FEST – Fundação Espírito-santense de Tecnologia

PROJETO DA UFES E FEST PROMOVE PRÁTICAS INCLUSIVAS NA EDUCAÇÃO

PROJETO DA UFES E FEST PROMOVE PRÁTICAS INCLUSIVAS NA EDUCAÇÃO A Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), em parceria com a Fundação Espírito-santense (FEST) de Tecnologia, está desenvolvendo um projeto inovador voltado para a inclusão na educação. Sob a coordenação do Dr. Douglas Christian Ferrari de Melo,  do Departamento de Educação, Política e Sociedade (Deps) do  Centro de Educação da UFES, o projeto intitulado “Práticas Inclusivas na Concepção do Desenho Universal: Direito à Aprendizagem e Escolarização das Pessoas com Deficiência” visa oferecer formação continuada para professores da rede pública de ensino que atuam na educação básica do estado do Espírito Santo. O objetivo principal do projeto é ampliar o acesso, permanência e aprendizagem dos estudantes com deficiência na educação básica. Para alcançar esse fim, o projeto foca na formação dos professores, capacitando-os para atuar de maneira eficaz com estudantes que apresentem algum tipo de deficiência em qualquer etapa ou modalidade de ensino. O embasamento do projeto está fundamentado na Resolução 02/2001 do Conselho Nacional de Educação (CNE), que estabelece diretrizes curriculares nacionais para a educação especial. Segundo essa resolução, é essencial que os futuros professores da educação básica desenvolvam competências para atuar com estudantes com deficiência, garantindo assim a efetivação da educação inclusiva. O projeto se torna ainda mais relevante diante dos números apresentados pelo censo educacional referente ao ano de 2021, que contabilizou um total de 31.328 estudantes público-alvo da educação especial no Espírito Santo. Esse número expressivo demanda uma atenção especial por parte dos sistemas de ensino, visando assegurar a permanência e qualidade da educação oferecida a esses estudantes. O desafio atual para a educação especial vai além do acesso, consistindo no direito à aprendizagem das pessoas com deficiência. Para enfrentar esse desafio, o projeto propõe a formação continuada dos professores, promovendo práticas inclusivas na concepção do desenho universal. Isso implica em uma série de ações, tais como: Desenvolvimento de uma estrutura organizacional escolar adequada; Remodelação do projeto político-pedagógico; Atualização de recursos didáticos; Adoção de práticas avaliativas, metodologias e estratégias de ensino inclusivas. A formação continuada dos professores é vista como essencial nesse processo, garantindo conhecimentos teóricos e práticos, além de espaços para reflexão sobre suas práticas pedagógicas. O projeto da UFES em parceria com a FEST representa um importante passo na promoção da educação inclusiva no Espírito Santo. Ao capacitar os professores para atuarem de forma inclusiva, o projeto contribui para a efetivação do direito à aprendizagem e escolarização das pessoas com deficiência, consolidando assim uma sociedade mais justa e igualitária. Texto: Vanessa Pianca Projeto: 1064  

Confira os destaques do Boletim FEST. Veja mais!

Nesta edição do Boletim confira: A Fundação Espírito-santense de Tecnologia – FEST participou do treinamento da Plataforma TRANSFEREGOV, momento histórico na Fundação. E ainda, a Finep, UFES e FEST fazem visita técnica e avançam no desenvolvimento de estruturas inteligentes para robôs de assistência e monitoramento. Veja também como foi a eleição do CIPA. No “Quem faz FEST” conheça o colaborador Carlos Renato, da Prestação de Contas. Confira essas e outras informações, boa leitura! Saiba mais sobre esses assuntos nessa edição, boa leitura! Clique aqui para acessar! textos: Vanessa Pianca    

