FEST – Fundação Espírito-santense de Tecnologia

1005- Estudo CV-GENES revela o impacto do componente genético nas doenças cardiovasculares: uma nova fronteira na saúde brasileira

Na luta contra as doenças cardiovasculares, um novo e significativo capítulo está sendo escrito no Brasil. Trata-se do Estudo CV-Genes, que visa determinar a participação do componente genético na incidência de infarto do miocárdio na população brasileira. O estudo é patrocinado pelo Ministério da Saúde e coordenado pelo Hospital Alemão Oswaldo Cruz, de São Paulo. Como é um estudo de grande porte (3.800 participantes foram incluídos), que precisa ter representatividade da população brasileira como um todo, o projeto conta com 38 centros colaboradores distribuídos em 22 estados do Brasil. Um destes centros é o Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes (Hucam), vinculado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), que estabeleceu contrato de parceria com a Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) para apoio administrativo ao projeto. No Hucam, o projeto é liderado pelo Prof. Dr. José Geraldo Mill, Departamento de Ciências Fisiológicas do Centro de Ciência da Saúde da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), e conta com o apoio da equipe de emergência que atende às pessoas com infarto. O estudo, intitulado “Avaliação do Impacto do Componente Genético como Fator de Risco para Doença Cardiovascular Aterosclerótica na População Brasileira”, busca entender a relação entre a predisposição genética e fatores ligados ao estilo de vida, como alimentação, tabagismo e exercício físico, no aparecimento do infarto. Determinar o peso de cada um desses fatores no contexto da população brasileira é o principal objetivo do CV-Genes. Com esses dados em mãos, será mais fácil adotar políticas de prevenção da doença para a população geral. Estudos similares já existem em outros países, como no Reino Unido. Entretanto, a população brasileira é uma das mais miscigenadas do mundo, resultante da mistura de indígenas, negros africanos, europeus e asiáticos que vieram ao longo dos séculos. Essa diversidade genética única torna essencial a realização de estudos genéticos no Brasil para que suas conclusões sejam aplicáveis à nossa população. As doenças cardiovasculares representam uma das maiores ameaças à saúde global, sendo responsáveis por um número alarmante de mortes a cada ano. No Brasil, os dados são igualmente preocupantes, com cerca de 300 mil óbitos por infarto do miocárdio a cada ano, sendo a doença que mais mata no país atualmente. Projeções apontam para um aumento substancial nesses números até 2040, destacando a urgência de intervenções eficazes. Dr. José Geraldo Mill, coordenador da pesquisa, ressalta: “A inclusão de pacientes já foi encerrada em todo o Brasil. No Hucam, incluímos 161 participantes, sendo 97 pacientes com infarto atendidos no hospital. Os demais são os ‘controles’, isto é, pessoas do mesmo sexo e faixa etária dos infartados, mas que nunca tiveram angina de peito, não colocaram stent e não foram acometidos de infarto. O trabalho atual é a ‘leitura’ do DNA dos cerca de 3.800 participantes para encontrar os polimorfismos (traços genéticos) específicos do grupo com infarto. Com o mapa genético dos dois grupos, será possível construir um escore de risco genético para infarto em qualquer indivíduo.”  Além dos Fatores Tradicionais: O Papel da Genética nas Doenças Cardiovasculares  Embora fatores como tabagismo, diabetes e hipertensão sejam bem conhecidos como impulsionadores das doenças cardiovasculares, o estudo CV-Genes amplia o escopo, investigando o papel dos componentes genéticos nesse contexto. Através da análise do perfil genético de pacientes com doença cardiovascular aterosclerótica, o estudo visa determinar a fração de risco atribuível à genética, ajustando-a para fatores comportamentais e fenotípicos. O estudo CV-Genes não apenas lança luz sobre a complexa interação entre genética e doenças cardiovasculares, mas também promove a visão da medicina de precisão. Ao fornecer uma compreensão mais profunda da predisposição genética dessas condições, abre-se um novo horizonte de prevenção e tratamento personalizados. Isso é particularmente significativo no contexto brasileiro, onde o Projeto Genomas Brasil está pavimentando o caminho para a integração da genômica na saúde pública. O estudo aborda uma amostra significativa de casos e controles, abrangendo diversas regiões do Brasil e utilizando métodos de coleta de dados avançados. A análise genômica será realizada em parceria com o Grupo Fleury, visando identificar polimorfismos associados às doenças cardiovasculares e correlacioná-los com fatores fenotípicos e comportamentais. À medida que o Estudo CV-Genes avança, espera-se que suas descobertas não apenas informem estratégias de prevenção e tratamento das doenças cardiovasculares, mas também alimentem políticas de saúde pública mais eficazes. Com dados sólidos e uma abordagem integrativa, o estudo está preparado para desempenhar um papel transformador na saúde cardiovascular da população brasileira. O Estudo CV-Genes representa um marco significativo na jornada contínua para compreender e combater as doenças cardiovasculares. À medida que o conhecimento avança e as fronteiras da medicina se expandem, a esperança de um futuro mais saudável para todos se torna cada vez mais tangível. Projeto 1005 Texto: Vanessa Pianca

