FEST – Fundação Espírito-santense de Tecnologia

Confira os destaques do Boletim FEST. Veja mais!

Editorial – Fevereiro de avanços, cuidado e pessoas na FEST. O mês de fevereiro foi marcado por importantes conquistas, reflexões e momentos de fortalecimento institucional na Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST). Mais uma vez, nossa Fundação demonstrou que seu papel vai muito além da gestão administrativa de projetos: somos parte ativa na construção de soluções inovadoras, no fortalecimento da ciência e na valorização das pessoas que fazem tudo acontecer. 🚀 Logo no início do mês, a FEST esteve presente em Brasília para o Kick-off do projeto do edital do Instituto Clima e Sociedade (iCS), que marca o início do desenvolvimento de novos módulos com Inteligência Artificial para a Plataforma Terras do Brasil. A participação da Fundação nesse momento estratégico reforça nosso compromisso com iniciativas que unem tecnologia, inovação e impacto social, contribuindo para soluções mais eficientes na gestão territorial e ambiental do país. Fevereiro também foi um período importante para reafirmarmos nosso compromisso com a responsabilidade institucional e o cumprimento rigoroso das normas legais. Recebemos uma fiscalização de rotina da Polícia Federal referente ao controle de produtos químicos. A visita reforçou a importância dos processos de rastreabilidade, controle e transparência adotados pela FEST, demonstrando que nossas práticas estão alinhadas com os mais altos padrões de conformidade e segurança. Outro momento significativo foi a realização da eleição da nova Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) para a gestão 2026/2027. O processo, que contou com ampla participação dos colaboradores, reforça o compromisso coletivo com um ambiente de trabalho cada vez mais seguro, saudável e participativo. A CIPA é um espaço essencial de diálogo e construção conjunta, onde a prevenção e o cuidado com as pessoas são prioridades permanentes. E, como sempre fazemos questão de destacar, por trás de cada projeto, cada processo e cada conquista, existem pessoas dedicadas que dão vida à nossa Fundação. Neste mês, a seção “Quem faz a FEST” trouxe a história de Emmanoel Cavalcante, do setor de Recursos Humanos. Com seu jeito leve, sorriso fácil e olhar atento para as rotinas e desafios do trabalho, Emmanoel representa bem o espírito colaborativo e humano que caracteriza a FEST. Assim, fevereiro se encerra com a certeza de que seguimos avançando em múltiplas frentes: fortalecendo parcerias, garantindo a excelência em nossos processos e valorizando as pessoas que constroem diariamente a história da Fundação. Que os próximos meses continuem sendo de trabalho produtivo, inovação e conquistas compartilhadas. 🌱💙 Saiba mais sobre esses assuntos nessa edição, boa leitura! Clique aqui para acessar! Textos: Vanessa Pianca

ICMBio, UFES, FEST e CEBIMAR-USP promovem 2ª Expedição Científica às Montanhas Submarinas Vitória-Trindade/ES

