FEST – Fundação Espírito-santense de Tecnologia

1097- FEST atua na revisão do Plano Diretor Municipal do Município de Alegre. Saiba mais!

Hoje, 07 de março, deu-se início aos trabalhos de revisão do Plano Diretor Municipal (PDM) do município de Alegre, contratada pela Prefeitura Municipal de Alegre. A Fundação Espírito-santense de Tecnologia e Inovação (FEST) teve sua primeira reunião na Prefeitura Municipal de Alegre para falar sobre o novo PDM. O Plano trará diretrizes para o desenvolvimento sustentável municipal e tem o prazo de 6 meses para a conclusão. Também será feita a revisão dos códigos de obras, posturas e parcelamento e ocupação do solo. Esta será a maior reforma nas legislações do Município de Alegre nos últimos anos. Participaram da reunião os Secretários Executivos de Governo, Obras, Saneamento e Serviços Urbanos, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, os responsáveis pelo Setor de Planejamento e Técnico, além de representantes da Procuradoria, Defesa Civil da Prefeitura Municipal de Alegre e da FEST. Proejto – 1097 …  

966/1186- Vitória de acolhimento e inclusão: projeto abraça diversidade na capital e transforma famílias

Laboratório de Educação Física Adaptada (Laefa) reúne crianças com e sem deficiência, jovens, adultos e idosos com deficiência intelectual, autismo, baixa visão, cegueira e seus familiares, com proposta de práticas corporais inclusivas e atividade lúdicas, em um ambiente de inclusão, sensibilidade e escuta Acolhimento, inclusão e sensibilidade. Esses são os pilares do Laboratório de Educação Física Adaptada (Laefa), que há mais de 30 anos impacta vidas, com o projeto Práticas corporais de atenção e cuidado em saúde para pessoas com deficiência e seus familiares. Esse projeto é gerenciado pela Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST), e funciona dentro das instalações do Centro de Educação Física e Desportos da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). Entre os subprojetos realizados: Brinquedoteca: aprender brincando; Prática pedagógica de educação física adaptada para pessoas com deficiência e o Cuidadores que Dançam. Ao todo, cerca de 120 famílias são assistidas, entre crianças, adolescentes, jovens e adultos. O Laefa é coordenado pelos professores José Francisco Chicon e Maria das Graças C. S.  de Sá, cujo objetivo central é gerar um ambiente de acolhimento e aprendizado mutuo. O projeto também possibilita que estudantes de educação física da Ufes e áreas afins, possam interagir e colocar em prática os conhecimentos da ação pedagógica em ambientes de aprendizagem escolar e não escolar. Jovem com deficiência visual declara o prazer em fazer parte Julia Mofati, estudante de educação física e monitora do Laefa, tem deficiência visual e comemora o prazer que é fazer parte. “Eu vi nesse projeto a potência de desenvolver em outras pessoas semelhantes a mim, a felicidade em poderem se sentir vivas. Tudo que tenho de independência e autonomia hoje é devido a minha educação. Estar aqui e ajudar com que eles se conheçam e possam continuar evoluindo, é uma alegria. Por acreditar que a educação pode agregar no conhecimento cultural e na vida dessas pessoas, eu tenho prazer em dizer que é aqui que eu quero estar”, enaltece a jovem. Atividades lúdicas inclusivas para crianças de 3 a 6 anos com e sem deficiência/autismo O professor José Francisco Chicon é um dos coordenadores do Laefa e explica que o objetivo do subprojeto Brinquedoteca: aprender brincando é gerar um ambiente de acolhimento e aprendizado. Em sua fala esclarece: “Entre as iniciativas realizadas, reunimos crianças de 3 a 6 anos, com e sem deficiência, que têm a oportunidade de conviverem juntas em