de continuar inovando para criar soluções duradouras que beneficiem não apenas os cafeicultores, mas toda a comunidade agrícola. A caça aos nematóides é mais do que uma pesquisa; é um testemunho do papel vital que a ciência e a tecnologia desempenham na construção de um futuro mais sustentável para a agricultura brasileira.   Projeto 460 Texto: Vanessa Pianca

1081- FEST participa do workshop do ministério da agricultura para desenvolver plano FLORESTA+SUSTENTÁVEL

Com o objetivo de impulsionar a economia florestal no Brasil e promover a sustentabilidade ambiental, a Fundação Espírito-Santense de Tecnologia-FEST a convite do Ministério da Agricultura e Pecuária, por meio da Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Sustentável, Irrigação e Cooperativismo (SDI), em parceria com a Agência de Cooperação Alemã GIZ, participou de um workshop estratégico para a criação do Plano Floresta + Sustentável (F+S). O evento reuniu, além da FEST, representantes de diversas instituições públicas, organizações privadas, e do terceiro setor, para discutir ações que fortaleçam a economia de base florestal em todo o país e abordaram questões cruciais relacionadas à produção florestal e à sustentabilidade ambiental. O workshop realizado em Brasília trouxe à tona a importância de promover a economia florestal no Brasil em consonância com os princípios de sustentabilidade e conservação ambiental. O Plano visa atuar em três eixos temáticos principais: Florestas Plantadas, Economia Florestal e a Rede Floresta + Sustentável. O foco é estimular o aumento da produção florestal, apoiar a recuperação de vegetação nativa em unidades de produção agropecuária e fortalecer as cadeias produtivas. A engenheira ambiental e pesquisadora em Ciências Florestais pelo Núcleo de Tecnologia e Inovação-NTI da FEST, Eliane Araújo, destacou que vê uma forte sinergia da atuação da FEST com a proposta de elaboração do Plano Floresta + Sustentável (PFS), que foi discutida neste Workshop. “Ambos visam promover o desenvolvimento regional sustentável, por meio da agenda florestal e agroambiental, trazendo benefícios econômicos, sociais e ambientais. É gratificante que a experiência e o conhecimento da FEST neste tema serão incorporados ao grupo de trabalho para a construção do PFS, trazendo contribuições relevantes a partir do que já vem sendo realizado no âmbito do Programa Nordeste + Sustentável e do Plano Nacional de Recuperação Florestal para promoção do Desenvolvimento Rural Sustentável”. Finalizou O workshop representou um passo significativo na direção de uma economia florestal mais robusta e sustentável no Brasil. À medida que o Plano Floresta + Sustentável avança, espera-se que ele tenha um impacto positivo na conservação ambiental, na geração de empregos e no desenvolvimento econômico do país, alinhado com a visão de um Brasil comprometido com a sustentabilidade. Para mais informações sobre o Plano Floresta + Sustentável e suas próximas etapas, visite o site da Fundação Espírito-santense de Tecnologia – FEST. Projeto 1081 Texto Vanessa Pianca