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade-ICMBio, juntamento com a Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), o Centro de Biologia Marinha da Universidade de São Paulo (CEBIMAR/USP) e a ONG Voz da Natureza promovem até 05 de abril (20 dias), a 2ª Expedição à cadeia de montanhas submarinas Vitória-Trindade, localizados no Espírito Santo, a 1.200 km da costa e cujas formações integram as Grandes Unidades de Conservação Oceânicas, geridas pelo ICMBio. A bordo do Navio DeepSea, a expedição está sendo possível graças ao patrocínio de instituições como o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST), reunindo pesquisadores da UFES e do Centro de Biologia Marinha da Universidade de São Paulo – CEBIMar/USP, técnico do ICMBio, além de um médico. A expedição tem como objetivo monitorar as ilhas e montes com ROVs – Remotely Operated Vehicle (Veículo Operado Remotamente) e outros equipamentos de mergulhos profundos. A ação integra o projeto Biodiversidade e Conservação do Arquipélago de Martim Vaz e do Monte Colúmbia, além do Monumento Natural das Ilhas de Trindade. A proposta foi elaborada por pesquisadores do CEBIMar/USP e se encontra contemplada em uma chamada CNPq. A Fundação Espírito-santense de Tecnologia – FEST também apoia a expedição, além do CNPq e FAPESP, e conta com coordenação executiva da OSCIP Voz da Natureza – um projeto de divulgação e popularização de estudos e ciência marinha, mostrando cientistas brasileiros e do mundo. A coordenação institucional da expedição fica a cargo do ICMBio, considerando que as Grandes Unidades Oceânicas são geridas pelo ICMBio, e além de berçários de rica biodiversidade marinha, possuem o maior sítio reprodutivo das tartarugas-verdes (Chelonias mydas) no Brasil – uma riqueza própria de ilhas oceânicas, isoladas e montes submarinos ainda desconhecidos. As universidades diretamente envolvidas na expedição estão disponibilizando os meios, equipamentos e equipes técnicas para o registro da biodiversidade nestas importantes e desconhecidas áreas protegidas federais, geridas pelo ICMBio. São parceiros nesta expedição, ainda, a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar/SP) e da University of New Castle (Universidade do Reino Unido) e REVIMAR/MMA. Comunicação ICMBio Solicitações de entrevistas e informações: Sandra Tavares – Jornalista ICMBio – 27-999997116

Oficinas participativas marcam início das ações do projeto de recuperação hidroambiental na Bacia do Rio Grande

As primeiras ações do Projeto de Recuperação Hidroambiental e Produtivo em Assentamentos da Reforma Agrária na Bacia do Rio Grande, desenvolvido pela Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) em parceria com a Axia Energia Centrais Elétricas Brasileiras S.A, começaram a ser realizadas nesta semana com a realização de oficinas de Diagnóstico Rápido Participativo (DRP) em assentamentos da reforma agrária em Minas Gerais. As atividades estão ocorrendo em 10 assentamentos localizados nos municípios de Veríssimo, Campo Florido, Prata e Campina Verde, envolvendo diretamente as famílias que vivem e produzem nesses territórios. O objetivo das oficinas é levantar, de forma participativa e territorializada, as condições socioambientais, produtivas e organizacionais das comunidades, subsidiando a elaboração de um diagnóstico detalhado que orientará as próximas etapas do projeto. A iniciativa busca promover a revitalização e preservação dos recursos hídricos da Bacia do Rio Grande, aliando recuperação ambiental ao fortalecimento produtivo e à melhoria da qualidade de vida das comunidades rurais. Metodologia participativa valoriza conhecimento local  Cada assentamento recebe dois dias de atividades, conduzidas por equipe técnica especializada, utilizando metodologias participativas que reconhecem o conhecimento e a experiência das famílias assentadas como elementos centrais do processo de diagnóstico. Entre as ferramentas utilizadas nas oficinas estão: Mapa Falado – atividade em que os próprios assentados representam graficamente o território, identificando recursos naturais, áreas degradadas, infraestruturas, conflitos de uso da terra e potencialidades locais, permitindo uma leitura coletiva do espaço onde vivem e produzem; Diagrama de Venn – ferramenta que mapeia as relações institucionais do assentamento, identificando instituições, organizações e serviços públicos presentes no território, bem como o nível de proximidade e influência dessas relações na comunidade; Matriz de Problemas e Potencialidades – análise participativa dos principais desafios enfrentados pelas famílias nas dimensões ambiental, produtiva, social e de infraestrutura, além das oportunidades existentes para superá-los; Calendário Sazonal – levantamento dos ciclos produtivos, períodos de escassez hídrica, atividades agrícolas e vulnerabilidades ao longo do ano, contribuindo para o planejamento das ações de recuperação ambiental e fortalecimento da produção. As informações levantadas durante as oficinas estão sendo sistematizadas pela equipe técnica e irão compor um documento de diagnóstico socioambiental e produtivo de cada assentamento. Esse material servirá como base para o planejamento das intervenções previstas pelo projeto, como recuperação de áreas degradadas, manejo sustentável dos recursos hídricos, fortalecimento das cadeias produtivas locais e ampliação da articulação institucional. De acordo com a diretora da FEST e coordenadora do projeto, Patrícia Bourguignon, o início das atividades em campo representa um passo fundamental para garantir que as ações do projeto sejam alinhadas às realidades locais. “Nosso compromisso é construir soluções junto com as comunidades. O diagnóstico participativo permite compreender profundamente as necessidades, desafios e potencialidades de cada território, garantindo que as ações de recuperação ambiental e fortalecimento produtivo sejam realmente eficazes e sustentáveis”, destaca Patrícia. Os resultados iniciais das oficinas têm sido bastante positivos. As famílias assentadas têm demonstrado alto nível de engajamento e colaboração, participando ativamente das discussões e compartilhando conhecimentos detalhados sobre seus territórios, práticas produtivas e desafios cotidianos. Segundo a equipe técnica responsável pelas atividades, esse envolvimento fortalece não apenas a qualidade das informações coletadas, mas também o sentimento de pertencimento e protagonismo das comunidades no processo de construção das soluções. Ao integrar saberes locais, metodologias participativas e planejamento técnico, o projeto busca consolidar um modelo de desenvolvimento que combine recuperação ambiental, segurança hídrica, produção sustentável e geração de renda, contribuindo para a sustentabilidade da Bacia do Rio Grande e para o fortalecimento das comunidades rurais da região. Texto: Vanessa Pianca   IMG_0322 IMG_0361 IMG_0190 IMG_0117 IMG_0093 IMG_0060 IMG_0053 IMG_9903 IMG_9875 IMG_9836 Load More End of Content.