turmas inclusivas. Dessa forma, é possível criar um espaço em que cada uma se sensibiliza com as necessidades das outras, permitindo que se conheçam e que já possam se familiarizar com a diversidade desde sempre”. Participam do subprojeto 60 crianças com e sem deficiência/autismo, com idades de 3 a 6 anos, oriundas do Centro de Atenção Psicossocial Infanto-Juvenil (Capsi-Vitória), Associação dos Amigos dos Autistas do Espírito Santo (Amaes), da comunidade da Grande Vitória e Colégio de Aplicação Criarte Ufes, em duas atividades – brincando e aprendendo com a ginástica e brincando e aprendendo na brinquedoteca. Envolve também a participação e formação de 60 acadêmicos do Curso de Educação Física (graduação e pós-graduação) e áreas afins. Os atendimentos ocorrem por meio de encontros semanais, todas as segundas-feiras, das 14 às 16 horas, nas salas da brinquedoteca e sala de lutas e ginástica do Cefd. Ambiente de apoio para pessoas com baixa visão, cegos, deficiência intelectual e autismo A professora Maria das Graças C.S. de Sá é coordenadora do subprojeto Prática pedagógica de educação física adaptada para pessoas com deficiência, voltado especificamente para o público jovens, adultos e idoso com deficiência intelectual, autismo, cegueira e baixa visão e conta que para esse público, as demandas são diferenciadas dentro do laboratório. “Yoga, dança, ginástica funcional e uma sala de escuta e acolhimento, em que trabalhamos conceitos de saúde mental, estão contemplados. Durante os encontros também temos a oportunidade de trazer pautas como racismo e gordofobia, que são necessárias entre os grupos”, conta. Participam do subprojeto cerca de 50 pessoas de ambos os sexos, com idades entre 18 e 70 anos. As atividades são desenvolvidas todas as quintas-feiras, das 14h às 16h, no Laboratório de Educação Física Adaptada (Laefa). Espaço de autocuidado para mães e familiares Outra atividade é o Cuidadores que Dançam, coordenado pela professora Erineusa Maria da Silva, que tem o objetivo de promover atividades relacionadas à prática da dança e expressão corporal, para mães e/ou responsáveis pelas crianças, adolescentes, jovens e adultos com deficiência/autismo matriculados no Laefa-Ufes; além de atendimento a pessoas idosas da comunidade em geral. “Busca possibilitar experiências corporais estéticas, embaladas nos diferentes ritmos da dança, na confecção de vestuário, apresentação pública de danças, que contribuam para ampliar seus laços de relação, troca de experiências, autocuidado, bem-estar e melhoria da qualidade de vida”, explica Erineusa. Participam do projeto 30 mães, pais e/ou responsáveis pelas crianças, adolescentes, jovens e adultos com deficiência matriculados e pessoas idosas da comunidade em geral, de ambos os sexos, com idades entre 18 e 70 anos. As atividades são desenvolvidas todas as segundas e quintas-feiras, das 14h às 16h, no Laboratório de Educação Física Adaptada (Laefa). Das 16h às 17h30, avaliação e planejamento. A proposta pedagógica está relacionada às práticas corporais da dança e expressão corporal. Assista o vídeo feito pela TV Ufes sobre o projeto Laefa. Clique aqui! • 🤝 O projeto recebe o apoio de parceiros, sendo eles: Arcelor Mittal  @proex.ufes e @cefdufes. Também deseja apoiar o LAEFA? 📧 Nos envie uma mensagem: Clique aqui! • Como participar do projeto?  Entre em contato com os coordenadores: Brinquedoteca: aprender brincando Contato:  Professor José Francisco Chicon – 99951-3828 Prática pedagógica de educação física adaptada para pessoas com deficiência Contato: Professora Rayanne Rodrigues de Freitas – 99885-9494 Cuidadores que dançam Contato: Professora Erineusa Maria da Silva – 99962-6222 Projeto – 966/1186/

