FEST – Fundação Espírito-santense de Tecnologia

1398- TouchBiosafe: FEST apoia desenvolvimento tecnologia inédita com LED Far-UVC para descontaminação segura de telas touch screen

A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) acaba de dar início a mais um projeto estratégico voltado à inovação tecnológica e à segurança sanitária. Trata-se do projeto “TouchBiosafe: Desenvolvimento e validação de telas com LED alto esterilizáveis”, coordenado por Patrícia Bourguignon Soares e financiado pela RM Fabricação e Desenvolvimento de Equipamentos Ltda. O projeto propõe o desenvolvimento de uma moldura inovadora para dispositivos touch screen, equipada com LEDs capazes de realizar a descontaminação automática das superfícies. O diferencial está na incorporação de um LED com comprimento de onda específico, capaz de eliminar microrganismos sem causar danos aos equipamentos ou riscos à saúde dos usuários. A solução foi pensada especialmente para ambientes de grande circulação de pessoas como aeroportos, shoppings, hospitais e terminais de autoatendimento onde a higienização constante de telas é um desafio logístico e sanitário. A radiação ultravioleta do tipo UVC é amplamente reconhecida por sua eficácia na eliminação de patógenos. No entanto, a faixa tradicional de UVC pode provocar danos à pele e aos olhos, exigindo que ambientes sejam evacuados durante sua aplicação o que inviabiliza seu uso em locais movimentados. Como alternativa promissora, estudos científicos apontam que a faixa conhecida como Far-UVC, com comprimento de onda entre 207 e 222 nanômetros (nm), é eficaz na inativação de microrganismos sem penetrar nas camadas mais profundas da pele ou nos olhos, oferecendo maior segurança para uso em ambientes ocupados. O projeto TouchBiosafe concentra seus esforços no desenvolvimento de um LED com emissão próxima a 222 nm, tecnologia ainda não disponível comercialmente em escala adequada e segura para aplicação contínua em dispositivos touch screen. Desenvolvimento científico e avanço tecnológico  Os testes iniciais realizados em laboratório da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) demonstraram resultados positivos na eliminação de microrganismos por meio de um protótipo com LED de 222 nm. No entanto, os dispositivos atualmente disponíveis no mercado ainda não atendem plenamente aos critérios de segurança e eficiência exigidos para ambientes de uso contínuo. Para superar essa limitação, o projeto prevê: Pesquisa e seleção de materiais semicondutores, com foco inicial no nitreto de gálio (GaN) e suas variações, como o AlGaN, capazes de atingir o gap de energia necessário para emissão em 222 nm; Design e fabricação de LEDs customizados, utilizando técnicas avançadas de epitaxia e litografia; Testes e otimização dos dispositivos, avaliando eficiência luminosa, vida útil e segurança; Desenvolvimento da moldura autodescontaminante, com foco em ergonomia, integração e proteção do usuário; Integração e validação do sistema completo em ambientes reais de operação. A meta é alcançar o Nível de Maturidade Tecnológica (TRL) 7, com implantação do protótipo em ambientes operacionais reais e monitoramento contínuo da eficácia da descontaminação, segurança dos usuários e integridade dos equipamentos.  O projeto também contempla investimentos em infraestrutura laboratorial, aquisição de equipamentos para produção e testes de semicondutores, capacitação técnica da equipe, contratação de especialistas e utilização de laboratórios de ponta de ICTs parceiras. Além do impacto direto na desinfecção de superfícies, a iniciativa impulsiona o desenvolvimento nacional nas áreas de materiais avançados, semicondutores e optoeletrônica, fortalecendo a capacidade científica e tecnológica do país.  Entre os principais objetivos estão: Projetar e caracterizar um LED com pico de emissão em aproximadamente 222 nm; Desenvolver uma moldura autônoma para descontaminação segura de telas touch screen; Garantir a eliminação eficaz de microrganismos sem riscos à saúde humana; Criar uma solução tecnicamente viável, durável e economicamente sustentável para aplicação em larga escala. Com o TouchBiosafe, a FEST reafirma seu compromisso com a inovação aplicada, a segurança sanitária e o avanço tecnológico, contribuindo para soluções que dialogam diretamente com as demandas contemporâneas de saúde pública e transformação digital.  

