FEST – Fundação Espírito-santense de Tecnologia

Apresentação ao Ministério Público Estadual nova plataforma digital de monitoramento e fiscalização desenvolvida em parceria com a UFES

A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST),  juntamente com a Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), realizaram a apresentação oficial de uma inovadora plataforma digital de monitoramento e fiscalização ao Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES). A solução, desenvolvida pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) com apoio da FEST, marca o início de uma parceria estratégica voltada ao fortalecimento da governança, da transparência e do controle institucional sobre os instrumentos jurídicos da Repactuação. O projeto tem como objetivo desenvolver e implantar uma plataforma digital integrada, que permitirá ao MPES acompanhar, em tempo real, a execução física e financeira das ações previstas no Acordo Judicial da Repactuação. A ferramenta consolidará informações financeiras, contratuais, físicas e geográficas em um único ambiente, facilitando o cruzamento de dados e proporcionando diagnósticos completos e precisos. Entre suas funcionalidades, destacam-se: Geração de alertas automatizados sobre riscos e não conformidades; Visualização territorializada das ações no estado; Painéis de acompanhamento em tempo real; Subsídios estruturados para pareceres técnicos e análises estratégicas. Com enfoque em fiscalização inteligente, a plataforma oferecerá ao MPES uma visão abrangente e continuamente atualizada dos avanços, desafios e resultados da Repactuação no Espírito Santo, fortalecendo a tomada de decisão baseada em evidências. A reunião contou com a presença da Diretora da FEST, Patrícia Bourguignon Soares, da equipe do MPES, Promotora Dra. Elaine Costa de Lima,  Promotor Dr. Fabrício e Wagner Rossoni , além do Prof. André Abreu de Almeida, Coordenador do Escritório de Projetos da Superintendência de Projetos e Inovação (SPIN) e Gustavo Teixeira Cardoso, Diretor de Relações Interinstitucionais da UFES. Durante a apresentação, a Diretora da FEST destacou a relevância do projeto para as instituições públicas e para a sociedade capixaba: “Para a FEST, é motivo de orgulho apoiar uma iniciativa que moderniza processos, amplia a transparência e fortalece o papel fiscalizador do Ministério Público. Essa parceria com a UFES e o MPES reafirma nosso compromisso com soluções tecnológicas que geram impacto real no território e contribuem para uma gestão pública mais eficiente, confiável e orientada por dados.” Com essa nova parceria, FEST, UFES e MPES consolidam uma atuação integrada em prol da inovação pública, reforçando o uso da tecnologia como ferramenta essencial para monitoramento, prevenção de riscos e eficiência administrativa no Espírito Santo. Texto: Vanessa Pianca

FEST participa do evento “Restaura + Mariana” e reforça compromisso com a recuperação ambiental do Rio Doce

