FEST – Fundação Espírito-santense de Tecnologia

FEST e UFES apresentam proposta estratégica para o desenvolvimento costeiro e marinho do Amapá no MIDR

31 de março de 2026

A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST), em parceria com a Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), realizou nesta semana uma importante apresentação institucional no Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), em Brasília, com foco no desenvolvimento multissetorial da região costeira e marinha do estado do Amapá. Representando a FEST, participaram Patrícia Bourguignon, Diretora, e Laura Vieira, supervisora de Projetos. A UFES foi representada pelo professor doutor Alex Cardoso Bastos, que contribuiu com a base científica da proposta. Durante o encontro, foi apresentado o Plano de Desenvolvimento Integrado da Costa e Mar do Amapá, uma iniciativa estruturante que reúne diferentes eixos estratégicos voltados à organização territorial, ao uso sustentável dos recursos naturais e ao fortalecimento das atividades econômicas da região. O projeto contempla abordagens inovadoras como o Planejamento Espacial Marinho, que busca identificar e mapear os usos do oceano, promovendo maior segurança jurídica e eficiência na gestão dos territórios marinhos. A proposta também destaca o uso de tecnologias avançadas para monitoramento ambiental e gestão de dados, incluindo plataformas integradas, painéis dinâmicos de indicadores e sistemas de acompanhamento em tempo real. Esses recursos permitem uma visão ampla e estratégica dos ambientes costeiro, marinho e dulcícola, subsidiando ações mais assertivas. Estiveram presentes no encontro importantes representantes do MIDR, entre eles o secretário-executivo Valder Ribeiro, o secretário-executivo adjunto Tito Silva, o secretário nacional de Políticas de Desenvolvimento Regional e Territorial Daniel Fortunato, além de diretores e assessores técnicos da pasta. O principal objetivo da iniciativa é desenvolver estudos científicos robustos que sirvam de base para a formulação de políticas públicas e para a tomada de decisão estratégica, promovendo o desenvolvimento sustentável do Amapá e ampliando o conhecimento sobre sua zona costeira e marinha. A atuação conjunta entre FEST, UFES e o Governo Federal reforça o compromisso com a ciência, a inovação e o desenvolvimento regional, consolidando a importância das parcerias institucionais na construção de soluções para os desafios do país. Texto: Vanessa Pianca

FEST participa de encontro estratégico em Brasília sobre pesquisa e conservação nas Ilhas Oceânicas

31 de março de 2026

No dia 26 de março, a Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) participou de um importante encontro em Brasília com representantes do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e da Secretaria da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (SECIRM) da Marinha do Brasil. A agenda teve como foco o fortalecimento de parcerias institucionais voltadas ao avanço da pesquisa científica e à conservação dos ecossistemas marinhos brasileiros. Representando a FEST, esteve presente a diretora Patrícia Bourguignon. O encontro também contou com a participação de Iara Vasco Ferreira, Diretora de Criação e Manejo de Unidades de Conservação do ICMBio; Luiz Felipe de Luca de Souza, Coordenador Geral de Planejamento Operacional e Orçamento (ICMBio); e Júlio Rosa da Silva, Chefe do NGI Grandes Unidades Oceânicas (ICMbio). Na ocasião, também foi realizada a apresentação oficial do Contra-Almirante Robledo de Lemos Costa e Sá,  novo comandante da Secretaria da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (SECIRM) da Marinha do Brasil. Durante a reunião, foram discutidos temas estratégicos relacionados ao Programa de Pesquisa Científica nas Ilhas Oceânicas – ProIlhas, iniciativa fundamental para a produção de conhecimento científico em áreas remotas e de alta relevância ambiental. O programa tem contribuído significativamente para o monitoramento, preservação e manejo sustentável dos ecossistemas insulares brasileiros. Um dos pontos de destaque do encontro foi a discussão sobre a preservação do atobá, ave marinha símbolo das ilhas oceânicas brasileiras e indicador importante da saúde ambiental desses ecossistemas. A proteção dessa espécie está diretamente ligada à manutenção do equilíbrio ecológico das ilhas, sendo essencial o desenvolvimento de ações integradas de pesquisa, monitoramento e conservação. Nesse contexto, o ProIlhas desempenha papel estratégico ao subsidiar políticas públicas e iniciativas voltadas à proteção da biodiversidade marinha. A reunião também reforçou a importância da atuação conjunta entre instituições de pesquisa, órgãos ambientais e forças armadas, ampliando o alcance das ações e promovendo o desenvolvimento científico aliado à conservação ambiental. A participação da FEST no encontro reafirma o compromisso da Fundação com o apoio a projetos de pesquisa, inovação e sustentabilidade, contribuindo para a geração de conhecimento e para a preservação dos recursos naturais brasileiros. Texto: Vanessa Pianca