1078- UFES desenvolve projeto VigiaSUS para avaliar protocolo de vigilância ativa para câncer de próstata no SUS

A Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), com apoio da Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST), deu início ao projeto “VigiaSUS: Avaliação de um protocolo assistencial de vigilância ativa para câncer de próstata no SUS”, desenvolvido em parceria com a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH). A iniciativa é coordenada pelo professor Dr. Vitor Fiorin de Vasconcellos, do Departamento de Clínica Cirúrgica do Centro de Ciências da Saúde (CCS) da UFES. O estudo tem como objetivo principal avaliar os desfechos clínicos de uma coorte de pacientes com câncer de próstata localizado de baixo risco que serão acompanhados por meio da estratégia de vigilância ativa (VA), aplicada por meio de um protocolo assistencial em ambulatórios especializados do Sistema Único de Saúde (SUS). A pesquisa será realizada no Hospital Universitário Cassiano Antonio Moraes (HUCAM), hospital universitário vinculado à EBSERH, e conta com financiamento da Associação Hospitalar Moinhos de Vento, instituição reconhecida nacionalmente por sua atuação em pesquisa, inovação e qualificação do sistema de saúde. Avanço científico e impacto para a saúde pública A vigilância ativa é uma estratégia utilizada para acompanhar pacientes diagnosticados com câncer de próstata de baixo risco, evitando intervenções imediatas e monitorando a evolução da doença com exames periódicos. Embora amplamente estudada em outros países, essa abordagem ainda não foi amplamente validada na população brasileira, o que reforça a importância do estudo. O projeto busca gerar evidências científicas sobre a eficácia e segurança desse modelo de acompanhamento dentro da realidade do SUS. A pesquisa também pretende caracterizar melhor a população brasileira afetada pela doença, considerando a diversidade genética e racial do país, fator que pode influenciar na evolução clínica do câncer de próstata. A iniciativa reforça o papel da UFES e do HUCAM como centros estratégicos de produção de conhecimento aplicado à saúde pública. Ao integrar pesquisa científica, assistência hospitalar e políticas públicas, o projeto contribui para qualificar o cuidado oferecido aos pacientes e aprimorar protocolos clínicos no SUS. Com o apoio da FEST na gestão administrativa e financeira, o projeto fortalece a articulação entre universidade, hospitais e instituições parceiras, ampliando a capacidade de desenvolvimento de pesquisas com impacto direto na melhoria do sistema público de saúde brasileiro. Texto: Vanessa Pianca Projeto: 1078

1376- UFES e FEST lançam programa de formação continuada para fortalecer leitura e escrita na Educação Infantil no Espírito Santo

A Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), com apoio da Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST), deu início ao projeto de extensão “Programa de Formação Continuada Leitura e Escrita na Educação Infantil no Espírito Santo (PRO-LEEI/ES)”, coordenado pela Prof.ª Dr.ª Zinia Fraga do Colégio de Aplicação Criarte (CAp Criarte) integrado ao Centro de Educação da UFES. . A iniciativa tem como objetivo formar professores e professoras da pré-escola da rede pública capixaba, especialmente aqueles que ainda não participaram do Curso de Atualização Compromisso Nacional Criança Alfabetizada – Leitura e Escrita na Educação Infantil, oferecido pelo Programa de Formação Leitura e Escrita na Educação Infantil – Espírito Santo (LEEI-ES) em 2024. Além disso, o programa também prevê a formação complementar de coordenadores pedagógicos, gestores de instituições públicas de Educação Infantil e docentes que atuam com crianças a partir de três anos de idade, fortalecendo a atuação pedagógica voltada às linguagens oral e escrita desde os primeiros anos da educação básica. O projeto integra as ações do Programa de Formação Continuada Leitura e Escrita na Educação Infantil (Pro-LEEI), instituído no âmbito do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNA) por meio da Portaria MEC nº 85, de 31 de janeiro de 2025, e está alinhado às políticas nacionais de promoção da alfabetização e da qualidade da educação infantil. Com previsão de atender aproximadamente 4 mil professores da Educação Infantil de pré-escolas públicas ou conveniadas com as prefeituras do Espírito Santo, o programa também contemplará, de forma suplementar, coordenadores pedagógicos, gestores escolares e representantes da Secretaria de Estado da Educação (Sedu/ES) e das secretarias municipais responsáveis pela coordenação da Educação Infantil. A formação será ofertada por meio de um Curso de Atualização com carga horária total de 126 horas, dividido entre 64 horas presenciais e 62 horas remotas, permitindo a articulação entre teoria e prática pedagógica, além de favorecer a troca de experiências entre educadores de diferentes municípios do estado. Ao promover a formação continuada de profissionais da Educação Infantil, o PRO-LEEI/ES busca fortalecer práticas pedagógicas qualificadas voltadas à leitura e à escrita na primeira infância. A iniciativa também reforça o compromisso da UFES com a extensão universitária e com a melhoria da educação pública, contribuindo diretamente para a qualificação de educadores e para o desenvolvimento da educação básica no Espírito Santo. Com o apoio da FEST na gestão administrativa e financeira do projeto, a universidade amplia o alcance de suas ações junto à sociedade, promovendo iniciativas que conectam conhecimento acadêmico, formação docente e transformação social. Texto: Vanessa Pianca Projeto: 1376