Desde o dia 5 de novembro, a Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST), junto com a Universidade Federa do Espírito Santo -Ufes, está participando do evento “Restaura + Mariana”, que marca os 10 anos do rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG). O encontro reúne pesquisadores, gestores públicos e representantes de instituições parceiras para refletir sobre os impactos e aprendizados decorrentes dessa tragédia ambiental, considerada uma das maiores do país. No primeiro dia de programação, a Profa. Dra. Elisabeth Henschel de Lima Costa do Departamento de Biologia Animal da Universidade Federal de Viçosa (MG), Coordenadora do Tema Ictiofauna, Ictioplâncton e Macroinvertebrados Dulcícolas do Programa de Monitoramento da Biodiversidade Aquática – Área Ambiental I Porção Capixaba do Rio Doce e Região Costeira e Marinha Adjacente (PMBA), apresentou a palestra “Diversidade e padrões da ictiofauna do Baixo Rio Doce: efeitos do desastre de Mariana e implicações para estratégias de conservação”. Nesta quarta-feira (06), a Diretora da FEST, Patrícia Bourguignon, participou ao lado do Prof. Dr. Fabian Sá, Coordenador do PMBA/FEST/UFES, da palestra “Programa de Monitoramento da Biodiversidade Aquática – PMBA: Ferramentas e Produtos”, que destacou os avanços e resultados do programa ao longo dos últimos sete anos de monitoramento contínuo dos ambientes aquáticos da bacia do Rio Doce. O evento também contou com a participação da Profa. Dra. Eneida Maria Eskinazi Sant’Anna do Departamento de Biodiversidade, Evolução e Meio Ambiente (DEBIO) do Instituto de Ciências Exatas e Biológicas (ICEB) da Universidade Federal de Ouro Preto, Coordenadora do Ambiente Dulcícola do PMBA/FEST/UFES, que ministrou a palestra “Como resiste a biodiversidade aquática a uma década de rejeito de mineração de ferro?”, e do Prof. Dr. Fabian Sá, que apresentou “Efeitos do desastre de Mariana nos ambientes costeiros e marinhos”, abordando os impactos de longo prazo na zona costeira e a importância das ações integradas de restauração ecológica. A participação da FEST no “Restaura + Mariana” reforça o compromisso institucional com a ciência, a cooperação e a recuperação ambiental, pilares que orientam o trabalho da Fundação em projetos estratégicos de monitoramento e conservação da biodiversidade. O evento reúne ainda representantes do PMBA/FEST (UFES e UFV), ICMBio, IBAMA, IEMA e outras instituições envolvidas na gestão ambiental e na pesquisa científica voltada à recuperação do Rio Doce e de seus ecossistemas associados. Ciência, compromisso e cooperação para restaurar e proteger nossos ecossistemas.

PMBA dá início às ações do novo Centro de Educação Ambiental da FEST com plantio de mudas nativas no Parque Costeiro da Vale

Nesta terça-feira, 5 de novembro, a equipe de Restinga Programa de Monitoramento da Biodiversidade Aquática – Área Ambiental I Porção Capixaba do Rio Doce e Região Costeira e Marinha Adjacente (PMBA), gerenciado e executado pela FEST em parceria com a UFES, foram os responsáveis pela  primeira ação oficial da Fundação como Centro de Educação Ambiental (CEA). A atividade aconteceu no Parque Costeiro da Vale, localizado na Praia de Camburi, em Vitória (ES), e marcou um momento simbólico de integração entre ciência, educação ambiental e comunidade. Coordenada pela Profa. Dra. Diolinda Moura Silva, do Departamento de Ciências Biológicas  do Centro de Ciências Humanas e Naturais (CCHN) da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), a ação consistiu no plantio de mudas nativas da restinga, contribuindo para a recuperação e conservação desse importante ecossistema costeiro. Durante a manhã, a equipe promoveu um intercâmbio de saberes e práticas ambientais, reforçando o compromisso do grupo com a defesa do meio ambiente e a educação voltada à sustentabilidade. O momento também serviu para aproximar a população das ações científicas realizadas pelo PMBA, mostrando, na prática, o impacto positivo das pesquisas desenvolvidas no Espírito Santo. “Esta primeira ação como Centro de Educação Ambiental representa um marco para a equipe e para o programa. Queremos que o espaço seja um ambiente vivo de aprendizado, sensibilização e valorização dos ecossistemas capixabas”, destacou a professora Diolinda Moura Silva. O Centro de Educação Ambiental da Restinga tem como propósito desenvolver atividades de formação, conscientização e engajamento socioambiental, aproximando a comunidade das práticas de conservação da biodiversidade e do uso sustentável dos recursos naturais. Com essa iniciativa, o PMBA/FEST/UFES reafirma seu compromisso com a preservação dos ecossistemas costeiros e com a educação ambiental como ferramenta de transformação social. Texto: Vanessa Pianca  

