FEST – Fundação Espírito-santense de Tecnologia

MONITORAMENTO AMBIENTAL NA BACIA DO RIO MANGARAÍ: ANALISANDO O IMPACTO NA QUALIDADE DA ÁGUA DO RIO SANTA MARIA DA VITÓRIA

MONITORAMENTO AMBIENTAL NA BACIA DO RIO MANGARAÍ: ANALISANDO O IMPACTO NA QUALIDADE DA ÁGUA DO RIO SANTA MARIA DA VITÓRIA A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) em parceria com a Companhia Espírito-santense de Saneamento (CESAN) e a Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), estão com um projeto vital para a preservação dos recursos hídricos do Estado do Espírito Santo. Trata-se do “Monitoramento Ambiental nos Principais Mananciais Hídricos da Bacia Hidrográfica do Rio Mangaraí e Análise do seu Impacto na Carga de Sedimentos e Qualidade na Água do Rio Santa Maria da Vitória”. Coordenado pelo professor Dr Antonio Sérgio Ferreira Mendonça, do Departamento de Engenharia Ambiental do Centro Tecnológico (CT) da UFES, o projeto tem como objetivo principal o acompanhamento contínuo dos índices de qualidade da água, hidrossedimentometria e pluviometria em quatro sub-bacias e respectivas seções de controle, além de duas seções do Rio Santa Maria da Vitória. A relevância deste monitoramento se destaca pela análise do impacto do Rio Mangaraí no Rio Santa Maria da Vitória, importante manancial de captação para o abastecimento da Região Metropolitana da Grande Vitória. O projeto é uma continuação do monitoramento realizado entre 2014 e 2018, consolidando uma base de dados essencial para subsidiar a análise da influência das ações do Programa de Gestão Integrada das Águas e da Paisagem do Estado do Espírito Santo na bacia hidrográfica do Rio Mangaraí. Esta unidade demonstrativa não apenas serve como referência para outras regiões hidrográficas do Estado, mas também recebe um conjunto de ações capitaneadas pelo Governo Estadual, com participação ativa da CESAN. Os dados e informações gerados por este projeto são cruciais como indicadores das ações realizadas na bacia do Rio Mangaraí, fornecendo parâmetros valiosos para futuras intervenções relacionadas ao uso e ocupação do solo. O principal objetivo é reduzir o carreamento de sedimentos para os mananciais, o que por sua vez dificulta o tratamento da água bruta com finalidade de potabilidade para o abastecimento humano na Grande Vitória.   Ao reunir dados sobre a qualidade da água, turbidez e carga de sedimentos, este projeto não só oferece uma visão abrangente do estado dos recursos hídricos na região, mas também auxilia na tomada de decisões fundamentadas para sua preservação e uso sustentável. Por meio deste esforço conjunto entre FEST, CESAN e UFES, reafirmamos nosso compromisso com a gestão responsável dos recursos naturais, visando garantir água de qualidade para as gerações presentes e futuras. Para mais informações sobre este projeto e outras iniciativas da Fundação Espírito-santense de Tecnologia, visite nosso site oficial. Texto: Vanessa Pianca Projeto 1065

DESENVOLVIMENTO DO PAINEL DE INFORMAÇÕES E DESINFORMAÇÕES CLIMÁTICAS E SOCIOAMBIENTAIS EM REDES SOCIAIS: UMA INOVAÇÃO DA FUNDAÇÃO ESPÍRITO-SANTENSE DE TECNOLOGIA

