FEST – Fundação Espírito-santense de Tecnologia

934- Pesquisa pretende melhorar o processo de pelotização e consequentemente diminuir emissão de gases poluentes

O estudo solicitado pela Vale e IPV, conta com gestão da Fest e experimentos realizados em laboratório da Ufes O estudo para seleção e avaliação experimental em laboratório de materiais cerâmicos resistentes ao desgaste para aplicação em pinos de (HPGR) busca selecionar materiais alternativos, dentro desta classe, e, potencialmente, com melhor relação custo-benefício, para serem empregados nas prensas de rolos existentes no processo de cisalhamento dos finos de minério de ferro. A pesquisa coordenada pelo professor da Universidade Federal da Ufes (Ufes), Sherlio Scandian, com gestão da Federação Espírito-Santense de Tecnologia (Fest), conta com mais um doutorando e alunos da iniciação científica de engenharia mecânica. Os experimentos foram iniciados em outubro do ano passado no laboratório de tribologia, corrosão e materiais, e tem duração de cerca de 30 meses, com solicitação da Vale e do Instituto de Tecnologia da Vale (IPV). “Atualmente esses pinos são feitos de WC/Cobalto. A ideia do projeto é testar se irá funcionar com o material feito de cerâmica, com o objetivo de aumentar a vida útil e diminuir o desgaste”, destacou o professor. Objetivo principal Com o funcionamento dos pinos de cerâmica, a proposta é cisalhar (quebrar) os finos de minério de ferro, com mais facilidade, a fim de torna-los ainda mais finos para beneficiar o processo de pelotização, gastando-se por exemplo, menos combustível, e assim diminuir o índice de emissão de gases, consequentemente a poluição. Como funciona? Um dos processos de beneficiamento de finos de minério de ferro chama-se pelotização, fator importante na siderurgia, que trata-se da metalurgia do ferro e do aço. Na pelotização, o objetivo é transformar os finos em pelotas, que posteriormente vão constituir a carga metálica de altos fornos. Dentro da pelotização, uma das etapas importantes para obtenção dos finos de minério de ferro chama-se a moagem em uma prensa rolos, onde na superfície dos rolos existem cerca de 30 mil pinos cilíndricos cravados que tem o objetivo de deixar tais finos, ainda mais finos. Funciona da seguinte maneira: o minério de ferro cai dentro desta prensa e são cisalhados (esmagados), com o objetivo de aumentar a energia de superfície e de certa forma facilitar a pelotização. O estudo A identificação e a caracterização dos cerâmicos serão realizadas via densidade e porosidade através de técnicas gravimétricas, difratometria de raios-X (DRX), espectroscopia de dispersão de energia de raios-X (EDS), ceramografia via microscopia óptica (MO) e microscopia eletrônica de varredura (MEV), além de determinação de dureza e tenacidade à fratura por indentação, o que estabelecerá uma metodologia para controle de qualidade dos materiais. Uma primeira triagem dos materiais quanto ao desgaste abrasivo será realizada a partir da avaliação experimental dos cerâmicos selecionados através de ensaios de esclerometria retilínea e indentações múltiplas, incluindo sua comparação as ligas WC/6%Co e WC/12%Co, para simular os mecanismos de riscamento e microfadiga superficial. Dos materiais selecionados na primeira triagem, um lote de pinos será entregue ao ITV para realização de testes de integridade em uma HPGR de escala piloto. Além disso, uma segunda triagem será realizada através ensaios de abrasão de alta tensão em roda de aço (ASTM B611-13(2018)) e baixa tensão em roda de borracha (ASTM G65-16e1) utilizando pellet feed coletado na usina de pelotização da VALE em Vitória-ES, novamente comparando os cerâmicos com as ligas WC/6%Co e WC/12%Co. A identificação de mecanismos de desgaste, via MEV, EDS e perfilometria 3D das superfícies dos cerâmicos, avaliados em cada um dos ensaios tribológicos, permitirá entender a relação entre suas taxas de desgaste, propriedades e microestrutura. Um lote de 30 pinos para cada material selecionado a partir da segunda triagem será adquirido, identificado, caracterizado e fornecido para que a VALE realize testes industriais. Projeto 934