949 – Projeto sábado de esporte e lazer na UFES: promovendo integração e cidadania

Desde 2022, a Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) tem se destacado por uma iniciativa transformadora que vai além dos muros acadêmicos, integrando-se à comunidade em geral. O Projeto Sábado de Esporte e Lazer na UFES, idealizado pela Pró-Reitoria de Extensão (Proex), em colaboração com a Diretoria de Esportes e Lazer e o Centro de Educação Física e Desportos (CEFD) com o apoio da Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST), tem se mostrado uma ferramenta eficaz de integração e cidadania. O projeto visa não apenas proporcionar momentos de lazer e prática esportiva, mas também capacitar os acadêmicos de diversos cursos da UFES, principalmente os de Educação Física, para atuarem de forma interdisciplinar no âmbito do lazer comunitário. Sob a coordenação da professora Dra. Paula Silva, o projeto tem se dedicado a oferecer uma ampla gama de atividades, adaptadas para todas as idades e níveis de habilidade. Destacando-se pela sua abertura à comunidade, o Projeto não apenas proporciona um ambiente de convívio e diversão, mas também busca atender às demandas locais. A ênfase em atividades para crianças, como a aula de tecido acrobático, demonstra o compromisso do projeto em envolver diferentes segmentos da população, aproximando a universidade das escolas e das famílias. Nas manhãs de sábado, os campi da UFES podem se transformar em verdadeiros centros de atividades, oferecendo uma variedade de opções que vão desde dança e jogos coletivos até esportes de aventura como arvorismo e tirolesa. A diversidade de atividades reflete não apenas a preocupação com o bem-estar físico, mas também com a promoção da ocupação saudável dos espaços universitários. Além disso, o projeto tem um papel importante na formação acadêmica dos estudantes, proporcionando oportunidades de aplicação prática dos conhecimentos adquiridos em sala de aula. A interação entre universidade e comunidade fortalece os laços sociais e contribui para a construção de uma sociedade mais inclusiva e participativa. Em resumo, o Projeto Sábado de Esporte e Lazer na UFES destaca-se como uma iniciativa exemplar de extensão universitária, que vai além do ensino e da pesquisa, envolvendo-se de maneira ativa e significativa na vida da comunidade. Com uma programação diversificada e inclusiva, o projeto reafirma o compromisso da UFES e da FEST com a promoção do bem-estar e da qualidade de vida de todos os seus membros e da sociedade em geral. Projeto 949 Texto: Vanessa Pianca

1174 – Projeto da FEST E UFES visa estimar consumo de sal em crianças e adolescentes