DESENVOLVIMENTO DO PAINEL DE INFORMAÇÕES E DESINFORMAÇÕES CLIMÁTICAS E SOCIOAMBIENTAIS EM REDES SOCIAIS: UMA INOVAÇÃO DA FUNDAÇÃO ESPÍRITO-SANTENSE DE TECNOLOGIA No âmbito do Departamento de Comunicação Social do Centro de Artes da Universidade Federal do Espírito Santo – UFES, sob a liderança do Professor Dr. Fábio Gomes Goveia, a Fundação Espírito-santense de Tecnologia – FEST, está embarcando em um projeto inovador: o Desenvolvimento do Painel de Informações e Desinformações Climáticas e Socioambientais em Redes Sociais. Ao longo dos últimos 10 anos, o Laboratório de Internet e Ciência de Dados (LABIC-UFES) tem sido pioneiro na coleta e análise de dados das mídias sociais, acumulando um vasto acervo digital que abrange uma ampla gama de temas, desde transformações políticas até questões climáticas e ambientais. Com um acervo digital de mais de 31 milhões de publicações, vídeos e imagens provenientes de plataformas como Twitter, Facebook, Instagram, Youtube e Telegram, o LABIC-UFES se destaca como uma instituição líder nesse campo no Brasil. O novo projeto visa a utilização desses dados massivos para combater a desinformação climática e socioambiental, bem como para potencializar recursos de desenvolvimento tecnológico. A construção do Painel de Informações e Desinformações Climáticas e Socioambientais em Redes Sociais representa um passo crucial nessa direção. A proposta fundamenta-se na expertise do LABIC-UFES na extração de dados em tempo real das redes sociais, bem como na capacidade de desenvolver soluções tecnológicas inovadoras. O objetivo é fornecer ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima informações em tempo real, relatórios e briefings derivados desses dados, capacitando equipes para ações contínuas de mitigação da desinformação climática. Além disso, o projeto está alinhado aos esforços interministeriais coordenados pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República (SECOM) para desenvolver inovação, tecnologia e processos de detecção e enfrentamento de desinformação. Em um contexto de crescente preocupação com a disseminação de informações falsas, essa iniciativa visa a antecipação de riscos e danos, tanto para instituições do Estado de Direito quanto para os cidadãos brasileiros. “Este projeto representa não apenas um avanço tecnológico, mas também um compromisso com a verdade e a responsabilidade social. Ao utilizar dados massivos das redes sociais, buscamos não apenas compreender as complexidades das questões climáticas e socioambientais, mas também combater ativamente a desinformação e promover um debate informado e consciente.” Afirmou Fábio. O Painel de Informações e Desinformações Climáticas e Socioambientais em Redes Sociais não apenas representa um avanço significativo no campo da análise de dados e tecnologia, mas também evidencia o compromisso da Fundação Espírito-santense de Tecnologia em contribuir para um debate informado e responsável sobre questões críticas para o nosso planeta e para as gerações futuras. Este projeto reflete o papel essencial da tecnologia e da colaboração interdisciplinar na promoção da sustentabilidade e na proteção do meio ambiente.  

PROJETO INOVADOR BUSCA SOLUÇÕES SUSTENTÁVEIS PARA RECICLAGEM DE MATERIAIS DA VALE

A Universidade Federal do Espírito Santo – UFES com apoio da Fundação Espírito-santense de Tecnologia – FEST, em colaboração com a Empresa Vale, tem como projeto de pesquisa o “Estudo da Reciclagem de Materiais Oriundos da Empresa Vale”. Esta iniciativa pioneira visou explorar e desenvolver técnicas avançadas de recuperação e reciclagem de materiais poliméricos, com foco principal na transformação sustentável de resíduos plásticos, especialmente os provenientes de garrafas e utensílios PET. O projeto, coordenado pelo professor Dr. Eloi Alves da Silva Filho, do Departamento de Química do Centro de Ciências Extas da UFES, teve como objetivo primordial investigar e implementar práticas eficazes de reciclagem de materiais poliméricos, demonstrando sua viabilidade em ambientes operacionais reais e qualificados. A pesquisa envolveu a aplicação prática dessas técnicas em diversos ambientes, incluindo áreas de minério, carvão, calcário e pilhas de estéril, permitindo a avaliação de cor, concentração e eficiência em vias, vagões e pilhas de minério e estéril. Segundo Eloi, O lançamento do supressor sustentável foi realizado oficialmente no dia 30 novembro de 2023. “Este projeto foi um marco na história da universidade, como a primeira patente verde da UFES e da empresa VALE. Avançamos e muito”. Pontuou. Um dos aspectos mais significativos deste projeto foi  contribuição direta para o desenvolvimento sustentável. A busca por soluções que evitem o descarte inadequado de garrafas e utensílios feitos com PET é essencial para minimizar o impacto ambiental e promover uma economia circular. Além disso, o estudo se estende a outros materiais plásticos como polipropileno (PP), poliestireno (PE), poliuretano (PU) e outros, explorando seu potencial de transformação em resinas recicláveis. Este esforço conjunto entre a FEST, a UFES e a Vale não apenas buscou soluções técnicas avançadas, mas também ofereceu vantagens econômicas e ambientais significativas. A possibilidade de destinação rentável de resíduos provenientes da Vale e de outras indústrias que utilizam utensílios PET destaca a relevância desse projeto no cenário atual. Além dos impactos positivos na área técnica, econômica e ambiental, o projeto também enfatizou a importância da formação de novos recursos humanos. “A UFES terá um papel fundamental na formação de alunos de graduação e pós-graduação, garantindo a disseminação do conhecimento adquirido e preparando profissionais capacitados para enfrentar os desafios da sustentabilidade e inovação tecnológica.” Finalizou Eloi   Esse projeto é um marco não apenas para as entidades envolvidas, mas também para o avanço da pesquisa em reciclagem de materiais no Brasil, demonstrando que a colaboração entre instituições acadêmicas e empresas pode gerar soluções inovadoras e sustentáveis para os desafios atuais. Para mais informações e atualizações sobre o desenvolvimento deste projeto, veja no link da UFES (https://www.ufes.br/conteudo/primeira-patente-verde-da-ufes-reduz-emissao-de-poeira-e-descarte-de-lixo-no-meio-ambiente  e fique atento às publicações no site da Fundação Espírito-santense de Tecnologia.   Projeto 816