1134- Uruçu Capixaba: Salvaguardando a Abelha do Espírito Santo

O projeto “Uruçu Capixaba: uma estratégia multidisciplinar para conservar a abelha do Espírito Santo” é uma iniciativa crucial para preservar a Melipona capixaba, uma espécie de abelha sem ferrão ameaçada de extinção no estado. Ao longo de 36 meses, a Fundação Espírito-santense de Tecnologia – FEST, em parceria com o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade – FUNBIO promoverá diversas ações, desde o mapeamento da distribuição da espécie até a avaliação dos impactos ambientais e a criação de programas de reintrodução em áreas específicas. O projeto visa reavaliar a distribuição da espécie no Espírito Santo, revisar coleções científicas, avaliar os efeitos de poluentes sobre a biologia das abelhas e seus produtos, analisar a estrutura genética das populações, criar um programa de reintrodução e desenvolver ações de educação ambiental. Segundo o Coordenador do projeto, o Professor Gustavo Martins é de conhecimento de todos o quão dependemos das abelhas para o cultivo de plantas pelo serviço essencial prestado por elas: a polinização. “Sem contar a produção de mel  e própolis. Esse projeto multidisciplinar envolve a Universidade Federal de Viçosa (UFV, MG) e várias instituições de ensino, pesquisa e extensão do Espírito Santo. A abelha em questão é uma espécie com distribuição geográfica muito restrita, ocorrendo apenas na nas regiões de montanhas, e corre risco de extinção.” Pontuou Para atingir esses objetivos, estão previstas expedições de coleta em todo o estado, análises das características ambientais, avaliação dos efeitos dos poluentes da barragem sobre a espécie, estudo da microbiota das abelhas, impacto dos poluentes na obtenção de recursos florais e identificação de possíveis competidores ou hibridações prejudiciais à Melipona capixaba. “O projeto contará com um time grande de pesquisadores, estudantes e técnicos para  fazer um diagnóstico atual da espécie, considerando os fatores estressores pelos quais ela passa. Além disso, com as ações propostas de educação ambiental, mitigaremos os problemas advindos das atividades humanas na região, com o intuito de preservá-la. As expectativas são ótimas, no âmbito acadêmico e aplicado”. Finalizou Gustavo. Essa iniciativa é crucial não apenas para preservar a espécie em si, mas também para entender os impactos ambientais, orientar ações de conservação e educação ambiental e criar estratégias para proteger não apenas a abelha, mas todo o ecossistema que depende dela para a polinização. Com isso, o projeto não apenas visa a preservação da Melipona capixaba, mas também o equilíbrio ecológico das áreas onde ela habita, promovendo a conscientização e ações práticas para a conservação da biodiversidade no Espírito Santo.   Texto: Vanessa Pianca Projeto 1134

962/1085/1168 – Projeto de alimentação escolar: uma iniciativa que transforma vidas!

