FEST – Fundação Espírito-santense de Tecnologia

563 – Projeto AMBES: caracterização ambiental das bacias do Espírito Santo e Campos

A Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), em parceria com a Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST), está conduzindo o projeto AMBES: Caracterização Ambiental da Bacia do Espírito Santo e Porção Norte da Bacia de Campos (Sistema Pelágico e Físico-Química da Água e Sedimentos). Coordenado pelo Prof. Dr. Luiz Fernando Loureiro Fernandes, do Departamento de Oceanografia e Ecologia do Centro de Ciências Humanas e Naturais (CCHN/UFES), o projeto visa a caracterização biológica e físico-química dessas importantes regiões oceânicas. O projeto AMBES possui uma ampla gama de objetivos, tanto gerais quanto específicos, que se concentram na análise detalhada das massas d’água, sedimentos e comunidades biológicas presentes nas bacias estudadas. Realizar a caracterização biológica das diferentes massas d’água sobre a plataforma e talude continental, além da caracterização físico-química da água do mar e dos sedimentos na Bacia do Espírito Santo e na porção norte da Bacia de Campos. Esses dados fornecerão subsídios para entender a dinâmica regional e a ecologia dos ecossistemas presentes. Caracterizar biologicamente cada massa d’água na região. Analisar físico-quimicamente a água do mar e sedimentos da área de estudo. Avaliar se as massas d’água sobre a plataforma continental apresentam assinaturas biológicas distintas daquelas do talude. Caracterizar as comunidades planctônicas em escala regional. Depositar os organismos triados e identificados em coleções cadastradas no CRIA. Levantar dados de biomassa nas regiões estudadas. Contribuir para a análise das interações entre variáveis físicas, químicas e biológicas. Avaliar variações latitudinais tanto no ambiente nerítico quanto no oceânico, e verificar se essas variações superam as temporais. Elaborar uma lista de parâmetros para subsidiar o Monitoramento Regional das Bacias. Integrar dados de clorofila a fitoplâncton, produtividade primária, temperatura, entre outros, aos dados de sensoriamento remoto. O ambiente pelágico dessas bacias abriga uma grande diversidade biológica, desde bactérias até grandes mamíferos, como baleias. No entanto, a estrutura dessas comunidades e sua interação com o ambiente físico ainda é pouco conhecida, principalmente em regiões oceânicas. As Bacias do Espírito Santo e Campos são de extrema relevância biológica, econômica e social. Elas servem como berçário para uma grande variedade de espécies marinhas, além de serem locais importantes para a nidificação de aves, rotas de baleias e migração de tartarugas. Essas áreas também compreendem locais sensíveis, como os recifes do Banco de Abrolhos, estuários, e os bancos submarinos da Cadeia Vitória-Trindade. Dado o contexto da exploração de petróleo e gás nessas regiões, o projeto busca fornecer informações essenciais para a gestão sustentável dos ecossistemas costeiros e oceânicos, garantindo que as atividades de exploração sejam realizadas com base em dados científicos sólidos. Os resultados esperados do projeto incluem: Disponibilização de dados anteriores da região em formato georreferenciado (SIG). Desenvolvimento de protocolos metodológicos para as análises. Publicação de artigos científicos e um livro consolidando as informações geradas. Integração dos dados no Banco de Dados Costeiros e Oceânicos da Petrobras (BDCO). Publicações científicas sobre o estado da arte do sistema pelágico e da físico-química da água e sedimentos. Contribuição para a elaboração de um modelo ecossistêmico que auxiliará na gestão ambiental das atividades de exploração de petróleo e gás. A compreensão detalhada dos diferentes ambientes da plataforma e talude das bacias estudadas permitirá a diferenciação das massas d’água e suas interações com o ecossistema. Este conhecimento é crucial para a criação de modelos ecossistêmicos que contribuirão para uma gestão ambiental mais eficiente e sustentável das atividades de exploração e produção (E&P) na região. Além disso, o projeto proporcionará um recurso valioso para a indústria de petróleo e gás, assegurando que as operações sejam realizadas de forma a minimizar impactos ambientais e a preservar a biodiversidade dessas áreas de grande importância ecológica.   Texto Vanessa Pianca Projeto 563