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Editorial | Janeiro de 2026 Janeiro de 2026 inaugura o ano com presença ativa, diálogo qualificado e fortalecimento de vínculos institucionais. A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) inicia o período reafirmando seu compromisso com o desenvolvimento sustentável, a recuperação ambiental da Bacia do Rio Doce e a valorização das pessoas que constroem, diariamente, a Fundação.  No cenário nacional, a FEST participou de evento realizado em Salvador (BA) que reuniu representantes de diferentes instituições para debater o Novo Rio Doce e a retomada econômica no eixo rural. O encontro destacou a importância de estratégias integradas que conciliem recuperação ambiental, fortalecimento das atividades produtivas e justiça socioeconômica nos territórios impactados. A participação da FEST reforça seu papel como agente técnico e institucional qualificado nos debates que orientam políticas e ações estruturantes para a região. Também em janeiro, o PRODOCE reuniu especialistas de diversas áreas, marcando oficialmente o início de uma nova etapa voltada à descontaminação e à reabilitação produtiva da Bacia do Rio Doce. O momento simboliza avanços importantes na construção de soluções baseadas em ciência, inovação e cooperação interinstitucional, com foco na recuperação ambiental associada à retomada segura e sustentável das atividades econômicas. A FEST integra esse esforço coletivo, contribuindo com sua experiência técnica e capacidade de gestão de projetos complexos. No âmbito interno e institucional, o evento do PMBA, realizado na UFES, promoveu a integração entre as equipes do Espírito Santo e de Minas Gerais. Mais do que um encontro técnico, o momento fortaleceu o diálogo, o alinhamento de ações e a construção conjunta de estratégias, reafirmando que resultados consistentes nascem da cooperação, do trabalho em rede e da confiança entre as equipes. Encerrando o mês, a seção Quem faz a FEST homenageia Daniela Gomes Pires Sousa. A delicadeza que organiza, a firmeza que constrói. Daniela representa o equilíbrio entre sensibilidade e responsabilidade. Com atenção aos detalhes, postura ética e compromisso com o coletivo, sua atuação contribui para que os processos fluam com organização, respeito e eficiência. Seu trabalho silencioso e consistente sustenta o cotidiano da Fundação e reflete os valores que orientam a FEST. Assim, janeiro se conclui como um mês de presença, construção e reconhecimento. A FEST segue firme em sua missão de apoiar a ciência, o desenvolvimento territorial e as pessoas porque é assim, com técnica e humanidade, que o futuro se constrói. Saiba mais sobre esses assuntos nessa edição, boa leitura! Clique aqui para acessar! Textos: Vanessa Pianca