1267- FINEP realiza visita técnica a projetos estratégicos desenvolvidos pela UFES com apoio da FEST

27 de março de 2026

A Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) realizou uma visita técnica à Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) para acompanhar a execução do Projeto nº 1267 FINEP – Ref. 0635/24, desenvolvido em parceria com a Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST). A agenda institucional contou com a presença do analista da FINEP, Miguel Andrade, que vistoriou as estruturas apoiadas e os equipamentos adquiridos por meio dos recursos investidos. O objetivo foi avaliar de perto o impacto dos investimentos voltados ao fortalecimento da infraestrutura científica e tecnológica da universidade. Durante a visita, foram acompanhados dois projetos estratégicos de grande relevância: Cidades Inteligentes no Contexto do 5G Fortalecendo a Pesquisa em Ciências Moleculares As iniciativas são coordenadas pelos pesquisadores  Prof. Dr. Arnaldo Leal Junior, do Departamento de Engenharia Mecânica (DEM) do Centro Tecnológico da UFES e o Prof. Dr. Alexandre Martins Costa Santos, do departamento de Ciências Fisiológicas do Centro de Ciências da Saúde do Centro de Ciências da Saúde da UFES), que vêm conduzindo estudos com elevado potencial de impacto científico e tecnológico. A visita técnica também contou com o acompanhamento da Supervisora Sabrina Felix Bertuani e da Analista de Projetos Amanda Ribeiro, ambas da FEST, que apresentaram os avanços da execução, esclareceram aspectos operacionais e reforçaram as diretrizes de gestão e monitoramento dos recursos. Ao longo da vistoria, foram analisadas as condições das estruturas implementadas, a adequação dos equipamentos adquiridos e o potencial de utilização desses investimentos para ampliar a capacidade de pesquisa, inovação e desenvolvimento tecnológico da UFES. A programação foi concluída com um encontro de alinhamento junto ao diretor da Pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da UFES, Prof. Dr. Wagner Santos. O momento foi dedicado ao esclarecimento de dúvidas, orientações técnicas e fortalecimento da integração institucional entre as equipes envolvidas. A visita reforça o compromisso da FINEP com o acompanhamento técnico dos projetos financiados e evidencia a importância da parceria com a UFES e a FEST para o avanço da ciência, tecnologia e inovação no Espírito Santo e no Brasil. Os projetos avaliados representam avanços significativos em áreas estratégicas, como conectividade inteligente, transformação digital e pesquisas em ciências moleculares, contribuindo diretamente para o desenvolvimento tecnológico, econômico e social do país. Texto: Vanessa Pianca  

Oficinas participativas marcam início das ações do projeto de recuperação hidroambiental na Bacia do Rio Grande