LabPETRo celebra 20 anos de pesquisa, inovação e parcerias estratégicas

O Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento de Metodologias para Análise de Petróleos (LabPETRo), da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), celebrou nesta semana seus 20 anos de fundação, duas décadas dedicadas à pesquisa científica, à inovação tecnológica e à formação de profissionais altamente qualificados para o setor de petróleo, gás e biocombustível no Brasil. O evento contou com a presença do professor Dr. Eustáquio Vinícius  Ribeiro de Castro, reitor da UFES e idealizador desse projeto, do superintendente da Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST), Armando Biondo Filho, da diretora-executiva da FEST, Patrícia Bourguignon Soares, além de representantes da Petrobras (Unidade do Espírito Santo),  Centro de Pesquisa da Petrobras – CENPES,  Findes, Arcelor, Projeto Tamar Pró-reitories e Diretores da Universidade Federal do Espírito Santo, entre outras autoridades e parceiros que marcaram a trajetória do laboratório. Criado em 2005, o LabPETRo se consolidou como um dos principais centros de competência do país na área de química do petróleo, abrangendo o Núcleo de Competências em Química do Petróleo (NCQP) e o Laboratório de Prestação de Serviços (LABSERV). Sua atuação envolve análises químicas de óleos brutos, desenvolvimento de metodologias, estudos físico-químicos, testes de produtos e gestão de resíduos e águas de formação,  caracterização de petróleo e derivados, estudos de águas, petrofísica, bicombustíveis, matrizes do pré-sal, destilação do petróleo, encustação carbonática, corrosão, pesquisas voltadas para a área do meio ambiente  além de fomentar ensino, extensão, divulgação científica e inovação tecnológica. Com 22 laboratórios e uma estrutura completa que inclui biblioteca, auditório, salas de pesquisa e convivência, o LabPETRo é um espaço onde ciência e prática se encontram para gerar soluções reais e promover o desenvolvimento sustentável. Uma história construída com coragem e colaboração  Durante a cerimônia, a diretora executiva da FEST, Patrícia Bourguignon Soares, relembrou sua própria trajetória, iniciada há 17 anos, quando iniciou sua atividades profissionais junto a Universidade Federal do Espírito Santo e a Petrobras – Centro de Competência em Óloes Pesados – COPES em virtude da regularização pela Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustível – ANP da cláusula de investimentos de P&D.  Ela destacou que participar da consolidação do LabPETRo foi uma experiência transformadora, que pavimentou o caminho até sua atuação atual à frente da Fundação e do Programa de Monitoramento da Biodiversidade Aquática (PMBA). “Hoje celebramos muito mais do que uma data. Celebramos uma história — uma história de sonhos que se tornaram ciência, que fomentaram a difusão do conhecimento e da tecnologia além das fronteiras capixabas. Os desafios viraram conquistas, e as pessoas transformaram ideias em impacto real”, afirmou Patrícia. A diretora lembrou ainda os primeiros anos de estruturação do laboratório, a criação do Centro de Competência em Óleos Pesados e o papel decisivo da parceria com a Petrobras e com o Centro de Pesquisas da Petrobras (CENPES), que uniu universidade e indústria em um modelo inédito de inovação no Espírito Santo. “O LabPETRo não é apenas um laboratório, é um laboratório de vidas, onde o conhecimento ganha forma e transforma o mundo ao seu redor. Cada pesquisador, professor, técnico, aluno e parceiro escreveu um capítulo essencial dessa história”, destacou. Ao encerrar sua fala, Patrícia reforçou que o LabPETRo segue olhando para o futuro com esperança e compromisso: “Os próximos 20 anos trarão novos desafios, a transição energética, a digitalização, a sustentabilidade. Mas se há algo que essa trajetória nos ensina é que a inovação nasce da coragem. E coragem é o que nunca nos faltou.” Compromisso com o futuro  O superintendente da FEST, Armando Biondo Filho, destacou a importância da parceria entre a Fundação e a UFES no fortalecimento da pesquisa científica e tecnológica. “O LabPETRo é um exemplo de como a cooperação entre academia, governo e setor produtivo pode gerar resultados concretos para a sociedade. A FEST tem orgulho de fazer parte dessa história”, afirmou. O reitor da UFES, professor Dr. Eustáquio Vinícius Ribeiro de Castro, também ressaltou o papel do laboratório na formação de pesquisadores e no avanço da ciência capixaba. “O LabPETRo representa o melhor da universidade pública: excelência acadêmica, compromisso social e capacidade de inovar para transformar”, declarou. A celebração dos 20 anos reforça o compromisso do LabPETRo, da UFES e da FEST com o desenvolvimento científico, tecnológico e sustentável do Espírito Santo e do Brasil.  