FINEP, UFES E FEST AVANÇAM NO DESENVOLVIMENTO DE ESTRUTURAS INTELIGENTES PARA ROBÔS DE ASSISTÊNCIA E MONITORAMENTO

FINEP, UFES E FEST AVANÇAM NO DESENVOLVIMENTO DE ESTRUTURAS INTELIGENTES PARA ROBÔS DE ASSISTÊNCIA E MONITORAMENTO Ontem (28/02), a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) em parceria da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e a Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST), realizaram uma visita técnica ao  Departamento de Engenharia Mecânica (DEM) do Cento Tecnológico (CT) para acompanhar os avanços do projeto “Estruturas Inteligentes para Robôs de Assistência e Monitoramento”, coordenado pelo Prof. Dr. Arnaldo Gomes Leal Junior. O objetivo geral deste projeto é o desenvolvimento de plataformas inteligentes voltadas para reabilitação e assistência, com foco em diversas necessidades, desde monitoramento remoto de atividades até auxílio à locomoção e reabilitação de membros inferiores. Para atingir esse objetivo amplo, o projeto aborda três cenários distintos: Monitoramento Remoto de Atividades: Destinado a indivíduos independentes, porém com necessidade de monitoramento constante para intervenções ou prevenção de acidentes. Aqui, são propostos sistemas inteligentes de baixo custo, utilizando redes de sensores em fibra óptica, para o acompanhamento das atividades dos pacientes. Reabilitação de Membros Inferiores: Focado em pessoas que podem recuperar suas capacidades motoras com sessões de reabilitação. Uma plataforma robótica é proposta, integrando sensores na estrutura para monitoramento contínuo da interação usuário-robô. Tecnologias Assistivas: Para indivíduos com perda parcial de capacidade motora, são propostos sistemas robóticos flexíveis, utilizando estruturas multifuncionais que também funcionam como sensores. Os desafios técnicos são significativos. Por exemplo, os dispositivos robóticos para reabilitação e assistência à locomoção dependem fortemente de sistemas de sensores. Aqui, a equipe do projeto está explorando o uso de sensores baseados em fibras ópticas devido às suas vantagens em termos de peso, estabilidade e imunidade a interferências eletromagnéticas. Além disso, o projeto abrange o desenvolvimento de materiais compósitos multifuncionais para estruturas flexíveis, visando integrar transmissão de sinais ópticos e funções estruturais nos robôs assistivos. Os resultados esperados desses esforços são sistemas mais eficazes e acessíveis para reabilitação e assistência, com potencial para melhorar significativamente a qualidade de vida dos pacientes. A integração de tecnologias como redes de sensores, sistemas de controle e materiais avançados promete tornar realidade uma nova geração de dispositivos de assistência mais adaptáveis, eficientes e acessíveis. Projeto 924 Texto: Vanessa Pianca