12 de março de 2026

As primeiras ações do Projeto de Recuperação Hidroambiental e Produtivo em Assentamentos da Reforma Agrária na Bacia do Rio Grande, desenvolvido pela Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) em parceria com a Axia Energia Centrais Elétricas Brasileiras S.A, começaram a ser realizadas nesta semana com a realização de oficinas de Diagnóstico Rápido Participativo (DRP) em assentamentos da reforma agrária em Minas Gerais. As atividades estão ocorrendo em 10 assentamentos localizados nos municípios de Veríssimo, Campo Florido, Prata e Campina Verde, envolvendo diretamente as famílias que vivem e produzem nesses territórios. O objetivo das oficinas é levantar, de forma participativa e territorializada, as condições socioambientais, produtivas e organizacionais das comunidades, subsidiando a elaboração de um diagnóstico detalhado que orientará as próximas etapas do projeto. A iniciativa busca promover a revitalização e preservação dos recursos hídricos da Bacia do Rio Grande, aliando recuperação ambiental ao fortalecimento produtivo e à melhoria da qualidade de vida das comunidades rurais. Metodologia participativa valoriza conhecimento local  Cada assentamento recebe dois dias de atividades, conduzidas por equipe técnica especializada, utilizando metodologias participativas que reconhecem o conhecimento e a experiência das famílias assentadas como elementos centrais do processo de diagnóstico. Entre as ferramentas utilizadas nas oficinas estão: Mapa Falado – atividade em que os próprios assentados representam graficamente o território, identificando recursos naturais, áreas degradadas, infraestruturas, conflitos de uso da terra e potencialidades locais, permitindo uma leitura coletiva do espaço onde vivem e produzem; Diagrama de Venn – ferramenta que mapeia as relações institucionais do assentamento, identificando instituições, organizações e serviços públicos presentes no território, bem como o nível de proximidade e influência dessas relações na comunidade; Matriz de Problemas e Potencialidades – análise participativa dos principais desafios enfrentados pelas famílias nas dimensões ambiental, produtiva, social e de infraestrutura, além das oportunidades existentes para superá-los; Calendário Sazonal – levantamento dos ciclos produtivos, períodos de escassez hídrica, atividades agrícolas e vulnerabilidades ao longo do ano, contribuindo para o planejamento das ações de recuperação ambiental e fortalecimento da produção. As informações levantadas durante as oficinas estão sendo sistematizadas pela equipe técnica e irão compor um documento de diagnóstico socioambiental e produtivo de cada assentamento. Esse material servirá como base para o planejamento das intervenções previstas pelo projeto, como recuperação de áreas degradadas, manejo sustentável dos recursos hídricos, fortalecimento das cadeias produtivas locais e ampliação da articulação institucional. De acordo com a diretora da FEST e coordenadora do projeto, Patrícia Bourguignon, o início das atividades em campo representa um passo fundamental para garantir que as ações do projeto sejam alinhadas às realidades locais. “Nosso compromisso é construir soluções junto com as comunidades. O diagnóstico participativo permite compreender profundamente as necessidades, desafios e potencialidades de cada território, garantindo que as ações de recuperação ambiental e fortalecimento produtivo sejam realmente eficazes e sustentáveis”, destaca Patrícia. Os resultados iniciais das oficinas têm sido bastante positivos. As famílias assentadas têm demonstrado alto nível de engajamento e colaboração, participando ativamente das discussões e compartilhando conhecimentos detalhados sobre seus territórios, práticas produtivas e desafios cotidianos. Segundo a equipe técnica responsável pelas atividades, esse envolvimento fortalece não apenas a qualidade das informações coletadas, mas também o sentimento de pertencimento e protagonismo das comunidades no processo de construção das soluções. Ao integrar saberes locais, metodologias participativas e planejamento técnico, o projeto busca consolidar um modelo de desenvolvimento que combine recuperação ambiental, segurança hídrica, produção sustentável e geração de renda, contribuindo para a sustentabilidade da Bacia do Rio Grande e para o fortalecimento das comunidades rurais da região. Texto: Vanessa Pianca   IMG_0322 IMG_0361 IMG_0190 IMG_0117 IMG_0093 IMG_0060 IMG_0053 IMG_9903 IMG_9875 IMG_9836 Load More End of Content.

Evento do PMBA promove integração entre equipes do Espírito Santo e Minas Gerais na UFES