1205 UFES e FEST lançam novo projeto de alfabetização para educandos com deficiência visual

A Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), com o apoio da Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST), lança um novo projeto de alfabetização voltado para educandos com deficiência visual. Sob a coordenação do Profa. Ms. Ericler Oliveira Gutierrez Ouedraogo, da Secretaria de Modalidades Especializadas de Educação e Diretoria de Educação Especial do Centro de Educação da UFES, a iniciativa busca transformar a educação inclusiva no estado. O projeto visa formar, em nível de extensão, professores da educação básica da rede pública que atuam na alfabetização de educandos com deficiência visual. A formação será orientada pela reflexão e discussão de textos, visando o desenvolvimento de práticas político-pedagógicas que respeitem as condições, potencialidades e necessidades pedagógicas dos educandos, promovendo um processo de ensino-aprendizagem justo e digno. Objetivos Específicos: Grupos de Estudo-Investigação: Constituir grupos compostos por professores, formadores, tutores e educandos do curso, focados em práticas colaborativo-críticas de educação de crianças com deficiência em nível nacional. Avanço do Conhecimento: Contribuir para o avanço do conhecimento na alfabetização de crianças com deficiência visual e na produção de material para a formação continuada de profissionais. Produção de Conhecimento Científico: Produzir conhecimentos que aprofundem reflexões e ações para garantir o acesso, permanência e qualidade no ensino-aprendizagem de crianças com deficiência visual. Sensibilização: Sensibilizar os profissionais da educação básica sobre a necessidade de romper com práticas escolares que reforçam a exclusão de crianças com deficiência. Fomento à Pesquisa: Fomentar pesquisas sobre a alfabetização de crianças com deficiência, com base em dados produzidos ao longo do curso. A inclusão educacional de crianças e jovens com deficiência tem sido historicamente marcada por preconceitos e exclusão. Desde as práticas antigas de segregação até as modernas instituições de confinamento, pessoas com deficiência foram frequentemente afastadas do convívio social e educativo. No Brasil, a educação especial teve avanços significativos, especialmente após a criação das primeiras escolas para alunos com deficiência visual durante o reinado de D. Pedro II. Entretanto, ainda há um longo caminho a percorrer para garantir uma educação inclusiva e de qualidade para todos. A transição da segregação para a inclusão plena exige a formação de professores capacitados e sensíveis às necessidades específicas dos educandos com deficiência. A UFES, por meio deste projeto, reafirma seu compromisso com uma educação pública de qualidade, laica e inclusiva. O curso será realizado em ambiente de educação a distância, utilizando a plataforma Moodle. Os principais produtos esperados incluem: Sala Virtual com Acessibilidade: Criação de um ambiente virtual acessível. Atividades Discursivas: Fóruns de debates, murais para exposição de discursos em diferentes formatos (imagem, áudio, texto). Material Hipertextual: Desenvolvimento de materiais próprios para a plataforma ciberespacial. Videoaulas Educativas: Produção de videoaulas abordando os temas discutidos. Encontros Assíncronos e Síncronos: Web conferências temáticas e reuniões. Ambiente Reflexivo e Teórico: Espaços para reflexão e produção teórica sobre as temáticas abordadas. Produção de Materiais Pedagógicos: Confecção de materiais acessíveis a pessoas com deficiência visual, incluindo tecnologia assistiva e outros recursos necessários. Este projeto representa um passo expressivo na direção de uma educação mais inclusiva e equitativa, proporcionando aos professores ferramentas e conhecimentos para melhorar a alfabetização de educandos com deficiência visual, garantindo a eles um ensino-aprendizagem justo e digno. Para mais informações e atualizações sobre o projeto, continue acompanhando o site da UFES e os canais de comunicação da FEST.