968/969/970 – SICAR – Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural

No final de 2021, a Universidade Federal do Espírito Santo – UFES assinou uma parceria com o Serviço Florestal Brasileiro do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – SFB/MAPA através do TERMO DE EXECUÇÃO DESCENTRALIZADA Nº 02/2021, com o seguinte objeto: Execução de projeto de pesquisa, inovação, ciência de dados, desenvolvimento geotecnológico, capacitação e transferência tecnológica para suporte e manutenções evolutivas, corretivas e adaptativas da Plataforma do Sistema de Cadastro Ambiental Rural (SICAR) com vistas a efetivação do Código Florestal Brasileiro, incluindo a produção e a gestão de bases de dados geoespaciais de referência. A execução deste projeto de pesquisa está vinculada ao Instituto Tecnológico da UFES – ITUFES, tendo por objetivo promover o desenvolvimento e inovação para efetivação do Código Florestal Brasileiro, por meio de suporte e manutenções evolutivas, corretivas e adaptativas da Plataforma do Sistema de Cadastro Ambiental Rural (SICAR), com intuito de promover a Capacitação e Transferência Tecnológica em Ciência e Governança de Dados. Tendo em vista a complexidade deste projeto de pesquisa e para uma maior eficiência no seu desenvolvimento o objeto da TED 02/2021 foi dividido em três Projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P, D&I). PROJETO 969: Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P,D&I) na Área de Geotecnologias para a efetivação do Programa Regularização Ambiental (PRA) e Monitoramento de Passivos e Ativos de Vegetação. Objeto do Projeto: Execução de projeto de pesquisa, desenvolvimento e inovação (P, D&I) para efetivação do Código Florestal Brasileiro, por meio de suporte e manutenções evolutivas, corretivas e adaptativas da Plataforma do Sistema de Cadastro Ambiental Rural (SICAR), com intuito de promover a Regularização Ambiental e Monitoramento de Passivos e Ativos de Vegetação. Este P, D&I tem as seguintes metas: i) Desenvolvimento de meios para apoio à implementação dos processos de Regularização Ambiental e de Pagamentos por Ativos Ambientais, em atendimento ao disposto na Lei n° 12.651/2012 e regulamentos, a partir do tripé pesquisa/inovação/geotecnologias, contribuindo para o desenvolvimento sustentável da agropecuária no Brasil. Exemplos de necessidades: gestão de Termos de Compromisso de Regularização Ambiental, gestão de compensação de Reserva Legal, gestão de Cotas de Reserva Ambiental e gestão de cadastros pós-análise; ii) Desenvolvimento de meios para o apoio à implementação do processo de Monitoramento de Passivos e Ativos Ambientais, garantindo o acompanhamento da dinâmica de uso e cobertura do solo dos Cadastros Ambientais Rurais, com vistas ao apoio à fiscalização e a assistência técnica junto aos órgãos estaduais competentes, em atendimento ao disposto na Lei 12.651/2012 e regulamentos, a partir do tripé pesquisa/inovação/geotecnologias, contribuindo para o desenvolvimento sustentável da agropecuária no Brasil. O projeto justifica-se porque a área de Geotecnologia é composta por soluções em hardware e software que juntas constituem poderosas ferramentas tecnológicas para tomada de decisão. Estas ferramentas tecnológicas são capazes de incorporar o comportamento espacial de elementos presentes na superfície do planeta ao processo de geração de informações sobre eles, através da sua localização, extensão e formato. A execução deste Projeto de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P, D&I) em ferramentas tecnológicas na área de Geotecnologias, tem como principal foco a efetivação do Código Florestal Brasileiro com o objetivo promover a Regularização Ambiental e o Monitoramento de Passivos e Ativos de Vegetação com eficácia, efetividade e eficiência. PROJETO 970: Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P, D&I) na Área de Geotecnologias para a Produção de Bases Cartográficas de Referência e Sustentação da Plataforma SICAR. Objeto do Projeto: Execução de projeto de pesquisa, desenvolvimento e inovação (P, D&I) para efetivação do Código Florestal Brasileiro, por meio de suporte e manutenções evolutivas, corretivas e adaptativas da Plataforma do Sistema de Cadastro Ambiental Rural (SICAR), com intuito de promover a produção de Bases Cartográficas de Referência e sustentação da Plataforma SICAR. Este P, D&I tem as seguintes metas: i) Produção de bases de referência para a solução tecnológica da Análise Dinamizada do CAR, conforme o documento “Orientações gerais sobre as Bases de Referência para a Solução da Análise Dinamizada do Cadastro Ambiental Rural” presentes na Nota Técnica conjunta SFB/MAPA, publicada em junho de 2021 pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA e catalogada na Fonte Biblioteca Nacional de Agricultura – BINAGRI, e orientações da Portaria nº 121/MAPA de 12 de maio de 2021, a partir do tripé pesquisa/inovação/geotecnologias. ii) Desenvolvimento de meios para o apoio à sustentação da plataforma SICAR, incluindo a elaboração e implementação, sob coordenação do SFB, de um Plano Estratégico de Sustentação do SICAR que contemple, entre outras, ações de mitigação de risco à interface com Unidades Federativas que possuem receptor próprio, bem como ações de correção, prevenção, adaptação e evolução das funcionalidades existentes no SICAR, a partir do tripé pesquisa/inovação/geotecnologias, contribuindo para o desenvolvimento sustentável da agropecuária no Brasil. Exemplos de funcionalidades que necessitam de ações de evolução: Análise Dinamizada, Retificação Dinamizada, Análise de Equipe, Central do Proprietário/Possuidor, Relatórios e Consulta Pública do CAR. Faz-se necessário neste projeto de pesquisa o desenvolvimento de meios para o apoio à sustentação da plataforma SICAR, incluindo a elaboração e implementação, sob coordenação do SFB, de um Plano Estratégico de Sustentação do SICAR que contemple, entre outras, ações de mitigação de risco à interface com Unidades Federativas que possuem receptor próprio, bem como ações de correção, prevenção, adaptação e evolução das funcionalidades existentes no SICAR, entre outras ações que surgirem ao longo do desenvolvimento da Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P, D&I). Exemplos de funcionalidades que necessitam de ações de evolução: Análise Dinamizada, Retificação Dinamizada, Análise de Equipe, Central do Proprietário/Possuidor, Relatórios e Consulta Pública do CAR, a partir do tripé pesquisa/inovação/geotecnologias, contribuindo desta forma para o desenvolvimento sustentável da agropecuária no Brasil. Com esta abordagem, a execução deste Projeto de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P, D&I) em ferramentas tecnológicas na área de Geotecnologias, bem como em ações de correção, prevenção, adaptação e evolução das funcionalidades existentes na Plataforma do SICAR, tem como principal foco a efetivação do Código Florestal Brasileiro com o objetivo promover a produção de Bases Cartográficas de Referência e a sustentação da Plataforma SICAR com eficácia, efetividade e eficiência. PROJETO 968: Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P, D&I) em Ciência … Ler mais