23 de janeiro de 2026

Nos dias 22 e 23 de janeiro, a Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) e a Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), enquanto executoras do Programa de Monitoramento da Biodiversidade Aquática (PMBA) no âmbito do Novo Acordo do Rio Doce, realizaram um evento técnico no LABPETRO/UFES, reunindo coordenadores e pesquisadores que atuaram no PMBA no território de Minas Gerais por meio dos editais da FAPEMIG. A iniciativa teve como objetivo principal avançar no diálogo sobre a operacionalização do escopo do PMBA em Minas Gerais para os próximos dez anos, promovendo alinhamento metodológico, integração entre equipes e o fortalecimento das estratégias de execução do Programa no território mineiro. Durante o evento, os Gestores do PMBA apresentou a Cadeia de Valor do Programa e o Sistema de Gestão de Dados, detalhando fluxos de informação, governança, integração entre frentes de trabalho e os processos que sustentam a produção, organização e uso dos dados ambientais gerados pelo monitoramento. Segundo um dos gestores do Acordo e coordenador do PMBA, professor doutor Fabian Sá, o encontro representa um passo estratégico para garantir a consistência e a qualidade das ações do Programa ao longo do tempo. “Este é um momento fundamental para alinhar expectativas, discutir possibilidades de atuação e construir, de forma conjunta, uma execução ordenada e integrada do PMBA em toda Bacia do Rio Doce. O diálogo com os pesquisadores que já atuaram no Programa fortalece a base técnica e científica necessária para os próximos ciclos de trabalho”, destacou. A Gestora do Acordo é diretora da FEST, Patrícia Bourguignon, ressaltou a importância da cooperação institucional e do papel da Fundação no gerenciamneto do Programa. “A FEST tem orgulho de atuar há sete anos no PMBA e contribuir para a articulação entre universidades, pesquisadores e instituições parceiras. Eventos como este reforçam o compromisso com a ciência brasileira, transparência, a eficiência na integração do conhecimento e a consolidação de um monitoramento robusto e de longo prazo, conforme previsto no Novo Acordo do Rio Doce”, afirmou. O evento proporcionou um espaço qualificado para troca de experiências, esclarecimento de dúvidas e discussão sobre frentes de trabalho possíveis, contribuindo para o planejamento integrado e para o fortalecimento da governança do PMBA. A expectativa é que os encaminhamentos construídos ao longo dos dois dias de atividades resultem em maior sinergia entre as equipes e em ganhos técnicos para a execução do Programa ao longo da próxima década. O PMBA é uma das iniciativas estruturantes do Novo Acordo do Rio Doce, voltada ao acompanhamento contínuo da biodiversidade aquática, subsidiando a tomada de decisão, a avaliação de impactos e a construção de estratégias de recuperação ambiental baseadas em evidências científicas. Texto: Vanessa Pianca

FEST, UFES e Prefeitura Municipal de Vila Velha firmam parceria para desenvolvimento e execução do Projeto Periferia Viva no Território Grande Jabaeté