1130 -ABERTURA DE EDITAL PARA BOLSA DO PROGRAMA ÁREAS PROTEGIDAS DA AMAZÔNIA – ARPA

O Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBio) com apoio da Fundação Espírito-santense de Tecnologia, anunciou a abertura de edital para a seleção de bolsistas no âmbito do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA). Esse projeto oferece bolsas que vão de R$ 3.900,00 até R$ 10.400,00 e as inscrições vão até o dia 03 de outubro de 2024. As bolsas têm como objetivo apoiar diversas atividades relacionadas ao Programa Nacional de Monitoramento da Biodiversidade (Programa Monitora) e suas ações de conservação e manejo de espécies. Entre as principais tarefas estão a validação e análise de dados, produção de relatórios e artigos, bem como a divulgação dos resultados obtidos pelo Subprograma Terrestre, com foco em mamíferos de médio e grande porte. Também estão incluídas a gestão do Sistema de Gestão de Dados de Biodiversidade (SISMonitora), o monitoramento de componentes específicos como plantas arbóreas, savanas e manguezais, e o suporte às ações de coleta e capacitação em Unidades de Conservação. Além disso, abrange a atualização de protocolos de monitoramento, a curadoria de amostras botânicas no Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ) e o desenvolvimento de pesquisas em colaboração com centros de conservação de diversas espécies, como primatas, aves e mamíferos carnívoros. O Programa Monitora, estabelecido pela Instrução Normativa nº 02, de 28 de janeiro de 2022, visa fortalecer o diálogo sobre as questões ambientais no Brasil, promovendo o compartilhamento de informações entre pesquisadores, gestores, comunidades locais e voluntários. As atividades de monitoramento desenvolvidas no âmbito do programa são essenciais para a conservação da biodiversidade e a tomada de decisões em políticas públicas e ações de manejo. Os candidatos devem possuir graduação em Graduação em Ciências Biológicas, Ecologia, Oceanografia, Engenharia Ambiental, Engenharia de Pesca ou áreas afins, com especialização em biologia, zoologia, botânica, ecologia ou ecologia vegetal; Mestrado em Ciências Biológicas, Ecologia ou áreas afins; Doutorado em Ciências Biológicas, Oceanografia, Engenharia de Pesca, Ecologia, Veterinária, Ciências Sociais ou áreas afins, como Botânica, Etnobiologia, Antropologia; ou ser Doutor em botânica e/ou ecologia vegetal. Além disso, é exigido conhecimento em ciência de dados, gestão de dados, gestão da informação ou gestão de projetos de desenvolvimento de sistemas ou de inovação tecnológica. A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST), juntamente com o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBio) e o Instituto Chico Mendes da Biodiversidade (ICMBio), apoia a iniciativa, reafirmando seu compromisso com a sustentabilidade e a preservação dos recursos naturais. Interessados devem se candidatar por meio do processo seletivo descrito no edital disponível no site oficial da FEST. (https://fest.org.br/editais/). Essa é uma oportunidade única de contribuir para a conservação da Amazônia e fortalecer o trabalho de monitoramento da biodiversidade no Brasil. A FEST, em parceria com a FUNBio e o ICMBio, reafirmam seu compromisso com a preservação ambiental e a proteção dos ecossistemas. Projeto 1130 Texto Vanessa Pianca

1054 – PHYSIO-SYNC – estimulação do sistema HIS-PURKINJE VERSUS estimulação biventricular na ressincronização cardíaca em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva

A Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), em parceria com a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) no Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes, lançou o projeto de pesquisa “Physio-Sync – Estimulação do Sistema His-Purkinje Versus Estimulação Biventricular na Ressincronização Cardíaca em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Congestiva” apoiado pela Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST). O projeto é liderado pelo Prof. Dr. Fernando Luiz Torres Gomes, do Departamento de Clínica Médica (DCM) do Centro de Ciências da Saúde (CCS) e financiado pela Associação Hospitalar Moinhos de Vento. O programa tem como objetivo verificar se a estimulação His-Purkinje é não-inferior à biventricular em desfechos clínicos, avaliados por uma escala ordinal composta por mortalidade, internações por insuficiência cardíaca, uso de furosemida em emergência médica e mudança da fração de ejeção em 12 meses. Além disso, busca-se avaliar se a estimulação His-Purkinje é superior em desfechos de custo-efetividade, fornecendo informações essenciais para a tomada de decisão quanto à incorporação desta tecnologia como uma alternativa de tratamento para a insuficiência cardíaca congestiva. Pacientes com Insuficiência Cardíaca Congestiva (ICC) refratária à terapia medicamentosa apresentam elevado risco de morbi-mortalidade e remodelamento reverso do ventrículo esquerdo. Ensaios clínicos randomizados demonstraram o benefício da Terapia de Ressincronização Cardíaca (TRC) nesses pacientes, especialmente naqueles com fração de ejeção reduzida e QRS largo com padrão de bloqueio do ramo esquerdo (BRE). A TRC biventricular, apesar de eficaz, é um procedimento de alto custo para o Sistema Único de Saúde (SUS), e cerca de 30-40% dos pacientes não respondem adequadamente ao tratamento. A insuficiência cardíaca é uma causa frequente de morbidade e mortalidade na população brasileira, presente em 1% dos indivíduos entre 55 e 64 anos e em até 17,4% naqueles com mais de 85 anos. Esta condição está associada a limitações físicas crônicas, hospitalizações e uma sobrevida de apenas 35% em cinco anos. Com o envelhecimento populacional e a evolução do tratamento medicamentoso, espera-se que os casos de insuficiência cardíaca aumentem nas próximas décadas. O projeto Physio-Sync representa uma importante contribuição para a pesquisa e desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas que possam melhorar a qualidade de vida e reduzir os custos associados ao tratamento da insuficiência cardíaca congestiva. A UFES e a FEST, por meio desta iniciativa, reafirmam seu compromisso com a inovação e o avanço da medicina, beneficiando diretamente a população brasileira. Texto: Vanessa Pianca Projeto 1054

490 – UFES E FEST realizam diagnóstico socioeconômico das comunidades pesqueiras nas bacias do Espírito Santo e Campos

A Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), em parceria com a Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST), deu início a um projeto de grande relevância para as comunidades pesqueiras da região: o “Diagnóstico Socioeconômico das Comunidades Pesqueiras da Bacia do Espírito Santo e porção norte da Bacia de Campos”. Sob a coordenação do Prof. Dr. Luiz Fernando Loureiro Fernandes, do Departamento de Oceanografia e Ecologia do Centro de Ciências Humanas e Naturais (CCHN/UFES), o projeto busca aprofundar o entendimento sobre a realidade dos pescadores e suas atividades econômicas, visando uma integração mais eficaz das atividades pesqueiras com o setor de exploração de óleo e gás. O principal objetivo deste diagnóstico é mapear e compreender a situação socioeconômica das comunidades pesqueiras na área de influência das atividades de perfuração marítima da Petrobras. Com o crescimento das operações de exploração e produção de óleo e gás, tem-se observado impactos significativos na atividade pesqueira, tanto no aspecto ambiental quanto socioeconômico. O estudo pretende fornecer uma visão integrada e abrangente, permitindo que tanto as comunidades locais quanto a indústria ajustem suas estratégias de desenvolvimento de forma sustentável. A crescente presença da Petrobras na exploração de petróleo e gás nas bacias do Espírito Santo e Campos trouxe consigo uma série de impactos sobre as comunidades pesqueiras tradicionais. Estudos de impacto ambiental realizados anteriormente já apontavam para a perda de áreas de pesca, danos a equipamentos de pesca, e até mesmo acidentes náuticos como consequências diretas das atividades petrolíferas. Além disso, transformações sociais e econômicas foram observadas, afetando profundamente o modo de vida das comunidades pesqueiras. No entanto, ainda há uma lacuna significativa no entendimento do grau exato desses impactos. Para atender às exigências de licenciamento ambiental, o IBAMA solicita a elaboração de um Plano de Compensação da Atividade Pesqueira (PCAP), que busca compensar os danos sem, no entanto, determinar um valor financeiro específico, devido à falta de dados quantitativos. Este diagnóstico visa preencher essa lacuna, oferecendo um estudo qualitativo e quantitativo detalhado que poderá, pela primeira vez, fornecer dados precisos sobre os impactos das atividades petrolíferas nas comunidades pesqueiras. O projeto espera alcançar diversos resultados importantes, entre os quais: Disponibilização de dados históricos sobre a região; Criação de protocolos metodológicos para análise e compartilhamento de informações entre as equipes de pesquisa; Organização de um banco de dados especificado pela Petrobras contendo os resultados das análises; Definição de indicadores que permitam acompanhar as mudanças no setor pesqueiro; Publicação de uma obra científica consolidando as informações obtidas sobre as comunidades pesqueiras.  Benefícios do Projeto e Aplicação na Indústria O diagnóstico oferecerá à Petrobras e outras partes interessadas subsídios valiosos para avaliar o impacto real de suas atividades nas comunidades pesqueiras. Com essas informações, será possível desenvolver programas e ações que auxiliem as comunidades locais a compreender e se adaptar às mudanças econômicas e sociais em curso, garantindo uma coexistência mais harmoniosa e sustentável entre as atividades pesqueiras e a exploração de petróleo e gás. Este projeto representa um passo significativo na busca por um desenvolvimento que respeite e valorize as tradições e modos de vida das comunidades pesqueiras, ao mesmo tempo em que promove o crescimento econômico da região. A UFES e a FEST, através desta iniciativa, contribuindo de forma sustentável para o desenvolvimento do Estado do Espírito Santo. Texto Vanessa Pianca Projeto 490