1069 – Projeto da UFES avança na evolução do sistema Canopy Insight para inteligência geográfica no setor de florestas plantadas

A Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), com apoio da Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST), desenvolve o projeto “Evolução arquitetural do Canopy Insight: um Sistema de Inteligência Geográfica para o Setor de Florestas Plantadas”, coordenado pelo Prof. Dr. Clayton Vieira Fraga Filho, do Departamento de Computação do Centro de Ciências Exatas, Naturais e da Saúde (CCENS) da UFES. A iniciativa é financiada pela empresa Canopy Remote Sensing Solutions Ltda.  O projeto tem como objetivo promover a evolução da arquitetura do Canopy Insight, uma plataforma de inteligência geográfica desenvolvida para ampliar a análise, o mapeamento e o monitoramento de florestas plantadas no Brasil. A iniciativa fortalece a integração entre ciência, tecnologia e inovação aplicada ao setor florestal. Fundada em 2016 e sediada em Florianópolis (SC), a Canopy Remote Sensing Solutions é uma startup especializada em soluções baseadas em sensoriamento remoto. A empresa utiliza dados coletados por satélites, aeronaves e drones para desenvolver ferramentas inovadoras voltadas ao mapeamento, inventário e monitoramento florestal. Pioneira na aplicação de tecnologias de sensoriamento remoto 3D em atividades florestais, a Canopy atende associações setoriais e grandes empresas dos segmentos de papel e celulose, siderurgia e produção de carvão vegetal. Entre as soluções desenvolvidas pela empresa estão sistemas de inventário florestal de alta precisão, baseados em tecnologias como perfilamento a laser (LiDAR), radar interferométrico (InSAR) e fotogrametria, além de monitoramento por satélite em larga escala e sistemas de detecção de mudanças no uso e cobertura da terra, incluindo estimativas de estoques de carbono florestal. O sistema Canopy Insight é uma plataforma de inteligência florestal estruturada em arquitetura WebGIS, que permite aos usuários explorar informações geográficas em diferentes escalas desde o nível de talhão até análises em escala nacional. A ferramenta possibilita a aplicação de filtros espaciais, geração de mapas, gráficos e estatísticas, além da exportação de relatórios personalizados com dados estratégicos sobre florestas plantadas. Entre as informações disponíveis na plataforma estão o mapeamento detalhado das áreas plantadas, identificação do gênero cultivado como eucalipto, pinus e seringueira, estimativas de idade das plantações, produtividade e volume de madeira em pé para cada talhão analisado. Esses dados são atualizados periodicamente, garantindo maior confiabilidade para análises e tomada de decisão no setor.  Nos últimos anos, a Canopy realizou um levantamento inédito das florestas plantadas no Brasil, analisando milhões de quilômetros quadrados de imagens de satélite de alta resolução. O estudo resultou no mapeamento de aproximadamente 10 milhões de hectares de florestas plantadas, distribuídas por todas as regiões do país. O setor florestal brasileiro possui grande relevância econômica e ambiental, ocupando cerca de 10 milhões de hectares de árvores plantadas e contribuindo com aproximadamente 6% do PIB industrial nacional. Além disso, destaca-se como um dos principais exemplos de desenvolvimento sustentável e de fortalecimento da chamada economia verde. Com a recente aprovação do Plano Nacional de Florestas Plantadas, o Brasil estabeleceu a meta de ampliar em 2 milhões de hectares a área destinada à produção florestal até 2030. Nesse contexto, iniciativas como o projeto desenvolvido pela UFES contribuem para a geração de informações estratégicas capazes de apoiar políticas públicas, orientar investimentos e fortalecer a cadeia produtiva florestal no país. A parceria entre a UFES e a Canopy reforça o papel da universidade no desenvolvimento de soluções tecnológicas avançadas, promovendo inovação e ampliando o impacto da pesquisa científica em setores estratégicos da economia brasileira. Texto: Vanessa Pianca Projeto: 1069

1378- UFES, FEST e Vale S.A. firmam parceria para otimização e análise de perfis de rodas ferroviárias

A Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), com apoio da Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST), inicia um novo projeto em parceria com a Vale S.A. voltado ao aprimoramento da eficiência e da segurança no transporte ferroviário. Intitulado “Cádetra Roda Trilho: Otimização e Análise de Perfis de Rodas Ferroviárias”, o projeto é coordenado pelo professor Dr. Guilherme Fabiano Mendonça dos Santos, do Departamento de Engenharia Mecânica do Centro Tecnológico da UFES. A iniciativa tem como foco o estudo aprofundado da interação entre roda e trilho, um dos elementos mais críticos da dinâmica ferroviária. A partir da análise e otimização dos perfis geométricos das rodas, o projeto busca propor soluções técnicas capazes de reduzir desgaste, minimizar custos de manutenção e aumentar a vida útil dos componentes ferroviários. O projeto envolve a aplicação de métodos avançados de modelagem, simulação computacional e análise estrutural, permitindo avaliar o comportamento mecânico das rodas em diferentes condições operacionais. A otimização dos perfis visa melhorar o desempenho dinâmico dos veículos ferroviários, contribuindo para maior estabilidade, segurança operacional e eficiência energética. A parceria com a Vale S.A. fortalece a integração entre universidade e setor produtivo, possibilitando que o conhecimento científico gerado na UFES seja aplicado diretamente em demandas reais da indústria ferroviária. Essa aproximação amplia o impacto das pesquisas desenvolvidas e reforça o compromisso institucional com a inovação tecnológica.  Impacto acadêmico e estratégico Além dos avanços técnicos, o projeto também promove a formação de recursos humanos altamente qualificados, envolvendo estudantes e pesquisadores em atividades de pesquisa aplicada. A iniciativa contribui para consolidar a UFES como referência em estudos na área de engenharia mecânica e dinâmica ferroviária. Com o suporte da FEST na gestão administrativa e financeira, o projeto garante agilidade e segurança na execução das atividades, fortalecendo o ecossistema de pesquisa, desenvolvimento e inovação no Espírito Santo. A Cádetra Roda Trilho representa mais um passo estratégico na construção de soluções tecnológicas voltadas à infraestrutura ferroviária nacional, alinhando conhecimento acadêmico, inovação e desenvolvimento industrial. Texto: Vanessa Pianca Projeto 1378  

1401- FEST, UFES e Petrobras avançam em projeto inovador para interpretação de dados de fibra óptica em reservatórios

