FEST – Fundação Espírito-santense de Tecnologia

PMBA conquista 2º lugar no Prêmio Biguá e celebra sete anos de dedicação à conservação da vida aquática

O Programa de Monitoramento da Biodiversidade Aquática (PMBA) conquistou o 2º lugar na categoria Sociedade Civil do Prêmio Biguá de Sustentabilidade 2025, uma das maiores premiações ambientais do Espírito Santo, que neste ano reuniu mais de 200 projetos inscritos. O reconhecimento celebra não apenas o impacto das ações do programa, mas também seus sete anos de dedicação à conservação da vida aquática e ao fortalecimento da ciência ambiental capixaba. O PMBA atua na porção capixaba da Bacia do Rio Doce e na região marinha e costeira adjacente, monitorando, de forma sistemática e integrada, os impactos ambientais sobre espécies, cadeias alimentares, qualidade da água, sedimentos e ecotoxicidade. Desde sua criação, o programa tem sido essencial para compreender e mitigar os efeitos do rompimento da barragem de Fundão, contribuindo com dados científicos que subsidiam políticas públicas, ações de restauração e estratégias de conservação. Mais do que um projeto de pesquisa, o PMBA representa um compromisso coletivo com o meio ambiente, envolvendo pesquisadores, técnicos, estudantes, pescadores e comunidades locais. Seu trabalho contínuo e multidisciplinar fortalece a relação entre ciência e sociedade, ampliando o conhecimento sobre a biodiversidade aquática e promovendo o uso sustentável dos recursos naturais. O reconhecimento no Prêmio Biguá reforça a relevância dessa atuação e evidencia o papel da UFES e da FEST como instituições que transformam pesquisa em impacto social e ambiental. A conquista é um incentivo para que o PMBA siga avançando em novas frentes de monitoramento, tecnologia e engajamento comunitário, consolidando-se como referência na proteção dos ecossistemas aquáticos capixabas. Que venham muitos outros resultados e conquistas, porque cuidar da água, dos rios e do mar é cuidar da vida.  

FEST e UFES participam da Oficina de Planejamento e Execução do Fundo Rio Doce em Brasília

Começou nesta terça-feira (28), em Brasília, a Oficina de Planejamento e Execução do Fundo Rio Doce, promovida pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O evento reúne instituições parceiras e especialistas para discutir a governança, o planejamento e as diretrizes de execução dos recursos do Fundo Rio Doce, iniciativa voltada à recuperação socioambiental da bacia do Rio Doce. A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) participa do encontro representada por sua diretora, Patrícia Bourguignon Soares, e pelo coordenador do Programa de Monitoramento da Biodiversidade Aquática (PMBA), Prof. Dr. Fabian Sá. O PMBA é um projeto executado pela FEST com anuência da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), e tem papel fundamental na geração de dados científicos que orientam as ações de conservação da biodiversidade aquática na bacia. Também estão presentes e representando a FEST/PMBA/UFES a equipe do escritório de Projetos Rejane Rodrigues Monteiro, Anna Paula Lage Ribeiro, Ana Carolina Almeida Oliveira Cheibub. Durante a programação desta manhã, Patrícia Bourguignon e Fabian Sá apresentaram os avanços e resultados alcançados pelo PMBA, destacando a importância da integração entre pesquisa científica, gestão ambiental e participação social para a efetividade das ações de monitoramento. Também esteve presente o Reitor da UFES, Prof. Dr. Eustáquio Vinicius Ribeiro de Castro, que fez uma fala sobre o compromisso da universidade com o desenvolvimento de soluções técnicas e científicas voltadas à recuperação ambiental da região afetada pelo rompimento da barragem de Fundão. A oficina segue até o dia 29 de outubro, com mesas de debate e atividades voltadas à construção coletiva das diretrizes e cronogramas de trabalho para a execução do Acordo Rio Doce. O evento também conta com a participação de representantes da Casa Civil, do BNDES, do ICMBio e do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.