O projeto Centro Colaborador em Alimentação e Nutrição Escolar (CECANE), é um programa vinculado ao Ministério da Educação (MEC), que colabora para a boa execução do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). O PNAE está presente em todos os municípios do Brasil, e trabalha com a melhor oferta de alimentação para as escolas públicas, Educação de Jovens e Adultos (EJA), e/ou escolas filantrópicas. O CECANES é regulamentado desde 2013 no Brasil e conta com 26 unidades espalhadas pelo país. Deseja saber mais sobre os projetos que a Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) apoia? Então confira esse conteúdo produzido por nós, do Blog da FEST, em parceria com nossos especialistas. Boa leitura! Veja também – Estudo avalia a qualidade do ar e sintomas de asma em crianças e adolescentes Conheça o CECANES e os seus objetivos! O CECANES, localizado na sede da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), no  município de Alegre, trabalha desde 2022 com mais de 50 municípios capixabas, por meio de uma abordagem que possui o objetivo de promover uma alimentação que garanta qualidade e quantidade suficiente para os municípios e toda a comunidade escolar. Na execução direta do projeto atuam 13 pessoas, desde alunos de graduação de nutrição, professores, nutricionistas, economista, doméstica e assessora técnica. De maneira indireta há o trabalho de cooperativas, secretarias de educação e conselhos de alimentação. O projeto Centro Colaborador em Alimentação e Nutrição Escolar (CECANE), valoriza, principalmente, os produtos oriundos da agricultura familiar ou de povos e comunidades tradicionais. Isso porque a Lei nº 11.947, de 16/6/2009, instituída pelo PNAE, destaca que 30% da compra dos alimentos utilizados na preparação do alimento escolar, devem vir de agricultores, que pertencem ao município, para que seja priorizado o desenvolvimento econômico e sustentável da região. O objetivo principal desse projeto é aprimorar e valorizar a segurança alimentar nutricional, combater a fome e a desnutrição no estado e no país e, também, promover acesso à utilização de alimentos de qualidade. Confira os resultados que o projeto alcançou! Nos últimos dois anos, o projeto Centro Colaborador em Alimentação e Nutrição Escolar (CECANE), tem realizado oficinas para reunir as demandas das prefeituras com ofertas de alimentos da agricultura familiar. Esses encontros contam com a participação do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) e dos conselhos de alimentação escolar. Desse modo, eles conseguem identificar as problemáticas dos municípios na compra de alimentos e, também, com os agricultores, uma vez que passam a entender as dificuldades técnicas que impedem as vendas. Além disso, o projeto realizou a formação online de atores (nutricionistas, alunos, conselheiros), para melhor conhecimento do PNAE. Neste ano, houve, também, a implementação da Assessoria e monitoramento, um produto criado pelo CECANEs para ficar quatro dias dentro do município para acompanhar a realização do projeto nas demais regiões. Acompanhe a FEST! Confira nossa agenda completa de cursos e acompanhe nossas redes sociais para ter acesso aos nossos conteúdos em primeira mão! Projetos: 962/1085/1168 Conheça o Instagram da FEST Confira o LinkedIn da FEST   Texto: Agência TIPZ

Pesquisa sobre corrosão e petróleo: protegendo o futuro das instalações e do meio ambiente

A corrosão é um desafio constante na indústria de petróleo, apresentando riscos operacionais, custos significativos e ameaças ao meio ambiente. Desde 2019, a Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) tem liderado um projeto de pesquisa que visa investigar os segredos da corrosão em uma das etapas do processamento primário de petróleo. Esse projeto multidisciplinar envolve uma equipe de renomados professores doutores, mestres e profissionais com conhecimentos nas áreas de química, física, elétrica e automação. Com o apoio de instituições importantes, como a Fundação Espírito-Santense de Tecnologia (FEST), e a Petrobras, o projeto é conduzido com dedicação e expertise. Elivelton Oliveira Rodrigues, pesquisador da FEST e membro da equipe, destaca a importância desse estudo: “Estamos determinados a entender como o petróleo influencia os processos corrosivos e identificar os materiais metálicos mais resistentes. Isso não é apenas uma questão de eficiência operacional, mas também de responsabilidade ambiental. Ao prevenir derramamentos de petróleo, podemos contribuir para a preservação meio ambiente.” Coordenado pelo professor Eustáquio Vinicius Ribeiro de Castro, o objetivo principal desse estudo é avaliar como o petróleo influencia os processos corrosivos que ocorrem nas instalações de processamento primário de petróleo. Para alcançar esse objetivo, a equipe realiza ensaios físico-químicos, microscópicos e espectroscópicos detalhados. A pesquisa se concentra em identificar os materiais metálicos mais resistentes aos processos corrosivos do petróleo, um avanço que pode ter um impacto direto em várias frentes: Redução dos Custos Operacionais: A identificação de materiais mais resistentes pode prolongar a vida útil das instalações, reduzindo a necessidade de manutenção e substituição constante. Melhoria da Segurança das Instalações: Com menos incidências de corrosão, as instalações de processamento de petróleo se tornam mais seguras para os trabalhadores e as comunidades circundantes. Prevenção de Riscos Ambientais: A prevenção de derramamentos de petróleo, causados por corrosão, é vital para a preservação do solo e da água, bem como para a proteção da vida marinha. Este projeto de pesquisa exemplifica o poder da colaboração entre a academia e a indústria. A parceria entre a UFES, FEST, Petrobras e IFES é um testemunho do compromisso em resolver problemas complexos e proteger o meio ambiente, enquanto também impulsiona a eficiência e a segurança na indústria de petróleo. O trabalho promete oferecer soluções valiosas que moldarão o futuro da indústria de petróleo no Espírito Santo e além.   Projetos 845/846