1216- UFES E FEST lançam parque de aventura do CEFD

A Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), em parceria com a Fundação Espírito-santense de Tecnologia, acaba de lançar um inovador projeto chamado Parque de Aventura do CEFD, vinculado ao Departamento de Ginástica do Centro de Educação Física e Desportos (CEFD). O projeto é coordenado pela Profa. Dra. Ana Carolina Capellini Rigoni e tem como objetivo principal proporcionar à comunidade uma experiência de lazer segura e de alta qualidade através dos equipamentos do Parque de Aventura. O Parque de Aventura do CEFD visa não apenas oferecer à comunidade oportunidades de lazer, mas também capacitar estudantes de Licenciatura e Bacharelado em Educação Física para atuar com competência técnica e humana em atividades de aventura. O projeto promove o acesso da comunidade aos espaços e atividades realizadas na universidade, além de educar para e pelo lazer com um enfoque em questões ambientais. As atividades são gratuitas para estudantes de escolas públicas, democratizando o acesso a experiências raras e geralmente inacessíveis sem custo. A proposta do projeto é extremamente relevante tanto para a comunidade interna quanto externa da UFES. Atividades de aventura, geralmente pagas, serão oferecidas gratuitamente, permitindo que pessoas de diferentes origens socioeconômicas possam participar. Este esforço integra extensão e ensino, beneficiando estudantes do CEFD através de uma formação prática e teórica robusta. Para os participantes da comunidade, o projeto oferece uma oportunidade de lazer que fomenta uma forte conexão com a natureza e sensibilização para as questões ambientais contemporâneas. Além disso, o projeto espera capacitar os estudantes do CEFD para o mercado de trabalho nas Práticas de Aventura, incentivando também o desenvolvimento de pesquisas na área. A participação no projeto promete transformar os estudantes em profissionais críticos e reflexivos, prontos para enfrentar os desafios do mercado. O projeto Parque de Aventura do CEFD tem várias metas específicas, incluindo a triplicação do atendimento à população e a formação contínua de professores da rede pública de ensino em práticas de aventura. A longo prazo, espera-se um impacto significativo na relação dos participantes com o meio ambiente e com as práticas de lazer. Outro resultado almejado é a qualificação dos estudantes do CEFD para atuarem de forma competente no mercado de trabalho e o desenvolvimento de pesquisas na área, com dois membros da equipe desenvolvendo seus Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) sobre o Parque de Aventura. A UFES e a FEST, através desta iniciativa, reafirmam seu compromisso com a inclusão social, a formação de profissionais qualificados e a promoção de um relacionamento saudável e consciente com a natureza. A comunidade e os estudantes têm muito a ganhar com essa nova e empolgante oferta da universidade. Para se inscrever, clique neste link: https://forms.gle/4aiYDokMv5H83mag7  Projeto 1216 Texto Vanessa Pianca  