NOVO PROJETO FUNBIO: CONSERVAÇÃO DA CARCINOFAUNA DULCÍCOLA E ESTUARINA NA BACIA DO RIO DOCE

NOVO PROJETO FUNBIO: CONSERVAÇÃO DA CARCINOFAUNA DULCÍCOLA E ESTUARINA NA BACIA DO RIO DOCE Um esforço conjunto liderado pela Profa. Dra. Mônica Maria Pereira Tognella em parceria com o prof. Dr. Maurício Hostim Silva, do Departamento de Ciências Agrárias e Biológicas do Centro Universitário Norte do Espírito Santo (CEUNES) da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), em colaboração com a Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST), está lançando luz sobre a biodiversidade ameaçada na Bacia do Rio Doce. O novo projeto do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBio), visa à conservação da carcinofauna dulcícola e estuarina da região, através do subprojeto “Dinâmica Populacional e Status de Conservação de Espécies Ameaçadas da Carcinofauna Dulcícola e Estuarina da Bacia Hidrográfica do Rio Doce”, integrado ao Projeto Biodiversidade Rio Doce. O objetivo central do projeto é a identificação e avaliação da ocorrência e estrutura populacional de sete espécies de crustáceos decápodes ameaçados na Bacia do Rio Doce, conforme o Plano de Ação para Recuperação e Conservação da Fauna Aquática da região. O plano de execução terá duração de 24 meses, focando em preencher lacunas de conhecimento e gerar informações essenciais para o desenvolvimento do mencionado plano. A fauna de crustáceos dulcícolas na região, assim como em todo o Brasil, é pouco conhecida, embora desempenhe papéis fundamentais tanto do ponto de vista ecológico, no fluxo e reciclagem de energia em ambientes aquáticos, quanto social, através de práticas de pesca artesanal e de subsistência. No entanto, a fragilidade dos ecossistemas na Bacia do Rio Doce, em decorrência da degradação causada por atividades industriais, mineração e impactos do rompimento da barragem de Fundão em 2015, coloca em risco essas espécies, muitas das quais já estão classificadas como ameaçadas pela IUCN.  Objetivos do Projeto: Confirmar a ocorrência e avaliar a abundância das espécies-alvo na região. Determinar o período reprodutivo e o recrutamento juvenil das espécies. Relacionar dados de biologia e história natural das espécies com sua capacidade dispersiva. Identificar o potencial de exploração pesqueira das espécies-alvo e as modalidades de pesca utilizadas. Traçar o histórico de exploração das espécies-alvo na região através do conhecimento tradicional dos pescadores. O projeto busca envolver comunidades tradicionais, ribeirinhas e piscicultores ao longo da Bacia do Rio Doce, fornecendo suporte científico, identificando potenciais impactos da exploração pesqueira e subsidiando a gestão ambiental e fiscalização. Além disso, contribuirá para a formação acadêmica, com a inclusão de exemplares em coleções didáticas e acervos museológicos, e para a conservação da biodiversidade aquática brasileira, fornecendo registros precisos das espécies-alvo. Com uma abordagem integrada e colaborativa, o novo projeto FUNBio representa um passo significativo na direção da conservação e manejo sustentável dos recursos aquáticos na Bacia do Rio Doce, oferecendo respostas concretas diante dos desafios enfrentados pela região após o desastre ambiental de 2015. Projeto 1146 Texto: Vanessa Pianca

PROJETO DE PESQUISA FUNBIO – FAUNA ICTIOFAUNA RIO DOCE: UM PLANO DE MANEJO PARA A CONSERVAÇÃO DA LIBÉLULA NATHALIAGRION PORRECTUM

PROJETO DE PESQUISA FUNBIO – FAUNA ICTIOFAUNA RIO DOCE: UM PLANO DE MANEJO PARA A CONSERVAÇÃO DA LIBÉLULA NATHALIAGRION PORRECTUM   O Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBio) com apoio da Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) estão liderando um importante projeto de pesquisa em parceria com a Universidade Federal do Espírito Santo e a Universidade Federal do Pará. Sob a coordenação da Professora Dra Karina Furieri, do Departamento de Ciências Agrárias da UFES, o Projeto conhecido como “Um Plano De Manejo Para A  Conservação da Libélula Nathaliagrion porrectum (Hagen In Selys, 1876)”, tem como objetivo central a elaboração de um plano de manejo para a conservação da libélula das bromélias Nathaliagrion porrectum. A Nathaliagrion porrectum é uma espécie endêmica do norte do Espírito Santo, ameaçada de extinção devido a diversas perturbações em seu habitat natural. O projeto busca coletar informações cruciais sobre a espécie, desde sua distribuição até a dinâmica populacional, passando pela descrição de sua larva e identificação das espécies de bromélias que utiliza como habitat. Além disso, visa estabelecer protocolos de cultivo e criação ex situ, produzir material de divulgação científica e, por fim, elaborar um plano de manejo para sua conservação. A importância da preservação da Nathaliagrion porrectum reside na sua condição de espécie ameaçada e na representatividade que tem para o ecossistema local. Com a Mata Atlântica já severamente fragmentada, a conservação dessa espécie se torna uma prioridade para a manutenção da biodiversidade regional. Segundo Karina, foram incluídos a pedido da FUNBio, mais três espécies “A Fredyagrion capixaba, Telebasis vulcanoe e Hetaerina curvicauda, além da descrição da larva e da fêmea de Fredyagrion capixaba. Além disso, o projeto se propõe a conciliar conservação ambiental com desenvolvimento econômico, promovendo ações educacionais e gerando renda sustentável por meio do manejo de bromélias nativas.” pontuou O projeto envolve diretamente a FEST, as universidades parceiras, proprietários rurais, comunidades quilombolas e órgãos ambientais como o ICMBio e o IEMA. Busca-se o diálogo constante com todas as partes interessadas, visando uma abordagem participativa e integrada na execução das atividades. O principal objetivo do projeto é elaborar um plano de manejo eficaz para a conservação da Nathaliagrion porrectum, visando reduzir o risco de extinção dessa espécie tão importante para o ecossistema local. Objetivos Específicos do Projeto: Verificar a distribuição potencial da espécie. Avaliar a dinâmica populacional da libélula das bromélias. Descrever a larva da Nathaliagrion porrectum. Identificar as espécies de bromélias utilizadas pela espécie. Estabelecer protocolos de cultivo e criação ex situ. Produzir material de divulgação científica para educação ambiental. Elaborar o plano de manejo para a conservação da espécie. Com a duração prevista de 24 meses, o Projeto busca não apenas gerar conhecimento científico, mas também promover ações concretas para a conservação e preservação do habitat da libélula Nathaliagrion porrectum. projeto 114 texto: Vanessa Pianca