1125- FEST lança projeto ENEC para restauração de Manguezais Na Região Norte Capixaba

A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) em parceria com a FUNBio e a Universidade Federal do Espírito Santo anunciam o lançamento do novo projeto “Manutenção do Estoque Natural: Experiências Compartilhadas com a Comunidade Extrativista (ENEC)”, visando promover a recuperação dos manguezais no sistema estuarino dos rios Piraquê-Açú e Mirim, de forma comunitária e participativa entre os diversos atores sociais dependentes desse ecossistema. O projeto será desenvolvido em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Aracruz, na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Municipal Piraquê Açú e Piraquê Mirim. Durante anos, a região Norte Capixaba foi negligenciada em termos de políticas públicas para o desenvolvimento local, limitando-se à exploração de recursos naturais como petróleo, rochas ornamentais e silvicultura para a indústria de celulose. Essa dinâmica resultou em conflitos sociais, marginalização de comunidades tradicionais e povos indígenas, além da perda de capital natural. Serão restaurados 200 hectares de área degradada desde 2015 pela equipe multidisciplinar que conta com docentes da UFES dos cursos de Ciências Biológicas do CEUNES e de Oceanografia, além de contemplar os cursos de pós-graduação em Oceanografia Ambiental, Biologia Vegetal e Agricultura Tropical. A coordenadora do projeto, Professora Mônica Maria Pereira Tognella, do Departamento de Ciências Agrárias e Biológicas (DCAB) do CEUNES , destaca: “O projeto vai recuperar área degradada desde 2015 com extensão de 700 ha e estudar os dados de vazão de água doce da bacia em questão. Permitirá o compartilhamento de ações de restauração ambiental com a comunidade tradicional local visando o estabelecimento de técnicas de replantio e cuidado com a saúde do ambiente de fácil replicação para outros manguezais degradados, tornando-os promotores destas iniciativas.” “Dentro das nossas expectativas, além da restauração ambiental e renovação dos bens e serviços ambientais, está também a possibilidade do projeto viabilizar o uso sustentável deste manguezal para o ecoturismo, proporcionando à comunidade tradicional outra fonte de renda. Durante o projeto serão elaborados painéis informativos sobre a reserva e construção de passarelas para os estudos do meio pelas escolas e passeios integrados, trazendo benefício econômico para o turismo local”, acrescenta a coordenadora. A área de Aracruz é de vital importância para a conectividade com o banco de Abrolhos, destacando-se pela escassez de manguezais no litoral brasileiro. O projeto ENEC representa um passo fundamental para a revitalização dos manguezais na região, garantindo a manutenção dos ecossistemas, a preservação da biodiversidade e o bem-estar das comunidades locais. Projeto 1125 Texto: Vanessa Pianca

799/947 – PROJETO REDES DE CIDADANIA: mobilização social para acesso aos direitos e oportunidades de pescadores artesanais!