18 de dezembro de 2025

Na manhã desta quarta-feira (17/12), a Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) e a Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) estiveram na Prefeitura Municipal de Vila Velha para a assinatura do Protocolo de intenção/Acordo de Cooperação Tecnica do Projeto Periferia Viva – Território Grande Jabaeté, um marco para a política de desenvolvimento urbano e inclusão social no Espírito Santo. A Modalidade Periferia Viva é um programa do Governo Federal Brasileiro, focado na urbanização e melhoria de favelas e periferias, articulando políticas públicas para infraestrutura, moradia digna, saneamento, acesso a serviços (saúde, educação, cultura, esporte), regularização fundiária e fortalecimento comunitário, integrando o Novo PAC e visando dignidade e transformação social nesses territórios. Participaram do ato o Superintendente da FEST, Sr. Armando Biondo Filho; a Diretora da FEST, Sra. Patrícia Bourguignon Soares; o Reitor da UFES, Prof. Dr. Eustáquio Vinicius Ribeiro  de Castro, o Secretário Municipal de Desenvolvimento Urbano e Mobilidade de Vila Velha, Sr. Joel Rangel Pinto Junior, a Coordenadora do Programa Periferia Viva da PMVV, Sra. Livia  Barraque Barbosa, além dos professores Dr. Gilton Luís Ferreira e Dr. Alvim Borges da Silva, do Departamento de Administração do Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas (CCJE/UFES). O  instrumento jurídico firmando  tem como objeto a execução de serviços técnicos especializados, que serão desenvolvido e gerenciado pela FEST, por intermédio do Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Desenvolvimento Sustentável da UFES, com a participação do Laboratório de Orçamentos (LABOR) e do Departamento de Serviço Social (DSS). A iniciativa atenderá à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Mobilidade de Vila Velha, por meio de uma assessoria técnica multidisciplinar, fundamentada em uma metodologia participativa, voltada à mobilização social, ao planejamento territorial, à habitação de interesse social e à regularização fundiária. O superintendente da FEST, Armando Biondo, ressaltou a relevância da parceria entre instituições públicas. “Essa união entre FEST, UFES e Prefeitura de Vila Velha demonstra a força da cooperação institucional em prol do desenvolvimento social. É um projeto complexo, que exige responsabilidade técnica e sensibilidade social, e a FEST tem orgulho de colocar sua experiência a serviço da sociedade capixaba”, afirmou. Um projeto estruturante para reduzir desigualdades  O Projeto Periferia Viva integra a modalidade Urbanização de Favelas do Programa de Aceleração do Crescimento – Novo PAC, do Governo Federal, e nasce do reconhecimento de que os territórios periféricos concentram grande parte da população em situação de vulnerabilidade social, convivendo com condições urbanas precárias. Nesse contexto, a atuação do Estado de forma integrada, ampla e transversal é fundamental para o enfrentamento das desigualdades socioterritoriais. Para a diretora da FEST, Patrícia Bourguignon, o projeto representa um avanço significativo na forma de pensar e executar políticas públicas voltadas às periferias. “O Periferia Viva materializa o compromisso com uma atuação técnica qualificada, mas, sobretudo, humana e participativa. Nosso papel é contribuir para que as comunidades sejam protagonistas do processo e para que as soluções construídas tenham impacto real na vida das pessoas”, destacou. A proposta de Urbanização e Qualificação do Território Grande Jabaeté, apresentada pela Prefeitura de Vila Velha, foi habilitada em 2024 no processo seletivo do Ministério das Cidades, tornando o município o único do Espírito Santo contemplado nesta modalidade do programa. O território atendido está localizado, majoritariamente, nos bairros Jabaeté e Barramares, abrangendo o Polígono 1 – Nova Jabaeté V e o Polígono 2 – Loteamento Mangal A/Cidade de Deus, ambos situados em Zona Especial de Interesse Social (ZEIS). Ao todo, cerca de 1.200 famílias serão beneficiadas pelo projeto: 800 famílias receberão diretamente a urbanização integral e 400 famílias serão realocadas por meio de diferentes modalidades de reassentamento. Segundo o secretário Joel Rangel esse projeto tem um caráter histórico . “Este é um marco para o município. Assumimos uma grande responsabilidade com a população do Território Grande Jabaeté, e essa parceria nos dá segurança técnica e institucional para promover uma transformação urbana que respeite as pessoas, o território e o direito à cidade”, declarou Planejamento participativo e atuação técnica especializada  O primeiro passo para a execução da proposta é a elaboração do Plano de Ação Periferia Viva, principal instrumento de planejamento participativo do programa. Esse plano definirá as ações prioritárias, as intervenções urbanísticas e as políticas públicas necessárias, de forma integrada e transversal. Além da elaboração do Plano de Ação, a assessoria técnica terá atribuições estratégicas, como a mediação e qualificação do diálogo entre o poder público e as famílias, a execução do trabalho social, a elaboração de anteprojetos arquitetônicos, urbanísticos e de engenharia, a condução dos processos de regularização fundiária e a realização da avaliação pós-intervenção. Segundo as diretrizes do programa, esse papel deve ser exercido por instituições com atuação consolidada nos territórios, capazes de compreender as especificidades culturais, sociais e econômicas das comunidades, garantindo maior efetividade das ações e melhor incorporação das políticas públicas à realidade local. O Reitor da UFES, Prof. Dr. Eustáquio de Castro, enfatizou o papel da universidade pública. “A UFES reafirma, com este projeto, sua missão de produzir conhecimento comprometido com a transformação social. Colocar a ciência, a técnica e a extensão universitária a serviço da redução das desigualdades é parte essencial do nosso compromisso com a sociedade”, pontuou. O Projeto Periferia Viva – Território Grande Jabaeté tem como objetivos centrais a promoção da inclusão social, o fortalecimento do direito à cidade e a ampliação do acesso prioritário das periferias às políticas públicas. Entre seus focos estão o envolvimento ativo das comunidades no planejamento e no acompanhamento das intervenções, o fortalecimento de iniciativas coletivas, a cooperação entre diferentes níveis de governo e a adaptação dos territórios às mudanças climáticas. Ao integrar infraestrutura urbana, equipamentos sociais, inovação, tecnologia, oportunidades e fortalecimento comunitário, o projeto busca transformar o território, promovendo mais qualidade de vida, segurança da posse, cidadania e igualdade de oportunidades para as famílias atendidas, reafirmando o papel da FEST e da UFES como agentes estratégicos do desenvolvimento sustentável e social no Espírito Santo.  