958 – Projeto de Extensão: Produção Integrada da Pimenta-do-Reino

O projeto de Extensão: “Produção Integrada da Pimenta-do-Reino” trata da elaboração de uma série de ações educativas voltadas para produtores rurais, técnicos e exportadores voltados para melhoria da qualidade de pimenta-do-reino produzida no Espírito Santo. Esse projeto é vinculado ao Departamento de ciências agrárias e biológicas (DCAB/CEUNES), com gerenciamento administrativo e financeiro da FEST e conduzido em parceria com o Ministério da Agricultura, Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural – Incaper, Cooperativa e Exportadores de pimenta do reino. O objetivo é qualificar os agentes da cadeia produtiva da pimenta-do-reino produtores rurais, responsáveis técnicos, trabalhadores rurais e exportadores) com enfoque na Norma Técnica específica da produção integrada da pimenta-do-reino, visando melhorar a qualidade da pimenta-do-reino, principalmente no que se refere a qualidade fitossanitária e microbiológica. O presente projeto justifica-se porque várias são as fontes que podem levar à contaminação da pimenta-do-reino por Salmonella spp. e outras bactérias de origem fecal. Pois na etapa de cultivo, é prática rotineira a adubação orgânica das plantas, pelo uso do esterco de galinha ou esterco de curral. Sabe-se que enterobactérias potencialmente patogênicas são contaminantes usuais do esterco, principalmente quando ele não é adequadamente comportado. Fontes adicionais de contaminação direta ou indireta da pimenta-do-reino por patógenos seriam o manuseio em condições inadequadas de higiene e o contato com equipamentos ou utensílios não-sanitizados de forma adequada. Finalmente, não pode ser esquecida a possibilidade de contaminação cruzada pelo manuseio das espigas ou dos grãos por trabalhadores que anteriormente entraram em contato direto com o esterco. Estas considerações realçam a necessidade e importância da adoção de medidas de Boas Práticas Agrícolas-BPA a nível de cultivo e em todo o sistema produtivo, minimizando a possibilidade de contaminação da pimenta-do-reino por salmonelas, Escherichia coli enterovirulenta, Shigella spp, vírus e parasitos, que são microrganismos de presença usual em matéria de origem fecal. Além disso, pensando no impacto econômico e social para o país caso haja restrição à importação de pimenta-do-reino brasileira pela União Europeia (US$ 65mi em 2018 – 33% do total exportado pelo Brasil) e seguida por outros países importadores, o presente projeto propõe, de forma objetiva, adoção de tecnologias, melhoria da gestão da base produtiva, conservação dos recursos naturais e agregação de valor, através da adequação ao programa oficial de produção integrada, fomentando o acesso à conhecimentos que poderão, em curto prazo, melhorar o prognóstico para o agronegócio exportador da pimenta-do-reino frente a um mercado global cada vez mais exigente em qualidade, sustentabilidade ambiental, social e econômica e produtos sadios, rastreáveis e certificados. Projeto 958 Texto: Agência Agora ES …    

971/974 – Plano Nacional para promoção do desenvolvimento rural sustentável, a partir de arranjos de recomposição da cobertura florestal, utilizando recursos madeireiros e não madeireiros