Um novo projeto de pesquisa iniciado em Vitória, Espírito Santo, está buscando entender e quantificar o consumo de sal em crianças e adolescentes, visando fornecer dados fundamentais para a saúde pública. A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST), em colaboração com a Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), deu início à coleta de dados para o projeto, que tem como objetivo validar as equações de Tanaka e Kawasaki para estimar o consumo de sal nessa faixa etária. O Prof. Dr. José Geraldo Mill, Departamento de Clínica Médica, no Centro de Ciências da Saúde, destacou a importância dessa iniciativa: “A falta de estudos sobre o consumo de sódio em crianças e adolescentes é uma lacuna que precisa ser preenchida. Este projeto não só fornecerá dados cruciais para entender os hábitos alimentares nessa faixa etária, mas também ajudará a estabelecer padrões de referência que poderão ser aplicados em todo o país.” A pesquisa, realizada em parceria com o Ministério da Saúde (MS) e a Secretaria Municipal de Educação (SEME) de Vitória, tem como base a preocupação com a qualidade da dieta da população brasileira, que muitas vezes é caracterizada por um alto consumo de sódio e baixo de potássio. Essa dieta inadequada pode levar ao desenvolvimento de doenças crônicas, como hipertensão e obesidade, ressaltando a importância de medidas preventivas. O projeto prevê a inclusão de 720 crianças e adolescentes, entre 6 e 17 anos, de ambos os sexos, inicialmente recrutados em escolas públicas de Vitória. Até o momento, cerca de 60 voluntários já se inscreveram para participar. Os participantes serão submetidos a uma série de exames na Clínica de Investigação Cardiovascular da UFES, incluindo eletrocardiograma, pressão arterial e composição corporal, além de responderem a questionários sobre seus hábitos alimentares. Um dos pontos-chaves do projeto é a coleta de urina durante 24 horas de cada participante, o que permitirá medir o consumo de sódio e potássio, além de fornecer informações importantes sobre o funcionamento dos rins e do coração. Esses dados serão cruciais para entender melhor os padrões de consumo de sal nessa faixa etária e suas implicações para a saúde. O Prof. Dr. Mill ressaltou a importância de cuidar da saúde das crianças desde cedo: “Muitas doenças crônicas têm origem na infância ou até mesmo antes do nascimento. Por isso, é fundamental entender e promover hábitos alimentares saudáveis desde cedo, para prevenir problemas futuros.” O Ministério da Saúde está comprometido em criar um ambiente mais propício para uma alimentação saudável em toda a população, e iniciativas como essa são essenciais para alcançar esse objetivo. Ao estabelecer referenciais de consumo para diferentes segmentos da população, como está sendo feito com esse projeto em Vitória, espera-se contribuir para a melhoria da saúde pública no Brasil. Com o apoio da FEST, UFES, SEME e demais parceiros, espera-se que esse projeto forneça insights valiosos para orientar políticas de saúde e promover hábitos alimentares mais saudáveis entre as crianças e adolescentes de Vitória e, potencialmente, de todo o país.   Projeto 1174 Texto Vanessa Pianca  

937 – Estudo avalia a qualidade do ar e sintomas de asma em crianças e adolescentes