1245 / 1383 – FEST participa de Kick-off em Brasília para desenvolvimento de módulos com Inteligência Artificial na Plataforma Terras do Brasil

A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) está em Brasília participando do Kick-off do projeto do edital do iCS (Instituto Clima e Sociedade), que marca o início do desenvolvimento de novos módulos baseados em Inteligência Artificial para a Plataforma Terras do Brasil. O evento reúne representantes do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), da FEST e do GT4, consolidando uma agenda estratégica voltada ao fortalecimento da governança responsável da terra por meio da inovação tecnológica. O projeto prevê a criação de funcionalidades baseadas em IA capazes de aprimorar a análise de dados e apoiar a tomada de decisão na gestão territorial. A iniciativa integra tecnologia, governança digital e conformidade com os padrões do Governo Federal, incluindo requisitos de acessibilidade (eMAG), identidade visual do Design System do Governo Federal, segurança da informação e adequação integral à LGPD. A execução seguirá metodologia ágil (Scrum), com ciclos de entregas quinzenais, garantindo previsibilidade, transparência e acompanhamento contínuo pelo Ministério. A infraestrutura tecnológica contará com ambientes segregados de Desenvolvimento (DEV) e Homologação (HML), assegurando rastreabilidade, segurança e qualidade nas entregas. Além do desenvolvimento tecnológico, a gestão financeira do projeto será realizada pela FEST por meio do sistema Conveniar, permitindo total transparência na execução orçamentária. Para a diretora da FEST, Patrícia Bourguignon, o projeto representa mais um passo estratégico da Fundação no apoio a políticas públicas estruturantes: “Participar do desenvolvimento de soluções tecnológicas que fortalecem a governança territorial do Brasil é uma responsabilidade e, ao mesmo tempo, um orgulho para a FEST. Estamos unindo inteligência artificial, rigor técnico e gestão eficiente para entregar resultados que impactam diretamente a formulação e a execução de políticas públicas. Esse projeto reforça nosso compromisso com a inovação, a transparência e o desenvolvimento sustentável.” O encontro em Brasília também foi marcado por alinhamentos técnicos, definição de próximos passos e pactuação dos acordos de trabalho entre as equipes, consolidando as bases para uma execução integrada e colaborativa. A FEST reafirma, com essa iniciativa, seu papel como fundação de apoio comprometida com excelência, inovação e contribuição efetiva para o fortalecimento das políticas públicas nacionais. Texto: Vanessa Pianca Projeto: 1383

FEST passa por fiscalização da Polícia Federal e reforça compromisso com controle rigoroso de produtos químicos