A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST), em parceria com a Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e com apoio da Petrobras, iniciou o projeto “Interpretação de Dados de Fibra Ótica para Aplicações de Reservatórios”, coordenados pelos professores doutor Daniel da Cunha Ribeiro do Departamento de Engenharias e Tecnologia (DET)  do Centro Universitário Norte do Espírito Santo (CEUNES) e pelo professor Rodrigo Araujo Cardoso Dias da Wise. A iniciativa representa um avanço estratégico para o setor de Óleo & Gás ao propor uma metodologia integrada para análise e interpretação de dados de Sensoriamento Distribuído por Fibra Óptica (DFOS), com foco em poços com múltiplas zonas produtoras, como os encontrados no Polo Pré-Sal da Bacia de Santos. Monitoramento inteligente com DTS e DAS  O Sensoriamento Distribuído por Fibra Óptica (DFOS) tornou-se essencial no monitoramento da integridade estrutural e da produção em poços de petróleo. Entre as principais tecnologias estão: DTS (Distributed Temperature Sensing) – responsável pela medição contínua de perfis térmicos ao longo do poço; DAS (Distributed Acoustic Sensing) – que realiza o monitoramento acústico e sísmico com alta resolução espacial. Essas tecnologias permitem caracterizar o comportamento do reservatório, identificar regimes de escoamento, estimar vazões de fluidos e avaliar o desempenho de componentes como válvulas inteligentes e sistemas de gas lift. Em poços multizonais, o uso da fibra óptica amplia a capacidade de detecção de anomalias e otimização da produção. Embora o DFOS já seja utilizado na indústria, as aplicações atuais concentram-se, em grande parte, em poços de completação simples. O novo projeto vai além ao desenvolver modelos avançados capazes de: Estimar o rateio de vazão entre diferentes zonas produtoras; Identificar vazamentos, incrustações e falhas estruturais; Detectar mudanças operacionais em tempo real; Integrar dados acústicos, térmicos e de pressão. A proposta combina simulações numéricas, ensaios laboratoriais e técnicas de aprendizado de máquina, permitindo uma modelagem mais precisa do comportamento dos reservatórios.  Integração entre experimentação e modelagem numérica A metodologia do projeto está estruturada em três grandes frentes complementares: Será montada uma planta piloto no Laboratório de Métodos Experimentais em Fenômenos de Transporte (LaMEFT/UFES), capaz de simular o escoamento monofásico em um sistema com três zonas produtoras independentes. A unidade experimental contará com: Medidores de vazão mássica; Sensores de pressão e temperatura; Sistemas de sensoriamento distribuído por fibra óptica (DTS e DAS); Válvulas com geometrias complexas produzidas por manufatura aditiva. O objetivo é gerar dados empíricos controlados para validação dos modelos numéricos, além de simular cenários como variações de vazão, alterações no número de Euler das válvulas e situações de incrustação. A modelagem computacional será realizada com o software OpenFOAM, utilizando abordagens RANS e, em casos específicos, LES, para simulação de escoamentos turbulentos em válvulas utilizadas pela Petrobras. Mais de 5.000 simulações anteriores serão reaproveitadas, além da execução de cerca de 800 novas simulações. A partir desses dados, será possível: Mapear padrões acústicos associados a diferentes condições operacionais; Correlacionar vazão e nível de pressão acústica; Validar modelos com dados experimentais e operacionais. A utilização de analogias acústicas consagradas permitirá associar flutuações de pressão à geração de ruído, criando uma base sólida para o monitoramento em tempo real via DAS. Simulações CFD também serão aplicadas para investigar a relação entre os perfis de temperatura captados pelo DTS e as variáveis de escoamento, como velocidade e distribuição de vazões entre zonas produtoras. A análise térmica atuará de forma complementar à modelagem acústica, ampliando a robustez da interpretação dos dados de fibra óptica. Com apoio do Centro de Excelência em Inteligência Artificial (CEIA), o projeto desenvolverá modelos de machine learning e deep learning para detecção automática de anomalias. Entre as técnicas previstas estão: Random Forest, SVM e Gradient Boosting; Redes neurais LSTM e CNN; Transformadas de Fourier e Wavelet; Técnicas de clusterização e análise estatística por limiares. A integração de dados de DAS, DTS e PDG (Permanent Downhole Gauge) permitirá reduzir alarmes falsos e aumentar a precisão na identificação de eventos como vazamentos, falhas estruturais e alterações operacionais.  Monitoramento em tempo real e eficiência operacional Um dos grandes diferenciais do projeto é o desenvolvimento de um sistema com potencial para interpretação dinâmica e em tempo real dos dados de DFOS, reduzindo a necessidade de intervenções manuais frequentes. Entre os principais benefícios esperados estão: Aumento da eficiência operacional; Redução de custos com manutenção corretiva; Resposta rápida a eventos anômalos; Otimização sustentável da produção.  Inovação estratégica para o Pré-Sal Ao integrar experimentação, modelagem CFD, análise térmica e inteligência artificial, o projeto consolida uma abordagem inédita para aplicações em poços complexos do Polo Pré-Sal da Bacia de Santos. A parceria entre FEST, UFES e Petrobras reafirma o compromisso das instituições com o desenvolvimento tecnológico, a inovação aplicada e o fortalecimento da indústria nacional de óleo e gás, posicionando o Espírito Santo como protagonista na pesquisa de ponta em sensoriamento distribuído por fibra óptica. Texto: Vanessa Pianca Projeto: 1401  

1390- FEST e Axia Energia Centrais Elétricas Brasileiras S.A lançam projeto para recuperação hidroambiental na Bacia do Rio Grande (MG)