PROJETO DE EXTENSÃO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EM ANÁLISE FÍSICO-QUÍMICA DE BEBIDAS DE ORIGEM VEGETAL

PROJETO DE EXTENSÃO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EM ANÁLISE FÍSICO-QUÍMICA DE BEBIDAS DE ORIGEM VEGETAL A Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), com apoio da Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) dão início ao Projeto de Extensão “Análise Físico-Química de Bebidas de Origem Vegetal: Prestação de Serviços Especializados à Comunidade”, que será desenvolvido no Laboratório de Análise de Bebidas de Origem Vegetal do Espírito Santo (LABEVES) vinculado ao Instituto de Tecnologia da UFES (ITUFES). Este projeto, é coordenado pelo Professor Dr.  Márcio Coelho de Mattos do Departamento de Engenharia Mecânica do Centro Tecnológico e Diretor Técnico do ITUFES, tem como principal objetivo regular a prestação de serviços de análise físico-química de bebidas de origem vegetal. A pesquisa visa disponibilizar aos produtores e importadores uma gama de ensaios e análises que proporcionem informações cruciais sobre a qualidade de seus produtos, conferindo diferenciais em relação a produtos semelhantes. Além disso, também fornecerá informações sobre a conformidade dos produtos às normas de qualidade físico-química aplicáveis, desempenhando um papel crucial no controle de qualidade das bebidas disponíveis no mercado. Este serviço assume uma relevância significativa no panorama do controle de qualidade das bebidas, podendo ser utilizado como suporte às ações de controle e fiscalização de órgãos reguladores como o Ministério da Agricultura e Pecuária, Secretaria de Estado da Saúde e Secretarias Municipais. A análise físico-química desempenha um papel vital na garantia de que as bebidas atendam aos padrões estabelecidos, assegurando a saúde e segurança dos consumidores. Informações do Projeto: Coordenação: Professor Dr. Márcio Coelho de Mattos, Departamento de Engenharia Mecânica do Centro Tecnológico e Diretor Técnico do ITUFES. Coordenador adjunto: José Sirkis Gottlieb, Centro Tecnológico e Diretor Administrativo do ITUFES. Fiscalização: Professor Dr. Manoel Gregório da Silva Neto, Departamento de Engenharia Mecânica do Centro Tecnológico da UFES. Duração: 36 meses. A pesquisa propõe não apenas expandir a capilaridade dos serviços oferecidos pelo Laboratório de Análise de Bebidas de Origem Vegetal do Espírito Santo (LABEVES), mas também criar oportunidades para a ampliação dos serviços disponíveis. Além disso, busca garantir recursos para a manutenção da acreditação, promovendo a excelência na realização das análises físico-químicas. A FEST, através deste projeto, reafirma seu compromisso com a qualidade, segurança e inovação, contribuindo assim para o desenvolvimento sustentável da comunidade e do setor de bebidas de origem vegetal. Uma Década de Inovação e Colaboração: O Compromisso da FEST com o LABEVES O Laboratório de Bebidas de Origem Vegetal (LABEVES) é um destaque no Brasil. Desde 2014, o LABEVES junto com a FEST desenvolve um projeto, que tem sido um catalisador para o desenvolvimento de ensaios e análises laboratoriais. Atuando como um elo entre o conhecimento acadêmico e as demandas práticas da indústria. Sua especialização? A análise de vinhos, vinagres e cervejas, com emissão de certificados em conformidade com as diretrizes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Portarias: nº 415 12/08/2010 e nº 341, de 18/09/2014. É lá que as bebidas, em maioria vinhos importados, são testados e aprovados para serem comercializadas. Sem o registro Mapa, a bebida não deve ser consumida. Desde 21 de setembro de 2016, o Labeves está acreditado pela Coordenação Geral de Acreditação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia Inmetro (CGCRE/Inmetro) sob a ACREDITAÇÂO N0 CRL1148. A maioria das análises realizadas concentra-se em vinhos importados, submetidos a uma análise rigorosa das bebidas recebidas no Porto de Vitória. A importância dessa etapa é crucial, pois garante que essas bebidas atendam às exigências legais e, mais importante ainda, que sejam autênticas, afastando a ameaça de falsificação ou adulteração. Sem o registro Mapa, uma bebida não é autorizada para consumo. O Labeves é o resultado do esforço de profissionais da Ufes (professores e técnicos administrativos), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e do Sindicato do Comercio de Exportação e Importação do Espírito Santo (Sindiex), os quais tinham como principal objetivo criar um laboratório de excelência na Universidade que pudesse atender à demanda de análises criada pela importação de bebidas pelo Porto de Vitória. Hoje, ele é o único laboratório acreditado da Ufes.   Projeto 1175 Texto: Vanessa Pianca

