FEST – Fundação Espírito-santense de Tecnologia

PMBA/FEST/UFES participam de oficina técnica no Ministério da Pesca e Aquicultura

A convite da Coordenação do Grupo Gestor do PROPESCA, representantes do Programa de Monitoramento da Biodiversidade Aquática (PMBA) da Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) e da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) participaram de uma oficina presencial realizada no Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), destinada ao aprofundamento técnico e ao avanço na construção dos indicadores, cenários e critérios de transição entre os diferentes estágios do Plano de Contingência do Rio Doce.

A iniciativa reúne conhecimento científico, experiência territorial e participação social qualificada, com o objetivo de contribuir para a construção de estratégias que considerem as particularidades ambientais e socioeconômicas da região, incluindo a realidade das comunidades que dependem da pesca e da aquicultura.

Representando o PMBA/FEST/UFES, participaram a Dra. Laura Silveira Vieira Salles, da Assessoria Técnica do PMBA; o Prof. Dr. Adalto Bianchini, da área de Ecotoxicologia do PMBA; o Prof. Dr. Maurício Hostim, da área de Ictiofauna Marinha do PMBA e Profa. Dra. Elisabeth Henschel, do Departamento de Biologia Animal da Universidade Federal de Viçosa (UFV). Também participaram das discussões o coordenador do TAMAR/ICMBio, José Carlos (Joca) Thomé; e Joelson Musiello Fernandes, representante do PMAP/FEST/UFES.

A participação dos especialistas reforça a importância da integração entre diferentes áreas do conhecimento para o desenvolvimento de indicadores e critérios capazes de subsidiar a tomada de decisão diante de diferentes cenários no Rio Doce.

A atuação conjunta entre PMBA, FEST e UFES, com a contribuição de instituições parceiras como a UFV e o ICMBio, fortalece a produção e a aplicação do conhecimento científico, contribuindo para processos de monitoramento, planejamento e gestão conectados às características do território e às demandas das comunidades.

A oficina representa, assim, mais um importante espaço de diálogo entre ciência, gestão pública e participação social na construção de estratégias para a prevenção, resposta e enfrentamento de possíveis cenários de contingência na região do Rio Doce.

Texto: Vanessa Pianca