A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST), em parceria com a Axia Energia Centrais Elétricas Brasileiras S.A, deu início ao Projeto de Recuperação Hidroambiental e Produtivo em Assentamentos da Reforma Agrária na Bacia do Rio Grande, em Minas Gerais. Ao longo de 24 meses, a inciativa vai beneficiar diretamente 952 famílias distribuídas em 10 assentamentos da reforma agrária. A ação integra o Programa de Revitalização dos Recursos Hídricos das Bacias Hidrográficas na área de influência dos reservatórios das usinas hidrelétricas de Furnas, conforme a Resolução nº 2, de 28 de dezembro de 2023, e será apresentada pelo Departamento de Reflorestamento e Recuperação de Áreas Degradadas da Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Sustentável, Irrigação e Cooperativismo do Ministério da Agricultura e Pecuária (SDI/MAPA/DEFLO). O projeto tem como objetivo central promover a revitalização e preservação dos recursos hídricos na Bacia do Rio Grande, aliando recuperação ambiental à inclusão produtiva e ao fortalecimento socioeconômico das comunidades assentadas. Entre as principais entregas previstas estão: 952 famílias com acesso a tecnologias hídricas apropriadas e capacitadas para gestão sustentável da água; Distribuição de equipamentos e kits para produção sustentável, com formação técnica para uso adequado; Assistência técnica especializada e elaboração de planos de desenvolvimento das propriedades; Capacitação em gestão de negócios e empreendedorismo, ampliando o acesso a mercados e geração de renda; Fortalecimento da resiliência hídrica e produtiva nos assentamentos atendidos. A iniciativa prevê a implantação de áreas demonstrativas para captação e armazenamento de água da chuva, sistemas de irrigação de baixo custo, tecnologias de tratamento de água, recuperação de pastagens degradadas, restauração de nascentes e matas ciliares, além da adoção de sistemas agroflorestais e práticas agroecológicas. A Bacia do Rio Grande, elemento estruturante do cenário socioeconômico mineiro, tem enfrentado, nas últimas décadas, impactos decorrentes das mudanças climáticas, da degradação ambiental e da pressão sobre os recursos naturais. Em assentamentos da reforma agrária, esses desafios se somam a índices de vulnerabilidade social e econômica. Mesmo em regiões classificadas como de baixa vulnerabilidade hídrica segundo dados oficiais, o uso intensivo do solo para agropecuária, a substituição da vegetação nativa do cerrado por pastagens subutilizadas e práticas agrícolas inadequadas têm contribuído para processos de erosão e perda de biodiversidade, afetando diretamente o regime hidrológico. O projeto surge, portanto, como uma resposta estratégica e integrada, promovendo a conservação do solo, a proteção de nascentes, o georreferenciamento das áreas, o incentivo ao associativismo e cooperativismo e a transição para modelos produtivos mais sustentáveis. Integração entre produção e conservação A proposta parte do princípio de que recuperação ambiental e fortalecimento produtivo são dimensões interdependentes. Solos conservados e disponibilidade de água de qualidade são pré-requisitos para uma agricultura resiliente. Ao mesmo tempo, práticas agroecológicas e sistemas sustentáveis reduzem a pressão sobre os recursos naturais e contribuem para a saúde da bacia hidrográfica. A diretora da FEST, Patrícia Bourguignon, e coordenadora do projeto, destaca a relevância estratégica da iniciativa: “Este projeto representa um compromisso concreto com a sustentabilidade ambiental e com a dignidade das famílias assentadas. Ao integrar recuperação hidroambiental, capacitação técnica e fortalecimento produtivo, estamos construindo um ciclo virtuoso que une conservação dos recursos hídricos, geração de renda e desenvolvimento social. Acreditamos que investir nas pessoas e no território é a melhor forma de garantir a saúde da Bacia do Rio Grande e um futuro mais resiliente para essas comunidades.” Com metodologia participativa, valorizando os saberes locais e promovendo trocas de experiências, o projeto pretende consolidar um modelo de desenvolvimento rural que una segurança hídrica, segurança alimentar e inclusão socioeconômica, contribuindo de forma estruturante para a sustentabilidade da Bacia do Rio Grande, em Minas Gerais.

1337 – UFES e FEST fortalecem enfrentamento à desinformação em saúde com o projeto  Laboratório de Visualização de Dados em Redes Sociais

A Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), com apoio da Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST), está à frente do projeto  Laboratório de Visualização de Dados em Redes Sociais, iniciativa estratégica voltada ao desenvolvimento e à manutenção de uma plataforma de extração, mineração e visualização de informações e datasets para acompanhamento de temas sobre vacinação e assuntos de saúde pública em ambientes digitais. Coordenado pelo Prof. Dr. Fabio Gomes Goveia, do Departamento de Comunicação Social/Centro de Artes da UFES, o projeto integra competências da Comunicação Social, da Ciência de Dados e da Saúde Pública para enfrentar um dos maiores desafios contemporâneos: a desinformação nas redes sociais. O projeto tem como objetivo estruturar uma infraestrutura tecnológica capaz de coletar, processar e analisar grandes volumes de dados provenientes de plataformas digitais como Twitter (X), Facebook, Instagram, YouTube e Telegram. A partir dessas informações, serão produzidos painéis, relatórios e briefings estratégicos que possibilitam o monitoramento em tempo real de narrativas relacionadas à vacinação e a outras políticas de saúde pública. A iniciativa dialoga diretamente com as competências da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA), do Ministério da Saúde, conforme estabelecido pelo Decreto nº 11.798/2023, que prevê o fomento a estudos e pesquisas para o aperfeiçoamento das ações de vigilância em saúde, bem como a promoção de estratégias de educação, comunicação e mobilização social. Também se alinha ao Decreto nº 11.753/2023, que instituiu o Comitê de Enfrentamento da Desinformação sobre o Programa Nacional de Imunizações e as políticas de saúde pública, reforçando a importância do monitoramento do debate público digital como instrumento de proteção da integridade informacional. Parceria estratégica com o Ibict O projeto está inserido no contexto do Painel Informacional On-line de Detecção de Narrativas Antivacina (DNA), coordenado pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), em parceria com o Ministério da Saúde, por meio de Termo de Execução Descentralizada (TED). Nesse cenário, o Laboratório de Internet e Ciência de Dados da UFES (Labic) foi identificado como parceiro estratégico devido à sua reconhecida expertise na coleta e análise de dados de redes sociais, bem como no desenvolvimento de tecnologias digitais aplicadas ao acompanhamento de debates públicos online. Ao longo dos últimos dez anos, o Labic/UFES consolidou um dos maiores acervos digitais sobre transformações sociais brasileiras nas mídias sociais, reunindo mais de 150 milhões de postagens e interações relacionadas a temas como pandemia de covid-19, H1N1, Zika vírus, dengue, ebola e menções ao termo “vacina” desde 2022, em diversos idiomas. Além disso, o laboratório já desenvolveu importantes iniciativas, como o Painel dos Direitos Humanos nas Redes, o Monitor do Enem nas Redes Sociais e o Monitor de Imagens da Desinformação Vacinal, demonstrando sólida experiência na criação de soluções tecnológicas para monitoramento e análise de ecossistemas digitais. A proposta do projeto se justifica tanto pela oportunidade de sistematização e disponibilização desses datasets históricos para a comunidade científica quanto pela capacidade do Labic de realizar extração de dados em tempo real, com atualização e aprimoramento contínuo de suas ferramentas. Na intersetorialidade que congrega Saúde, Comunicação Social e Ciência de Dados, a iniciativa fortalece a produção de conhecimento e o desenvolvimento de tecnologias voltadas ao enfrentamento da infodemia fenômeno caracterizado pelo excesso de informações, muitas vezes falsas ou enganosas, que impactam negativamente políticas públicas e decisões individuais de saúde. Com o apoio da FEST, a UFES reafirma seu compromisso com a inovação científica e tecnológica, contribuindo diretamente para o aprimoramento das ações de vigilância em saúde e para a defesa da integridade informacional no ambiente digital brasileiro.

1350- UFES e FEST impulsionam Inteligência Artificial para fortalecer a integridade da informação climática rumo à COP-30

A Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), com apoio da Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST), inicia um novo e estratégico projeto voltado ao desenvolvimento de Inteligência Artificial, Machine Learning e Ciência de Dados aplicados à detecção de informação, análise estratégica e produção de conteúdos socioambientais para o ecossistema de comunicação social. Coordenado pelo Prof. Dr. Fabio Gomes Goveia, do Departamento de Comunicação Social do Centro de Artes, o projeto é desenvolvido no âmbito do Laboratório de Internet e Ciência de Dados (LABIC-UFES), referência nacional no monitoramento de redes sociais e análise de dinâmicas informacionais no ambiente digital.  Uma década de expertise em dados e redes sociais Há mais de 10 anos, o LABIC consolidou o maior acervo digital sobre transformações políticas brasileiras nas redes sociais, reunindo milhões de publicações extraídas de plataformas como Twitter/X, Facebook, Instagram, YouTube e Telegram. O banco de dados contempla discussões sobre temas ambientais e climáticos, incluindo as Conferências do Clima (2014–2022), o Acordo de Paris (2015), epidemias como H1N1, Zika e Covid-19, além de eventos extremos como chuvas intensas, crises hídricas, ondas de calor, queimadas, desmatamento e ataques a populações indígenas e ribeirinhas. Essas análises revelam padrões recorrentes de desinformação, frequentemente impulsionados por narrativas negacionistas e atores organizados que atuam na propagação de ceticismo climático.  PYSA: tecnologia a serviço da informação pública Em 2024, fomentado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudanças do Clima (MMA), o LABIC desenvolveu o Painel de Informações Climáticas e Socioambientais em Redes Sociais (PYSA). A ferramenta extraiu e analisou mais de 5 milhões de publicações originadas no YouTube, TikTok, Telegram, X, Instagram e Facebook, permitindo monitoramento em tempo real das narrativas ambientais em circulação. Como resultado, foram produzidos: Quase 1.000 relatórios e alertas estratégicos Mais de 500 conteúdos educativos multimídia Intervenções diretas em grupos e ambientes digitais A iniciativa tornou o MMA uma instituição pioneira na adoção de métodos de ciência de dados aplicados à gestão estratégica da informação em redes sociais.  Preparação estratégica para a COP-30 Em 2025, o foco se amplia com a realização da COP-30, em Belém. O novo ciclo do projeto prevê o aprimoramento do PYSA com: Incorporação de tecnologias avançadas de Machine Learning e IA Análise automática de imagens compartilhadas durante eventos climáticos severos Desenvolvimento de relatórios automatizados e indicadores de risco Expansão das funcionalidades analíticas e integração de novas bases de dados Metodologias de escuta social associadas à produção jornalística orientada por dados O objetivo é fortalecer a integridade informacional no contexto das negociações climáticas, garantindo respostas rápidas e estratégicas a campanhas de desinformação. A iniciativa permitirá ainda maior articulação entre o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, o Ministério das Relações Exteriores e a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, ampliando a capacidade de ação interministerial diante de riscos informacionais.  Inovação contínua e impacto institucional A expertise do LABIC já foi comprovada em projetos como o Painel dos Direitos Humanos nas Redes Sociais (2015) e o Monitor de Imagens da Desinformação Vacinal (2023), demonstrando sua capacidade técnica na criação de soluções robustas de monitoramento. Agora, o aprimoramento do PYSA consolida uma infraestrutura tecnológica permanente de monitoramento e resposta à desinformação climática. Além de apoiar diretamente a COP-30, o projeto fortalece políticas públicas ambientais e contribui para posicionar o Brasil como liderança global na agenda climática. Com o apoio da FEST, a UFES reafirma seu compromisso com a inovação científica, a comunicação pública qualificada e o enfrentamento estratégico dos desafios informacionais contemporâneos.