FUNDAÇÃO ESPÍRITO-SANTENSE DE TECNOLOGIA E UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO UNEM FORÇAS PARA IMPULSIONAR O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL EM PIÚMA/ES

A busca por aprimorar o bem-estar social e a qualidade de vida das comunidades locais muitas vezes se ancora na atuação da gestão pública municipal. A colaboração entre a Fundação Espírito-santense de Tecnologia e a Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) emerge como um marco promissor para fortalecer a capacidade institucional, o planejamento territorial e o desenvolvimento sustentável de Piúma, município do Espírito Santo. Ao considerar o contexto nacional, influenciado pela descentralização do Estado e pelas transformações sociais, políticas e culturais das últimas décadas, torna-se evidente a necessidade de adaptar a gestão pública aos novos desafios. A reestruturação da economia global e a busca por maior qualificação profissional impulsionam a necessidade de repensar estratégias locais de desenvolvimento. Coordenado pelo Professor Doutor da UFES, Alvim Borges da Silva Filho, do Departamento de Administração do Centro de Ciências Jurídicas e Econômica, o projeto surge da identificação de lacunas na capacidade institucional, planejamento de longo prazo e instrumentos de gestão do território em Piúma. A parceria estratégica entre a Fundação e a UFES busca abordar esses desafios por meio de uma investigação detalhada. Partindo de conceitos amplos de capacidade institucional, que envolvem desde aspectos administrativos e políticos até a capacidade de arrecadação fiscal, o projeto pretende analisar em três dimensões essenciais: administrativa, política e fiscal. Esta estrutura metodológica visa a compreensão holística da situação e necessidades da Prefeitura Municipal de Piúma. Um dos principais focos da investigação é a falta de um planejamento de longo prazo alinhado com valores contemporâneos para direcionar ações públicas em prol do desenvolvimento sustentável. A ausência ou desatualização de instrumentos de planejamento e gestão do território também é um ponto crucial a ser abordado. Destaca-se a importância de não apenas identificar os desafios, mas também de criar uma “inteligência pública municipal”. Essa construção visa estabelecer uma nova cultura organizacional, pautada na transparência, participação da sociedade local e na capacidade de compreender a complexidade da realidade, buscando soluções alinhadas aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU, especialmente o ODS-11, voltado para Cidades e Comunidades Sustentáveis. O projeto “Capacidade Institucional, Planejamento Territorial E Desenvolvimento Sustentável de Piúma/ES” representa um primeiro passo determinante na jornada para promover mudanças significativas. Sua intenção é criar bases sólidas para a construção de uma gestão pública mais eficiente, participativa e comprometida com o desenvolvimento sustentável, trazendo à tona uma nova era de progresso e bem-estar para Piúma.   Projeto 1170