Confira os destaques do Boletim FEST. Veja mais!

Nesta edição do Boletim confira: A Fundação Espírito-santense de Tecnologia – FEST participou do curso de Elaboração de Termo de Referência em atendimento a nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos – 14.133/2021. E ainda, a Fundação irá participar da elaboração do PDM de Piúma. Veja também como foi a primeira reunião Kick Off presencial que aconteceu na sede. No “Quem faz FEST” conheça o colaboradora Amanda Ribeiro, Analista de Projetos. Confira essas e outras informações, boa leitura! Saiba mais sobre esses assuntos nessa edição, boa leitura! Clique aqui para acessar! textos: Vanessa Pianca    

MONITORAMENTO AMBIENTAL NA BACIA DO RIO MANGARAÍ: ANALISANDO O IMPACTO NA QUALIDADE DA ÁGUA DO RIO SANTA MARIA DA VITÓRIA

MONITORAMENTO AMBIENTAL NA BACIA DO RIO MANGARAÍ: ANALISANDO O IMPACTO NA QUALIDADE DA ÁGUA DO RIO SANTA MARIA DA VITÓRIA A Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) em parceria com a Companhia Espírito-santense de Saneamento (CESAN) e a Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), estão com um projeto vital para a preservação dos recursos hídricos do Estado do Espírito Santo. Trata-se do “Monitoramento Ambiental nos Principais Mananciais Hídricos da Bacia Hidrográfica do Rio Mangaraí e Análise do seu Impacto na Carga de Sedimentos e Qualidade na Água do Rio Santa Maria da Vitória”. Coordenado pelo professor Dr Antonio Sérgio Ferreira Mendonça, do Departamento de Engenharia Ambiental do Centro Tecnológico (CT) da UFES, o projeto tem como objetivo principal o acompanhamento contínuo dos índices de qualidade da água, hidrossedimentometria e pluviometria em quatro sub-bacias e respectivas seções de controle, além de duas seções do Rio Santa Maria da Vitória. A relevância deste monitoramento se destaca pela análise do impacto do Rio Mangaraí no Rio Santa Maria da Vitória, importante manancial de captação para o abastecimento da Região Metropolitana da Grande Vitória. O projeto é uma continuação do monitoramento realizado entre 2014 e 2018, consolidando uma base de dados essencial para subsidiar a análise da influência das ações do Programa de Gestão Integrada das Águas e da Paisagem do Estado do Espírito Santo na bacia hidrográfica do Rio Mangaraí. Esta unidade demonstrativa não apenas serve como referência para outras regiões hidrográficas do Estado, mas também recebe um conjunto de ações capitaneadas pelo Governo Estadual, com participação ativa da CESAN. Os dados e informações gerados por este projeto são cruciais como indicadores das ações realizadas na bacia do Rio Mangaraí, fornecendo parâmetros valiosos para futuras intervenções relacionadas ao uso e ocupação do solo. O principal objetivo é reduzir o carreamento de sedimentos para os mananciais, o que por sua vez dificulta o tratamento da água bruta com finalidade de potabilidade para o abastecimento humano na Grande Vitória.   Ao reunir dados sobre a qualidade da água, turbidez e carga de sedimentos, este projeto não só oferece uma visão abrangente do estado dos recursos hídricos na região, mas também auxilia na tomada de decisões fundamentadas para sua preservação e uso sustentável. Por meio deste esforço conjunto entre FEST, CESAN e UFES, reafirmamos nosso compromisso com a gestão responsável dos recursos naturais, visando garantir água de qualidade para as gerações presentes e futuras. Para mais informações sobre este projeto e outras iniciativas da Fundação Espírito-santense de Tecnologia, visite nosso site oficial. Texto: Vanessa Pianca Projeto 1065