Comunidade de Jacaraípe conquista Termo de Autorização de Uso com apoio do projeto Redes Cidadania da FEST/UFES  

No dia 21 de outubro de 2025, foi assinada a autorização de uso da área para instalação do Estaleiro de Jacaraípe, um marco importante para a cidade da Serra e para a comunidade de pescadores local. O documento formaliza o direito de utilização do espaço e representa mais um avanço na construção de políticas públicas voltadas à gestão comunitária e ao fortalecimento da cidadania, com o apoio técnico do projeto Redes Cidadania, desenvolvido pela Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) em parceria com a Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). A assinatura do termo foi resultado de um processo de diálogo e cooperação entre a Prefeitura Municipal da Serra e representantes da comunidade de Jacaraípe, com acompanhamento ativo da equipe do projeto. A medida garante segurança jurídica e institucional ao uso  da área  para instalação do Estaleiro de Jacaraípe, um espaço reconhecido por sua relevância cultural, social e econômica no território. O projeto Redes Cidadania FEST/UFES tem atuado em diferentes municípios capixabas com o objetivo de fortalecer a organização popular, promover a inclusão social e estimular o diálogo entre comunidades e poder público. A conquista do termo de uso é reflexo direto desse trabalho, que aposta na construção coletiva e na valorização dos saberes locais. Segundo a equipe do projeto, a assinatura representa não apenas a regularização de um espaço, mas também a consolidação de um modelo participativo de gestão, em que a comunidade se torna protagonista da preservação e do uso social do Estaleiro. A FEST reafirma, com esse resultado, seu compromisso com o desenvolvimento sustentável, a cidadania ativa e o apoio a políticas públicas transformadoras em parceria com a UFES e as administrações municipais. Texto: Vanessa Pianca Projeto 947

FEST é oficialmente reconhecida como Centro de Educação Ambiental do Espírito Santo

Nesta quarta-feira, 16 de outubro de 2025, a Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) foi oficialmente reconhecida pelo Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (IEMA) como Centro de Educação Ambiental do Espírito Santo. O anúncio foi realizado durante o Seminário de Reconhecimento aos Novos Centros de Educação Ambiental, promovido pelo IEMA, por meio da Gerência de Educação Ambiental (GEA), na Escola de Serviço Público do Espírito Santo (ESESP), em Vitória. O evento reuniu instituições, gestores públicos, professores e representantes da sociedade civil comprometidos com o fortalecimento da rede capixaba de educação ambiental. A cerimônia também marcou a entrega das certificações aos novos centros reconhecidos em 2025 e aos participantes do curso de Políticas Públicas em Educação Ambiental da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). A partir deste reconhecimento, a FEST passa a atuar oficialmente como um polo articulador de ações educativas ambientais, de sensibilização e de promoção da sustentabilidade, integrando seus mais de 3 mil projetos já desenvolvidos ao longo de sua trajetória. Esses projetos abrangem áreas como conservação ambiental, pesquisa científica, inovação tecnológica, restauração ecológica, sustentabilidade industrial e formação de educadores. Estiveram presentes na solenidade o Superintendente da FEST, Prof. Dr. Armando Biondo Filho, a Diretora Patrícia Bourguignon Soares e a Profa. Dra. Diolina Moura Silva, coordenadora do novo Centro de Educação Ambiental do Espírito Santo. Professor Armando, destacou o significado do reconhecimento para a trajetória da instituição: “Ser reconhecida como Centro de Educação Ambiental do Espírito Santo é o reflexo de uma história construída com compromisso e dedicação. A FEST tem em seu DNA o apoio à pesquisa, à ciência e à sustentabilidade. Este título reforça nosso papel como elo entre o conhecimento científico e a transformação social, e nos motiva a continuar formando redes, fortalecendo parcerias e inspirando novas gerações para o cuidado com o meio ambiente.” Durante o evento, Patrícia Bourguignon, ressaltou a importância da integração entre ciência, educação e sociedade: “Esse reconhecimento reafirma o propósito da FEST de unir a tecnologia e o desenvolvimento à responsabilidade socioambiental. Com mais de três mil projetos realizados, a Fundação mostra que é possível fazer ciência com impacto e compromisso ético. Ser um Centro de Educação Ambiental do Espírito Santo amplia nossa capacidade de conectar pessoas, ideias e práticas em prol de um Espírito Santo mais sustentável.” Em sua fala a Professora Diolina, enfatizou o potencial educativo e transformador da iniciativa: “A educação ambiental é um caminho de diálogo, escuta e construção coletiva. O Centro de Educação Ambiental do Espírito Santo nasce com a missão de promover experiências formativas que unam saberes acadêmicos e populares, fortalecendo comunidades e despertando o senso de pertencimento ambiental. Este é um reconhecimento que carrega também uma grande responsabilidade, a de fazer a diferença, inspirando mudanças reais.” Com o reconhecimento do IEMA, a FEST reafirma seu compromisso com a formação cidadã, a inovação sustentável e a preservação ambiental, fortalecendo seu papel como agente de transformação e como referência na promoção da educação ambiental em todo o estado.    