919 – Projeto da Ufes cuida da pele de produtores rurais de origem europeia

Neste ano, a partir deste mês de março, o Programa passará por 11 cidades Para auxiliar famílias que não têm facilidade de acesso a recursos médicos, a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), em parceria com outras instituições, atua através do Programa de Assistência Dermatológica à População Rural Vulnerável e com Câncer de Pele (PAD) no Espírito Santo. Neste ano, a partir deste mês de março, o Programa passará por 11 cidades. Conforme a coordenadora do PAD, a professora do Departamento de Medicina Especializada, Patrícia Frasson, “o público-alvo são lavradores de origem europeia – alemães, pomeranos, italianos – que trabalham na zona rural, sendo população vulnerável ao câncer de pele”. No entanto, ela ressalta que a prevenção e o tratamento de câncer de pele são necessários a todos, independentemente da cor da pele. O PAD é um programa de extensão da Ufes voltado a diagnósticos e tratamentos de câncer de pele e que existe há 35 anos. O público-alvo são comunidades que vivem na zona rural, em cidades do interior do Estado, onde são realizados cerca de 3 mil atendimentos anualmente. Além da Universidade, são parceiros no Programa a Secretaria de Saúde do Estado do Espírito Santo (Sesa), prefeituras municipais, a Associação Albergue Martim Lutero e empresas privadas, que auxiliam na compra, manutenção e conserto de equipamentos. Os recursos podem ser captados por meio de doações ou destinações do imposto de renda. Todo o gerenciamento dos valores recebidos é realizado através da Fundação Espírito-santense de Tecnologia (Fest), possibilitando transparência a todos os envolvidos. Os mutirões do PAD acontecem uma vez por ano nos municípios de Itaguaçu, Afonso Cláudio, Itarana, Santa Maria de Jetibá, Laranja da Terra, Baixo Guandu, Pancas, São Gabriel da Palha, Vila Valério, Vila Pavão e Domingos Martins. Atualmente, a equipe conta com 42 estudantes, três dermatologistas, duas técnicas de enfermagem e uma coordenadora administrativa. Para a coordenadora administrativa do Programa, Vera Lúcia Jarske, é muito prazeroso estar à frente de um programa tão importante e respeitado. “A gente sente uma paz muito grande. Estar ajudando pessoas que jamais teriam condições de acesso a esses tratamentos é muito gratificante”, ressaltou. Tratamento De acordo com a Sesa, caso seja encontrado algum sinal suspeito de câncer de pele, o paciente deve comparecer ao posto de saúde e após o atendimento e avaliação por um clínico geral o paciente será encaminhado para um Ambulatório de Especialidades.   Projeto 919 Texto Vanessa Pianca

934- Pesquisa pretende melhorar o processo de pelotização e consequentemente diminuir emissão de gases poluentes