PMBA conquista 2º lugar no Prêmio Biguá e celebra sete anos de dedicação à conservação da vida aquática

O Programa de Monitoramento da Biodiversidade Aquática (PMBA) conquistou o 2º lugar na categoria Sociedade Civil do Prêmio Biguá de Sustentabilidade 2025, uma das maiores premiações ambientais do Espírito Santo, que neste ano reuniu mais de 200 projetos inscritos. O reconhecimento celebra não apenas o impacto das ações do programa, mas também seus sete anos de dedicação à conservação da vida aquática e ao fortalecimento da ciência ambiental capixaba. O PMBA atua na porção capixaba da Bacia do Rio Doce e na região marinha e costeira adjacente, monitorando, de forma sistemática e integrada, os impactos ambientais sobre espécies, cadeias alimentares, qualidade da água, sedimentos e ecotoxicidade. Desde sua criação, o programa tem sido essencial para compreender e mitigar os efeitos do rompimento da barragem de Fundão, contribuindo com dados científicos que subsidiam políticas públicas, ações de restauração e estratégias de conservação. Mais do que um projeto de pesquisa, o PMBA representa um compromisso coletivo com o meio ambiente, envolvendo pesquisadores, técnicos, estudantes, pescadores e comunidades locais. Seu trabalho contínuo e multidisciplinar fortalece a relação entre ciência e sociedade, ampliando o conhecimento sobre a biodiversidade aquática e promovendo o uso sustentável dos recursos naturais. O reconhecimento no Prêmio Biguá reforça a relevância dessa atuação e evidencia o papel da UFES e da FEST como instituições que transformam pesquisa em impacto social e ambiental. A conquista é um incentivo para que o PMBA siga avançando em novas frentes de monitoramento, tecnologia e engajamento comunitário, consolidando-se como referência na proteção dos ecossistemas aquáticos capixabas. Que venham muitos outros resultados e conquistas, porque cuidar da água, dos rios e do mar é cuidar da vida.  

FEST e UFES participam da Oficina de Planejamento e Execução do Fundo Rio Doce em Brasília

Começou nesta terça-feira (28), em Brasília, a Oficina de Planejamento e Execução do Fundo Rio Doce, promovida pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O evento reúne instituições parceiras e especialistas para discutir a governança, o planejamento e as diretrizes de execução dos recursos do Fundo Rio Doce, iniciativa voltada à recuperação socioambiental da bacia do Rio Doce. A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) participa do encontro representada por sua diretora, Patrícia Bourguignon Soares, e pelo coordenador do Programa de Monitoramento da Biodiversidade Aquática (PMBA), Prof. Dr. Fabian Sá. O PMBA é um projeto executado pela FEST com anuência da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), e tem papel fundamental na geração de dados científicos que orientam as ações de conservação da biodiversidade aquática na bacia. Também estão presentes e representando a FEST/PMBA/UFES a equipe do escritório de Projetos Rejane Rodrigues Monteiro, Anna Paula Lage Ribeiro, Ana Carolina Almeida Oliveira Cheibub. Durante a programação desta manhã, Patrícia Bourguignon e Fabian Sá apresentaram os avanços e resultados alcançados pelo PMBA, destacando a importância da integração entre pesquisa científica, gestão ambiental e participação social para a efetividade das ações de monitoramento. Também esteve presente o Reitor da UFES, Prof. Dr. Eustáquio Vinicius Ribeiro de Castro, que fez uma fala sobre o compromisso da universidade com o desenvolvimento de soluções técnicas e científicas voltadas à recuperação ambiental da região afetada pelo rompimento da barragem de Fundão. A oficina segue até o dia 29 de outubro, com mesas de debate e atividades voltadas à construção coletiva das diretrizes e cronogramas de trabalho para a execução do Acordo Rio Doce. O evento também conta com a participação de representantes da Casa Civil, do BNDES, do ICMBio e do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.