Confira os destaques do Boletim FEST. Veja mais!

  Setembro foi daqueles meses que enchem a gente de orgulho! 🌟 Cheio de conquistas, parcerias e histórias que mostram como o trabalho da FEST faz diferença em várias frentes — da conservação ambiental à educação científica, passando por momentos de reconhecimento e cooperação. Começamos celebrando os 7 anos do PMBA, um projeto que se tornou símbolo da proteção à biodiversidade capixaba. Sete anos de dedicação, pesquisa e resultados que fortalecem o cuidado com o nosso meio ambiente — e mostram o quanto a parceria entre a UFES, FEST e órgãos ambientais tem dado certo. Tivemos também um marco importante em Conceição da Barra, onde o nosso superintendente acompanhou a transferência de gestão do Complexo de Pesca. Um passo que representa mais autonomia e fortalecimento das comunidades locais, além de reafirmar o compromisso da FEST com o desenvolvimento sustentável. Na área da divulgação científica, seguimos avançando com a construção da segunda Praça da Ciência do Espírito Santo, em Venda Nova do Imigrante. Um espaço pensado para despertar a curiosidade, aproximar a ciência das pessoas e inspirar novas gerações de pesquisadores. Setembro também foi tempo de diálogo e articulação nacional: a abertura do II Encontro Nacional dos Órgãos Estaduais de Terra e do I Encontro Técnico do Nordeste marcou o início de novas trocas e parcerias, com a FEST presente nessa importante conversa sobre o futuro da política fundiária no país. E não paramos por aí! Recebemos na Fundação a equipe do ICMBio, fortalecendo o Projeto Bolsa Verde, que une conservação ambiental e inclusão social — um exemplo de como é possível cuidar da natureza e das pessoas ao mesmo tempo. Por fim, nossa seção “Quem faz a FEST” trouxe uma história que aquece o coração: Joice Elisa Thomes, que com sua alegria, dedicação e gratidão inspira colegas e mostra o valor humano que move nossa instituição todos os dias. Setembro foi intenso, bonito e cheio de motivos para comemorar. Que venham os próximos meses com ainda mais realizações, parcerias e boas histórias para contar — porque, juntos, seguimos transformando ideias em resultados que fazem diferença! Saiba mais sobre esses assuntos nessa edição, boa leitura! Clique aqui para acessar! Textos: Vanessa Pianca

FEST é uma das oito instituições selecionadas pelo Google e Instituto Clima e Sociedade (iCS) para investir em soluções de sustentabilidade digital no Brasil

A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) está entre os oito projetos premiados pelo edital “Desafio IA Natureza & Clima”, iniciativa do Google Brasil e do Instituto Clima e Sociedade (iCS), que investirá R$ 18 milhões em soluções de sustentabilidade digital no país. Entre 395 propostas inscritas em todo o Brasil, o projeto da FEST, desenvolvido em parceria com O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA)  foi selecionado por sua proposta inovadora que alia inteligência artificial, automação e integração de dados geoespaciais à plataforma Terras do Brasil. A iniciativa busca apoiar políticas públicas e fortalecer a governança fundiária e ambiental, permitindo o monitoramento contínuo do uso da terra, a geração automatizada de diagnósticos e o desenvolvimento de indicadores de desempenho. Com isso, pretende-se oferecer ao poder público uma ferramenta tecnológica de ponta para uma gestão territorial mais eficiente, precisa e orientada por dados. Além do avanço tecnológico, o projeto também prevê melhorias na experiência do usuário, com assistentes virtuais inteligentes que ajudarão gestores e cidadãos em processos de regularização fundiária. Outro destaque é o uso de IA para identificar corredores ecológicos, conciliando ocupação produtiva e preservação ambiental, fortalecendo a sustentabilidade e a resiliência dos ecossistemas. “Estar entre os oito projetos selecionados pelo Google e iCS é um reconhecimento da capacidade técnica e da visão inovadora que a FEST tem construído ao longo dos anos em parceria com a UFES. Esse projeto reforça nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável, com a inovação digital e com o uso responsável da tecnologia em benefício da sociedade”, destaca Patrícia Bourguignon Soares, diretora da FEST. Bourguignon ressalta a importância do uso da inteligência artificial como aliada da sustentabilidade e da gestão pública: “Com o apoio do Google e do iCS, poderemos ampliar a capacidade da plataforma Terras do Brasil, levando a tecnologia a um novo patamar de integração e impacto social. Nosso objetivo é contribuir para uma governança territorial mais transparente, eficiente e ambientalmente equilibrada.” O superintendente da Fundação, Armando Biondo Filho, também celebrou a conquista: “Esse resultado é fruto da dedicação de nossas equipes e da sólida parceria com a UFES. A FEST tem se consolidado como uma ponte entre ciência, tecnologia e gestão pública, e esse reconhecimento nacional mostra que estamos no caminho certo para contribuir com soluções que unem eficiência administrativa e sustentabilidade ambiental.” O anúncio oficial dos oito projetos selecionados ocorreu nesta quarta-feira, durante evento realizado no hotel Brasília Palace, que reuniu especialistas, gestores públicos e representantes das organizações contempladas. O investimento, financiado pelo Google.org, representa o maior aporte já feito pela organização em projetos de sustentabilidade na América Latina. A execução dos projetos tem início previsto para novembro de 2025, durante a COP30, com conclusão em outubro de 2027. Com o projeto Terras do Brasil – Inteligência Artificial contribuindo para a governança responsável, a FEST reforça sua missão de promover a integração entre ciência, tecnologia e sustentabilidade, colocando o Espírito Santo e o Brasil na vanguarda das soluções digitais voltadas para o meio ambiente e o desenvolvimento sustentável. Projeto: 1245 / 1383 Texto: Vanessa Pianca  