O estudo solicitado pela Vale e IPV, conta com gestão da Fest e experimentos realizados em laboratório da Ufes O estudo para seleção e avaliação experimental em laboratório de materiais cerâmicos resistentes ao desgaste para aplicação em pinos de (HPGR) busca selecionar materiais alternativos, dentro desta classe, e, potencialmente, com melhor relação custo-benefício, para serem empregados nas prensas de rolos existentes no processo de cisalhamento dos finos de minério de ferro. A pesquisa coordenada pelo professor da Universidade Federal da Ufes (Ufes), Sherlio Scandian, com gestão da Federação Espírito-Santense de Tecnologia (Fest), conta com mais um doutorando e alunos da iniciação científica de engenharia mecânica. Os experimentos foram iniciados em outubro do ano passado no laboratório de tribologia, corrosão e materiais, e tem duração de cerca de 30 meses, com solicitação da Vale e do Instituto de Tecnologia da Vale (IPV). “Atualmente esses pinos são feitos de WC/Cobalto. A ideia do projeto é testar se irá funcionar com o material feito de cerâmica, com o objetivo de aumentar a vida útil e diminuir o desgaste”, destacou o professor. Objetivo principal Com o funcionamento dos pinos de cerâmica, a proposta é cisalhar (quebrar) os finos de minério de ferro, com mais facilidade, a fim de torna-los ainda mais finos para beneficiar o processo de pelotização, gastando-se por exemplo, menos combustível, e assim diminuir o índice de emissão de gases, consequentemente a poluição. Como funciona? Um dos processos de beneficiamento de finos de minério de ferro chama-se pelotização, fator importante na siderurgia, que trata-se da metalurgia do ferro e do aço. Na pelotização, o objetivo é transformar os finos em pelotas, que posteriormente vão constituir a carga metálica de altos fornos. Dentro da pelotização, uma das etapas importantes para obtenção dos finos de minério de ferro chama-se a moagem em uma prensa rolos, onde na superfície dos rolos existem cerca de 30 mil pinos cilíndricos cravados que tem o objetivo de deixar tais finos, ainda mais finos. Funciona da seguinte maneira: o minério de ferro cai dentro desta prensa e são cisalhados (esmagados), com o objetivo de aumentar a energia de superfície e de certa forma facilitar a pelotização. O estudo A identificação e a caracterização dos cerâmicos serão realizadas via densidade e porosidade através de técnicas gravimétricas, difratometria de raios-X (DRX), espectroscopia de dispersão de energia de raios-X (EDS), ceramografia via microscopia óptica (MO) e microscopia eletrônica de varredura (MEV), além de determinação de dureza e tenacidade à fratura por indentação, o que estabelecerá uma metodologia para controle de qualidade dos materiais. Uma primeira triagem dos materiais quanto ao desgaste abrasivo será realizada a partir da avaliação experimental dos cerâmicos selecionados através de ensaios de esclerometria retilínea e indentações múltiplas, incluindo sua comparação as ligas WC/6%Co e WC/12%Co, para simular os mecanismos de riscamento e microfadiga superficial. Dos materiais selecionados na primeira triagem, um lote de pinos será entregue ao ITV para realização de testes de integridade em uma HPGR de escala piloto. Além disso, uma segunda triagem será realizada através ensaios de abrasão de alta tensão em roda de aço (ASTM B611-13(2018)) e baixa tensão em roda de borracha (ASTM G65-16e1) utilizando pellet feed coletado na usina de pelotização da VALE em Vitória-ES, novamente comparando os cerâmicos com as ligas WC/6%Co e WC/12%Co. A identificação de mecanismos de desgaste, via MEV, EDS e perfilometria 3D das superfícies dos cerâmicos, avaliados em cada um dos ensaios tribológicos, permitirá entender a relação entre suas taxas de desgaste, propriedades e microestrutura. Um lote de 30 pinos para cada material selecionado a partir da segunda triagem será adquirido, identificado, caracterizado e fornecido para que a VALE realize testes industriais. Projeto 934