1189- FEST E ICMBIO unem esforços em novo projeto para conservação da biodiversidade

A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) em parceria estratégica com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) lançam um projeto inovador voltado para a preservação da biodiversidade brasileira. Intitulado “Estratégias para Conservação da Biodiversidade“, este projeto visa avaliar e implementar medidas para aprimorar diversas ferramentas essenciais para a conservação da fauna e flora do país. Sob a coordenação de Tatiani Elisa Chapla, do ICMBio, e Patrícia Bourguignon, da FEST, este projeto abrange uma série de objetivos, incluindo a avaliação do risco de extinção de espécies, a disponibilização de informações sobre a fauna brasileira para a sociedade e gestores, e a implementação de estratégias para o manejo de espécies exóticas invasoras. Além disso, o projeto visa aperfeiçoar a metodologia dos Planos de Ação Nacional (PAN) para a conservação de espécies ameaçadas, integrar informações do Plano de Redução de Impactos sobre a Biodiversidade (PRIM) em sistemas de gestão de Unidades de Conservação (UC) e promover a restauração ecológica de áreas degradadas. Com uma abordagem multidisciplinar e colaborativa, a FEST e o ICMBio estão comprometidos em desenvolver soluções inovadoras para enfrentar os desafios da conservação da biodiversidade no Brasil. Este projeto não apenas busca avaliar e estabelecer medidas, mas também implementá-las de forma eficaz, garantindo um futuro sustentável para as próximas gerações. Para mais informações sobre o projeto “Estratégias para Conservação da Biodiversidade” e outras iniciativas da Fundação Espírito-santense de Tecnologia, visite o site oficial. Projeto 1189 Vanessa Pianca

914- Projeto contínuo de pesquisa e desenvolvimento & inovação tecnológica na área de infectologia – HUCAM

A Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), em colaboração com a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) e com o apoio da Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST), está conduzindo um projeto contínuo de Pesquisa e Desenvolvimento & Inovação Tecnológica (P&D+I) na área de infectologia. Este projeto é coordenado pela Profa. Dra. Tânia Queiroz Reuter Motta, do Departamento de Clínica Médica do Centro de Ciência da Saúde (CCS) da UFES. O projeto atual inclui um estudo de fase 2, randomizado, duplo-cego e controlado por placebo, que visa avaliar a segurança e a atividade antiviral do BLD-2660 em pacientes hospitalizados com diagnóstico recente de COVID-19. Este estudo busca comparar os efeitos do BLD-2660 com o padrão de cuidados (SOC) atualmente adotado. O BLD-2660 é um inibidor de molécula pequena sintético e oralmente ativo das calpaínas (CAPN) 1, 2 e 9. Ele é seletivo sobre as catepsinas e outras famílias de proteases, demonstrando boa estabilidade e permeabilidade metabólica, biodisponibilidade oral e baixa inibição do citocromo P450 (CYP). Este medicamento está em desenvolvimento para o tratamento da COVID-19, uma vez que há uma necessidade médica significativa não atendida. A interleucina 6 (IL-6), uma citocina pró-inflamatória, desempenha um papel crucial na tempestade de citocinas, que é um fator significativo nas complicações clínicas e na lesão pulmonar aguda associada à COVID-19. Estudos indicam que níveis séricos elevados de IL-6 em pacientes com COVID-19 são preditivos de insuficiência respiratória e mortalidade. Em modelos pré-clínicos, o BLD-2660 demonstrou reduzir os níveis de IL-6 e atenuar os danos da fibrose pulmonar. Este medicamento também mostrou envolvimento no alvo, inibindo a clivagem de espectrina nas células broncoalveolares, e efeitos anti-fibróticos em modelos de camundongo. Esses resultados sugerem que o BLD-2660 pode reduzir a resposta inflamatória improdutiva à infecção por SARS-CoV-2, potencialmente diminuindo a morbidade e mortalidade associadas à COVID-19.  Desenho do Estudo O estudo é desenhado para incluir um período de triagem, tratamento e acompanhamento. Após a assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), os pacientes hospitalizados com COVID-19 confirmada serão submetidos a procedimentos de triagem adicionais. Os indivíduos elegíveis serão randomizados na proporção de 2:1 para receberem BLD-2660 ou placebo, em combinação com o SOC, por 10 dias ou até a alta hospitalar, se ocorrer primeiro. O acompanhamento dos pacientes ocorrerá por pelo menos 18 dias após a última dose do medicamento, com avaliações nos dias 14, 21 e 28, e um contato adicional 60 dias após o estudo para coleta de informações sobre mortalidade e capacidade vital forçada (CVF).   Impacto Esperado Este estudo visa avaliar o BLD-2660 como uma terapia complementar ao SOC em indivíduos hospitalizados com COVID-19, com potencial para reduzir a resposta inflamatória improdutiva e a fibrose pulmonar, melhorando assim os desfechos clínicos dos pacientes. A pesquisa representa um passo importante na busca por tratamentos eficazes contra a COVID-19, contribuindo para o avanço do conhecimento científico e da prática clínica na área de infectologia. A Profa. Dra. Tânia Queiroz Reuter Motta e sua equipe estão comprometidos em continuar a explorar novas abordagens terapêuticas e em compartilhar os resultados desta pesquisa com a comunidade científica e médica, reforçando o papel da UFES, EBSERH e FEST na promoção de inovação e desenvolvimento na saúde pública. Texto Vanessa Pianca Projeto 914