Terceira estação científica do Arquipélago de São Pedro e São Paulo está prestes a se tornar realidade

A implantação da terceira estação científica do Arquipélago de São Pedro e São Paulo, localizada a cerca de mil quilômetros do litoral brasileiro, está cada vez mais próxima de acontecer. O projeto executivo, desenvolvido pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), foi aprovado pela Marinha do Brasil e pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), com investimento de aproximadamente R$ 7 milhões, provenientes do Fundo de Compensação Ambiental da Caixa Econômica Federal. A iniciativa é fruto do Acordo de Cooperação entre o ICMBio e a Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST), contando também com a cooperação da Marinha do Brasil, da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e da Caixa Econômica Federal. O projeto executivo da nova estação foi desenvolvido no Laboratório de Planejamento e Projetos da UFES (LPP/UFES). Coordenado pela arquiteta Profa. Dra. Cristina Engel de Alvarez, que conduziu o trabalho com foco em sustentabilidade, eficiência energética e redução de impactos ambientais. “Nossa prioridade foi pensar em uma estrutura que respeite o ambiente e ao mesmo tempo proporcione as melhores condições para o desenvolvimento da pesquisa científica. O projeto minimiza a geração de resíduos, prevê o tratamento de águas servidas e a otimização do espaço construído, considerando o tamanho reduzido da área disponível”, explicou a professora Cristina Engel. Localizado em uma região estratégica do Atlântico, o Arquipélago de São Pedro e São Paulo é reconhecido como Área de Proteção Ambiental (APA) e Monumento Natural (MONA), abrigando uma das áreas mais ricas em biodiversidade marinha do país. Além da relevância científica, a presença permanente brasileira no arquipélago garante a soberania do País sobre 455 mil quilômetros quadrados de Zona Econômica Exclusiva (ZEE). Durante a apresentação do projeto, o Reitor da UFES, Prof. Dr. Eustáquio de Castro, destacou a importância da colaboração institucional para a concretização de iniciativas dessa magnitude. “Esse modelo de parceria reforça a força da universidade pública e o papel das fundações de apoio como instrumentos essenciais para a execução de projetos de grande impacto nacional”, afirmou o reitor. FEST: compromisso com a ciência e o desenvolvimento sustentável A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) é responsável pela execução do projeto e atua em estreita colaboração com a equipe técnica da UFES e as instituições parceiras. A nova estação substituirá as estruturas anteriores, de 1998 e 2008, que já apresentam desgaste devido às condições extremas do arquipélago. Para o Superintendente da FEST, Armando Biondo Filho, a aprovação do projeto reforça a credibilidade e a competência técnica das instituições envolvidas. “Esse projeto representa um marco para o Brasil. A FEST tem orgulho de participar de uma iniciativa que alia ciência, inovação e soberania, reafirmando nosso papel como agente estratégico de apoio à pesquisa e ao desenvolvimento científico do país.”A Diretora da FEST, Patrícia Bourguignon, ressaltou o caráter sustentável e colaborativo da proposta. “A estação foi pensada para respeitar o meio ambiente e atender às necessidades da comunidade científica. É um projeto que simboliza a força da cooperação entre instituições comprometidas com o futuro do planeta e com a soberania do país.” Com a implantação da nova estação, o Brasil dá mais um passo importante no fortalecimento de sua presença científica e estratégica no Atlântico. A estrutura permitirá o avanço de pesquisas sobre biodiversidade, oceanografia e mudanças climáticas, ampliando o conhecimento sobre uma das regiões mais singulares do planeta. A FEST se orgulha de contribuir para mais um marco da ciência brasileira , uma colaboração que une inovação, sustentabilidade e compromisso com a preservação ambiental. Texto: Vanessa Pianca