CAÇA AOS NEMATÓIDES: PESQUISA INOVADORA PARA PROTEGER CAFEICULTORES

A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) atuou juntamente com o Professor Marcelo Barreto da Silva em uma pesquisa inovadora para combater uma ameaça silenciosa que assombra as plantações de café na região: os nematóides. Esses parasitas microscópicos, capazes de contaminar o solo de forma permanente, têm potencial devastador, destruindo lavouras inteiras e prejudicando a produtividade agrícola. A cultura do café, uma das principais fontes de receita para muitos agricultores capixabas, temem a infestação da lavoura por nematóides. As fêmeas juvenis desses parasitas penetram nas raízes, desencadeando um ciclo reprodutivo que pode resultar na destruição das plantações. Não apenas o café, mas também outras culturas, como pimenta do reino e mamão, também enfrentam riscos significativos. O pesquisador do projeto, Professor Marcelo Barreto da Silva, lidera uma equipe numa iniciativa abrangente para entender e conter a propagação desses nematóides. A pesquisa envolve a condução de ensaios de campo, uma abordagem prática para estudar a eficácia de diferentes estratégias de controle. Segundo Marcelo, a melhor forma de controle é a prevenção da presença do nematoide no início dos plantios. “Neste sentido é fundamental, para aquelas culturas que são propagadas por mudas, como café, pimenta-do-reino, goiaba, banana e mamão, fossem feitas avaliações das mudas antes do plantio.” Destacou. Um dos desafios mais prementes enfrentados pelos cafeicultores é a dificuldade em detectar a infestação em estágios iniciais. Muitas vezes, a ação silenciosa dos nematóides faz com que os produtores demorem a perceber a presença do parasita. Os ensaios de campo liderados pela FEST buscam não apenas soluções eficazes de controle, mas também métodos aprimorados de detecção precoce. Desde 2013, uma portaria do Ministério da Agricultura tornou obrigatória a análise de amostras de mudas em todos os viveiros de café. A pesquisa desempenha um papel crucial na implementação e aprimoramento dessas análises, garantindo que as mudas estejam livres da presença de nematóides antes de serem plantadas, em conformidade com as normativas. “Os primeiros resultados dos ensaios de campo são promissores, indicando possíveis estratégias para o controle eficaz dos nematóides na cultura do café.” Finalizou Marcelo. No entanto, os pesquisadores reconhecem que há desafios significativos a serem superados e que o trabalho é contínuo. A pesquisa não apenas visa proteger as plantações de café, mas também destaca a importância da inovação e da pesquisa na resolução de desafios agrícolas complexos. À medida que a pesquisa avança, a FEST reafirma seu compromisso de continuar inovando para criar soluções duradouras que beneficiem não apenas os cafeicultores, mas toda a comunidade agrícola. A caça aos nematóides é mais do que uma pesquisa; é um testemunho do papel vital que a ciência e a tecnologia desempenham na construção de um futuro mais sustentável para a agricultura brasileira.

Confira os destaques do Boletim FEST. Veja mais!

Nesta edição do Boletim confira: A Fundação Espírito-santense de Tecnologia – Em comemoração ao nosso aniversário de 25 anos, divulgamos vídeos em nossas redes socias. Fomos a Brasília receber treinamento. E ainda, foi lançado novo Projeto da FEST Uruçu Capixaba: uma estratégia multidisciplinar para conservar a abelha do Espírito Santo. No “Quem faz FEST” conheça o nosso colaborador Gabriel Nascimento, que completou 12 anos de trabalho na Fundação. Confira essas e outras informações, boa leitura! Saiba mais sobre esses assuntos nessa edição, boa leitura! Clique aqui para acessar!      

Fibras ópticas podem tornar mais eficaz o processamento de separação de óleo e água durante a extração do petróleo