Sob gestão da Fundação Espírito-santense de Tecnologia (Fest), a pesquisa está sendo coordenada por professor da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) Nomeada como “Modelagem e monitoramento dos poluentes atmosféricos na Região Metropolitana da Grande Vitória para fins da associação entre a qualidade de ar e sintomas de asma em crianças e adolescentes”, o objetivo do projeto de pesquisa é colaborar com a população local que vem sendo atingida por gases industriais, veiculares, residenciais, comerciais, entre outros, a fim de investigar a presença de materiais que possam estar diretamente relacionados ao impacto à saúde. O estudo está sob coordenação do professor da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Neyval Costa Reis Junior, graduado em engenharia Mecânica e conta com mestrado e doutorado em Engenharia Ambiental pelo Instituto de Ciência e Tecnologia da Universidade de Manchester. A pesquisa realiza o monitoramento e modelagem da qualidade do ar, a fim de simular os impactos dos poluentes de uma região. Além disso, analisa os dados individuais laterais do aparelho respiratório e qualidade do ar que vem sendo inserido pelas crianças e adolescentes da região. De acordo com pesquisa, o processo de poluição está afetando a população há bastante tempo e seus efeitos são agravados pelas mudanças climáticas pelas quais o mundo passa. Segundo o professor, as partículas na atmosfera são diferentes em tamanho, forma e dimensão. “A resolução do Conselho Nacional de Meio Ambiente – Conama 03/1990 e o decreto estadual 3463-R/13 apontam quatro tipo de poluentes (PTS, partículas totais de suspensão, que engloba tudo; MP10, que são partículas inaláveis; fumaça, mais ligada à visibilidade do material; e MP2,5, que tem a tendência de ir até aos alvéolos pulmonares e podem até atingir a corrente sanguínea. Elas são mais nocivas e a maioria na atmosfera”, assegurou. Neyval ainda destacou que os países utilizavam diferentes padrões referenciais para mensurar o valor da deposição de partículas sedimentáveis na atmosfera, mas que em geral variava de 3 a 15 g/m2 por mês. “Alguns dividem de acordo com a área da cidade. Em Nova Iorque, por exemplo, é de 5 g/m2 na parte residencial e 10 na industrial. Todos os estudos, porém, são relacionados ao incômodo que as pessoas sentem com essa poluição”, disse. O especialista falou que o inventário oficial, produzido em 2009, apontava quatro fontes de poluição principais: PTS, MP10, MP2,5 e SO2, e que o estudo indicou que a maior parte das partículas mais prejudiciais à saúde da população (MP 2,5) era proveniente de partículas de ressuspensão do ar, que incluiu uma grande variedade de fontes. Importância De acordo com o Instituto Internacional de Asma e Alergias na Infância (ISAAC), várias áreas no Brasil contam com a presença de pessoas com asma e rinite alérgica nos mais variados municípios do País, com uma média de 24% e 19%. Vale salientar que a Asma é a terceiras causas de internação hospitalar e a quarta causa de morte por doenças respiratórias. Como funciona? A pesquisa vem sendo realizada em crianças e adolescentes (08 a 14), devido ao percurso realizado por eles entre casa, escola, ruas e ambientes abertos com maior frequência dentro do município de Vitória. Entretanto, fica a critério do paciente participar ou não da pesquisa e saber os resultados dos exames realizados. Para aqueles que desejam participar e saber o resultado, será disponibilizado os fatores genéticos que contribuem para contrair a asma. O objetivo principal de todo trabalho é a divulgação da informação para a conscientização da doença nas Unidades de Saúde do Município de Vitória e em consultórios médicos, onde serão devidamente orientadas informações básicas sobre o projeto, a fim de que seja repassada aos munícipes e, para aqueles que possuem a doença o informativo correto para tratamento e locais. Benefícios A partir do momento em que ficarem prontos todos os exames e dependendo do resultado do teste genético, a revisão da leitura / análise de ligação ao alvo pode ser identificado ações potenciais terapêuticas para reduzir ou até mesmo melhorar o tratamento da asma. Se forem identificadas, e uma consulta com o médico confirmar a segurança e potencial eficácia de tais ações, a informação aos participantes incluirá informação dos resultados e potencial eficácia de tais ações. Sendo assim, o paciente poderá recorrer aos tratamentos corretos e saber os procedimentos corretos para intervenção da doença e melhorar a qualidade de vida. (Com informações da Assembleia Legislativa do Espírito Santo) Projeto 937 Fonte: www.agoraes.com.br