FEST promove manhã de conscientização pelo Outubro Rosa com palestra da AFECC e depoimento emocionante de colaboradora

Na manhã desta sexta-feira (10), a Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) se vestiu de rosa para abraçar a causa do Outubro Rosa, mês dedicado à conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama. O auditório da instituição recebeu uma palestra promovida pela AFECC – Associação Feminina de Educação e Combate ao Câncer, ministrada pela enfermeira Ana Paula N. Curty Stinghel, e um momento de profundo impacto emocional com o depoimento da colaboradora Sannya Britto, que compartilhou sua trajetória de superação contra a doença. Durante a palestra, Ana Paula Stinghel destacou a importância da informação e do autocuidado como principais ferramentas para salvar vidas. “O câncer de mama tem grandes chances de cura quando descoberto precocemente. O autoexame é um gesto simples, mas poderoso. Ele deve ser um hábito aliado às consultas e aos exames de rotina”, enfatizou a enfermeira. A profissional também reforçou que cuidar de si é um ato de amor: “Mulheres que se cuidam inspiram outras mulheres. Falar sobre o câncer de mama é quebrar tabus e abrir espaço para a vida.” Após a palestra, o momento mais emocionante da manhã ficou por conta do relato de Sannya Britto, colaboradora da FEST, que em 2021 recebeu o diagnóstico de câncer de mama e enfrentou com coragem cada etapa do tratamento. Com serenidade e emoção, Sannya contou como o apoio da família, dos amigos e dos colegas de trabalho foi essencial durante sua jornada. “Eu aprendi que se cuidar é um ato de amor-próprio. O diagnóstico precoce fez toda a diferença na minha vida. Hoje, estar aqui e poder contar a minha história é uma forma de dizer a todas vocês: se toquem, se cuidem, façam seus exames. A prevenção salva vidas”, afirmou emocionada. O encontro encerrou-se com um clima de reflexão, empatia e esperança, reforçando o compromisso da FEST com o bem-estar e a saúde de suas colaboradoras. O Outubro Rosa é mais do que uma campanha — é um movimento de união, solidariedade e conscientização. A FEST acredita que cuidar é transformar e reafirma seu apoio a todas as mulheres que enfrentam ou já enfrentaram o câncer de mama. Previna-se. Cuide-se. Ame-se! fotos site destauque FEST (9) 20251010_114101 20251010_105937 20251010_100512 20251010_092509 20251010_091813 20251010_114042

FEST, UFES e BNDES discutem repactuação e novas parcerias em encontro no Labpetro/UFES