Comunidade de Jacaraípe conquista Termo de Autorização de Uso com apoio do projeto Redes Cidadania da FEST/UFES  

No dia 21 de outubro de 2025, foi assinada a autorização de uso da área para instalação do Estaleiro de Jacaraípe, um marco importante para a cidade da Serra e para a comunidade de pescadores local. O documento formaliza o direito de utilização do espaço e representa mais um avanço na construção de políticas públicas voltadas à gestão comunitária e ao fortalecimento da cidadania, com o apoio técnico do projeto Redes Cidadania, desenvolvido pela Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) em parceria com a Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). A assinatura do termo foi resultado de um processo de diálogo e cooperação entre a Prefeitura Municipal da Serra e representantes da comunidade de Jacaraípe, com acompanhamento ativo da equipe do projeto. A medida garante segurança jurídica e institucional ao uso  da área  para instalação do Estaleiro de Jacaraípe, um espaço reconhecido por sua relevância cultural, social e econômica no território. O projeto Redes Cidadania FEST/UFES tem atuado em diferentes municípios capixabas com o objetivo de fortalecer a organização popular, promover a inclusão social e estimular o diálogo entre comunidades e poder público. A conquista do termo de uso é reflexo direto desse trabalho, que aposta na construção coletiva e na valorização dos saberes locais. Segundo a equipe do projeto, a assinatura representa não apenas a regularização de um espaço, mas também a consolidação de um modelo participativo de gestão, em que a comunidade se torna protagonista da preservação e do uso social do Estaleiro. A FEST reafirma, com esse resultado, seu compromisso com o desenvolvimento sustentável, a cidadania ativa e o apoio a políticas públicas transformadoras em parceria com a UFES e as administrações municipais. Texto: Vanessa Pianca Projeto 947

FEST é oficialmente reconhecida como Centro de Educação Ambiental do Espírito Santo