1134- Uruçu Capixaba: Salvaguardando a Abelha do Espírito Santo

O projeto “Uruçu Capixaba: uma estratégia multidisciplinar para conservar a abelha do Espírito Santo” é uma iniciativa crucial para preservar a Melipona capixaba, uma espécie de abelha sem ferrão ameaçada de extinção no estado. Ao longo de 36 meses, a Fundação Espírito-santense de Tecnologia – FEST, em parceria com o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade – FUNBIO promoverá diversas ações, desde o mapeamento da distribuição da espécie até a avaliação dos impactos ambientais e a criação de programas de reintrodução em áreas específicas. O projeto visa reavaliar a distribuição da espécie no Espírito Santo, revisar coleções científicas, avaliar os efeitos de poluentes sobre a biologia das abelhas e seus produtos, analisar a estrutura genética das populações, criar um programa de reintrodução e desenvolver ações de educação ambiental. Segundo o Coordenador do projeto, o Professor Gustavo Martins é de conhecimento de todos o quão dependemos das abelhas para o cultivo de plantas pelo serviço essencial prestado por elas: a polinização. “Sem contar a produção de mel  e própolis. Esse projeto multidisciplinar envolve a Universidade Federal de Viçosa (UFV, MG) e várias instituições de ensino, pesquisa e extensão do Espírito Santo. A abelha em questão é uma espécie com distribuição geográfica muito restrita, ocorrendo apenas na nas regiões de montanhas, e corre risco de extinção.” Pontuou Para atingir esses objetivos, estão previstas expedições de coleta em todo o estado, análises das características ambientais, avaliação dos efeitos dos poluentes da barragem sobre a espécie, estudo da microbiota das abelhas, impacto dos poluentes na obtenção de recursos florais e identificação de possíveis competidores ou hibridações prejudiciais à Melipona capixaba. “O projeto contará com um time grande de pesquisadores, estudantes e técnicos para  fazer um diagnóstico atual da espécie, considerando os fatores estressores pelos quais ela passa. Além disso, com as ações propostas de educação ambiental, mitigaremos os problemas advindos das atividades humanas na região, com o intuito de preservá-la. As expectativas são ótimas, no âmbito acadêmico e aplicado”. Finalizou Gustavo. Essa iniciativa é crucial não apenas para preservar a espécie em si, mas também para entender os impactos ambientais, orientar ações de conservação e educação ambiental e criar estratégias para proteger não apenas a abelha, mas todo o ecossistema que depende dela para a polinização. Com isso, o projeto não apenas visa a preservação da Melipona capixaba, mas também o equilíbrio ecológico das áreas onde ela habita, promovendo a conscientização e ações práticas para a conservação da biodiversidade no Espírito Santo.   Texto: Vanessa Pianca Projeto 1134

962/1085/1168 – Projeto de alimentação escolar: uma iniciativa que transforma vidas!

O projeto Centro Colaborador em Alimentação e Nutrição Escolar (CECANE), é um programa vinculado ao Ministério da Educação (MEC), que colabora para a boa execução do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). O PNAE está presente em todos os municípios do Brasil, e trabalha com a melhor oferta de alimentação para as escolas públicas, Educação de Jovens e Adultos (EJA), e/ou escolas filantrópicas. O CECANES é regulamentado desde 2013 no Brasil e conta com 26 unidades espalhadas pelo país. Deseja saber mais sobre os projetos que a Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) apoia? Então confira esse conteúdo produzido por nós, do Blog da FEST, em parceria com nossos especialistas. Boa leitura! Veja também – Estudo avalia a qualidade do ar e sintomas de asma em crianças e adolescentes Conheça o CECANES e os seus objetivos! O CECANES, localizado na sede da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), no  município de Alegre, trabalha desde 2022 com mais de 50 municípios capixabas, por meio de uma abordagem que possui o objetivo de promover uma alimentação que garanta qualidade e quantidade suficiente para os municípios e toda a comunidade escolar. Na execução direta do projeto atuam 13 pessoas, desde alunos de graduação de nutrição, professores, nutricionistas, economista, doméstica e assessora técnica. De maneira indireta há o trabalho de cooperativas, secretarias de educação e conselhos de alimentação. O projeto Centro Colaborador em Alimentação e Nutrição Escolar (CECANE), valoriza, principalmente, os produtos oriundos da agricultura familiar ou de povos e comunidades tradicionais. Isso porque a Lei nº 11.947, de 16/6/2009, instituída pelo PNAE, destaca que 30% da compra dos alimentos utilizados na preparação do alimento escolar, devem vir de agricultores, que pertencem ao município, para que seja priorizado o desenvolvimento econômico e sustentável da região. O objetivo principal desse projeto é aprimorar e valorizar a segurança alimentar nutricional, combater a fome e a desnutrição no estado e no país e, também, promover acesso à utilização de alimentos de qualidade. Confira os resultados que o projeto alcançou! Nos últimos dois anos, o projeto Centro Colaborador em Alimentação e Nutrição Escolar (CECANE), tem realizado oficinas para reunir as demandas das prefeituras com ofertas de alimentos da agricultura familiar. Esses encontros contam com a participação do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) e dos conselhos de alimentação escolar. Desse modo, eles conseguem identificar as problemáticas dos municípios na compra de alimentos e, também, com os agricultores, uma vez que passam a entender as dificuldades técnicas que impedem as vendas. Além disso, o projeto realizou a formação online de atores (nutricionistas, alunos, conselheiros), para melhor conhecimento do PNAE. Neste ano, houve, também, a implementação da Assessoria e monitoramento, um produto criado pelo CECANEs para ficar quatro dias dentro do município para acompanhar a realização do projeto nas demais regiões. Acompanhe a FEST! Confira nossa agenda completa de cursos e acompanhe nossas redes sociais para ter acesso aos nossos conteúdos em primeira mão! Projetos: 962/1085/1168 Conheça o Instagram da FEST Confira o LinkedIn da FEST   Texto: Agência TIPZ