Desde 2018 o Laboratório de Educação Ambiental -LabEA/UFES, desenvolve o projeto de extensão Comunidade Participativa ao promover a mobilização e organização social em comunidades tradicionais do norte do Espírito Santo. Em 2022 o LabEA/UFES, por meio da Fundação Espírito Santense de Tecnologia (FEST), firmou convênio com a empresa Petróleo Brasileiro S.A (Petrobras) para desenvolver o projeto de educação ambiental Redes de Cidadania – Fase 2 (PEA RdC), no qual foi incorporado às atividades do projeto Comunidade Participativa. O PEA RdC constitui uma condicionante ambiental definida pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama), para o fornecimento de licença para as atividades sísmicas da Petrobras na bacia do Espírito Santo. A iniciativa é uma forma de reduzir os impactos produzidos pela empresa sobre a atividade da pesca artesanal. O projeto conta com uma equipe especializada, coordenada pelo professor Dr. Marcos Teixeira e é composta por técnicos e bolsistas de diferentes áreas. A atuação do projeto envolve ações de mobilização comunitária, organização social, ofertas de cursos e outras atividades aos pescadores e marisqueiras, com o objetivo de fomentar o acesso aos direitos e oportunidades dessa população. Deseja saber mais sobre os projetos que a Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) apoia? Então confira esse conteúdo produzido por nós, do Blog da FEST, em parceria com nossos especialistas. Boa leitura! Veja também: PMAP-ES: conheça o projeto e sua importância para o setor de pesca Conheça a história do projeto Comunidade Participativa! De 2018 a 2020, o projeto Comunidade Participativa conta com o patrocínio do programa Petrobras Socioambiental e, tem como objetivo promover a formação de novas lideranças em 6 comunidades tradicionais entre quilombolas e pescadores artesanais, nos municípios de Conceição da Barra, São Mateus e Jaguaré. A partir dessas ações, o projeto foi indicado ao primeiro lugar do prêmio de Mérito Extensionista Maria Filina, da Pró-reitoria de extensão da Universidades Federal do Espírito Santo (Ufes). Nesse sentido, um dos principais produtos dessa fase do projeto foi a publicação do livro “Uma paisagem, um ambiente, um lugar, um território cultural: a Planície Costeira do Rio Doce na perspectiva da Educação Crítica”. A partir de 2021, por meio de um convênio entre a FEST, UFES e Petrobras, o projeto Comunidade Participativa passou a abrigar o PEA RdC – Fase 2, com duração prevista até outubro de 2025. Com isso, as ações de educação ambiental, mobilização comunitária, organização social, e oferta de cursos de qualificação foram expandidas para 18 comunidades tradicionais do litoral do Espírito Santo, localizadas em 7 municípios: Vila Velha, Vitória, Serra, Aracruz, Linhares, São Mateus e Conceição da Barra. Conheça os benefícios do Projeto para a população local!   Uma das estratégias de ação do PEA RdC é o envolvimento dos pescadores, pescadoras e marisqueiras na identificação dos problemas socioambientais e na tomada de decisão sobre as estratégias de enfrentamento desses problemas. Contudo, as principais atividades do ano de 2023 têm sido a realização do diagnóstico socioambiental participativo. Para isso, os moradores são mobilizados para integrarem as reuniões comunitárias, onde são identificadas as principais demandas, potencialidades e pontos de melhoria das comunidades. A partir do diagnóstico, a equipe do PEA RdC e os grupos organizados por comunidade elaboram um plano de ação que visa o acesso aos direitos e oportunidades geradas pelas ações compensatórias da pesca artesanal e de outros arranjos produtivos atuantes em seus territórios. Acompanhe a FEST Conheça nossa agenda completa de cursos e acompanhe nossas redes sociais para ter acesso às nossas novidades em primeira mão! Projeto 947 / 799 Texto Agência Tipz Conheça o LinkedIn da FEST Confira o Instagram da FEST

1115- Inaugurado o Novo Curso de Pós-Graduação em Saúde, Direitos Humanos e Segurança Pública, Inédito no Brasil

A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST), em parceria com a Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), e a Secretaria de Estado de Segurança Pública (SESP) inauguraram esta semana o curso de Pós-graduação Lato Sensu em Saúde, Direitos Humanos e Segurança Pública. O evento, que reuniu acadêmicos, professores da Universidade e profissionais da segurança pública, e aconteceu no auditório do Hospital Universitário Cassiano Antonio Moraes (Hucam), em Maruípe – Vitória. Segundo Armando Biondo, superintendente da FEST, a especialização é inédita no Brasil e representa um passo importante na formação dos profissionais da segurança pública. “Este curso é a derivação de um longo trabalho motivado pelo anseio em ter uma formação na área por parte dos profissionais da segurança, que atuam diretamente com os cuidados dos seus pares. É fundamental trazermos a questão da saúde mental para o campo do saber, por meio da aproximação das forças policiais com a universidade,” destacou Biondo. Nesta primeira turma, foram ofertadas 60 vagas, sendo destinadas a profissionais da Polícia Militar do Espírito Santo (PMES), do Corpo de Bombeiros Militar do Espírito Santo (CBMES) e da Polícia Civil do Espírito Santo (PCES). O curso será coordenado pelo Prof. Marcelo Fetz, com o apoio da Prof.ª Adriana Madeira. Tendo como principal objetivo desenvolver e possibilitar aos participantes análises sobre saúde, direitos humanos e segurança pública, por meio da qualificação de profissionais atuantes nas áreas da segurança pública, defesa social e justiça, o curso visa promover a reflexão, a produção de conhecimentos e práticas para a melhoria profissional nessas áreas. Essa iniciativa representa uma significativa mobilização social que envolve diferentes atores governamentais numa política de formação dos recursos humanos para os operadores da segurança pública do Espírito Santo. A aula inaugural marcou o início de uma jornada de aprendizado e aprimoramento que certamente contribuirá para um melhor desempenho dos profissionais da segurança pública, fortalecendo os vínculos entre a academia e o setor responsável pela proteção da sociedade. A FEST reafirma seu compromisso em apoiar projetos no âmbito da formação de excelência contribuindo com a melhoria na formação de recursos humanos voltados para a área da segurança pública no Estado do Espírito Santo. Projeto 1115