FEST participa de marco histórico do Programa de Recuperação Econômica e Agroecológica na Bacia do Rio Doce

15 de dezembro de 2025

A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) esteve presente, no dia 13 de dezembro, em um ato político de grande relevância social e ambiental promovido pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), que marcou oficialmente a entrada dos assentamentos da Bacia do Rio Doce no Programa de Recuperação Econômica e Agroecológica. O Programa de Recuperação Econômica e Agroecológica é um conjunto de iniciativas e políticas públicas no Brasil que combinam a recuperação de áreas degradadas com a promoção da agroecologia e o desenvolvimento econômico sustentável. O evento foi realizado no Centro de Formação Francisca Veras, no Assentamento Oziel Alves Pereira, em Governador Valadares (MG), e simboliza um passo fundamental no processo de reparação integral às famílias atingidas pelo rompimento da Barragem de Fundão, ocorrido em Mariana (MG), em 5 de novembro de 2015. A iniciativa também representa avanços concretos na promoção da reforma agrária popular e no fortalecimento de práticas sustentáveis baseadas na agroecologia. A FEST foi calorosamente recebida por Sr.  Silvio Neto e Sra. Maria de Fátima Vieira, coordenadores do Programa Popular de Agroecologia e integrantes da direção do MST em Minas Gerais. Também estava nesse encontro Sra. Adriana Aranha, titular da Gerência Extraordinária da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (ANATER), vinculada ao  Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA). O encontro reforçou a importância do diálogo entre instituições, movimentos sociais e comunidades diretamente impactadas por grandes crimes socioambientais. Para a diretora da FEST, Sra.  Patrícia Bourguignon Soares, a participação da Fundação nesse marco reafirma seu compromisso com projetos que unem ciência, responsabilidade social e desenvolvimento social. “Estar ao lado das comunidades e dos movimentos sociais neste momento tão simbólico é reafirmar o papel da FEST na construção de soluções que promovam a recuperação dos territórios, a dignidade das famílias atingidas e o desenvolvimento sustentável. Este projeto representa não apenas a reparação de danos, mas a possibilidade de um novo futuro, construído de forma coletiva, com base na agroecologia, no conhecimento e no respeito às pessoas e à natureza”, destacou a diretora. O reconhecimento dos assentamentos da Bacia do Rio Doce no Programa de Recuperação Econômica e Agroecológica fortalece ações voltadas à reconstrução dos modos de vida no campo, à soberania alimentar e à geração de renda de forma sustentável, alinhando-se aos princípios de justiça socioambiental e desenvolvimento territorial. Com essa nova parceria, a FEST reafirma seu compromisso com iniciativas que promovem transformação social, sustentabilidade e cuidado com as pessoas, contribuindo ativamente para processos de reconstrução que colocam a vida no centro das decisões. Texto: Vanessa Pianca

FEST, UFES, ICMBio e Marinha do Brasil dão início às obras da nova Estação Científica no Arquipélago de São Pedro e São Paulo