919 – Projeto da Ufes cuida da pele de produtores rurais de origem europeia

Neste ano, a partir deste mês de março, o Programa passará por 11 cidades Para auxiliar famílias que não têm facilidade de acesso a recursos médicos, a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), em parceria com outras instituições, atua através do Programa de Assistência Dermatológica à População Rural Vulnerável e com Câncer de Pele (PAD) no Espírito Santo. Neste ano, a partir deste mês de março, o Programa passará por 11 cidades. Conforme a coordenadora do PAD, a professora do Departamento de Medicina Especializada, Patrícia Frasson, “o público-alvo são lavradores de origem europeia – alemães, pomeranos, italianos – que trabalham na zona rural, sendo população vulnerável ao câncer de pele”. No entanto, ela ressalta que a prevenção e o tratamento de câncer de pele são necessários a todos, independentemente da cor da pele. O PAD é um programa de extensão da Ufes voltado a diagnósticos e tratamentos de câncer de pele e que existe há 35 anos. O público-alvo são comunidades que vivem na zona rural, em cidades do interior do Estado, onde são realizados cerca de 3 mil atendimentos anualmente. Além da Universidade, são parceiros no Programa a Secretaria de Saúde do Estado do Espírito Santo (Sesa), prefeituras municipais, a Associação Albergue Martim Lutero e empresas privadas, que auxiliam na compra, manutenção e conserto de equipamentos. Os recursos podem ser captados por meio de doações ou destinações do imposto de renda. Todo o gerenciamento dos valores recebidos é realizado através da Fundação Espírito-santense de Tecnologia (Fest), possibilitando transparência a todos os envolvidos. Os mutirões do PAD acontecem uma vez por ano nos municípios de Itaguaçu, Afonso Cláudio, Itarana, Santa Maria de Jetibá, Laranja da Terra, Baixo Guandu, Pancas, São Gabriel da Palha, Vila Valério, Vila Pavão e Domingos Martins. Atualmente, a equipe conta com 42 estudantes, três dermatologistas, duas técnicas de enfermagem e uma coordenadora administrativa. Para a coordenadora administrativa do Programa, Vera Lúcia Jarske, é muito prazeroso estar à frente de um programa tão importante e respeitado. “A gente sente uma paz muito grande. Estar ajudando pessoas que jamais teriam condições de acesso a esses tratamentos é muito gratificante”, ressaltou. Tratamento De acordo com a Sesa, caso seja encontrado algum sinal suspeito de câncer de pele, o paciente deve comparecer ao posto de saúde e após o atendimento e avaliação por um clínico geral o paciente será encaminhado para um Ambulatório de Especialidades.   Projeto 919 Texto Vanessa Pianca

Intercâmbio acadêmico para discutir crise sanitária pós-covid 19

Conferencistas de várias partes do Brasil e do mundo vão se reunir para promover um intercâmbio acadêmico sobre o panorama geral da crise capitalista, ampliada pela pandemia de covid-19, assim como o papel da política social e da reprodução social neste contexto. Entre os dias 13 e 15 de junho, o campus da Ufes de Goiabeiras sediará o 9º Encontro Internacional de Política Social e o 16º Encontro Nacional de Política Social, que abordarão o tema A Política Social na crise sanitária revelando outras crises. De acordo com a organização, estes processos aprofundam a contradição entre lucro e morte, economia e sociedade; escancaram o desmonte das políticas sociais e da seguridade social; e revelam a incompatibilidade entre o padrão de financiamento público da proteção social e a internacionalização produtiva e financeira. As inscrições para ouvintes podem ser feitas até 11 de junho por meio do site do evento, que será realizado em formato presencial e terá seu conteúdo apresentado nos idiomas português, espanhol (sem tradução) e inglês (com tradução consecutiva). Promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Política Social (PPGPS), vinculado ao CCJE/Ufes, o congresso terá em sua programação minicursos simultâneos, apresentações de trabalhos, sessões culturais, mesas-redondas, conferências e lançamento de livros. Além de especialistas de diversas instituições brasileiras – como Ufes, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Sociedade Brasileira de Agroecologia (SBA), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP) –, pesquisadores internacionais de universidades da Espanha, da Argentina e da China também estarão presentes. O 9º Encontro Internacional e o 16º Encontro Nacional de Política Social conta com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes). A Fundação Espírito-santense de Tecnologia – FEST e a Ufes – por meio do CCJE, da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PRPPG) e da Pró-Reitoria de Extensão (Proex) – são apoiadoras do evento. Data: 13 e 15 de junho de 2023 Local: Universidade Federal do Espírito Santo (Vitória/ES) Inscrição: https://enps.com.br/ …