Nesta quarta-feira, 16 de outubro de 2025, a Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) foi oficialmente reconhecida pelo Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (IEMA) como Centro de Educação Ambiental do Espírito Santo. O anúncio foi realizado durante o Seminário de Reconhecimento aos Novos Centros de Educação Ambiental, promovido pelo IEMA, por meio da Gerência de Educação Ambiental (GEA), na Escola de Serviço Público do Espírito Santo (ESESP), em Vitória. O evento reuniu instituições, gestores públicos, professores e representantes da sociedade civil comprometidos com o fortalecimento da rede capixaba de educação ambiental. A cerimônia também marcou a entrega das certificações aos novos centros reconhecidos em 2025 e aos participantes do curso de Políticas Públicas em Educação Ambiental da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). A partir deste reconhecimento, a FEST passa a atuar oficialmente como um polo articulador de ações educativas ambientais, de sensibilização e de promoção da sustentabilidade, integrando seus mais de 3 mil projetos já desenvolvidos ao longo de sua trajetória. Esses projetos abrangem áreas como conservação ambiental, pesquisa científica, inovação tecnológica, restauração ecológica, sustentabilidade industrial e formação de educadores. Estiveram presentes na solenidade o Superintendente da FEST, Prof. Dr. Armando Biondo Filho, a Diretora Patrícia Bourguignon Soares e a Profa. Dra. Diolina Moura Silva, coordenadora do novo Centro de Educação Ambiental do Espírito Santo. Professor Armando, destacou o significado do reconhecimento para a trajetória da instituição: “Ser reconhecida como Centro de Educação Ambiental do Espírito Santo é o reflexo de uma história construída com compromisso e dedicação. A FEST tem em seu DNA o apoio à pesquisa, à ciência e à sustentabilidade. Este título reforça nosso papel como elo entre o conhecimento científico e a transformação social, e nos motiva a continuar formando redes, fortalecendo parcerias e inspirando novas gerações para o cuidado com o meio ambiente.” Durante o evento, Patrícia Bourguignon, ressaltou a importância da integração entre ciência, educação e sociedade: “Esse reconhecimento reafirma o propósito da FEST de unir a tecnologia e o desenvolvimento à responsabilidade socioambiental. Com mais de três mil projetos realizados, a Fundação mostra que é possível fazer ciência com impacto e compromisso ético. Ser um Centro de Educação Ambiental do Espírito Santo amplia nossa capacidade de conectar pessoas, ideias e práticas em prol de um Espírito Santo mais sustentável.” Em sua fala a Professora Diolina, enfatizou o potencial educativo e transformador da iniciativa: “A educação ambiental é um caminho de diálogo, escuta e construção coletiva. O Centro de Educação Ambiental do Espírito Santo nasce com a missão de promover experiências formativas que unam saberes acadêmicos e populares, fortalecendo comunidades e despertando o senso de pertencimento ambiental. Este é um reconhecimento que carrega também uma grande responsabilidade, a de fazer a diferença, inspirando mudanças reais.” Com o reconhecimento do IEMA, a FEST reafirma seu compromisso com a formação cidadã, a inovação sustentável e a preservação ambiental, fortalecendo seu papel como agente de transformação e como referência na promoção da educação ambiental em todo o estado.    

Confira os destaques do Boletim FEST. Veja mais!

  Setembro foi daqueles meses que enchem a gente de orgulho! 🌟 Cheio de conquistas, parcerias e histórias que mostram como o trabalho da FEST faz diferença em várias frentes — da conservação ambiental à educação científica, passando por momentos de reconhecimento e cooperação. Começamos celebrando os 7 anos do PMBA, um projeto que se tornou símbolo da proteção à biodiversidade capixaba. Sete anos de dedicação, pesquisa e resultados que fortalecem o cuidado com o nosso meio ambiente — e mostram o quanto a parceria entre a UFES, FEST e órgãos ambientais tem dado certo. Tivemos também um marco importante em Conceição da Barra, onde o nosso superintendente acompanhou a transferência de gestão do Complexo de Pesca. Um passo que representa mais autonomia e fortalecimento das comunidades locais, além de reafirmar o compromisso da FEST com o desenvolvimento sustentável. Na área da divulgação científica, seguimos avançando com a construção da segunda Praça da Ciência do Espírito Santo, em Venda Nova do Imigrante. Um espaço pensado para despertar a curiosidade, aproximar a ciência das pessoas e inspirar novas gerações de pesquisadores. Setembro também foi tempo de diálogo e articulação nacional: a abertura do II Encontro Nacional dos Órgãos Estaduais de Terra e do I Encontro Técnico do Nordeste marcou o início de novas trocas e parcerias, com a FEST presente nessa importante conversa sobre o futuro da política fundiária no país. E não paramos por aí! Recebemos na Fundação a equipe do ICMBio, fortalecendo o Projeto Bolsa Verde, que une conservação ambiental e inclusão social — um exemplo de como é possível cuidar da natureza e das pessoas ao mesmo tempo. Por fim, nossa seção “Quem faz a FEST” trouxe uma história que aquece o coração: Joice Elisa Thomes, que com sua alegria, dedicação e gratidão inspira colegas e mostra o valor humano que move nossa instituição todos os dias. Setembro foi intenso, bonito e cheio de motivos para comemorar. Que venham os próximos meses com ainda mais realizações, parcerias e boas histórias para contar — porque, juntos, seguimos transformando ideias em resultados que fazem diferença! Saiba mais sobre esses assuntos nessa edição, boa leitura! Clique aqui para acessar! Textos: Vanessa Pianca