1385-FEST apoia ICMBio na elaboração de propostas para criação de novas Unidades de Conservação Federais

A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) firmou novo projeto com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, por meio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), vinculado à sua Diretoria de Criação e Manejo de Unidades de Conservação, para a elaboração de propostas de criação de Unidades de Conservação (UCs) Federais em todo o país. A iniciativa reforça o compromisso institucional com a agenda ambiental brasileira e com o fortalecimento das políticas públicas voltadas à conservação da biodiversidade, em consonância com metas nacionais e internacionais de proteção territorial. O projeto tem como objetivo central a elaboração de propostas técnicas para a criação de Unidades de Conservação Federais, contribuindo para a ampliação e consolidação do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC).  Objetivos específicos Entre as principais ações previstas estão: Levantamento e sistematização de informações e dados existentes nas áreas propostas para criação de UCs; Apoio à realização de estudos técnicos necessários para fundamentar as propostas; Apoio ao processo de articulação social nas fases analítica e consultiva, promovendo o engajamento da sociedade; Apoio à divulgação de informações sobre as propostas, ampliando a participação social; Elaboração de relatório final com resultados e recomendações, além da produção de artigo para publicação científica. O ICMBio tem entre suas atribuições a proposição de novas Unidades de Conservação, alinhada a compromissos internacionais assumidos pelo Brasil, como o Quadro Global de Biodiversidade Kunming-Montreal, firmado em 2022, que estabelece a meta de proteger ao menos 30% das áreas terrestres, águas continentais e zonas costeiro-marinhas até 2030. No âmbito nacional, o projeto dialoga com diretrizes estratégicas do Governo Federal, como o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm) – 5ª Fase (2023–2027) e a atualização do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento e das Queimadas no Cerrado, que priorizam a criação e ampliação de Unidades de Conservação como instrumento de ordenamento territorial e proteção ambiental. Em 2024, o ICMBio realizou a “Oficina de Trabalho: Critérios e Priorização para a Criação de Unidades de Conservação Federal”, que definiu cerca de 60 propostas prioritárias para o biênio 2025/2026, com horizonte até 2030. Diante do volume e da complexidade dos processos, o apoio técnico especializado torna-se essencial para garantir celeridade, qualidade técnica e efetividade às instruções processuais. A urgência também se relaciona à realização da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP-30), que acontecerá no Brasil em 2025, configurando uma importante janela política e institucional para o avanço da agenda ambiental. O projeto prevê como principais resultados: Propostas estruturadas de criação de Unidades de Conservação Federais; Roteiro sistematizado do processo de criação de UCs; Relatório consolidado com resultados e recomendações; Produção de artigo técnico-científico para publicação. A criação de áreas protegidas é estratégica para a manutenção da biodiversidade, a mitigação das mudanças climáticas e a promoção da qualidade de vida, especialmente para populações vulneráveis que dependem diretamente dos recursos naturais. Além disso, o fortalecimento da gestão territorial integrada amplia a participação social, reduz sobreposições institucionais, promove maior sinergia entre entes federativos e assegura um olhar sistêmico sobre a paisagem, tornando os processos mais eficientes e menos burocráticos. Com mais essa parceria, a FEST reafirma seu papel como instituição de apoio à execução de políticas públicas estruturantes, contribuindo para a construção de soluções técnicas que impactam positivamente o meio ambiente e a sociedade brasileira. Texto: Vanessa Pianca