Pesquisa sobre corrosão e petróleo: protegendo o futuro das instalações e do meio ambiente

A corrosão é um desafio constante na indústria de petróleo, apresentando riscos operacionais, custos significativos e ameaças ao meio ambiente. Desde 2019, a Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) tem liderado um projeto de pesquisa que visa investigar os segredos da corrosão em uma das etapas do processamento primário de petróleo. Esse projeto multidisciplinar envolve uma equipe de renomados professores doutores, mestres e profissionais com conhecimentos nas áreas de química, física, elétrica e automação. Com o apoio de instituições importantes, como a Fundação Espírito-Santense de Tecnologia (FEST), e a Petrobras, o projeto é conduzido com dedicação e expertise. Elivelton Oliveira Rodrigues, pesquisador da FEST e membro da equipe, destaca a importância desse estudo: “Estamos determinados a entender como o petróleo influencia os processos corrosivos e identificar os materiais metálicos mais resistentes. Isso não é apenas uma questão de eficiência operacional, mas também de responsabilidade ambiental. Ao prevenir derramamentos de petróleo, podemos contribuir para a preservação meio ambiente.” Coordenado pelo professor Eustáquio Vinicius Ribeiro de Castro, o objetivo principal desse estudo é avaliar como o petróleo influencia os processos corrosivos que ocorrem nas instalações de processamento primário de petróleo. Para alcançar esse objetivo, a equipe realiza ensaios físico-químicos, microscópicos e espectroscópicos detalhados. A pesquisa se concentra em identificar os materiais metálicos mais resistentes aos processos corrosivos do petróleo, um avanço que pode ter um impacto direto em várias frentes: Redução dos Custos Operacionais: A identificação de materiais mais resistentes pode prolongar a vida útil das instalações, reduzindo a necessidade de manutenção e substituição constante. Melhoria da Segurança das Instalações: Com menos incidências de corrosão, as instalações de processamento de petróleo se tornam mais seguras para os trabalhadores e as comunidades circundantes. Prevenção de Riscos Ambientais: A prevenção de derramamentos de petróleo, causados por corrosão, é vital para a preservação do solo e da água, bem como para a proteção da vida marinha. Este projeto de pesquisa exemplifica o poder da colaboração entre a academia e a indústria. A parceria entre a UFES, FEST, Petrobras e IFES é um testemunho do compromisso em resolver problemas complexos e proteger o meio ambiente, enquanto também impulsiona a eficiência e a segurança na indústria de petróleo. O trabalho promete oferecer soluções valiosas que moldarão o futuro da indústria de petróleo no Espírito Santo e além.   Projetos 845/846

1125- FEST lança projeto ENEC para restauração de Manguezais Na Região Norte Capixaba