898- Projeto Avalia Pobreza Multidimensional Rural e Estratégias Agroecológicas no Norte do Espírito Santo E Sul da Bahia

A Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), em parceria com a Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) e financiada pela Suzano, está liderando um projeto inovador intitulado “Pobreza Multidimensional Rural: Avaliação de Indicadores Sociais da Agricultura Familiar e das Estratégias de Produção Agroecológicas no Norte do Espírito Santo e Sul da Bahia”. Coordenado pelo professor Dr. Marcelo Fetz de Almeida, do Departamento de Ciências Sociais do Centro de Ciências Humanas e Naturais (CCHN) da UFES, este projeto visa proporcionar uma compreensão aprofundada das condições socioeconômicas e dos desafios enfrentados pelas comunidades agrícolas da região. O principal objetivo do projeto é avaliar, por meio da metodologia da análise multidimensional, o desenvolvimento dos projetos de desenvolvimento rural territorial (PDRT) implantados pela Suzano Celulose. O foco está em entender a pobreza multidimensional rural, avaliando indicadores sociais da agricultura familiar e estratégias de produção agroecológicas praticadas pelos agricultores familiares. O estudo abrange comunidades localizadas em Fundão, Aracruz, São Mateus e Conceição da Barra, no Espírito Santo, e em Mucuri, Nova Viçosa, Caravelas, Alcobaça, Teixeira de Freitas e Ibirapuã, na Bahia. Essas comunidades são participantes do Programa de Desenvolvimento Rural Territorial (PDRT) fomentado pela Suzano desde 2011, envolvendo cerca de 4.000 famílias.  Metodologia e Análise A pesquisa será conduzida em várias frentes: Diagnóstico Socioeconômico: Avaliação das condições socioeconômicas e da pobreza multidimensional das populações envolvidas. Processo Organizativo: Análise do processo organizativo das comunidades. Avaliação de Extensão Rural: Avaliação da atuação das equipes técnicas de extensão rural junto às populações alvo. Percepção da Comunidade: Caracterização da percepção da população sobre as ações de extensão rural desenvolvidas.  Impacto do PDRT O PDRT tem sido um instrumento crucial de mediação de conflitos entre empresas privadas e comunidades rurais, oferecendo uma solução que beneficia tanto as empresas quanto os governos locais e estaduais. O programa ajuda a amenizar os atritos causados por expropriações fundiárias, principalmente no contexto da produção de celulose. Os conflitos na região se dão entre diferentes grupos rurais, como MST, camponeses, pescadores, agronegócio, quilombolas, povos indígenas e pomeranos. Cada grupo tem suas próprias visões e práticas territoriais, muitas vezes em desacordo com os passivos ambientais das empresas que financiam o PDRT. Além disso, o uso de agrotóxicos no plantio de eucalipto representa um risco significativo para a saúde das pessoas e para o meio ambiente. Este projeto busca ir além das avaliações tradicionais, investigando a participação das famílias da agricultura familiar em projetos modernizantes e estratégias de produção agroecológica. A intenção é identificar práticas inovadoras que possam contribuir para uma agricultura mais sustentável e para a melhoria das condições de vida das comunidades envolvidas. A proposta de avaliar a pobreza multidimensional e as estratégias agroecológicas no meio rural do norte capixaba e sul baiano é um passo importante para entender melhor os desafios e oportunidades dessas comunidades. A UFES, com o apoio da FEST e o financiamento da Suzano, está empenhada em fornecer insights valiosos que possam guiar políticas públicas e ações de desenvolvimento sustentável na região. Texto Vanessa Pianca Projeto 898