11 de dezembro de 2025

As obras da nova Estação Científica do Arquipélago de São Pedro e São Paulo tiveram início nesta segunda-feira, 8 de dezembro, marcando um momento histórico para a ciência brasileira e para a cooperação entre as instituições envolvidas. O projeto desenvolvido pela Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) em parceria como Instituto Chico Mendes da Biodiversidade (ICMBi),  Marinha do Brasil e conduzido por pesquisadores da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), representa um avanço significativo para a pesquisa, a proteção ambiental e a soberania nacional. O Arquipélago é um dos pontos mais remotos e estratégicos do Brasil, abrigando uma das mais ricas áreas de biodiversidade marinha, além de manter relevância direta para a economia do mar, monitoramento ambiental e presença científica permanente. Início das obras: um marco para a pesquisa brasileira  O navio-patrulha oceânico Araguari chegou ao arquipélago transportando a equipe responsável pela primeira etapa da construção. Esta será a terceira estação científica instalada no local. Financiado com recursos de compensação ambiental, o projeto está avançando com a implantação da nova passarela que ligará a futura estação ao farol da ilha principal. Ao lado do farol também será construído um shelter de segurança. Na etapa final, está prevista a desmontagem da estrutura antiga e a montagem completa da nova estação. A nova Estação Científica se destaca pela adoção de materiais de alta durabilidade e resistência, desenvolvidos após anos de estudos conduzidos pela equipe da UFES. O uso do PRFV, um compósito de fibra de vidro com polímeros, garantirá leveza, resistência mecânica e reduzida necessidade de manutenção, características essenciais diante das condições extremas das ilhas oceânicas. “Nos dedicamos por muito tempo à pesquisa de materiais que fossem duráveis, resistentes, de baixa manutenção e, ao mesmo tempo, leves, já que a própria ilha impõe desafios muito específicos para qualquer construção”, explica o arquiteto Bernardo Dias, integrante da equipe responsável pelo projeto, coordenado pela professora doutora Cristina Engel do Departamento de Arquitetura da Ufes do Centro de Artes da Ufes.. Uma parceria que fortalece a ciência e a soberania  A presença contínua de pesquisadores no arquipélago é viabilizada pela Marinha do Brasil desde 1998, por meio do Programa Proarquipélago. A partir de 2018, toda a região passou a ser protegida pelo Monumento Natural (MONA) e pela Área de Proteção Ambiental (APA) de São Pedro e São Paulo, ambas Unidades de Conservação federais sob gestão do ICMBio. O chefe do ICMBio Grandes Unidades Oceânicas, Júlio Rosa, reforça a importância dessa união institucional:“Viabilizar uma obra de tamanha complexidade, construída a muitas mãos, é um indicativo de que estamos no caminho certo. A pesquisa nas ilhas oceânicas é fundamental para orientar decisões de gestão da biodiversidade nesses territórios tão únicos”, afirmou. FEST: compromisso com a inovação e com o fortalecimento da ciência brasileira  Para a FEST, o início das obras representa um marco na história da Fundação e reafirma seu papel como instituição estratégica para o avanço científico e tecnológico no estado e no país. A Diretora Executiva, Patrícia Bouguignon, destaca a relevância desse momento: “Participar de um projeto dessa magnitude, ao lado de instituições tão importantes como a UFES, o ICMBio e a Marinha do Brasil, é motivo de enorme orgulho para a FEST. Este é um marco para a nossa Fundação, para a ciência e soberania brasileira. A nova Estação Científica fortalecerá a pesquisa, a preservação ambiental e a presença do Brasil em um dos locais mais estratégicos do Atlântico. Estamos honrados em contribuir para um projeto que deixará um legado para as próximas gerações.” As obras devem seguir ao longo de 2026, com ações conjuntas entre UFES, Marinha do Brasil e ICMBio, e com apoio contínuo da Fundação Espírito-santense de Tecnologia. Projeto 1220 Texto: Vanessa Pianca WhatsApp Image 2025-12-09 at 19.06.41 WhatsApp Image 2025-12-09 at 19.06.41 (1) WhatsApp Image 2025-12-09 at 19.07.00 WhatsApp Image 2025-12-09 at 19.07.00 (2) WhatsApp Image 2025-12-09 at 19.06.59

Equipe do CONCRES conquista o primeiro lugar no maior congresso de concreto da América Latina