FEST é uma das oito instituições selecionadas pelo Google e Instituto Clima e Sociedade (iCS) para investir em soluções de sustentabilidade digital no Brasil

A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) está entre os oito projetos premiados pelo edital “Desafio IA Natureza & Clima”, iniciativa do Google Brasil e do Instituto Clima e Sociedade (iCS), que investirá R$ 18 milhões em soluções de sustentabilidade digital no país. Entre 395 propostas inscritas em todo o Brasil, o projeto da FEST, desenvolvido em parceria com O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA)  foi selecionado por sua proposta inovadora que alia inteligência artificial, automação e integração de dados geoespaciais à plataforma Terras do Brasil. A iniciativa busca apoiar políticas públicas e fortalecer a governança fundiária e ambiental, permitindo o monitoramento contínuo do uso da terra, a geração automatizada de diagnósticos e o desenvolvimento de indicadores de desempenho. Com isso, pretende-se oferecer ao poder público uma ferramenta tecnológica de ponta para uma gestão territorial mais eficiente, precisa e orientada por dados. Além do avanço tecnológico, o projeto também prevê melhorias na experiência do usuário, com assistentes virtuais inteligentes que ajudarão gestores e cidadãos em processos de regularização fundiária. Outro destaque é o uso de IA para identificar corredores ecológicos, conciliando ocupação produtiva e preservação ambiental, fortalecendo a sustentabilidade e a resiliência dos ecossistemas. “Estar entre os oito projetos selecionados pelo Google e iCS é um reconhecimento da capacidade técnica e da visão inovadora que a FEST tem construído ao longo dos anos em parceria com a UFES. Esse projeto reforça nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável, com a inovação digital e com o uso responsável da tecnologia em benefício da sociedade”, destaca Patrícia Bourguignon Soares, diretora da FEST. Bourguignon ressalta a importância do uso da inteligência artificial como aliada da sustentabilidade e da gestão pública: “Com o apoio do Google e do iCS, poderemos ampliar a capacidade da plataforma Terras do Brasil, levando a tecnologia a um novo patamar de integração e impacto social. Nosso objetivo é contribuir para uma governança territorial mais transparente, eficiente e ambientalmente equilibrada.” O superintendente da Fundação, Armando Biondo Filho, também celebrou a conquista: “Esse resultado é fruto da dedicação de nossas equipes e da sólida parceria com a UFES. A FEST tem se consolidado como uma ponte entre ciência, tecnologia e gestão pública, e esse reconhecimento nacional mostra que estamos no caminho certo para contribuir com soluções que unem eficiência administrativa e sustentabilidade ambiental.” O anúncio oficial dos oito projetos selecionados ocorreu nesta quarta-feira, durante evento realizado no hotel Brasília Palace, que reuniu especialistas, gestores públicos e representantes das organizações contempladas. O investimento, financiado pelo Google.org, representa o maior aporte já feito pela organização em projetos de sustentabilidade na América Latina. A execução dos projetos tem início previsto para novembro de 2025, durante a COP30, com conclusão em outubro de 2027. Com o projeto Terras do Brasil – Inteligência Artificial contribuindo para a governança responsável, a FEST reforça sua missão de promover a integração entre ciência, tecnologia e sustentabilidade, colocando o Espírito Santo e o Brasil na vanguarda das soluções digitais voltadas para o meio ambiente e o desenvolvimento sustentável.