DESENVOLVIMENTO DO PAINEL DE INFORMAÇÕES E DESINFORMAÇÕES CLIMÁTICAS E SOCIOAMBIENTAIS EM REDES SOCIAIS: UMA INOVAÇÃO DA FUNDAÇÃO ESPÍRITO-SANTENSE DE TECNOLOGIA

DESENVOLVIMENTO DO PAINEL DE INFORMAÇÕES E DESINFORMAÇÕES CLIMÁTICAS E SOCIOAMBIENTAIS EM REDES SOCIAIS: UMA INOVAÇÃO DA FUNDAÇÃO ESPÍRITO-SANTENSE DE TECNOLOGIA No âmbito do Departamento de Comunicação Social do Centro de Artes da Universidade Federal do Espírito Santo – UFES, sob a liderança do Professor Dr. Fábio Gomes Goveia, a Fundação Espírito-santense de Tecnologia – FEST, está embarcando em um projeto inovador: o Desenvolvimento do Painel de Informações e Desinformações Climáticas e Socioambientais em Redes Sociais. Ao longo dos últimos 10 anos, o Laboratório de Internet e Ciência de Dados (LABIC-UFES) tem sido pioneiro na coleta e análise de dados das mídias sociais, acumulando um vasto acervo digital que abrange uma ampla gama de temas, desde transformações políticas até questões climáticas e ambientais. Com um acervo digital de mais de 31 milhões de publicações, vídeos e imagens provenientes de plataformas como Twitter, Facebook, Instagram, Youtube e Telegram, o LABIC-UFES se destaca como uma instituição líder nesse campo no Brasil. O novo projeto visa a utilização desses dados massivos para combater a desinformação climática e socioambiental, bem como para potencializar recursos de desenvolvimento tecnológico. A construção do Painel de Informações e Desinformações Climáticas e Socioambientais em Redes Sociais representa um passo crucial nessa direção. A proposta fundamenta-se na expertise do LABIC-UFES na extração de dados em tempo real das redes sociais, bem como na capacidade de desenvolver soluções tecnológicas inovadoras. O objetivo é fornecer ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima informações em tempo real, relatórios e briefings derivados desses dados, capacitando equipes para ações contínuas de mitigação da desinformação climática. Além disso, o projeto está alinhado aos esforços interministeriais coordenados pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República (SECOM) para desenvolver inovação, tecnologia e processos de detecção e enfrentamento de desinformação. Em um contexto de crescente preocupação com a disseminação de informações falsas, essa iniciativa visa a antecipação de riscos e danos, tanto para instituições do Estado de Direito quanto para os cidadãos brasileiros. “Este projeto representa não apenas um avanço tecnológico, mas também um compromisso com a verdade e a responsabilidade social. Ao utilizar dados massivos das redes sociais, buscamos não apenas compreender as complexidades das questões climáticas e socioambientais, mas também combater ativamente a desinformação e promover um debate informado e consciente.” Afirmou Fábio. O Painel de Informações e Desinformações Climáticas e Socioambientais em Redes Sociais não apenas representa um avanço significativo no campo da análise de dados e tecnologia, mas também evidencia o compromisso da Fundação Espírito-santense de Tecnologia em contribuir para um debate informado e responsável sobre questões críticas para o nosso planeta e para as gerações futuras. Este projeto reflete o papel essencial da tecnologia e da colaboração interdisciplinar na promoção da sustentabilidade e na proteção do meio ambiente.  