Com financiamento da Fundação Espírito-santense de Tecnologia (Fest), o objetivo do projeto é quantificar todas as substâncias contidas dentro dos tanques de processamento e produção de petróleo, desde o momento em que o óleo bruto é extraído da natureza   Estamos acostumados a visualizar fibras ópticas todos os dias: no caminho para a casa, ou trabalho, em qualquer lugar da cidade, e até mesmo muitas vezes no campo. Normalmente, elas são usadas apenas para a transmissão de dados em longas distâncias e Internet. De acordo com um grupo de pesquisadores da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), em Vitória, elas podem ser consideradas como um “tubo” de vidro – mais fino que um fio de cabelo, criado para transportar dados em forma de luz e, por isso, podem ser utilizadas para outras funções, como, por exemplo, a melhoria do processamento de separação de óleo e água durante a extração do petróleo. No projeto “Fibra Óptica na Medição de Nível e de Interface Água-Óleo em Tanques de Produção”, com gestão da Fundação Espírito-santense de Tecnologia (Fest), a ideia é aproveitar algumas informações embutidas nessa luz para que sejam medidas a pressão, temperatura, vibrações mecânicas e até mesmo ondas sonoras. De acordo com o coordenador do projeto e professor da Ufes, Anselmo Neto, a pesquisa é uma inovação tecnológica que faz uso das propriedades físicas de uma fibra óptica, tornando-a capaz de se comportar como um sensor de medição de grandezas físicas do meio ambiente. “O objetivo do estudo é aproveitar a sensibilidade da fibra óptica à pressões e temperaturas, por meio de sistemas de hardware e software especializados, a fim de realizar a medição das diferentes quantidades de substâncias contidas dentro dos tanques de processamento e produção de petróleo do momento em que o óleo bruto é extraído da natureza, misturado em água salgada, areia e gases, até o momento em que o petróleo puro é obtido”, disse. Com desenvolvimento na Ufes, os testes foram realizados em Aracaju (SE), em um laboratório da Petrobras, que possibilita a simulação da extração real do petróleo. “Um fator competitivo deste novo sistema em relação às atuais soluções de mercado, é que ele é bem mais seguro para ser usado em ambientes inflamáveis (atmosferas explosivas) e o seu custo é menor que a metade do custo dos produtos concorrentes”, acrescentou o professor. Os benefícios e resultados deste projeto possuem aplicação a todos os estados e cidades em que existam parques de produção e navios plataformas (FPSO), usados na exploração e beneficiamento de petróleo. Como funciona? O Perfilador Óptico é um produto desenvolvido pelo projeto, composto por diversos elementos sensores enfileirados e modulares. O mesmo é instalado dentro do tanque de processamento de óleo bruto. Conectado a ele, uma outra fibra óptica transporta os dados das medições de temperatura e pressão até uma sala de operações da Petrobras, na qual, no seu interior, conta com um outro produto, também desenvolvido pelo projeto, chamado de Interrogador Óptico. Este Interrogador converte os dados em informações de níveis de interface e de fluidos do tanque e as apresenta em um formato inteligente aos operadores humanos. Desenvolvimento Na Ufes, o projeto é executado dentro do LABTEL (Laboratório de Telecomunicações) da Engenharia Elétrica, nos Laboratórios da Engenharia Mecânica e no NEMOG (Núcleo de Estudos em Escoamento e Medição de Óleo e Gás). E os testes mais robustos foram realizados no Laboratório NEAT (Núcleo Experimental de Atalaia “Engenheiro José Otávio Amaral Baruzzi”), da Petrobras, localizado em Aracaju. Sobre o projeto Com financiamento da Petrobrás, execução da Ufes e gestão da Fest, o projeto teve início em setembro de 2018, com duração de três anos. Entretanto, a interrupção das atividades e o fechamento dos laboratórios devido à pandemia da Covid-19, fez com que o projeto fosse prorrogado por mais um ano e, portanto, a sua conclusão ocorrerá em setembro de 2022. Entre professores pesquisadores, alunos do programa de pós-graduação em Engenharia Elétrica da Ufes (bolsistas doutorandos, mestrandos e graduandos), técnicos profissionais e parceiros, já se passaram 42 pessoas pelo projeto, das quais 33 são ou foram bolsistas. Nos meses de maior intensidade de trabalho, o projeto teve 18 pesquisadores atuando simultaneamente. E, no momento, em sua reta final, está com 10 pesquisadores ativos. Fonte: www.agoraes.com.br Projeto 811

Projeto de energia solar no ES recebe prestigioso prêmio em 2023: confira!