Na manhã desta quarta-feira (02/10), no Núcleo de Competências em Química do Petróleo (NCQP), localizado no campus de Goiabeiras da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), recebeu uma reunião estratégica entre a Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST), a UFES e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O encontro contou com a presença de Felipe Pereira e Guilherme Tinoco de Lima, representantes do BNDES; da Diretora da FEST, Patrícia Bourguignon Soares; e do Reitor da UFES, Professor Dr. Eustáquio Vinicius Ribeiro de Castro. Ao longo da manhã, foram discutidos pontos relacionados à repactuação e de projetos já existentes e avaliadas novas oportunidades de cooperação. Um dos destaques da reunião foi a apresentação dos resultados alcançados pelo Programa de Monitoramento da Biodiversidade Aquática (PMBA), que já soma sete anos de execução. Além disso, outros projetos conduzidos em parceria entre a FEST e a UFES foram apresentados, demonstrando a capacidade técnica, administrativa e científica da Fundação e da Universidade em apoiar e executar iniciativas de grande relevância para a sociedade. As apresentações reforçaram as expertises acumuladas pelas instituições em gerirem projetos complexos e multidisciplinares, criando um ambiente favorável à construção de novas parcerias. De acordo com a Diretora da FEST, Patrícia Bourguignon, o diálogo com o BNDES é uma forma de consolidar novas parcerias e demonstrar a capacidade da Fundação no âmbito da gerencia e execução de projetos de grande magnitude: “Essa reunião foi muito positiva, pois além de reforçar o histórico de bons resultados alcançados com o PMBA, conseguimos mostrar o potencial da FEST e da UFES para ampliar parcerias estratégicas que beneficiem a pesquisa, a inovação e o desenvolvimento tecnológico no Espírito Santo e no Brasil.” O Reitor da UFES, Professor Dr. Eustáquio de Castro, também destacou a importância do encontro: “A presença do BNDES em nossa Universidade reforça o reconhecimento do trabalho que temos desenvolvido em conjunto com a FEST. Essa aproximação abre portas para novos projetos que vão fortalecer a ciência, a tecnologia e o desenvolvimento sustentável.” Texto: Vanessa Pianca

FEST e UFES avançam na construção da segunda Praça da Ciência do Espírito Santo em Venda Nova do Imigrante

Na última quarta-feira (24/09), a Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST), em conjunto com representantes da Prefeitura de Vitória e da Prefeitura de Venda Nova do Imigrante, realizou uma visita à Praça da Ciência de Vitória. O encontro teve como objetivo trocar experiências sobre o funcionamento desse espaço interativo e educativo, referência estadual na popularização do conhecimento científico. A iniciativa faz parte do Programa Praças da Ciência em Museus e Centros de Ciência e Tecnologia e Espaços Científicos Culturais da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), liderado pela  FEST e  executado pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), com o apoio da Secretaria de Educação da Prefeitura Municipal de Venda Nova do Imigrante . O programa visa criar a Rota da Ciência no interior do estado, tendo Venda Nova do Imigrante como cenário da segunda Praça da Ciência do Espírito Santo. O projeto é coordenado pelo Prof. Dr. Valdemar Lacerda  Junior, da Pró-reitora de Pesquisa e Pós-graduação da UFES (PRPPG), e pelo Prof. Dr. Gabriel Luchini, do Departamento de Física do Centro de Ciências Exatas(CCE) da UFES e busca integrar os saberes tradicionais das populações rurais com bases científicas, tornando o aprendizado mais inclusivo, participativo e contextualizado.  A nova Praça da Ciência em Venda Nova do Imigrante A Praça da Ciência será construída no Centro Cultural de Venda Nova do Imigrante, espaço já reconhecido pela realização de eventos artísticos e culturais. Com infraestrutura completa, incluindo auditório, salas de reunião e hall para exposições, o local foi escolhido para garantir acessibilidade e comodidade, além de possibilitar a recepção de estudantes de toda a região. O ambiente será interativo e lúdico, proporcionando experimentações em áreas como: Física: força, inércia, luz e eletromagnetismo. Astronomia: movimento dos corpos celestes. Biologia: jardim sensorial com plantas nativas, além de exposições sobre sementes, fungos e insetos, destacando sua importância para a agricultura e a biodiversidade local.  Impactos esperados A implementação do projeto vai além da educação, trazendo benefícios diretos para o desenvolvimento regional. Entre os principais impactos estão: Fortalecimento da educação, da economia e do turismo local, por meio da criação da Rota da Ciência nas Montanhas Capixabas. Integração entre saberes tradicionais e científicos. Engajamento da população nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Melhoria no desempenho escolar em Ciências da Natureza. Fomento ao turismo científico, aproximando ciência, campo e cotidiano. Durante a visita, o superintendente da FEST, o Prof. Dr. Armando Biondo Filho, destacou a relevância da iniciativa: “A Praça da Ciência de Venda Nova do Imigrante é um projeto que vai muito além da construção de um espaço físico. Trata-se de um investimento estratégico em educação, cultura e inovação, que fortalece a identidade regional e promove oportunidades de transformação social. A FEST tem orgulho de apoiar uma ação que democratiza o conhecimento e conecta tradição, ciência e futuro.” Com o Projeto 1149, a UFES e a FEST reafirmam seu compromisso em transformar a ciência em um bem público, acessível e transformador, consolidando as Montanhas Capixabas como referência em educação científica e cultural. Texto: Vanessa Pianca