PROJETO INOVADOR BUSCA SOLUÇÕES SUSTENTÁVEIS PARA RECICLAGEM DE MATERIAIS DA VALE

A Universidade Federal do Espírito Santo – UFES com apoio da Fundação Espírito-santense de Tecnologia – FEST, em colaboração com a Empresa Vale, tem como projeto de pesquisa o “Estudo da Reciclagem de Materiais Oriundos da Empresa Vale”. Esta iniciativa pioneira visou explorar e desenvolver técnicas avançadas de recuperação e reciclagem de materiais poliméricos, com foco principal na transformação sustentável de resíduos plásticos, especialmente os provenientes de garrafas e utensílios PET. O projeto, coordenado pelo professor Dr. Eloi Alves da Silva Filho, do Departamento de Química do Centro de Ciências Extas da UFES, teve como objetivo primordial investigar e implementar práticas eficazes de reciclagem de materiais poliméricos, demonstrando sua viabilidade em ambientes operacionais reais e qualificados. A pesquisa envolveu a aplicação prática dessas técnicas em diversos ambientes, incluindo áreas de minério, carvão, calcário e pilhas de estéril, permitindo a avaliação de cor, concentração e eficiência em vias, vagões e pilhas de minério e estéril. Segundo Eloi, O lançamento do supressor sustentável foi realizado oficialmente no dia 30 novembro de 2023. “Este projeto foi um marco na história da universidade, como a primeira patente verde da UFES e da empresa VALE. Avançamos e muito”. Pontuou. Um dos aspectos mais significativos deste projeto foi  contribuição direta para o desenvolvimento sustentável. A busca por soluções que evitem o descarte inadequado de garrafas e utensílios feitos com PET é essencial para minimizar o impacto ambiental e promover uma economia circular. Além disso, o estudo se estende a outros materiais plásticos como polipropileno (PP), poliestireno (PE), poliuretano (PU) e outros, explorando seu potencial de transformação em resinas recicláveis. Este esforço conjunto entre a FEST, a UFES e a Vale não apenas buscou soluções técnicas avançadas, mas também ofereceu vantagens econômicas e ambientais significativas. A possibilidade de destinação rentável de resíduos provenientes da Vale e de outras indústrias que utilizam utensílios PET destaca a relevância desse projeto no cenário atual. Além dos impactos positivos na área técnica, econômica e ambiental, o projeto também enfatizou a importância da formação de novos recursos humanos. “A UFES terá um papel fundamental na formação de alunos de graduação e pós-graduação, garantindo a disseminação do conhecimento adquirido e preparando profissionais capacitados para enfrentar os desafios da sustentabilidade e inovação tecnológica.” Finalizou Eloi   Esse projeto é um marco não apenas para as entidades envolvidas, mas também para o avanço da pesquisa em reciclagem de materiais no Brasil, demonstrando que a colaboração entre instituições acadêmicas e empresas pode gerar soluções inovadoras e sustentáveis para os desafios atuais. Para mais informações e atualizações sobre o desenvolvimento deste projeto, veja no link da UFES (https://www.ufes.br/conteudo/primeira-patente-verde-da-ufes-reduz-emissao-de-poeira-e-descarte-de-lixo-no-meio-ambiente  e fique atento às publicações no site da Fundação Espírito-santense de Tecnologia.   Projeto 816

PROJETO DE EXTENSÃO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EM ANÁLISE FÍSICO-QUÍMICA DE BEBIDAS DE ORIGEM VEGETAL