OBJETO: Elaboração de Plano Nacional para promoção do desenvolvimento rural sustentável, a partir de arranjos de recomposição da cobertura florestal, uti lizando recursos madeireiros e não madeireiros, com redução de custos, ofertas de emprego e renda para os elos da cadeia produtiva, visando a redução dos passivos ambientais. Na UFES o TED foi dividido em dois projetos: 1 – Plano Nacional de Recomposição Agroflorestal para o desenvolvimento da Cadeia Produtiva de Produtos Madeireiros. Processo digital nº 23068.082568/2021-94 Registro PRPPG: 11529/2021 Registro FEST: 971 Resultados Parciais Este é um trabalho interativo, contendo dados do Programa Arboretum, Plano ABC, Plano Safra, PRONAVEG, Plano Nacional de Florestas Plantadas, visando consolidar as ações propostas, auxiliando nas tomadas de decisão no processo de adequação ambiental da paisagem rural utilizando o maior banco de dados já produzidos no Brasil sobre as espécies vegetais nativas com potencial para produção de madeira e estratégias para recomposição ambiental. Será realizado também um levantamento de atores que integram a cadeia de restauração, tal qual as instituições colaborativas. O diferencial desse Plano Nacional de Recomposição se baseia principalmente no fato de considerar a inserção das cadeias de valor de produtos madeireiros, onde serão contemplados todos os elos da cadeia produtiva da madeira e sua importância customizada com a realidade local, por metodologias participativas, assistência técnica e extensão rural, ações de educação, que contemplem os biomas dentro de seus ambientes e suas características locais, para desenvolver um plano que atenda os diversos cenários, tendo em vista o dinamismo do CAR, para a execução do projeto nacional de forma sustentável. São diversas as informações disponíveis, entretanto ainda estão dissociadas da realidade local. Foram mapeadas as áreas degradadas passíveis de recuperação visando a adequação ambiental a partir dos dados do Cadastro Ambiental Rural (CAR), realizado o cruzamento e interação de dados de outras plataformas, por Estado da federação e levando em consideração os biomas brasileiros. Em consonância com as finalizações dos mapas também estão em andamento a caracterização e análise das Cadeias Produtivas prioritárias, considerando sua importância e potencial de mercado, por Estado. O Plano possui como diferencial a análise técnica, econômica e ambiental das cadeias produtivas, mostrando a necessidade de investimento para o desenvolvimento florestal do produto madeireiro em cada segmento envolvido. 2 – Plano Nacional de Recomposição Agroflorestal para o desenvolvimento da Cadeia Produtiva de Produtos Não Madeireiros. Processo digital nº 23068.082570/2021-63 Registro PRPPG: 11567/2022 Registro FEST: 974 Resultados Parciais O uso sustentável de recursos florestais não madeireiros é uma ferramenta essencial na Recomposição Florestal e envolve a aplicação de inúmeras tecnologias para a implantação de um plano de manejo adequado, visando sistemas produtivos funcionais que possibilitem a geração de emprego e renda bem como a redução dos passivos ambientais, buscando manter a sobrevivência e a sustentabilidade das empresas rurais. Os recursos florestais não madeireiros são todos os produtos florestais não lenhosos, como frutos, amêndoas, óleos, fibras, corantes, plantas medicinais, aromáticas e apícolas, materiais para artesanato e outros. Em várias partes do mundo, esses recursos consistem na principal fonte de renda e alimento de milhares de famílias que vivem da extração florestal. Além disso, a manutenção da floresta com espécies potenciais na geração de produtos não madeireiros gera serviços sociais e ambientais de grande impacto, tais como, reservas extrativistas, sequestro de carbono, conservação genética e outros. As informações disponibilizadas em levantamentos realizados pelo CAR mostram que já existe uma área de 38 milhões de hectares com potencial de recomposição ao nível nacional. Os resultados desse trabalho interativo, juntamente com dados do Programa Arboretum, Plano ABC, do Plano Safra, do PRONAVEG, do Plano Nacional de Florestas Plantadas, entre outros consolidam as ações desse projeto, auxiliando nas tomadas de decisão no processo de adequação ambiental da paisagem rural utilizando o maior banco de dados já produzidos no Brasil sobre as espécies vegetais nativas e estratégias para recomposição ambiental. Usando ferramentas de geoprocessamento, foi feito o mapeamento das áreas de passivos ambientais para todos os estados da Federação, classificando-as em seus diferentes estágios de degradação – de reduzido a severamente degradadas. Os dados obtidos levaram ao desenvolvimento de uma análise, preliminar, sobre as áreas potenciais de passivo ambiental a serem objeto de recomposição florestal, que farão parte do Plano Nacional em desenvolvimento. Foi elaborado um diagnóstico da cadeia produtiva de recursos não madeireiros, em nível estadual, apresentando as potencialidades e gargalos da cadeia em cada estado, diante de seus aspectos econômicos, sociais e ambientais. Foram levantadas práticas e ações de Pesquisa e Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) que deverão fazer parte do Plano para promoção do desenvolvimento da cadeia de restauração. Também foram indicados modelos existentes de restauração florestal, incluindo seus arranjos, que podem servir de exemplos práticos para a recomposição agroflorestal nacional; O diferencial desse Plano Nacional de Recomposição se baseia principalmente no fato de considerar a inserção das cadeias de valor de produtos não madeireiros, onde serão contemplados todos os elos da cadeia produtiva e sua importância customizada com a realidade local, por metodologias participativas, assistência técnica e extensão rural, ações de educação, que contemplem os biomas dentro de seus ambientes e suas características locais, para desenvolver um plano que atenda os diversos cenários, tendo em vista o dinamismo do CAR, para a execução do projeto nacional de forma sustentável. Projeto 971 e 974 …