Nesta semana, a Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) recebeu uma fiscalização de rotina da Polícia Federal (PF), reforçando a importância dos processos de controle, rastreabilidade e conformidade legal adotados pela instituição na aquisição e destinação de produtos químicos controlados. A fiscalização está relacionada às autorizações especiais exigidas para a compra, o armazenamento e a destinação de substâncias químicas que, embora essenciais para atividades de ensino, pesquisa científica e desenvolvimento tecnológico, também podem ser utilizadas de forma indevida, como na produção de entorpecentes ou outros ilícitos. Entre esses produtos estão solventes orgânicos amplamente utilizados em laboratórios, como a acetona e outros compostos similares. Controle federal rigoroso e prestação de contas permanente No Brasil, a comercialização e o uso desses produtos são rigidamente controlados pela Polícia Federal. Empresas e instituições autorizadas precisam manter um sistema de gestão detalhado, com controle de estoque, registro de entradas e saídas, notas fiscais, informações sobre concentração dos produtos e destinação final. Esses dados são reportados periodicamente à PF por meio de sistemas oficiais, com a obrigatoriedade de envio mensal dos chamados “mapas de controle”. Além do acompanhamento mensal, as instituições autorizadas passam por auditorias e fiscalizações presenciais periódicas. Durante essas ações, a Polícia Federal verifica toda a documentação, os registros de estoque e a conformidade das operações realizadas. Qualquer inconsistência pode gerar apontamentos, que vão desde irregularidades formais — como erros de digitação ou divergências documentais — até situações mais graves, como a ausência de registros, falhas no controle de estoque ou destinação inadequada de produtos. Papel institucional da FEST A FEST possui uma atuação específica nesse processo: a Fundação realiza a aquisição de produtos químicos controlados e a doação desses materiais para universidades e institutos de pesquisa, apoiando diretamente atividades acadêmicas e científicas. Por esse motivo, o controle não se limita apenas ao estoque interno da Fundação, mas também envolve o acompanhamento da destinação e do uso desses insumos junto às instituições beneficiadas. Esse modelo exige uma estrutura administrativa e técnica robusta, com sistemas adequados, procedimentos bem definidos e a atuação de responsáveis técnicos da área de Química, garantindo total rastreabilidade dos produtos desde a compra até o uso final. Autorizações raras e alto nível de exigência Atualmente, são poucas as empresas e instituições no Espírito Santo que possuem esse tipo de licença junto à Polícia Federal. A autorização exige o cumprimento de uma série de requisitos legais, técnicos e operacionais, além da demonstração contínua de capacidade para manter controles rigorosos e atender às exigências dos órgãos fiscalizadores. Além da licença da Polícia Federal, a FEST também detém autorização do Exército Brasileiro, órgão responsável pelo controle de produtos químicos que podem ser utilizados na fabricação de explosivos. Substâncias como o ácido nítrico, por exemplo, são fundamentais em diversas aplicações laboratoriais e industriais na área da Química, mas também possuem potencial de uso na produção de explosivos, o que justifica a fiscalização específica. Assim como no caso da Polícia Federal, o Exército realiza o acompanhamento das aquisições, do estoque e da destinação desses produtos, exigindo a renovação anual das licenças e a prestação contínua de informações por parte das instituições autorizadas. Compromisso com a legalidade e a ciência A fiscalização realizada nesta semana reforça o compromisso da FEST com a legalidade, a transparência e a responsabilidade no apoio à pesquisa científica. Manter essas autorizações ativas demonstra não apenas o cumprimento da legislação, mas também a seriedade da Fundação na gestão de insumos sensíveis, contribuindo para o desenvolvimento científico e tecnológico de forma segura e responsável. A FEST segue atuando em conformidade com todos os órgãos reguladores, garantindo que universidades e institutos de pesquisa tenham acesso a materiais essenciais para suas atividades, sempre dentro dos mais altos padrões de controle e segurança. Texto: Vanessa Pianca

PRODOCE reúne especialistas e marca início de nova etapa para descontaminação e reabilitação produtiva da Bacia do Rio Doce