PROJETO DE EXTENSÃO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EM ANÁLISE FÍSICO-QUÍMICA DE BEBIDAS DE ORIGEM VEGETAL A Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), com apoio da Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) dão início ao Projeto de Extensão “Análise Físico-Química de Bebidas de Origem Vegetal: Prestação de Serviços Especializados à Comunidade”, que será desenvolvido no Laboratório de Análise de Bebidas de Origem Vegetal do Espírito Santo (LABEVES) vinculado ao Instituto de Tecnologia da UFES (ITUFES). Este projeto, é coordenado pelo Professor Dr.  Márcio Coelho de Mattos do Departamento de Engenharia Mecânica do Centro Tecnológico e Diretor Técnico do ITUFES, tem como principal objetivo regular a prestação de serviços de análise físico-química de bebidas de origem vegetal. A pesquisa visa disponibilizar aos produtores e importadores uma gama de ensaios e análises que proporcionem informações cruciais sobre a qualidade de seus produtos, conferindo diferenciais em relação a produtos semelhantes. Além disso, também fornecerá informações sobre a conformidade dos produtos às normas de qualidade físico-química aplicáveis, desempenhando um papel crucial no controle de qualidade das bebidas disponíveis no mercado. Este serviço assume uma relevância significativa no panorama do controle de qualidade das bebidas, podendo ser utilizado como suporte às ações de controle e fiscalização de órgãos reguladores como o Ministério da Agricultura e Pecuária, Secretaria de Estado da Saúde e Secretarias Municipais. A análise físico-química desempenha um papel vital na garantia de que as bebidas atendam aos padrões estabelecidos, assegurando a saúde e segurança dos consumidores. Informações do Projeto: Coordenação: Professor Dr. Márcio Coelho de Mattos, Departamento de Engenharia Mecânica do Centro Tecnológico e Diretor Técnico do ITUFES. Coordenador adjunto: José Sirkis Gottlieb, Centro Tecnológico e Diretor Administrativo do ITUFES. Fiscalização: Professor Dr. Manoel Gregório da Silva Neto, Departamento de Engenharia Mecânica do Centro Tecnológico da UFES. Duração: 36 meses. A pesquisa propõe não apenas expandir a capilaridade dos serviços oferecidos pelo Laboratório de Análise de Bebidas de Origem Vegetal do Espírito Santo (LABEVES), mas também criar oportunidades para a ampliação dos serviços disponíveis. Além disso, busca garantir recursos para a manutenção da acreditação, promovendo a excelência na realização das análises físico-químicas. A FEST, através deste projeto, reafirma seu compromisso com a qualidade, segurança e inovação, contribuindo assim para o desenvolvimento sustentável da comunidade e do setor de bebidas de origem vegetal. Uma Década de Inovação e Colaboração: O Compromisso da FEST com o LABEVES O Laboratório de Bebidas de Origem Vegetal (LABEVES) é um destaque no Brasil. Desde 2014, o LABEVES junto com a FEST desenvolve um projeto, que tem sido um catalisador para o desenvolvimento de ensaios e análises laboratoriais. Atuando como um elo entre o conhecimento acadêmico e as demandas práticas da indústria. Sua especialização? A análise de vinhos, vinagres e cervejas, com emissão de certificados em conformidade com as diretrizes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Portarias: nº 415 12/08/2010 e nº 341, de 18/09/2014. É lá que as bebidas, em maioria vinhos importados, são testados e aprovados para serem comercializadas. Sem o registro Mapa, a bebida não deve ser consumida. Desde 21 de setembro de 2016, o Labeves está acreditado pela Coordenação Geral de Acreditação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia Inmetro (CGCRE/Inmetro) sob a ACREDITAÇÂO N0 CRL1148. A maioria das análises realizadas concentra-se em vinhos importados, submetidos a uma análise rigorosa das bebidas recebidas no Porto de Vitória. A importância dessa etapa é crucial, pois garante que essas bebidas atendam às exigências legais e, mais importante ainda, que sejam autênticas, afastando a ameaça de falsificação ou adulteração. Sem o registro Mapa, uma bebida não é autorizada para consumo. O Labeves é o resultado do esforço de profissionais da Ufes (professores e técnicos administrativos), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e do Sindicato do Comercio de Exportação e Importação do Espírito Santo (Sindiex), os quais tinham como principal objetivo criar um laboratório de excelência na Universidade que pudesse atender à demanda de análises criada pela importação de bebidas pelo Porto de Vitória. Hoje, ele é o único laboratório acreditado da Ufes.   Projeto 1175 Texto: Vanessa Pianca