A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) em parceria com a FUNBio e a Universidade Federal do Espírito Santo anunciam o lançamento do novo projeto “Manutenção do Estoque Natural: Experiências Compartilhadas com a Comunidade Extrativista (ENEC)”, visando promover a recuperação dos manguezais no sistema estuarino dos rios Piraquê-Açú e Mirim, de forma comunitária e participativa entre os diversos atores sociais dependentes desse ecossistema. O projeto será desenvolvido em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Aracruz, na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Municipal Piraquê Açú e Piraquê Mirim. Durante anos, a região Norte Capixaba foi negligenciada em termos de políticas públicas para o desenvolvimento local, limitando-se à exploração de recursos naturais como petróleo, rochas ornamentais e silvicultura para a indústria de celulose. Essa dinâmica resultou em conflitos sociais, marginalização de comunidades tradicionais e povos indígenas, além da perda de capital natural. Serão restaurados 200 hectares de área degradada desde 2015 pela equipe multidisciplinar que conta com docentes da UFES dos cursos de Ciências Biológicas do CEUNES e de Oceanografia, além de contemplar os cursos de pós-graduação em Oceanografia Ambiental, Biologia Vegetal e Agricultura Tropical. A coordenadora do projeto, Professora Mônica Maria Pereira Tognella, do Departamento de Ciências Agrárias e Biológicas (DCAB) do CEUNES , destaca: “O projeto vai recuperar área degradada desde 2015 com extensão de 700 ha e estudar os dados de vazão de água doce da bacia em questão. Permitirá o compartilhamento de ações de restauração ambiental com a comunidade tradicional local visando o estabelecimento de técnicas de replantio e cuidado com a saúde do ambiente de fácil replicação para outros manguezais degradados, tornando-os promotores destas iniciativas.” “Dentro das nossas expectativas, além da restauração ambiental e renovação dos bens e serviços ambientais, está também a possibilidade do projeto viabilizar o uso sustentável deste manguezal para o ecoturismo, proporcionando à comunidade tradicional outra fonte de renda. Durante o projeto serão elaborados painéis informativos sobre a reserva e construção de passarelas para os estudos do meio pelas escolas e passeios integrados, trazendo benefício econômico para o turismo local”, acrescenta a coordenadora. A área de Aracruz é de vital importância para a conectividade com o banco de Abrolhos, destacando-se pela escassez de manguezais no litoral brasileiro. O projeto ENEC representa um passo fundamental para a revitalização dos manguezais na região, garantindo a manutenção dos ecossistemas, a preservação da biodiversidade e o bem-estar das comunidades locais. Projeto 1125 Texto: Vanessa Pianca

1111 – IV Congresso Brasileiro de Redução De Riscos E Desastres: rumo a um Brasil mais resiliente e sustentável

O IV Congresso Brasileiro de Redução de Riscos e Desastres (IV CBRRD) foi um evento marcante realizado entre os dias 9 e 12 de outubro, sediado pela Fundação Espírito-santense de Tecnologia e pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Este congresso teve como destaque a palestra de abertura, ministrada pelo renomado professor e climatologista Carlos Nobre, uma figura de destaque na comunidade científica e um dos fundadores do Instituto de Estudos Climáticos da UFES (IEC-ES). O professor Carlos Nobre é vencedor do Prêmio Nobel da Paz, o que demonstra sua relevância nas discussões sobre questões climáticas e de sustentabilidade. O tema central do IV CBRRD foi “Gestão de risco de desastre na contemporaneidade brasileira: do local ao global”. Este tema proporcionou uma plataforma crucial para especialistas, profissionais, estudantes e o público em geral se reunirem e atualizarem seus conhecimentos sobre estudos de riscos e desastres no contexto de sustentabilidade. O evento promoveu um amplo debate sobre as condições naturais e o papel da relação entre o ser humano e a natureza, com foco em contribuir para a prevenção, resposta e resiliência como fatores primordiais para a proteção civil no Brasil. O IV Congresso Brasileiro de Redução de Riscos e Desastres desempenhou um papel fundamental na promoção do diálogo e da colaboração entre diversos setores da sociedade, visando a proteção do Brasil contra os riscos naturais e a construção de uma nação mais resiliente. Com discussões enriquecedoras, apresentação de pesquisas inovadoras e a contribuição de especialistas, o evento demonstrou o compromisso do Brasil com a gestão de riscos e desastres em um contexto global e sustentável. Projeto: 1111 Texto: Vanessa Pianca

799/947 – PROJETO REDES DE CIDADANIA: mobilização social para acesso aos direitos e oportunidades de pescadores artesanais!