Iº Fórum Capixaba de Câncer de Bexiga abordará atualização tratamentos

Para difundir sobre o conhecimento nesse tumor, será realizado será realizado em uma parceria da Ufes com a FEST, será realizado no Estado o primeiro Fórum sobre o tema, que tem inscrições gratuitas O câncer de bexiga é o 12º tumor mais frequente entre pacientes homens no Brasil, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), com maior incidência na Região Sudeste. A estimativa do Instituto é que, a cada ano do triênio 2023-2025, surjam mais de 11 mil casos novos de câncer de bexiga. Apesar de ter uma alta estimativa de novas incidências, o câncer de bexiga possui tratamento – e a inovação tem contribuído para que os novos tratamentos sejam modernizados, eficientes e sempre atualizados para garantir a melhora dos pacientes o quanto antes. Neste cenário, de constante atualização, será realizado em uma parceria da Universidade Federal do Espírito Santo – Ufes com a Fundação Espírito-santense de Tecnologia – FEST o Iº Fórum Capixaba de Câncer de Bexiga, no dia 23 de junho, na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), Campus Maruípe, Vitória. “Novas tendências e modelos de tratamento na medicina surgem a todo instante, e é essencial que os profissionais da área estejam atualizados conforme essas novas diretrizes.”, destaca o Dr. Claudio Borges, professor coordenador do evento. Evento inédito em Vitória tem inscrições gratuitas O Iº Fórum Capixaba de Câncer de Bexiga tem como objetivo oferecer atualizações sobre os novos tratamentos acerca do tumor, além de proporcionar uma educação continuada aos participantes. O evento é uma realização em parceria da UFES, com o apoio da FEST e com patrocínio do Banestes, Janssen, Adium, Merck Brasil e E. Tamussino. “Para difundir o conhecimento em câncer de bexiga, vamos promover o Fórum, que tem inscrições gratuitas e limitadas, em um dia repleto de palestras, mesas redondas, debates e conferências, além de atividades científicas que vão contemplar os aspectos clínicos, de saúde pública, novidades farmacológicas e cirúrgicas, com foco no cuidado dos pacientes ”, afirma médico Urologista. Iº Fórum Capixaba de Câncer de Bexiga Quando: 23 de junho, sexta-feira. Horário: 8h às 17h. Local: Auditório Rosa Maria Paranhos, no Campus Maruípe da Universidade Federal do Espírito Santo, em Vitória. > Inscrições: gratuitas por meio do site: Clique aqui para acessar

Divulgação Ufes

929 – Museu de Ciências da Vida

O projeto Museu de Ciências da Vida (MCV) visa à promoção, difusão e popularização em torno da vida e do corpo humano. Entre os principais objetivos da ação estão a manutenção das condições adequadas para funcionamento do MCV, bem como do laboratório de “plastinação”, o que inclui aquisição de equipamentos, estrutura física e de insumos diversos. Contando com o apoio da Fundação Espírito-Santense de Tecnologia (Fest), a proposta também inclui, ainda, o desenvolvimento de pesquisas nas áreas de atuação do museu e para além delas, criando, assim, oportunidade de participação para os alunos de graduação de pós-graduação da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e de demais instituições de ensino.  A promoção de cursos, palestras, formações continuadas para professores e de exposições itinerantes, também  é parte do escopo desse projeto, cujo investimento previsto alcança os R$ 250 mil. A justificativa do projeto traz à tona o fato de que a educação científica, no Brasil, ainda é um desafio a ser superado. A maioria esmagadora da população vê o conhecimento científico como algo distante e inalcançável, pois grande parte das escolas brasileiras não possuem qualquer estrutura de laboratório de ciências . Além disso, os  professores não contam com a  formação nem com as  ferramentas ideais para que este tema seja trabalhado de maneira efetiva. E, é a partir dessa perspectiva, que esse projeto também tem como objetivo principal manter e oferecer à comunidade um instrumento de ensino não formal, que promoverá a difusão do conhecimento científico de qualidade para todos os públicos.  Por meio da expansão e popularização do conhecimento científico oportunizadas pelo pleno funcionamento do MCV, haverá grande transformação social pela educação no estado do Espírito Santo, uma vez que as visitas a mostras e exposições de ciências são ferramentas poderosas e eficazes para a transformação socioeducativa de um povo. Projeto 929 Texto: Agência Agora ES