1081- FEST participa do workshop do ministério da agricultura para desenvolver plano FLORESTA+SUSTENTÁVEL

Com o objetivo de impulsionar a economia florestal no Brasil e promover a sustentabilidade ambiental, a Fundação Espírito-Santense de Tecnologia-FEST a convite do Ministério da Agricultura e Pecuária, por meio da Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Sustentável, Irrigação e Cooperativismo (SDI), em parceria com a Agência de Cooperação Alemã GIZ, participou de um workshop estratégico para a criação do Plano Floresta + Sustentável (F+S). O evento reuniu, além da FEST, representantes de diversas instituições públicas, organizações privadas, e do terceiro setor, para discutir ações que fortaleçam a economia de base florestal em todo o país e abordaram questões cruciais relacionadas à produção florestal e à sustentabilidade ambiental. O workshop realizado em Brasília trouxe à tona a importância de promover a economia florestal no Brasil em consonância com os princípios de sustentabilidade e conservação ambiental. O Plano visa atuar em três eixos temáticos principais: Florestas Plantadas, Economia Florestal e a Rede Floresta + Sustentável. O foco é estimular o aumento da produção florestal, apoiar a recuperação de vegetação nativa em unidades de produção agropecuária e fortalecer as cadeias produtivas. A engenheira ambiental e pesquisadora em Ciências Florestais pelo Núcleo de Tecnologia e Inovação-NTI da FEST, Eliane Araújo, destacou que vê uma forte sinergia da atuação da FEST com a proposta de elaboração do Plano Floresta + Sustentável (PFS), que foi discutida neste Workshop. “Ambos visam promover o desenvolvimento regional sustentável, por meio da agenda florestal e agroambiental, trazendo benefícios econômicos, sociais e ambientais. É gratificante que a experiência e o conhecimento da FEST neste tema serão incorporados ao grupo de trabalho para a construção do PFS, trazendo contribuições relevantes a partir do que já vem sendo realizado no âmbito do Programa Nordeste + Sustentável e do Plano Nacional de Recuperação Florestal para promoção do Desenvolvimento Rural Sustentável”. Finalizou O workshop representou um passo significativo na direção de uma economia florestal mais robusta e sustentável no Brasil. À medida que o Plano Floresta + Sustentável avança, espera-se que ele tenha um impacto positivo na conservação ambiental, na geração de empregos e no desenvolvimento econômico do país, alinhado com a visão de um Brasil comprometido com a sustentabilidade. Para mais informações sobre o Plano Floresta + Sustentável e suas próximas etapas, visite o site da Fundação Espírito-santense de Tecnologia – FEST. Projeto 1081 Texto Vanessa Pianca

Confira o que foi o evento PMBA e entenda do que se trata o projeto!