Desde 2018 o Laboratório de Educação Ambiental -LabEA/UFES, desenvolve o projeto de extensão Comunidade Participativa ao promover a mobilização e organização social em comunidades tradicionais do norte do Espírito Santo. Em 2022 o LabEA/UFES, por meio da Fundação Espírito Santense de Tecnologia (FEST), firmou convênio com a empresa Petróleo Brasileiro S.A (Petrobras) para desenvolver o projeto de educação ambiental Redes de Cidadania – Fase 2 (PEA RdC), no qual foi incorporado às atividades do projeto Comunidade Participativa. O PEA RdC constitui uma condicionante ambiental definida pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama), para o fornecimento de licença para as atividades sísmicas da Petrobras na bacia do Espírito Santo. A iniciativa é uma forma de reduzir os impactos produzidos pela empresa sobre a atividade da pesca artesanal. O projeto conta com uma equipe especializada, coordenada pelo professor Dr. Marcos Teixeira e é composta por técnicos e bolsistas de diferentes áreas. A atuação do projeto envolve ações de mobilização comunitária, organização social, ofertas de cursos e outras atividades aos pescadores e marisqueiras, com o objetivo de fomentar o acesso aos direitos e oportunidades dessa população. Deseja saber mais sobre os projetos que a Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) apoia? Então confira esse conteúdo produzido por nós, do Blog da FEST, em parceria com nossos especialistas. Boa leitura! Veja também: PMAP-ES: conheça o projeto e sua importância para o setor de pesca Conheça a história do projeto Comunidade Participativa! De 2018 a 2020, o projeto Comunidade Participativa conta com o patrocínio do programa Petrobras Socioambiental e, tem como objetivo promover a formação de novas lideranças em 6 comunidades tradicionais entre quilombolas e pescadores artesanais, nos municípios de Conceição da Barra, São Mateus e Jaguaré. A partir dessas ações, o projeto foi indicado ao primeiro lugar do prêmio de Mérito Extensionista Maria Filina, da Pró-reitoria de extensão da Universidades Federal do Espírito Santo (Ufes). Nesse sentido, um dos principais produtos dessa fase do projeto foi a publicação do livro “Uma paisagem, um ambiente, um lugar, um território cultural: a Planície Costeira do Rio Doce na perspectiva da Educação Crítica”. A partir de 2021, por meio de um convênio entre a FEST, UFES e Petrobras, o projeto Comunidade Participativa passou a abrigar o PEA RdC – Fase 2, com duração prevista até outubro de 2025. Com isso, as ações de educação ambiental, mobilização comunitária, organização social, e oferta de cursos de qualificação foram expandidas para 18 comunidades tradicionais do litoral do Espírito Santo, localizadas em 7 municípios: Vila Velha, Vitória, Serra, Aracruz, Linhares, São Mateus e Conceição da Barra. Conheça os benefícios do Projeto para a população local!   Uma das estratégias de ação do PEA RdC é o envolvimento dos pescadores, pescadoras e marisqueiras na identificação dos problemas socioambientais e na tomada de decisão sobre as estratégias de enfrentamento desses problemas. Contudo, as principais atividades do ano de 2023 têm sido a realização do diagnóstico socioambiental participativo. Para isso, os moradores são mobilizados para integrarem as reuniões comunitárias, onde são identificadas as principais demandas, potencialidades e pontos de melhoria das comunidades. A partir do diagnóstico, a equipe do PEA RdC e os grupos organizados por comunidade elaboram um plano de ação que visa o acesso aos direitos e oportunidades geradas pelas ações compensatórias da pesca artesanal e de outros arranjos produtivos atuantes em seus territórios. Acompanhe a FEST Conheça nossa agenda completa de cursos e acompanhe nossas redes sociais para ter acesso às nossas novidades em primeira mão! Projeto 947 / 799 Texto Agência Tipz Conheça o LinkedIn da FEST Confira o Instagram da FEST