960- Projeto de Plataformas Robóticas Inteligentes com dispositivos fotônicos integrados

Tecnologias Ópticas e Materiais Inteligentes para Sensoriamento e Comunicação em Aplicações Offshore A Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), com o apoio da Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) e financiamento da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) e da 2 Solve Engenharia e Tecnologia, está conduzindo um projeto inovador sob a coordenação do Prof. Dr. Arnaldo Gomes Leal Junior, do Departamento de Engenharia Mecânica do Centro Tecnológico da UFES. Este projeto é focado no desenvolvimento de plataformas robóticas inteligentes utilizando dispositivos fotônicos integrados para monitoramento, reabilitação e auxílio à locomoção em ambientes offshore. O principal objetivo deste projeto é integrar tecnologias fotônicas e nanotecnológicas em novas abordagens tecnológicas que visam a produção offshore do futuro. Este esforço é segmentado em três eixos principais, focando tanto na melhoria dos processos exploratórios quanto nas vantagens proporcionadas pelas tecnologias ópticas. Comunicação via Luz Visível: Propõe-se a utilização de comunicação através de luz visível para a comunicação entre sensores sem fio já presentes nos processos offshore. Monitoramento Contínuo de Estruturas Cimentícias: A integração de sensores ópticos em estruturas cimentícias permitirá o monitoramento contínuo da saúde estrutural, umidade e dilatação em misturas cimentícias expansivas usadas para cimentação e tamponamento de poços. Riser Inteligente: Desenvolver um riser inteligente com sensores de fibra óptica integrados para monitoramento contínuo de sinais acústicos, perfil de temperatura, vazão, presença de gases, pressão e pH.  Metas Físicas M01 – Tecnologias em Comunicações via Luz Visível: Desenvolvimento de tecnologias para comunicações de dispositivos submersos em exploração offshore utilizando luz visível. M02 – Desenvolvimento de Riser Inteligente: Criação de um riser inteligente com dispositivos fotônicos integrados para sensoriamento de variáveis estruturais e de processo. M03 – Misturas Cimentícias com Sensores Integrados: Desenvolvimento de misturas cimentícias com sensores integrados para monitoramento contínuo em operações de cimentação e tamponamento de poços. M04 – Difusão e Formação de Recursos Humanos: Estratégias para difusão das tecnologias desenvolvidas, formação de recursos humanos e prospecção de novos projetos.  Impacto Esperado Este projeto promete revolucionar a produção offshore ao integrar tecnologias de ponta em fotônica e nanotecnologia, proporcionando uma comunicação mais eficiente entre dispositivos e um monitoramento mais preciso das estruturas e processos. As tecnologias desenvolvidas terão um impacto significativo na segurança, eficiência e sustentabilidade das operações offshore, além de contribuir para a formação de novos profissionais capacitados em tecnologias avançadas. A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) se orgulha de apoiar projetos inovadores como este, que colocam o Espírito Santo na vanguarda das pesquisas tecnológicas aplicadas ao setor offshore. Para mais informações sobre este projeto e outros desenvolvimentos tecnológicos, visite o site da FEST. Projeto 960 Texto Vanessa Pianca