Há alguns anos a discussão em torno da temática energia solar se faz presente na sociedade. Longe de ser apenas uma alternativa, ela se caracteriza como uma opção ideal de fonte energética sustentável e acessível, visto que exclui a emissão de gases poluentes, além de contribuir para que comunidades de baixa renda tenham acesso à luz solar. Segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), a utilização de energia solar já garantiu ao Brasil cerca de R$10 bilhões em novos investimentos, além de promover 640 mil empregos. A pesquisa indica, ainda, que a média de economia nos lares com a utilização de energia solar no lugar da elétrica, chega até 90%. Deseja saber mais sobre os projetos que a Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) apoia? Então confira esse conteúdo produzido por nós, do Blog da FEST, em parceria com nossos especialistas. Boa leitura! Veja também – Estudo avalia a qualidade do ar e sintomas de asma em crianças e adolescentes Conheça o Projeto Solares e seus objetivos! O Projeto Solares é uma iniciativa da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), criado com a responsabilidade de fomentar o desenvolvimento de energia solar no Espírito Santo. Este projeto está em processo no mercado há 13 anos e conta um com a participação de mais de 50 pessoas com o intuito de contribuir para que as pessoas tenham uma relação saudável com o meio ambiente e façam boas escolhas na hora de adotar uma tecnologia que facilite a integração entre a sociedade e o meio ambiente. De modo geral, o principal objetivo do Projeto Solares é ser um agente de transformação, promover melhorias, liderar em performance sustentável e, também, incentivar a população a pensar de maneira inovadora e sustentável para transformar o mundo. Além disso, o projeto surge com a missão de ser reconhecido pelo desenvolvimento e aplicação de vertentes de energia solar no âmbito nacional até 2026. Saiba mais sobre os resultados do Projeto Solares! Neste ano, os participantes do projeto Solares ganharam o Desafio Solar Brasil (DSB). Essa é uma competição universitária de barcos movidos à energia solar. O projeto de extensão visa o incentivo ao desenvolvimento de novas tecnologias e aplicações de fontes alternativas em embarcações. Para conferir mais informações sobre a competição, clique aqui. Nesse sentido, a equipe tem como meta para o próximo ano dar continuidade às oficinas sociais que levam conhecimento sobre energia solar e sustentabilidade para além da universidade. O intuito é expandir esses projetos para as escolas públicas e comunidades carentes. Além disso, outro propósito para 2024 é aperfeiçoar trabalhos que já foram iniciados, como por exemplo a estação, que é o primeiro ponto de carregamento movido a energia solar no Espírito Santo. Projeto 859 Acompanhe a FEST! Confira nossa agenda completa de cursos e acompanhe nossas redes sociais para ter acesso aos nossos conteúdos em primeira mão! Conheça o Instagram da FEST Confira o LinkedIn da FEST

Confira como foi a festa de 25 anos da FEST!

No que diz respeito a tempo, 25 anos representam não apenas uma marca num simples calendário, mas sim, um prestigioso relato de perseverança e êxito. A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST), há duas décadas e meia, realiza o desenvolvimento de importantes projetos tecnológicos e sociais que permitiram a construção de parcerias sólidas, aprendizado e progresso constante. A partir disso, a empresa tem atuado em diferentes frentes, com o intuito de ser, cada vez mais, referência no mercado. Deseja saber mais sobre a Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) e os projetos que ela apoia? Então confira esse conteúdo produzido por nós, do Blog da FEST, em parceria com nossos especialistas. Boa leitura! Veja também – FEST desenvolve projeto de monitoramento e inspeção de possíveis falhas nos trens! Confira! Saiba como foi a festa da FEST! No dia 09 de dezembro, toda a equipe da FEST comemorou os 25 anos de realizações e conquistas, em uma festa mais que especial. Além dos funcionários, o evento contou com a presença de importantes parceiros e representantes de entidades apoiadoras da empresa. De modo geral, a celebração foi toda pensada com o objetivo de relembrar a história da fundação, agradecer a jornada de sucesso com os fundadores e colaboradores mais antigos, além de reforçar a constante busca pela inovação. “Para nós, comemorar esses 25 anos representa o marco de mais um importante capítulo de desafios, superações e conquistas. Ao longo do tempo construímos, por meio do nosso trabalho, reconhecimento e momentos que nos enchem de orgulho. Nosso objetivo, daqui pra frente, é explorar ainda mais a tecnologia, inovar, levar conhecimento e ajudar pessoas. Isso tudo por meio de pesquisas e estudos, que são a nossa marca registrada”, comenta Armando Biondo Filho, Professor Doutor e Superintendente da FEST. Acompanhe a FEST! Confira nossa agenda completa de cursos e acompanhe nossas redes sociais para ter acesso aos nossos conteúdos em primeira mão! Conheça o Instagram da FEST Confira o LinkedIn da FEST