25 de novembro de 2025

A equipe do CONCRES, projeto de extensão do Centro Tecnológico da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), alcançou um marco histórico ao conquistar o primeiro lugar no desafio “Quem Sabe Faz ao Vivo” (QSFAV) durante o 66º Congresso Brasileiro do Concreto (CBC/IBRACON), o maior evento da América Latina dedicado à pesquisa, inovação e tecnologias do concreto. O  CONCRES é uma iniciativa da UFES em parceria com a FEST – Fundação Espírito-santense de Tecnologia, criada em 2019 para integrar o corpo discente à comunidade técnica por meio da participação em competições estudantis promovidas pelo Instituto Brasileiro do Concreto (IBRACON). O projeto é coordenado pelos professores  Dr. Ronaldo Pilar e  Dra. Rudiele A. Schankoski, ambos do Departamento de Engenharia Civil do Centro Tecnológico. Desafio técnico, criatividade e trabalho em equipe Durante o congresso, a equipe representou a UFES no “Quem Sabe Faz ao Vivo”, competição que exige dos participantes a dosagem e moldagem de concretos autoadensáveis coesos em apenas uma hora, com requisitos rigorosos: baixo consumo de cimento, alta resistência em 24 horas e total ausência de protótipos prévios. Com apoio e parceria do CT/UFES, MC Bauchemie, LEMAC, FINDES e FEST, os estudantes tiveram desempenho exemplar, garantindo o primeiro lugar na competição, um reconhecimento de excelência que reforça a força do ensino, da pesquisa e da extensão na universidade. O CONCRES atua diretamente nos três pilares da universidade  (ensino, pesquisa e extensão), ao promover a vivência prática de conhecimentos de sala de aula em contextos reais e dinâmicos. Para competir no CBC, os alunos realizam atividades laboratoriais e de pesquisa no Laboratório de Materiais de Construção Civil (LEMAC) da UFES, coordenado pela professora Dra. Geilma Lima Vieira, onde selecionam materiais, fazem ensaios e desenvolvem soluções altamente inovadoras. Com a orientação da professora  Dra. Rudiele Aparecida Schankoski, o CONCRES tem se destacado como um dos principais projetos de extensão da UFES, fortalecendo a presença da universidade no cenário nacional e contribuindo para a formação integral dos estudantes. A participação nas competições do IBRACON permite aos alunos desenvolver habilidades em engenharia civil, gestão de pessoas, inovação, tomada de decisão e comunicação, todas essenciais para o mercado de trabalho. A vitória no QSFAV simboliza mais que um prêmio: representa o comprometimento da UFES com a qualidade acadêmica, a inovação tecnológica e a integração entre universidade, indústria e sociedade. Texto: Vanessa Pianca Projeto 837 concres concres2

Apresentação ao Ministério Público Estadual nova plataforma digital de monitoramento e fiscalização desenvolvida em parceria com a UFES

17 de novembro de 2025

A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST),  juntamente com a Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), realizaram a apresentação oficial de uma inovadora plataforma digital de monitoramento e fiscalização ao Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES). A solução, desenvolvida pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) com apoio da FEST, marca o início de uma parceria estratégica voltada ao fortalecimento da governança, da transparência e do controle institucional sobre os instrumentos jurídicos da Repactuação. O projeto tem como objetivo desenvolver e implantar uma plataforma digital integrada, que permitirá ao MPES acompanhar, em tempo real, a execução física e financeira das ações previstas no Acordo Judicial da Repactuação. A ferramenta consolidará informações financeiras, contratuais, físicas e geográficas em um único ambiente, facilitando o cruzamento de dados e proporcionando diagnósticos completos e precisos. Entre suas funcionalidades, destacam-se: Geração de alertas automatizados sobre riscos e não conformidades; Visualização territorializada das ações no estado; Painéis de acompanhamento em tempo real; Subsídios estruturados para pareceres técnicos e análises estratégicas. Com enfoque em fiscalização inteligente, a plataforma oferecerá ao MPES uma visão abrangente e continuamente atualizada dos avanços, desafios e resultados da Repactuação no Espírito Santo, fortalecendo a tomada de decisão baseada em evidências. A reunião contou com a presença da Diretora da FEST, Patrícia Bourguignon Soares, da equipe do MPES, Promotora Dra. Elaine Costa de Lima,  Promotor Dr. Fabrício e Wagner Rossoni , além do Prof. André Abreu de Almeida, Coordenador do Escritório de Projetos da Superintendência de Projetos e Inovação (SPIN) e Gustavo Teixeira Cardoso, Diretor de Relações Interinstitucionais da UFES. Durante a apresentação, a Diretora da FEST destacou a relevância do projeto para as instituições públicas e para a sociedade capixaba: “Para a FEST, é motivo de orgulho apoiar uma iniciativa que moderniza processos, amplia a transparência e fortalece o papel fiscalizador do Ministério Público. Essa parceria com a UFES e o MPES reafirma nosso compromisso com soluções tecnológicas que geram impacto real no território e contribuem para uma gestão pública mais eficiente, confiável e orientada por dados.” Com essa nova parceria, FEST, UFES e MPES consolidam uma atuação integrada em prol da inovação pública, reforçando o uso da tecnologia como ferramenta essencial para monitoramento, prevenção de riscos e eficiência administrativa no Espírito Santo. Texto: Vanessa Pianca