Vitória (ES) — Nesta sexta-feira (30), no auditório do LabPetro, no campus de Goiabeiras da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), a reunião de apresentação do Projeto PRODOCE – Protocolos de Descontaminação e Reabilitação Produtiva da Bacia do Rio Doce. A iniciativa marca um novo esforço institucional para consolidar bases técnico-científicas voltadas à recuperação ambiental e à retomada segura das atividades produtivas ao longo da bacia e do litoral norte capixaba. Iniciativa da Casa Civil da Presidência da República, em articulação com os ministérios do Desenvolvimento Agrário, da Agricultura e Pecuária, o ProDoce integra o Novo Acordo do Rio Doce e busca estabelecer protocolos técnicos para a descontaminação ambiental e a reabilitação produtiva das áreas impactadas pelo rompimento da barragem de Fundão. O encontro reuniu representantes do governo federal, universidades, instituições de pesquisa e órgãos técnicos ligados à agricultura, ao desenvolvimento agrário e ao meio ambiente. A partir da reunião, será constituído um grupo de trabalho multidisciplinar, responsável por dar início à execução do projeto e acompanhar suas próximas etapas. O PRODOCE está inserido no âmbito do Novo Acordo do Rio Doce, estabelecido após o rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), em 2015, e tem como foco a validação e consolidação de protocolos técnicos de descontaminação ambiental e reabilitação produtiva, com atenção especial à saúde dos solos e dos vegetais. Articulação institucional e base científica A mesa de abertura contou com a participação de representantes da Casa Civil, do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e da Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST), instituição que dá apoio técnico e administrativo ao projeto. Para a diretora da FEST, Patrícia Bourguignon, o PRODOCE representa um avanço importante na articulação entre ciência, políticas públicas e demandas sociais. “O PRODOCE nasce do compromisso com soluções baseadas em evidências científicas e com a responsabilidade de transformar conhecimento em ações concretas. A FEST tem orgulho de executar um projeto que busca garantir segurança alimentar, sustentabilidade ambiental e a retomada produtiva de forma segura e responsável”, afirmou. A proposta do projeto é subsidiar decisões técnicas e institucionais com dados consolidados, dialogando com pesquisas já realizadas na região, como aquelas desenvolvidas no âmbito do PMBA (Programa de Monitoramento da Biodiversidade Aquática) e de universidades federais. Armando Biondo, superintendente da FEST, destacou que o PRODOCE consolida um modelo de atuação baseado em cooperação técnica e responsabilidade pública. “A FEST atua como ponte entre o conhecimento científico produzido nas universidades e a implementação de políticas públicas efetivas. O PRODOCE traduz esse papel ao estruturar protocolos técnicos que permitem avançar na recuperação ambiental e produtiva da Bacia do Rio Doce com transparência, rigor técnico e foco no interesse coletivo”, afirmou. Retomada produtiva com segurança Representando o MDA, Adriana Veiga Aranha, da Gerência Regional da Anater, destacou a importância do projeto para os territórios rurais afetados. “A reabilitação produtiva precisa caminhar junto com a segurança dos alimentos e a proteção ambiental. O PRODOCE cria uma base técnica sólida para orientar políticas públicas e garantir que agricultores e agricultoras possam produzir com confiança e dignidade”, disse. Segundo ela, o projeto contribui para reduzir incertezas técnicas e ampliar a capacidade do Estado de responder de forma estruturada aos impactos socioambientais na bacia. UFES como polo articulador do conhecimento O reitor da UFES, professor doutor Eustáquio Vinícius Ribeiro de Castro, ressaltou o papel das universidades públicas na construção de soluções de longo prazo. “A UFES reafirma seu compromisso com a sociedade ao colocar sua capacidade científica a serviço da recuperação ambiental e produtiva da Bacia do Rio Doce. Projetos como o PRODOCE mostram que a universidade pública é essencial na mediação entre ciência, políticas públicas e necessidades reais da população”, afirmou. Além da UFES, participaram da reunião pesquisadores e representantes da Universidade Federal de Viçosa (UFV), da Embrapa Milho e Sorgo, da Embrapa Cerrados, do Incaper e de áreas técnicas do MAPA. Próximos passos Ao longo do dia, foram apresentados o escopo do projeto, sua abrangência territorial, que inclui áreas de Minas Gerais e do Espírito Santo, e o plano de trabalho inicial. A programação também incluiu o debate sobre a Portaria SE/MAPA nº 61/2026, que orienta a composição do grupo de trabalho responsável pelo acompanhamento técnico do PRODOCE. O grupo será formado por especialistas em solos, vegetais, produção agropecuária, saúde ambiental e recuperação produtiva, com a missão de construir protocolos que orientem ações futuras de forma integrada e sustentável. Ao final do encontro, os participantes destacaram a importância da cooperação interinstitucional e do diálogo contínuo entre ciência, governo e sociedade. A expectativa é que o PRODOCE se torne uma referência nacional na formulação de estratégias para recuperação ambiental associada à produção segura de alimentos. Texto: Vanessa Pianca