O Programa de Monitoramento da Biodiversidade (PMBA) aconteceu entre os dias 17 e 18 de agosto, no Núcleo de Competências Químicas do Petróleo (LabPetro), na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). O evento foi realizado com o objetivo de apresentar os resultados anuais e contou com a presença da Fundação Renova, a Câmara Técnica da Biodiversidade (CTBio) e, claro, nós da Fundação Espírito-Santense de Tecnologia (FEST). Durante o seminário, foram apresentados estudos e relatórios sobre inovações e aperfeiçoamento referente às pesquisas realizadas nos últimos anos. Além disso, como forma de comemoração pelos 5 anos de pesquisa, os participantes tiveram a oportunidade de contemplar uma exposição fotográfica feita com fotos tiradas pelos próprios colaboradores. Saiba mais sobre os projetos apoiados pela Fundação Espírito Santense de Tecnologia (FEST)! Confira este conteúdo produzido por nós, do Blog da FEST, em parceria com nossos especialistas. Boa leitura! Veja mais– Expedição Nordeste mais sustentável  Entenda qual o objetivo do projeto! O Programa de Monitoramento da Biodiversidade (PMBA) possui o objetivo de apoiar as ações reparatórias de interesse público relacionadas aos impactos causados pelo rompimento da barragem de Fundão na biodiversidade aquática. Além disso, o programa visa identificar os impactos agudos e crônicos sobre as espécies e a cadeia alimentar, como também, de avaliar o habitat de fundo marinho, a qualidade da água e a ecotoxicidade, ou seja, o potencial tóxico de contaminação por metais nos organismos vivos e físico-químicos (sedimentos, água, temperatura, luz, entre outros). Acompanhe a FEST! Confira nossa agenda completa de cursos e acompanhe nossas redes sociais para ter acesso aos nossos conteúdos em primeira mão! Conheça o Instagram da FEST Confira o LinkedIn da FEST

950/1002/1056/1097 – Plano de desenvolvimento Municipal (PDM)

SOBRE A FUNDAÇÃO A FEST é uma instituição jurídica de Direito Privado, sem fins lucrativos, gozando de autonomia financeira, patrimonial e administrativa, de interesse público e coletivo, com atividades dirigidas ao ensino, à pesquisa e transferência de conhecimento, ao desenvolvimento institucional, tecnológico, proteção do meio ambiente e de apoio a Universidade Federal do Espírito Santo. Desde 1998, trabalha com a missão de gerenciar e apoiar a execução de programas e de projetos em Ciência, Tecnologia, Inovação e de Negócios, em parceria com entidades públicas e privadas, contribuindo com o desenvolvimento socioeconômico regional. Dentre os principais parceiros já atendidos pela instituição, podem-se citar a diversas Prefeituras Municipais, como a de Vitória, Vila Velha, Cachoeiro de Itapemirim, Aracruz, Alegre e a de Colatina; a Universidade Federal do Espírito Santo – Ufes; Petrobrás; Vale; ArcelorMittal; Veracel; Organização Mundial da Saúde (OMS); Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e o Serviço Brasileiro Florestal; Departamento de Edificações e de Rodovias do Espírito Santo (DER-ES); e o Governo do Estado do Espírito Santo. PLANEJAMENTO NA IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS: Diante da necessidade do avanço na implementação de diferentes políticas públicas no Espírito Santo, a FEST reconhece que o Planejamento é uma ferramenta fundamental para uma Gestão Pública de qualidade focada nos resultados. Planejar é uma forma efetiva de organizar, traçar objetivos e metas de gestão tangíveis, para dar a população resultados com reflexos na melhoria da qualidade de vida. Dessa forma, a Fundação possui como uma de suas frentes de atuação a elaboração de planos de desenvolvimento, voltando para a atuação das Prefeituras Municipais do Espírito Santo. Pautado em toda a legislação Federal, Estadual e Municipal, foram elencados instrumentos das políticas públicas e territoriais, com vistas ao planejamento estratégico e alcance de resultados das prefeituras. ATUAÇÃO CONJUNTA DA FEST JUNTO ÀS PREFEITURAS: A FEST se propõe a dar efetiva contribuição no planejamento das cidades, atuando de forma conjunta com a prefeitura e atores locais. O planejamento dos municípios irá contar com metas de médio e longo prazos, darão uma visão estratégica de futuro, já que pretendem oferecer soluções que se mantenham ao longo do tempo. Os planos servirão como ferramentas de organização, controle e acompanhamento das soluções dos principais desafios enfrentados pelas cidades. Terão como premissa a efetividade de implementação das ações e a sua sustentabilidade, buscando a aprovação social e a pactuação de ações entre os responsáveis da gestão pública e privada. Clique aqui e conheça o nosso Portfólio de Plano de Desenvolvimento para municípios ENTRE EM CONTATO COM FEST Telefone  (27) 3345-7555 Telefone  (27) 99928-7831 WhatsApp  (27) 99928-7831 E-mail  superintendencia@fest.org.br