FEST participa de evento nacional em Salvador sobre o Novo Rio Doce e a Retomada Econômica no Eixo Rural

📍 Salvador/BA A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) esteve representada em Salvador (BA) pela sua Diretora, Patrícia Bourguignon, durante evento que reuniu autoridades nacionais para a apresentação de projetos estratégicos da pauta do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA). Entre os destaques, esteve a divulgação do Novo Rio Doce ” Repactuação, no âmbito do Anexo 5 – Programa de Retomada Econômica | Eixo Rural”, iniciativa voltada à recuperação socioeconômica da Bacia do Rio Doce. O evento foi realizado no Parque de Exposições Agropecuárias de Salvador e contou com a presença do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, do Governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, além de deputados federais e estaduais, gestores públicos e representantes de instituições estratégicas envolvidas nas ações de desenvolvimento rural e reconstrução dos territórios impactados. A participação da FEST ocorreu em articulação com a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (ANATER), reforçando o papel da Fundação no apoio técnico, institucional e científico às políticas públicas voltadas à retomada econômica sustentável da região do Rio Doce. De acordo com a Diretora da FEST, Patrícia Bourguignon, a presença da Fundação em um espaço de articulação nacional é fundamental para fortalecer a integração entre ciência, gestão e políticas públicas. “A Repactuação do Rio Doce representa um marco importante para a reconstrução dos territórios e para o fortalecimento das comunidades rurais. A FEST tem atuado de forma comprometida, contribuindo com conhecimento técnico, gestão de projetos e articulação institucional para que essas ações se traduzam em desenvolvimento sustentável e melhoria da qualidade de vida da população”, destacou. Também estiveram presentes no encontro o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, o presidente da ANATER, Camilo Capiberibe, e a gerente extraordinária de Retomada da Bacia do Rio Doce da ANATER, Adriana Aranha, reforçando o alinhamento entre as diferentes esferas de governo e instituições executoras. A participação da FEST no evento reafirma seu compromisso com o diálogo interinstitucional, a articulação de parcerias e o apoio à implementação de iniciativas estruturantes voltadas à retomada econômica, ao desenvolvimento rural e à recuperação socioambiental da Bacia do Rio Doce. Texto: Vanessa Pianca

Evento do PMBA promove integração entre equipes do Espírito Santo e Minas Gerais na UFES

Nos dias 22 e 23 de janeiro, a Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) e a Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), enquanto executoras do Programa de Monitoramento da Biodiversidade Aquática (PMBA) no âmbito do Novo Acordo do Rio Doce, realizaram um evento técnico no LABPETRO/UFES, reunindo coordenadores e pesquisadores que atuaram no PMBA no território de Minas Gerais por meio dos editais da FAPEMIG. A iniciativa teve como objetivo principal avançar no diálogo sobre a operacionalização do escopo do PMBA em Minas Gerais para os próximos dez anos, promovendo alinhamento metodológico, integração entre equipes e o fortalecimento das estratégias de execução do Programa no território mineiro. Durante o evento, os Gestores do PMBA apresentou a Cadeia de Valor do Programa e o Sistema de Gestão de Dados, detalhando fluxos de informação, governança, integração entre frentes de trabalho e os processos que sustentam a produção, organização e uso dos dados ambientais gerados pelo monitoramento. Segundo um dos gestores do Acordo e coordenador do PMBA, professor doutor Fabian Sá, o encontro representa um passo estratégico para garantir a consistência e a qualidade das ações do Programa ao longo do tempo. “Este é um momento fundamental para alinhar expectativas, discutir possibilidades de atuação e construir, de forma conjunta, uma execução ordenada e integrada do PMBA em toda Bacia do Rio Doce. O diálogo com os pesquisadores que já atuaram no Programa fortalece a base técnica e científica necessária para os próximos ciclos de trabalho”, destacou. A Gestora do Acordo é diretora da FEST, Patrícia Bourguignon, ressaltou a importância da cooperação institucional e do papel da Fundação no gerenciamneto do Programa. “A FEST tem orgulho de atuar há sete anos no PMBA e contribuir para a articulação entre universidades, pesquisadores e instituições parceiras. Eventos como este reforçam o compromisso com a ciência brasileira, transparência, a eficiência na integração do conhecimento e a consolidação de um monitoramento robusto e de longo prazo, conforme previsto no Novo Acordo do Rio Doce”, afirmou. O evento proporcionou um espaço qualificado para troca de experiências, esclarecimento de dúvidas e discussão sobre frentes de trabalho possíveis, contribuindo para o planejamento integrado e para o fortalecimento da governança do PMBA. A expectativa é que os encaminhamentos construídos ao longo dos dois dias de atividades resultem em maior sinergia entre as equipes e em ganhos técnicos para a execução do Programa ao longo da próxima década. O PMBA é uma das iniciativas estruturantes do Novo Acordo do Rio Doce, voltada ao acompanhamento contínuo da biodiversidade aquática, subsidiando a tomada de decisão, a avaliação de impactos e a construção de estratégias de recuperação ambiental baseadas em evidências científicas. Texto: Vanessa Pianca

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EDezembro | 27 anos de história, inovação e compromisso com o futuro  O mês de dezembro de 2025 marca um capítulo especial na trajetória da Fundação Espírito-santense de Tecnologia. No dia 16, celebramos 27 anos de atuação, reafirmando o propósito que nos move desde a nossa criação: conectar ciência, tecnologia e inovação ao desenvolvimento sustentável da sociedade. A comemoração foi traduzida em um evento repleto de surpresas, sorrisos e anúncios de novos projetos, simbolizando não apenas o passado construído, mas principalmente o futuro que seguimos desenhando com responsabilidade e excelência.   Entre as novidades que marcaram esse mês histórico, apresentamos o FESTINHO, o novo mascote da Fundação, criado para aproximar ainda mais a ciência das pessoas, tornando o conhecimento acessível, lúdico e inspirador. Uma iniciativa que reforça nosso compromisso com a divulgação científica e com a construção de pontes entre a academia e a sociedade.   Dezembro também foi marcado por importantes avanços institucionais. A parceria entre FEST, UFES e a Prefeitura Municipal de Vila Velha para o desenvolvimento e execução do Projeto Periferia Viva no Território Grande Jabaeté reafirma nosso papel na promoção de políticas públicas integradas, voltadas à inclusão social, ao desenvolvimento urbano e à melhoria da qualidade de vida. Da mesma forma, a participação da FEST no marco histórico do Programa de Recuperação Econômica e Agroecológica na Bacia do Rio Doce reforça nossa atuação estratégica em iniciativas de reconstrução, sustentabilidade e justiça socioambiental.   Outro destaque foi o início das obras da nova Estação Científica no Arquipélago de São Pedro e São Paulo, fruto da parceria entre FEST, UFES, ICMBio e Marinha do Brasil. Um projeto de grande relevância científica e ambiental, que fortalece a pesquisa brasileira em ambientes oceânicos e consolida a presença da ciência nacional em territórios estratégicos.   Encerramos o ano reconhecendo que cada conquista só é possível graças às pessoas que fazem a FEST acontecer diariamente. Neste mês, destacamos Priscilla Ramos da Penha, exemplo de organização, dedicação e excelência, cuja atuação faz a diferença na rotina da Fundação e contribui diretamente para a qualidade do nosso trabalho.   Celebrar 27 anos é celebrar pessoas, parcerias e propósitos. Seguimos firmes, conectando conhecimento e inovação para transformar realidades e construir um futuro cada vez mais sustentável. FEST. Saiba mais sobre esses assuntos nessa edição, boa leitura! Clique aqui para acessar! Textos: Vanessa Pianca